‘Vamos esperar a terra trabalhando’, diz cacique em fazenda Buriti em MS

Aviso na porteira de entrada da fazenda São Sebastião da Serra. (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
Aviso na porteira de entrada da fazenda São Sebastião da Serra. Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS

Na propriedade, índio morreu em conflito com policiais em maio de 2013. Funai avalia fazendas dentro da Terra Indígena Buriti para calcular valor.

G1 MS

Na expectativa de conquistar o direito de permanecer definitivamente nas fazendas que ocupam, na Terra Indígena Buriti em Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande, índios terenas aproveitam a tranquilidade após os conflitos por terra na região para estabelecer moradia, plantar e criar animais nas propriedades. Em maio de 2013, um índio morreu após um conflito com policiais federais durante reintegração de posse.

O cacique Carlinhos Bernardes, líder da aldeia Recanto, comunidade indígena que ocupa parte da área da fazenda Buriti, conta ao G1 que a comunidade acredita que o processo de demarcação da Terra Indígena Buriti está próximo de acontecer. Continue lendo “‘Vamos esperar a terra trabalhando’, diz cacique em fazenda Buriti em MS”
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Albinos são alvo de mutilações e assassinatos em países africanos

Foto: Esdras Ndikuman/AFP
Foto: Esdras Ndikuman/AFP

Por Patrícia Campos Mello, enviada especial da Folha à Tanzânia

Quando Josephat Torner nasceu, em um vilarejo na Tanzânia, os vizinhos aconselharam sua mãe a matá-lo com veneno. “É um bebê albino, isso é uma maldição, livre-se dele”, disseram. A mulher se recusou.

Mais tarde, quando Josephat ia começar a estudar, a professora não queria aceitá-lo. Tinha medo de que ele “contaminasse” os demais com albinismo, distúrbio genético que causa falta de pigmentação na pele e não é contagioso. Na classe, as crianças sentavam longe dele. Continue lendo “Albinos são alvo de mutilações e assassinatos em países africanos”

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Histórias de Lampedusa: descoberta de bebê ainda conectado à mãe emociona equipe de resgate

Embarcação que naufragou no Mediterrâneo levava mais de 500 imigrantes africanos à Lampedusa. A maioria não sobreviveu
Embarcação que naufragou no Mediterrâneo levava mais de 500 imigrantes africanos à Lampedusa. A maioria não sobreviveu, Foto: Efe

“Não conseguia acreditar. Não pudemos deixar de chorar e de encher a máscara [de mergulho] de lágrimas”, disse subtenente italiano

Opera Mundi/Efe

Ele chegou ao mundo para morrer. A mãe, uma jovem africana de 19 anos, se afogou no Mar Mediterrâneo, perto da ilha italiana de Lampedusa, antes de chegar à terra firme. À Europa. À esperança de uma vida menos injusta. Mas não houve quem os salvasse. À deriva, em meio aos gritos de desespero e à força das ondas, ele nasceu na água salgada. E no fundo permaneceram os dois, juntos. Continue lendo “Histórias de Lampedusa: descoberta de bebê ainda conectado à mãe emociona equipe de resgate”

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12 de outubro de 2013: infeliz Dia das Crianças para as comunidades quilombolas de Maragogipe, Bahia

Quilombolas CESE

MANIFESTO EM DEFESA DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS PESQUEIRAS QUILOMBOLAS DO GUAÍ, MUNICIPIO DE MARAGOGIPE – BA

O MOVIMENTO DE PESCADORES E PESCADORAS ARTESANAIS e o CONSELHO QUILOMBOLA DE MARAGOGIPE vêm a público manifestar repúdio em relação à expulsão de mais de 350 crianças e adolescentes das comunidades tradicionais pesqueiras Capanema e Prijuru e comunidades quilombolas Tabatinga, Giral Grande, Guaruçu, Quizanga, Guerem, Baixão do Guaí, alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Getúlio Vargas que até a primeira quinzena de setembro funcionava num prédio da FUNDAC cedido pelo Governo do Estado da Bahia, localizado no quilombo Tabatinga, distrito Guai, Maragojipe, Bahia. Nesta escola estudavam mais de 350 alunos, dos quais 90% são remanescentes de quilombo. Infelizmente, nossas crianças e adolescentes estão sem aulas há quatro semanas. Continue lendo “12 de outubro de 2013: infeliz Dia das Crianças para as comunidades quilombolas de Maragogipe, Bahia”

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Atenção: aí vem a Rodovia TO 500, levando progresso ao oeste e ecoturismo ao que sobrar das TIs, dependendo só de decreto presidencial para burlar as leis

TO 500

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

O vídeo abaixo foi enviado por Mayron Régis. São 14 minutos e 26 segundos de louvor à mais nova estrada de ‘integração nacional’, da qual o Governo do Tocantins está cuidando deste o mandato anterior, sempre ouvindo cuidadosamente os povos indígenas, como é mais ou menos dito perto dos 2 minutos e 30 segundos e categoricamente afirmado aos 4 minutos. Aliás, mais que desenvolvimento e progresso, as duas palavras mais pronunciadas ao longo do vídeo são exatamente ‘povos indígenas’, sempre merecedores de todos os cuidados.

Tanto isso é verdade que a estrada terá muretas de proteção de 80 centímetros, arrematadas com telas de dois metros, para garantir a segurança de animais e indígenas, neste ordem. Serão construídos acessos, claro, para que ambos possam eventualmente atravessá-la, e haverá um especial, levando ao cemitério indígena (não fica claro se é para que visitem seus parentes já falecidos ou para facilitar o enterros dos que virão a morrer). Continue lendo “Atenção: aí vem a Rodovia TO 500, levando progresso ao oeste e ecoturismo ao que sobrar das TIs, dependendo só de decreto presidencial para burlar as leis”

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Ser indígena en las ciudades “no es fácil”

“Como indígena, vivir en una ciudad grande no es fácil. Tuve que dejar mi ropa, pintarme el cabello y usar zapatillas para poder acudir a una reunión a la escuela de mis hijos. A través de la lucha de los compañeros zapatistas, volví a portar mi ropa tradicional con mucha dignidad”.

Testimonio de Magdalena García Durán, de San Antonio Pueblo Nuevo, Estado de México. Pueblo mazahua o jñatio. Migrante en la Ciudad de México. Recogido durante la Cátedra Tata Juan Chávez Alonso, celebrada en San Cristóbal de las Casas, Chiapas, los días 17 y 18 de agosto de 2013.

Enviada para Combate Racismo Ambiental por Patira Ferreira.

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Llamamiento por el Día internacional por las reparaciones ligadas a la Colonización

descubrimiento COLÓNServindi – “Comenzada a finales del siglo XV, la colonización ha durado varios siglos, y se prolonga incluso hoy en día a través de formas modernas”, destacan en un comunicado una serie de organizaciones que invitan a ciudadanos, ciudadanas, organizaciones, pueblos y gobiernos a implementar acciones susceptibles de hacer avanzar en el mundo la causa de las reparaciones ligadas a colonización.

Según explican, la colonización que tuvo inicio el 12 de octubre de 1492 pervive hasta hoy en imperialismo, explotación minera, acaparamiento de tierras, intervenciones militares, entre otros.

“La colonización es uno de los fenómenos que han transformado más intensamente la humanidad. Ésta ha dejado marcas profundas y permanentes sobre todos los continentes”, enfatizan.

Es por ello -explican las organizaciones con bases en Europa y África- que planteamos con fuerza la cuestión de las reparaciones, como una exigencia no negociable. Continue lendo “Llamamiento por el Día internacional por las reparaciones ligadas a la Colonización”

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“Encubrimiento y Usurpación de América”, sobre los reales motivos de la invasión del continente

Encubrimiento y Usurpación de AméricaServindi, 12 de octubre, 2013.- Una investigación de Luis E. Ninamango Jurado plasmada en el libro “Encubrimiento y Usurpación de América” explica los mecanismos que convirtieron el llamado “descubrimiento de América” en una de nuestras bases culturales. Con motivo de que hoy se conmemora una fecha más de lo que la historia oficial y eurocentrista ha denominado de esa manera, compartimos el contenido de la citada obra.

Según explica el autor en el prólogo del libro, fuimos engañados por una conspiración que logró establecer algunas falsedades como “hechos históricos verdaderos” en la época del “descubrimiento” de América.

Este acontecimiento representa un engaño para justificar la invasión genocida de las que fueron víctimas los pueblos originarios, indica.

En ese sentido, el ingeniero e historiador peruano, sostiene que la usurpación de América, es el peor crimen de lesa humanidad perpetrado en la historia del hombre.

Los reyes de España y Portugal con apoyo de la Iglesia y de otros secuaces simularon el descubrimiento de un “Nuevo Mundo” para, mediante bulas pontificias, cédula reales y tratados internacionales, apoderarse del continente que diversos pueblos aborígenes americanos proponen se denomine Abya Yala, explica. Continue lendo ““Encubrimiento y Usurpación de América”, sobre los reales motivos de la invasión del continente”

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No dia do Professor, todo prefeito é Wandernilson, por José Ribamar Bessa Freire

professora assalto

Taqui Pra Ti

O assalto vai acontecer daqui a pouco, alguns parágrafos abaixo. Ele é tão inevitável como a chegada do dia e da noite. E vai acontecer, com certeza, porque a onda de assaltos já faz parte da rotina do ônibus da Linha 388 Carioca-Santa Cruz, da Viação Algarve, que atravessa diariamente, em frequentes viagens, a Zona Oeste do Rio, num trajeto de mais de 40 kms. Os assaltos, absolutamente previsíveis, acontecem um dia sim e outro também. O inusitado, porém, é que, desta vez, um aluno vai assaltar sua professora. Aproveito o Dia do Professor para contar tudo.

Por enquanto, acompanhemos Alice, 55 anos, até o terminal. São três da tarde, ela embarca no ônibus, como faz habitualmente e, naquela hora, consegue assento num banco de trás. O busão percorre ruas do centro, sacolejando, cata um passageiro aqui, outro ali e, quase lotado, entra na Avenida Brasil. Na Zona Portuária, no ponto do Cemitério do Caju, sobem dois jovens menores de idade, um com corte moicano no cabelo, o outro, sem os dentes superiores, com a “comissão de frente” avariada.

Na parada seguinte, em Manguinhos, entram mais pessoas, entre elas um rapaz com tênis, bermuda cáqui, camisa xadrez e boné azul cuja aba dobrada para baixo meio-que esconde seu rosto. Na altura do Hospital de Bonsucesso, ele assume o comando da operação, aponta a arma para o motorista – uma pistola calibre 40 – e anuncia o assalto com o ônibus em movimento, enquanto lá atrás o Moicano ameaça o cobrador com outra arma. Está tudo ensaiado, sincronizado. Continue lendo “No dia do Professor, todo prefeito é Wandernilson, por José Ribamar Bessa Freire”

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