Indígenas reclamam de falta de água em aldeias de Dourados, MS

cano d'água MSAldeias Jaguapiru e Bororó abrigam mais de 12 mil indígenas. Sesai não informou quando a situação será resolvida

G1 MS com informações da TV Morena

Indígenas das aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados, a 225 km de Campo Grande, reclamam da falta de falta de água nas casas. Segundo os moradores, o problema já dura vários anos.

Ranulfo Martins é pai de seis crianças, com idades entre 3 e 12 anos, e reclama que muitas vezes o filhos não vão à escola por conta da falta de água na casa dele. “Não tem água para lavar o uniforme deles para ir para a escola e nós não podemos deixar ir sujo pra escola. E até mesmo para fazer um chá, alguma coisa para eles comerem antes de saírem para a escola, e até mesmo para fazer comida tem faltado água pra nós”, relata o indígena.

Nas aldeias Jaguapiru e Bororó vivem mais de 12 mil indígenas. A reserva conta com seis poços artesianos, sendo que apenas cinco deles estão funcionando. De acordo com as lideranças do local, seriam necessários pelo menos mais três poços para atender a demanda.

Ivan de Souza mora na aldeia e trabalha na Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Ele é um dos responsáveis pelo serviço de manutenção do sistema de abastecimento de água na reserva. O indígena relata que faltam ferramentas e peças para fazer os consertos dos poços.

A assessoria da Sesai não informou quando a situação da falta de águas nas aldeias será resolvida.

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Haitianos que buscavam emprego em Curitiba são chamados de “macacos”, denuncia OAB

Haitianos enxergam no Brasil possibilidades de emprego após terremoto de 2010
Haitianos enxergam no Brasil possibilidades de emprego após terremoto de 2010

Após terem sido vítimas do “golpe do emprego”, imigrantes estrangeiros tentaram reaver dinheiro gasto em curso, mas dona da agência teria reagido com ameaças e ofensas racistas

Por Felippe Anibal, na Gazeta do Povo

A Comissão de Direitos dos Refugiados e Migrantes, da seção paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), recebeu, nesta sexta-feira (14), uma denúncia segundo a qual dois haitianos que vivem em Curitiba foram vítimas de racismo. Eles teriam sido chamados de “pretos macacos”, em uma agência de trabalho. Os imigrantes também foram vítimas do chamado “golpe do emprego”. O caso foi levado à OAB-PR pela Casa Latino-Americana (Casla), uma entidade voltada a atender migrantes estrangeiros. Continue lendo “Haitianos que buscavam emprego em Curitiba são chamados de “macacos”, denuncia OAB”

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Peru – “Educación, racismo y pueblos indígena” (livro pra baixar)

Educación-racismo-y-pueblos-indígenas

Sientemag

La educación constituye uno de los proyectos sociales más importantes de un Estado para definirse como país y de la forma en cómo son diseñados los contenidos a ser impartidos en las aulas, los enfoques metodológicos y la representación que se hace de los grupos sociales y de los pueblos y culturas contenidos entre sus fronteras, el resultado redundará en las políticas de inversión educativa y en última instancia, en el destino, sueños y aspiraciones de quienes son representados, o no, como ciudadanos.

Desde esta perspectiva ¿cuál ha sido el impacto, en los pueblos indígenas, de los diferentes modelos educativos implementados en nuestro país?, ¿cómo el racismo ha estructurado y se encuentra presente en los contenidos educativos y el actuar de los diferentes agentes educativos?, ¿cuál es el tipo de educación a la cual aspiramos los pueblos indígenas? y¿qué implica la excelencia educativa desde la diversidad? Continue lendo “Peru – “Educación, racismo y pueblos indígena” (livro pra baixar)”

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Aty Guasu: Governo federal através da Sesai está promovendo genocídio/extermínio no MS

Aty Guasu - Biafra
Foto: publicada por Aty Guasu

Essa nota da Aty Guasu visa destacar a situação de estado mísera e vulnerável de saúde de 46.000 mil Guarani e Kaiowá por falta de recursos e, sobretudo aplicação/administração inadequada do recurso pelos gestores locais da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI).

No último mês, todas as lideranças indígenas Guarani e Kaiowa juntamente com as comunidades do Mato Grosso do Sul se encontram em protestos e manifestação permanente pela melhoria de atendimento à saúde indígena.

As demandas indígenas não estão sendo atendidas pelo Ministro da Saúde/Governo Federal, em decorrência disso, vários pacientes indígenas já faleceram, as crianças sofrem desnutrição, centenas de pacientes indígenas estão em estado mais vulneráveis que podem falecer em qualquer momento, em geral as assistências à saúde indígena foram e são abandonadas pelo Governo Federal, gerando um verdadeiro genocídio dos povos indígenas.  Continue lendo “Aty Guasu: Governo federal através da Sesai está promovendo genocídio/extermínio no MS”

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I Semana da Negritude da Universidade Federal do Espirito Santo: 19 a 21 de fevereiro

I Semana da Negritude

A Semana de Negritude é um evento para celebrar a cultura e história da negritude capixaba. Acontecerá entre os dias 19 a 21 de fevereiro. Diversas atividades estão previstas, entre elas debates, rodas de conversa, oficinas, exposição e apresentação de entidades do movimento negro. Uma das perspectivas desse evento é destacar a importância do negro na sociedade capixaba, superando a noção de vítima. Dessa forma, busca-se dar visibilidade a causa racial na UFES e possibilitar ao estudante e a demais segmentos da sociedade capixaba o contato com a cultura negra, também, no espaço acadêmico.

PROGRAMAÇÃO:

DIA 19 DE FEVEREIRO (quarta-feira)

8h30 Mesa I – Mais Uma Vida: Extermínio da Juventude Negra
Auditório IC II – 8h30
Facilitadores: Silvana Ribeiro (Fejunes e Conselho Nacional de Segurança Pública) e Rafael Miranda – Feijão (Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Serra)
15h30 Oficina Odomodê – Tranças Afro: Novas técnicas e modos de cuidado capilar
15h30 Oficina de Capoeira Angola
Facilitadores: Arthur Delboni (Corda Marrom), Thamires Teixeira (Corda Azul), Tiago Teixeira (Corda Vermelho e Branco)
18h30 Roda de Conversa Cultural: Movimentos Culturais
Facilitadores: Janaína Fernanda (psicóloga) e Inamile Sanca (Guiné-Bissau) Continue lendo “I Semana da Negritude da Universidade Federal do Espirito Santo: 19 a 21 de fevereiro”

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Racismo em degradê

Operário, de Patrícia Galvão
“Operários”, de Tarsila do Amaral: proposta de sociólogo de trabalhar com um amplo espectro de cores de pele – 14, autodeclaradas pelos entrevistados – está ancorada na história da miscigenação racial no país

Por Carla Rodrigues*, Valor Econômico/Agência Patrícia Galvão

Quanto mais escura a cor da pele, menos renda, menos educação, menos oportunidades. O inverso também é verdadeiro: quanto mais clara a cor da pele, mais renda, mais educação, mais oportunidades. Para além da diferença aguda entre os pontos mais extremos da desigualdade na estratificada sociedade brasileira – na ponta mais alta, homem, branco, urbano e rico; na mais baixa, mulher, preta, rural e pobre -, a pesquisa A Dimensão Social das Desigualdades, do sociólogo Carlos Costa Ribeiro, encontrou uma escala de desigualdades que acompanha de forma contínua o escurecimento da cor da pele.

Os dados mostram como a cada ponto a mais no escurecimento da cor da pele corresponde também um ponto a menos na escala de oportunidades sociais e econômicas (veja gráfico na próxima página). “Com isso, consigo refinar a percepção sobre desigualdade racial”, diz Ribeiro, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A proposta de trabalhar com um amplo espectro de cores de pele – 14, autodeclaradas pelos seus entrevistados – está ancorada na história da miscigenação racial no país. No Brasil, explica, raça diz mais respeito à aparência física e à cor da pele do que à origem. Tonalidade da pele, tipo de cabelo, formatos de nariz e de boca são traços distintivos de maior ou menor proximidade com o branco, expressão física dessa miscigenação, e melhor representação da realidade social do que a mera divisão entre brancos e não brancos. Continue lendo “Racismo em degradê”

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Exército atuará em conflito de indígenas no sul da Bahia

Cartaz ruralista, defendendo a violência contra os Tupinambá
Cartaz ruralista, defendendo a violência contra os Tupinambá

Por Paulo Victor Chagas, Repórter da Agência Brasil 

Será publicada no Diário Oficial da União da próxima segunda-feira (17) a autorização do governo federal para que 524 homens do Exército atuem no sul da Bahia. O objetivo é prevenir o agravamento dos conflitos que vêm ocorrendo entre índios tupinambás e produtores rurais [sic].

O decreto da presidenta Dilma Rousseff foi assinado a pedido do governador da Bahia, Jaques Wagner, e determina que os militares atuem próximos à cidade de Buerarema, cidade de 18 mil habitantes. A permissão vale por um mês, até 14 de março. Continue lendo “Exército atuará em conflito de indígenas no sul da Bahia”

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“Vivemos tempos de conotação fascista”, diz Erika Kokay

Em discurso no plenário na Câmara dos Deputados, Erika Kokay respondeu o discurso de Carlos Heinze, o qual classificou como “criminoso”

Revista Fórum

Na última quinta-feira (13) a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) foi a plenário responder o discurso do deputado Carlos Heinze (PP-RS) que, em uma audiência pública de ruralistas, afirmou que “índios, gays e quilombolas são tudo o que não presta”. Kokay declarou que o discurso de Heinze é criminoso, que vivemos “tempos de conotações fascistas” e que, como o Brasil ainda não viveu o luto da ditadura e da escravidão, constrói a democracia nos “tropeços”.

“O presidente da frente parlamentar da agropecuária disse, de forma criminosa, que índios, gays e quilombolas são tudo o que não presta. Eu quero dizer a este deputado que o que não presta é a homofobia, o que não presta é o racismo, o que não presta é a desigualdade, o que não presta é esse sentimento”, protestou Kokay. Continue lendo ““Vivemos tempos de conotação fascista”, diz Erika Kokay”

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Em reunião com Dilma, MST recoloca a pauta da Reforma Agrária no governo

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Por Luiz Felipe Albuquerque
Da Página do MST

“Aqui está o que consideramos a vida, representada nos nossos alimentos, sementes, poemas, artesanatos e nossos símbolos”, disse a dirigente do MST Atiliana Brunetto, ao entregar a cesta de produtos do MST à presidenta Dilma Rousseff, na quinta-feira (13/02).

Desde o início do governo Dilma, há três anos, que o MST exige uma reunião com a presidenta para cobrar a realização da Reforma Agrária e mostrar os problemas latentes do campo brasileiro. Continue lendo “Em reunião com Dilma, MST recoloca a pauta da Reforma Agrária no governo”

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