Ricardo Noblat
Deixe-me ver se entendi bem.
O mundo festeja a morte de um bárbaro terrorista assassino que foi assassinado no Paquistão por uma tropa militar de elite das forças especiais dos Estados Unidos.
Escondido em uma mansão onde não havia telefone nem internet, desarmado como admitiu a Casa Branca, o cérebro do atentado do 11 de setembro, onde morreram 2.700 pessoas, já não comandava mais sua organização.
Valia-se de um emissário para transmitir recados. A identidade do emissário foi descoberta mediante a tortura de um dos presos mantidos na base militar americana de Guantánamo, em Cuba.
E foi o monitoramento do emissário que permitiu a localização do esconderijo de Bin Laden. Continue lendo “Bin Laden perdeu. E ninguém ganhou”




