O mercado mundial de amianto movimenta cerca de R$ 3 bilhões por ano e o Brasil está entre os cinco maiores produtores. O mineral é muito usado na construção civil, mas para a organização mundial de saúde é cancerígeno. Mais de 50 países já aboliram o seu uso. Um projeto que tramita na Câmara há sete anos prevê a proibição da exploração e uso do amianto, mas isso pode significar o fim de uma cadeia de produção que emprega mais de 170 mil trabalhadores. Para os produtores, já foram tomadas medidas de segurança que não permitem o risco a saúde dos trabalhadores. E você o que acha? Vale a pena investir em produtos que podem causar câncer? Qual o custo para o sistema público de saúde? Quais são as garantias da indústria de que o mineral é inofensivo à saúde de quem trabalha nas minas?
Este é o debate do Expressão Nacional desta semana com o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB GO); deputado Edson Duarte (PV BA), relator do projeto na Comissão de Meio Ambiente; a presidente do Instituto Brasileiro de Crisotila, Marina Júlia de Aquino, que defende o uso do mineral e Fernanda Giannasi, engenheira e fundadora da Rede Virtual-Cidadã pelo Banimento do Amianto na América Latina. Continue lendo “Amianto: barato e perigoso”

