THE sedia seminário nacional sobre religões afro-brasileiras

O evento reuniu durante três dias representantes de praticamente todos os estados Brasileiros

O prefeito Elmano Férrer participou da solenidade de encerramento do 8º Seminário Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde, no Rio Poty Hotel. O evento reuniu durante três dias representantes de praticamente todos os estados Brasileiros.

A Prefeitura de Teresina apoiou a realização do evento por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, Fundação Municipal de Saúde e secretarias municipais de Trabalho, Juventude e Educação. O coordenador nacional da Rede de Religiões Africanas, José Marmo, agradeceu à Prefeitura pelo apoio dado ao evento.
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Lançamento do “Portal para os Clubes Sociais Negros do Brasil”

Temos a honra de encaminhar, o convite para o lançamento do “Portal para os Clubes Sociais Negros do Brasil”, que se realiza no dia 13 de maio de 2011, quando o Clube Afro-Ferroviário Treze de Maio de Santa Maria completa 108 anos de existência e resistência.

Sua presença será uma honra para nós, pois esta é uma demanda nacional apontada na Carta de Santa Maria (2006), que vem para dar visibilidade ao Movimento Clubista Negro, com o apoio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Governo Federal, a SEPPIR.

Pedimos a gentileza de confirmar a participação e divulgação em suas redes de contato.

Fone: (55) 32266082

E-mail: [email protected]

Santa Maria – RS

Atenciosamente,

Giane Vargas Escobar

Diretora Técnica do Museu Treze de Maio

Coordenadora Executiva do Projeto

Portal Para os Clubes Sociais Negros do Brasil

Jorge Luiz Marinho da Silva

Presidente da Associação dos Amigos do Museu Treze de Maio

http://africas.com.br/site/index.php/archives/11574?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+com%2FZLVz+%28AFRICAS.com.br%29

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Racismo, sexismo e desigualdade”, novo livro de Sueli Carneiro

Entre 1999 e 2010, a ativista e feminista negra Sueli Carneiro– fundadora do Geledés Instituto da Mulher Negra – produziu inúmeros artigos publicados na imprensa brasileira. Este livro reúne, pela primeira vez, os melhores textos desse período. Em cada linha, a autora convida o leitor a refletir criticamente sobre a sociedade brasileira, explicitando de forma contundente como o racismo e o sexismo têm estruturado – de modo vergonhosamente desigual – as relações sociais e políticas do país.

Esta obra faz parte da Coleção Consciência em Debate, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University(EUA) e pesquisadora dos movimentos sociais e da diáspora africana no Brasil e no mundo. O objetivo da Coleção é debater temas prementes da sociedade brasileira, tanto em relação ao movimento negro como no que concerne à população geral. Outros volumes: Relações raciais e desigualdade no Brasil • Políticas públicas e ações afirmativas • História da África e afro-brasileira • Literatura negro-brasileira • Imprensa negra no Brasil do século XIX.
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Governo e sem-terra ensaiam diálogo, apesar de divergências

Diálogos. Na última quinta-feira, representantes do MST se reuniram com Anastasia e secretários de Estado na Cidade Administrativa

 

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) reclama do processo de reforma agrária noEstado nos últimos quatro anos. Na última semana, integrantes do movimento montaram acampamento na praça da Assembleia, região Centro-Sul de Belo Horizonte, para protestar.

Segundo o MST, nenhuma família foi assentada no Estado nos últimos anos. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) contesta a afirmação e alega que, em quatro anos, criou 49 novos assentamentos com capacidade para 2.353 famílias. Os sem terra afirmam ainda que o governo de Minas não colabora com a reforma agrária no Estado, apesar de ter mantido, desde 2003, uma secretaria extraordinária para tratar especificamente do assunto.

“É difícil a gente dizer o que aconteceu de concreto nos últimos quatro anos. Em Minas, temos uma dificuldade muito grande em torno das políticas sociais”, disse a integrante da coordenação nacional do MST em Minas, Marili Zacarias.
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Índios discutem problemas gerados pela construção de hidrelétricas em suas terras

Roberta Lopes – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os problemas gerados pela construção de hidrelétricas em terras indígenas, o atraso na assinatura do Estatuto dos Povos Indígenas e a necessidade de implementação do Conselho Nacional de Política Indigenista serão alguns dos temas discutidos durante o Acampamento Terra Livre, que reúne lideranças de todo o país. O acampamento foi aberto ontem (2) e vai até quinta-feira (5) na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Segundo o coordenador da Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul, Cretã Kaingang, um dos líderes presentes ao evento, um dos principais problemas para os índios que não vivem na Amazônia são as hidrelétricas de pequeno porte, que acabam tomando parte de suas terras, normalmente menores do que as do Norte do país. Às vezes, as terras até mesmo desaparecem com a inundação do lago da represa, disse Cretã Kaingang.

Para um não índio, a construção de uma hidrelétrica significa apenas que parte da terra será inundada. Para um índio, não. “Ali dentro estão os animais, a floresta, há todo um ciclo de cultura. Ali estão nossos antepassados. Na nossa região estão sendo instaladas hidrelétricas de pequeno porte que acabam com a nossa terra, que já é pequena”, afirmou. Continue lendo “Índios discutem problemas gerados pela construção de hidrelétricas em suas terras”

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Frente de Luta Quilombola, Negra e Popular

Hoje no Brasil e no Mundo o povo vem sofrendo com os piores ataques. Em vários países, imigrantes oriundos de regiões pobres são perseguidos e mortos. No norte da África a população mostra sua força derrubando ditadores.

A crise econômica mostra a que veio: arrocho salarial, estatais em processo de privatização, as comunidades quilombolas estão permanentemente ameaçadas, locais de resistência cultural ameaçados de serem fechados. A violência policial aumenta principalmente para cima da juventude negra, com batidas a todo instante, agressões físicas, terror psicológico e mortes. Junto disso o governo Dilma corta 50 bilhões do orçamento, que já se reflete no aumento do custo de vida, na saúde, educação, emprego.

Por isso a FRENTE DE LUTA QUILOMBOLA E POPULAR faz um chamado à luta. A todos os ativistas e pessoas que sentem o peso nas costas de ter sua comunidade, seu emprego, seu local de manifestação política e cultural ameaçados constantemente, chamamos a fortalecer a luta em defesa dos Quilombos e locais de resistência cultural: abaixo a remoção de famílias de seu território em detrimento das obras da copa do mundo; contra o genocídio da juventude negra; defesa intransigente das estatais; abaixo a privatização.

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MT – Quilombo Mata Cavalo é tema de dissertação

O estudante de mestrado em História, Silvânio Paulo de Barcelos, apresenta amanhã  (4) a dissertação “Quilombo Mata Cavalo: terra, conflito e os caminhos da identidade negra”. A defesa será às 15h, na sala 14 do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS).

Na pesquisa, Silvânio trabalha com base, principalmente, nas questões da terra e da memória em uma comunidade que existe há 120 anos, em Livramento (MT). Ele fala do Quilombo Mata Cavalo, um “espaço negro” de pessoas que desenvolveram “um modo de vida baseado nas relações de reciprocidade e do trabalho comunal organização comunitária”, e de uma comunidade que resiste e luta pelo reconhecimento da negritude, mas que também possui dissensos dentro do próprio grupo.

Farão parte da banca examinadora o professor doutor Marcus Cruz (presidente), a professora doutora Leonice Aparecida de Fátima Alves (examinadora Interna), o professor doutor Paulo Roberto Staudt Moreira da Unisinos (examinador Externo) e o professor Ernesto Cerveira de Sena (Suplente).

http://www.ufmt.br/ufmt/site/index.php/noticia/visualizar/1751/Cuiaba
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Esplanada dos Ministérios é Terra Livre para os povos indígenas

Foto: Cleymenne Cerqueira

Principal mobilização do Movimento Indígena Brasileiro, acampamento segue até quinta-feira, quando povos definirão lista de reivindicações para apresentar ao governo federal

Por Renato Santana

Povos indígenas de todo o país ocupam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no Acampamento Terra Livre 2011. Local de manifestação e abrigo para os índios brasileiros, o evento, organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), está em sua oitava edição.

A principal mobilização do Movimento Indígena Brasileiro teve início na madrugada desta segunda-feira, 2 de maio, e segue até a próxima quinta-feira. Integrantes de pelo menos 70 povos levantaram barracas para exigir do governo federal e da Fundação Nacional do Índio (Funai) que as leis protetoras dos direitos indígenas sejam respeitadas.

O secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), José Éden Magalhães, frisou o apoio da entidade ao Terra Livre como espaço de unidade do movimento indígena preocupado com as mais variadas formas de agressão aos territórios das comunidades. Continue lendo “Esplanada dos Ministérios é Terra Livre para os povos indígenas”

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Pobres lotam cadeias, mas grandes entopem os tribunais

Marcelo Semer, de São Paulo

Na mesma semana em que a polícia divulgou suspeitas que o médico Roger Abdelmassih esteja foragido no Líbano, o ministro Luiz Fux, do STF, negou liberdade a um condenado pelo furto de seis barras de chocolate.

Mesmo reconhecendo o valor ínfimo, Fux rejeitou o trancamento da ação, porque o réu seria “useiro e vezeiro” na prática do crime.

Roger Abdelmassih teve mais sorte. Foi condenado pela Justiça paulista a 278 anos de reclusão, por violências sexuais que teria praticado durante anos contra dezenas de mulheres que buscavam seu consultório para reprodução assistida. Nas férias forenses, ganhou a liberdade em liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes.

Nem tudo está perdido, porém.

O furtador de chocolates não fugiu, e em relação a ele, o direito penal poderá ser aplicado em toda a sua plenitude: um ano e três meses de reclusão. Afinal, por sua reincidência, a insignificância deixou de ser insignificante. Continue lendo “Pobres lotam cadeias, mas grandes entopem os tribunais”

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MA – 1º Encontro das Comunidades Quilombolas do Baixo Parnaíba

As comunidades quilombolas de Brejo-MA, a Comissão Pastoral da Terra-MA e a Comissão de Direitos Humanos da OAB-MA realizarão o 1º Encontro das Comunidades Quilombolas do Baixo Parnaíba, no quilombo de Alto Bonito(Brejo-Ma), em 21 de maio de 2011. O encontro objetiva agregar as forças sociais quilombolas do Baixo Parnaíba, fortalecendo a luta pela emancipação dos territórios quilombolas da região, hoje ocupado por grileiros de terra.
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