Servindi – Luego de tres años de silencio gubernamental, el portal web de investigación Ojo Público reveló la lista completa de pueblos y comunidades indígenas que el gobierno mantuvo oculta con el fin de evitar los procesos de consulta previa en áreas de alto interés para empresas mineras. El reportaje también revela la contratación de consultores privados para identificar la autenticidad indígena de las comunidades. (mais…)
Racismo Ambiental
No Amazonas, povos Mura e Maraguá realizam eventos culturais
J. Rosha, do Cimi regional Norte I
Divulgar os costumes e recuperar algumas tradições sufocadas pela imposição de valores da população predominante são as principais motivações de dois eventos que acontecerão no final deste mês, promovidos por organizações indígenas. No Careiro da Várzea os Mura realizam o II Festival Indígena Mura (Festim) e, em Nova Olinda do Norte, os Maraguá promovem a sua Primeira Mostra Cultural. (mais…)
A destruição em Belo Monte virou atração: o sítio-escola, por Felipe Milanez
Arqueólogos questionam projeto de consultoria que pretende levar estudantes para ex-sítio arqueológico e acusam desrespeito com população local
por Felipe Milanez, Carta Capital
O Brasil está ampliando cada vez mais o seu portfólio para se tornar uma Disneylândia de conflitos. Quer ver sangue? Temos para espremer à vontade na favela mais próxima! Quer ver uma ex-floresta? Há um vasto pacote. E um ex-rio ainda habitado por ex-ribeirinhos em um ex-sítio arqueológico? No cardápio vem tudo concretado, difícil de ler, mas nesse safari a avistagem (assim se fala na gíria de agencias de ecoturismo) é garantida – ainda que a população local não esteja “habituada” (como algumas agências tentam treinar onças). (mais…)
MT – Após despejo, Kanela do Araguaia lutam pelo reconhecimento de seu território
Reintegração de posse foi realizada de forma violenta no último dia 7, e a partir daí, 100 pessoas seguem acampadas em Canabrava do Norte (MT)
Isabel Harari, ISA
Cerca de 100 índios Kanela do Araguaia que haviam retomado recentemente uma área, batizada como aldeia Pukanu, no município de Luciara (MT), foram expulsos depois de um processo de reintegração de posse. Relatos dão conta de uma série de negociações realizadas entre as autoridades responsáveis pela execução da ordem de despejo e as lideranças indígenas. Mas a comunidade acabou removida para a cidade de Canabrava do Norte. (mais…)
Amazônia: verdades que não se curam
O povo brasileiro adotou o método químico para cuidar de seus males, ajudando a indústria farmacêutica que contrabandeiam nossa medicina natural.
Najar Tubino, Carta Maior
O povo Huni Kuin, do rio Jordão no Acre lançou o Livro da Cura, reunindo 109 plantas medicinais da Amazônia e seus usos – uma parceria com o Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a Editora Dantes. A tradução de Huni Kuin é o povo verdadeiro e eles formam 33 aldeias no rio Jordão com mais de sete mil habitantes e também vivem no Peru. Mas a verdade é que das 30 mil plantas catalogadas da Amazônia, sendo duas mil espécies medicinais e outras 1.250 aromáticas apenas 2% foram analisadas. O Brasil importa 85% da matéria-prima usada na produção de medicamentos, um setor que no ano passado faturou R$67,5 bilhões no país. O professor aposentado da UNICAMP, Lauro Barata, especialista em botânica, ressalta que apenas as madeiras fazem parte da pauta de exportação da região Norte. As madeireiras já detonaram 3,5 milhões de árvores, sendo que 72% da madeira serrada são de baixo valor agregado. (mais…)
Contratada da Norte Energia promove curso em Altamira e arqueólogos protestam
Em MXVPS
A empresa Scientia Consultoria Científica, “especializada na realização de pesquisas, elaboração de relatórios e execução de programas relativos ao meio antrópico e ao patrimônio cultural”, divulgou no inicio de junho que está programando, de julho a setembro, um “sitio escola” em Altamira para estudantes de arqueologia, com o objetivo de “adquirir e/ou aprimorar conhecimento teórico e prático na área de arqueologia através da participação efetiva de um projeto de pesquisa de campo”. De acordo com o anuncio do curso, os participantes deverão estudar a ocorrência de Terra Preta antropogênica na região, sepulturas humanas e gravuras rupestres. (mais…)
Quilombo Rio dos Macacos: Terra partida
Desde os anos 70, um conflito judicial se desenrola em torno das terras próximas à Barragem do Rio dos Macacos – entre Salvador e Simões Filho. De um lado, a comunidade quilombola e do outro a Marinha do Brasil
Tatiana Mendonça, A TARDE
A estrada de terra vira lamaçal toda vez que chove. Nesses dias, é preciso torcer para não cair. Se for noite, atravessa-se o caminho no escuro, já que não há luz elétrica. Concorrendo com todas essas atenções ainda há o temor das cobras, que abundam na região. De repente, parece que estamos em um sertão fundo qualquer, mas a impressão fica para trás quando se fecha o portão. Ruas asfaltadas, lâmpadas acesas, prédios, posto médico, clube com piscina. De um lado, o Quilombo Rio dos Macacos, do outro, a Vila Naval da Marinha. (mais…)
MPF/PB recebe documentos que servirão de base para inquérito civil público da barragem de Acauã
Cerca de mil famílias atingidas ainda vivem em situações precárias
O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), recebeu nesta segunda-feira, 20 de julho, na sede do órgão, em João Pessoa, uma vasta documentação que servirá de base para o inquérito civil público instaurado no ano passado acerca das comunidades que viviam à beira do Rio Paraíba e tiveram prejuízos com a construção da barragem de Acauã, no início dos anos 2000. (mais…)
Carta dos Munduruku em apoio aos guerreiros Guarani Kaiowá e Ka’apor
Movimento Ipereg’ayu e Associação Indígena Pariri, no Cimi
A carta do povo Ka’apor, do Maranhão, divulgada no começo do mês, que além de solidarizar com a luta dos povos Guarani Kaiowá e Munduruku convoca todos a uma contínua união ao redor da luta contra os saqueadores de direitos de comunidades tradicionais, donos de terras e governantes deste país, foi respondida pelo Movimento Munduruku Ipereg’ayu. Leia a carta na íntegra: (mais…)

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