Colombia: Indígenas wayuú afectados por empresa de carbón

Artesanía wayuú

 

Los indígenas de la etnia wayuú se sienten desplazados por la firma explotadora de carbón Cerrejón en la Zona Norte, según las declaraciones otorgadas por Armando Valbuena Gouriyú, expresidente de la Onic y catalogado como sabio indígena de la humanidad, por parte de la Unesco en 2009.

En el marco de la conmemoración de los 242 años del levantamiento del pueblo indígena wayuú en contra de la corona española, los nativos de La Guajira exigieron, además, al Gobierno Nacional concertación directa sobre el Plan de Desarrollo Nacional.

Según Valbuena Gouriyú los indígenas wayuú no toleran más las invasiones de territorio por parte de “desplazados que llegan de otras ciudades”, citando casos puntuales como Riohacha, Mayapo y Camarones. Continue lendo “Colombia: Indígenas wayuú afectados por empresa de carbón”

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Anotações de Luiz Zarref, do MST/Via Campesina, sobre a última proposta apresentada por Aldo Rebelo

O Deputado Aldo Rebelo foi obrigado a recuar em quase todos os pontos que propôs inicialmente. Mantém apenas o discurso ideológico, para sustentar que os ruralistas obterão uma vitória. Mas na realidade o governo o colocou em uma situação bastante delicada, pois os ruralistas estão muito insatisfeitos com o texto que será levado para votação.

O governo demorou muito a entrar no tema, o que impediu um debate amplo com a sociedade. Só tem alguns avanços no texto defendido no governo porque os movimentos sociais anteciparam as negociações, já que o tema aparece na pautas de lutas desde início de 2009. Mas muitas coisas ficarão de fora, como a criação de um programa consistente de recuperação ambiental, pagamento de serviços ambientais e de fomento à produção sustentável agroflorestal.
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Maioria dos miseráveis brasileiros é jovem, negra e nordestina

Carolina Pimentel

A maioria dos brasileiros que vivem em situação de extrema pobreza é negra ou parda, jovem e vive na Região Nordeste. É o que mostra um levantamento feito pelo governo federal, com base em dados preliminares do Censo Demográfico de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Com base nesses dados, o governo estipulou que famílias com renda igual ou inferior a R$ 70 por pessoa são consideradas extremamente pobres. O parâmetro será usado na elaboração do plano Brasil sem Miséria, a ser lançado em breve pelo governo federal.

Nessa situação de miséria encontram-se 16,2 milhões brasileiros, o equivalente a 8,5 % da população do país. Desse total, 70,8% são pardos ou pretos e 50,9% têm, no máximo, 19 anos de idade.

O mapa revela que 46,7% dos extremamente pobres vivem no campo, que responde por apenas 15,6% da população brasileira. De cada quatro moradores da zona rural, um encontra-se na miséria. As cidades, onde moram 84,4% da população total, concentram 53,3% dos miseráveis.
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Brasil tem 16,2 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza

Carolina Pimentel

Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, o equivalente a 8,5% da população. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir da linha de extrema pobreza definida pelo governo federal.

Anunciada hoje (3), a linha estipula como extremamente pobres as famílias com renda per capita de até R$ 70. Esse parâmetro será usado para a elaboração das políticas sociais, como o Plano Brasil sem Miséria, que deve ser lançado em breve pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

De acordo com a ministra do MDS, Tereza Campello, o valor definido é semelhante ao estipulado pelas Nações Unidas. Continue lendo “Brasil tem 16,2 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza”

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Stojkovic ressalta papel do futebol contra o racismo

O meia-atacante Dragan Stojkovic foi um dos grandes jogadores dos últimos anos da antiga seleção da Iugoslávia. Além de ter participado das edições de 1990 e 1998 da Copa do Mundo da FIFA, ele também conquistou o título da Liga dos Campeões da UEFA em 1993 pelo Olympique de Marselha.

Stojkovic começou a carreira no Estrela Vermelha de Belgrado e pendurou as chuteiras no Japão, defendendo o Nagoya Grampus. Atualmente na quarta temporada como técnico do mesmo Nagoya, e com as credenciais de quem levou o clube no ano passado ao seu primeiro título nacional, o sérvio conversou com o FIFA.com sobre a questão do preconceito e da discriminação. Além de falar das suas posições pessoais, ele também destacou a importância do futebol para enfrentar esse grave problema social.
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MPF/MS: Índice de homicídios em aldeias de Dourados é 800% maior que média nacional

Justiça atende MPF e determina que Funai e União devem garantir segurança nas aldeias de Dourados

A União Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai) devem garantir a segurança das aldeias Bororó e Jaguapirú, em Dourados (MS). O efetivo mínimo de doze policiais  poderá ser disponibilizado pela Polícia Federal ou pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, através de convênio.

A decisão liminar da Justiça atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) que ajuizou ação para reverter o quadro de extrema violência em que vivem os indígenas das duas aldeias. São 12 mil pessoas confinadas em uma reserva de 3,6 mil hectares, constituída na década de 1920 em Dourados, 2ª maior cidade de Mato Grosso do Sul, localizada a 225 km ao sul da capital, Campo Grande.

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Justiça dá 24 horas para Vale depositar dinheiro de quilombolas do Pará

BRASÍLIA – A Justiça Federal deu prazo de 24 horas para a Vale liberar os recursos para 788 famílias do Território Quilombola de Jambuaçu (PA) impactadas pela operação de um mineroduto e uma linha de transmissão da companhia. A informação é do Ministério Público Federal do Pará (MPF/PA).

Segundo o MPF/PA, a empresa já havia sido obrigada por decisão da Justiça a fazer os pagamentos, mas pediu mais prazo para o juiz, alegando estar “faticamente impossibilitada de obter as autorizações necessárias e repassar a citada quantia a seus beneficiários”.

Para o procurador da República Bruno Soares Valente, a justificativa e o pedido de mais prazo tem mero “cunho protelatório”, pois a Vale sabia da existência da ação desde o ano passado. O juiz Hugo Sinvaldo Silva da Gama Filho, da 9ª Vara da Justiça Federal, concordou com o Ministério Público Federal e determinou o “depósito urgente” dos valores para a comunidade.

A ação do MPF/PA previa o pagamento mensal equivalente a cinco salários mínimos a cada uma das famílias. O prazo para início do pagamento das famílias ainda não começou a contar, pois a Vale ainda não foi notificada. Além de compensar a comunidade quilombola, a Vale terá que implementar um projeto de geração de renda no local. Continue lendo “Justiça dá 24 horas para Vale depositar dinheiro de quilombolas do Pará”

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Quilombolas do Pará demandam políticas para a proteção e manejo de suas florestas

A oficina “Terras Quilombolas e Exploração Madeireira”, promovida pela Malungu – Coordenação das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará e pela Comissão Pró-Índio de São Paulo, reuniu nos dias 26 a 28 de abril em Belém, lideranças de 14 comunidades quilombolas de diversas regiões do Pará.

Tais comunidades têm em comum o fato de já contarem com o título coletivo de seus territórios e enfrentarem o desafio de proteger e manejar suas florestas. Na busca de alternativas de geração de renda, as comunidades firmaram acordos com empresas para a exploração do potencial madeireiro de suas terras.
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Ordenan suspender megaproyectos en Chocó

Corte Constitucional ordenó suspensión por no haber sido consultados con dos comunidades indígenas.

Los miembros de los resguardos Pescadito y Chidima-Tolo denunciaron que con la llegada de los proyectos se han presentado una situación de ocupación ilegal de predios y lanzaron una alerta ante el riesgo de desplazamiento.

En el fallo, el alto tribunal exhortó al Congreso y al Presidente de la República a que se estudie un proyecto de ley que regule y aplique el derecho a la consulta previa y el consentimiento libre de los grupos étnicos.

Las obras quedan paralizadas y no podrán reanudarse hasta tanto se tomen medidas para proteger el medio ambiente de la región y la supervivencia de dos comunidades de embera katíos que viven entre los municipios de Unguía y Acandí, indica la sentencia
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