Funai vistoria áreas reivindicadas [sic] por indígenas no MS

buriti-funaiTécnicos vão calcular valor das fazendas que poderão ser compradas de produtores rurais [sic]

Por Redação Eco Reserva

Três equipes técnicas da Fundação Nacional do Índio (Funai) estiveram na região de Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande, ontem, 10, para fazer vistorias nas propriedades rurais localizadas na área da terra indígena Buriti, reivindicada [sic] pelos indígenas da região.

Uma das fazendas foi palco de conflito entre terenas e policiais federais durante reintegração de posse em maio de 2013.

O Governo Federal está propondo adquirir as terras dos produtores rurais [sic] porém ainda há informações de como o processo de compra vai ocorrer.

As equipes da Funai fizeram o levantamento com o objetivo de avaliar o valor das áreas. Continue lendo “Funai vistoria áreas reivindicadas [sic] por indígenas no MS”

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“Transposição do Descaso”

O TEMPO – Onde foi prometida água corrente e em grande volume, hoje, há um cenário de abandono e desperdício de dinheiro público. A faraônica e questionável obra de transposição do Rio São Francisco, iniciada pelo presidente Lula, em 2007, como solução para a seca do nordeste, se transformou no maior retrato a céu aberto de descaso e má gestão do governo petista. São mais de dois anos de atraso atá agora em relação ao cronograma inicial e pelo menos R$ 3,5 bilhões gastos acima do previsto. Esses e outros inúmeros problemas foram registrados de perto pela reportagem O TEMPO durante 17 dias em uma viagem de exatos 5.036 km, ora pelo asfalto ora por estradas de terra, cruzando 16 municípios em três estados – Pernambuco, Paraíba e Ceará. Em boa parte dos chamados eixos Leste e Norte da transposição, onde desde 2011 era para estar passando por canais de concreto a água do Velho Chico, vê-se mato, obras comprometidas pela ação do tempo e desinformação da população local, a maior vítima de promessas políticas não cumpridas. Este especial retrata não só o abandono das obras, como também a vida sofrida do sertanejo naquela região.

Obra tem atraso, falhas técnicas e desperdício de dinheiro

Por Rodrigo Freitas

SERTÃO NORDESTINO. Há dois anos, a paisagem seca do sertão poderia ter começado a mudar, caso o governo federal tivesse cumprido a promessa de entregar as obras de transposição do rio São Francisco em 2011, conforme havia sido previsto pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde o início dos trabalhos, em 2007, não faltaram percalços, abandono de construtoras e denúncias de superfaturamento. Continue lendo ““Transposição do Descaso””

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Hidrelétrica de Teles Pires. “A floresta é destruída sem cerimônia e deixa a terra nua, vulnerável e sangrando”. Entrevista especial com Telma Monteiro

Foto: http://bit.ly/15kFmOw
Foto: http://bit.ly/15kFmOw

“Os impactos negativos e mal dimensionados nos estudos são recorrentes em todos os projetos hidrelétricos que estão sendo licenciados”, afirma a especialista em análise de processos de licenciamento ambiental

IHU On-Line – A determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de paralisar as obras da usina hidrelétrica de Teles Pires está relacionada à falta do Estudo do Componente Indígena – ECI, apesar da Licença Prévia para a construção da hidrelétrica ter sido concedida pelo Ibama em 2010. De acordo com Telma Monteiro, “o Ibama emitiu a Licença Prévia e a Licença de Instalação sem o ECI, que deveria ser parte integrante do EIA/RIMA”.

Telma explica que, em 2008, ano em que se iniciou o processo de licenciamento da hidrelétrica, “foi solicitado que se verificasse e apontasse a existência de populações indígenas na região do empreendimento. No entanto, o estudo e a caracterização das terras indígenas, de grupos, comunidades étnicas remanescentes e aldeias não foram, até hoje, devidamente analisados”. E acrescenta: “Há uma lacuna no Estudo do Componente Indígena – ECI que deve ser feito pelo empreendedor e apresentado à Funai”. Continue lendo “Hidrelétrica de Teles Pires. “A floresta é destruída sem cerimônia e deixa a terra nua, vulnerável e sangrando”. Entrevista especial com Telma Monteiro”

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Sem demarcação de terras, índios Guarani são ameaçados no oeste do Paraná

Foto: PRM/Guaíra-PR
Foto: PRM/Guaíra-PR

IHU On-Line – Vereador na cidade de Cascavel, no Oeste do Paraná, Paulo Porto (PcdoB) tem travado uma luta em defesa dos índios da região. Sua principal bandeira é a demarcação de terras indígenas. Ele desafia ruralistas da região e políticos que alimentam um sentimento preconceituoso contra os índios e cobra ações imediatas do governo federal para resolver a situação. Porto, que também é professor de História da Unioeste, fala, inclusive, de casos de violência contra povos originários no interior do Paraná.

Paulo Porto concedeu entrevista a Guilherme Carvalho do Brasil de Fato. Eis a entrevista. Continue lendo “Sem demarcação de terras, índios Guarani são ameaçados no oeste do Paraná”

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Alerta: novo Código da Mineração deve ser aprovado de forma insuficiente

mineracao

Adital – Organizações que fazem parte do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração informam que, na próxima terça-feira, 15 de outubro, o Projeto de Lei n°5.807/13, que estabelece o novo marco legal da mineração no Brasil, deverá ser votado na Câmara dos Deputados. Portanto, a sociedade deve estar atenta ao fato de que o projeto do novo Código da Mineração precisa passar por mudanças, principalmente nas lacunas relacionadas aos danos sociais e ambientais que a exploração do minério pode causar. Uma das lutas das organizações é a pressão para que o projeto receba emendas relacionadas aos temas que não estão contemplados na nova lei. Continue lendo “Alerta: novo Código da Mineração deve ser aprovado de forma insuficiente”

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Fazendeiro é condenado a 115 anos pelo Massacre de Felisburgo em Minas

Da Página do MST 

O fazendeiro Adriano Chafik Luedy foi condenado na madrugada desta sexta-feira (11) a 115 anos de prisão pelo Massacre de Felisburgo (MG), quando assassinou cinco Sem Terra e deixou outros 12 feridos em novembro de 2004, no acampamento Terra Prometida do MST.

Chafik foi culpado pelo mando e participação no ataque. O juiz Glauco Fernandes, do Tribunal do Júri de Belo Horizonte, começou a leitura da sentença à 1h59 e terminou às 2h24.

Apesar da condenação, o fazendeiroTT deixou o Tribunal do Júri de Belo Horizonte em liberdade. Ao final da sentença, as centenas de integrantes do MST que acompanharam o julgamento no plenário do tribunal aplaudiram a decisão, mas se mostraram inconformados com o fato dos réus continuarem em liberdade.

“Foi condenado, falta prender. Começou a se fazer justiça, mas para completar tem que prender e fazer a reforma agrária”, disse Enio Bohnenberger, dirigente do MST. Continue lendo “Fazendeiro é condenado a 115 anos pelo Massacre de Felisburgo em Minas”

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Invasão: o dia em que ocuparam o Novo Mundo

invasão-blog-dos-indigenas

Por Edgar Borges* – Revista Fórum

No dia 12 de outubro de 1492 oficialmente a Espanha chegou à América. Oito anos depois os portugueses registraram o descobrimento do Brasil. Eram os pioneiros, responsáveis pela ocupação do Novo Mundo.

A história, do jeito que muitas vezes ainda é simplificadamente contada nas escolas, não destaca os dados sobre a demografia indígena à época, sobre a resistência dos povos nativos à ocupação, sobre os massacres que os europeus promoveram para tomar conta da Amazônia, sendo bem específico. Continue lendo “Invasão: o dia em que ocuparam o Novo Mundo”

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Expedição Rio dos Veados: Apiau-Mucajaí no limite leste da TI Yanomami

ISA

Expedições de monitoramento revela ameaças à Terra Indígena Yanomami

Com o objetivo de percorrer os 750 km do limite leste da TI Yanomami – na fronteira com a Floresta Nacional de Roraima – foi concluída este mês mais uma etapa da série de expedições para a fiscalização da região, iniciada em 2012.

A partir de hoje, sexta (11), você vai poder acompanhar os desafios da “Expedição Rio dos Veados: Apiau-Mucajaí no limite leste da TI Yanomami” no diário de campo do antropólogo Moreno Saraiva Martins e do geógrafo Estevão Benfica Senra, da equipe do ISA.

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PRR1: TRF1 decide pela paralisação das obras da usina Teles Pires

Julgamento do mérito feito pela 5ª Turma atende a pedido do Ministério Público Federal

GVces*

A Companhia Hidrelétrica Teles Pires e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) tiveram agravos (tipo de recurso) negados pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília.  A decisão da 5ª Turma, que atende a pedido do Ministério Público Federal, confirma a liminar dada pelo desembargador federal Antônio Souza Prudente, que ordenava a paralisação das obras da usina de Teles Pires, sob pena de multa de R$ 500 mil por dia de descumprimento.  Como existe uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) que possibilita a continuação do empreendimento, ainda não se sabe se a decisão da turma irá prevalecer nesse caso.

Há cerca de um mês, a Procuradoria Regional da República da 1ª Região, órgão do MPF, pediu a paralisação das obras ao Tribunal, sob o argumento de que os estudos de componente indígena previstos como obrigação pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) não foram realizados.  Segundo o MPF, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) teria copiado os estudos de outras duas hidrelétricas (São Manoel e Foz de Apiacás, no mesmo rio). Continue lendo “PRR1: TRF1 decide pela paralisação das obras da usina Teles Pires”

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