Comunidad de Supayacu demanda cese de actividades de minera Águila Dorada

Imagen referencial
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Desmienten versiones que señalan que piden un millón y medio de soles por trabajador

Servindi – Representantes de la comunidad nativa awajún de Supayacu, en la provincia cajamarquina de San Ignacio, anunciaron que se reunirán con autoridades de Lima a fin de exigir la nulidad de la resolución que autoriza a la empresa Águila Dorada operar en la cabecera de la cuenca del río Chirinos. Continue lendo “Comunidad de Supayacu demanda cese de actividades de minera Águila Dorada”

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Chile: Agente policial confiesa que se infiltró en protestas para inculpar a mapuches

Servindi – El agente de seguridad pública Raúl Castro Antipán, aseguró que fue infiltrado por los Carabineros dentro del movimiento mapuche para inculpar a más de treinta comuneros en diferentes ataques ocurridos en la región de la Araucanía. Así lo confesó el martes en el Tribunal de Angol.

Nelson Miranda, abogado defensor de los jóvenes mapuches, señaló que “al momento de ocurrir esos atentados calificados como terroristas, por el cual fue condenado, desde el primer momento la policía sabía que él estaba participando”. Continue lendo “Chile: Agente policial confiesa que se infiltró en protestas para inculpar a mapuches”

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¿Qué pasa con el quechua en el Perú?

Foto: Napa
Foto: Napa

El idioma quechua o runa simi es considerado, desde épocas precoloniales, uno de los idiomas principales del Perú. Sin embargo, se ha abierto el debate entre especialistas en lingüística y etnología acerca del devenir de este idioma. Y abre una pregunta ¿Cuál es la situación del quechua en el Perú?

Por Allison Cadenillas – Servindi

El director del Instituto del Perú, Richard Webb, publicó hace unos días en un medio local un artículo denominado ¿Tiene futuro el quechua? (1). En este documento el académico se refería al quechua como una lengua en extinción, debido a que en un corto lapso de tiempo el uso de este idioma habría disminuido considerablemente. Continue lendo “¿Qué pasa con el quechua en el Perú?”

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Desmatamento na Amazônia cresce 206% em janeiro, diz Imazon

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Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), da organização Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), sediada em Belém (PA), detectou que a Amazônia Legal perdeu perdeu 107 km² de floresta em janeiro de 2014, o que representa um aumento de 206% em relação a janeiro de 2013 quando o desmatamento somou 35 km²

Altino Machado – Blog da Amazônia

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2013 a janeiro de 2014, correspondendo aos seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 531 km². Foi detectada redução do desmatamento acumulado de 60% em relação ao período anterior (agosto de 2012 a janeiro de 2013) quando o desmatamento somou 1.326 km².

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A nova era da violência

Créditos da foto: Arquivo
Créditos da foto: Arquivo

Autores intelectuais dos assassinatos já acontecidos e por vir são os whiteblocs. Devem ser combatidos com a mesma virulência com que combatem a democracia

Wanderley Guilherme dos Santos – Carta Maior

Professores universitários do Rio de Janeiro, de São Paulo e outras universidades falam do governo dos trabalhadores como se fosse o governo do ditador Médici, embora durante aquele período não abrissem o bico. Vetustos blogueiros, artistas sagrados como marqueteiros crônicos, jovens colunistas em busca da fama que o talento não assegura, políticos periféricos ao circuito essencial da democracia, teóricos sem obra conhecida e de gogó mafioso, estes são os mentores da violência pela violência, anárquica, mas não acéfala. Quem abençoa um suposto legítimo ódio visceral contra as instituições, expresso em lamentável, mas compreensível linguagem da violência, segundo estimam, busca seduzir literariamente os desavisados: a violência é a negação radical da linguagem. Mentores whiteblocks, igualmente infames.

A era da violência produziu a proliferação dos algozes e a democratização das vítimas. Antes, a era das máquinas trouxe a direta confrontação entre o capital e o trabalho, as manifestações de protesto dirigiam-se claramente aos capitalistas em demanda por segurança no serviço, salário, férias, descanso remunerado, regulamentação do trabalho de mulheres e crianças. Reclamos precisos e realizáveis. Politicamente exigiam o fim do voto censitário, o direito de voto das mulheres, o direito de organização, expressão e manifestação. Exigiam, em suma, inclusão econômica, social e política.  Continue lendo “A nova era da violência”

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Governo vai propor projeto para regulamentar manifestações e inibir violência

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

O governo vai encaminhar nos próximos dias ao Congresso Nacional um projeto para regulamentar manifestações populares. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o objetivo da medida é garantir a segurança dos manifestantes e dos jornalistas que cobrem os protestos e impedir atos “inaceitáveis” de vandalismo.

“A ideia é fazer uma uma lei equilibrada, sem excessos, afirmada no contexto da democracia brasileira, que não aceita atos ilícitos, que não tolera a violência, mas que garanta a liberdade das pessoas de se manifestar independentemente do conteúdo de suas manifestações”, afirmou o ministro.

José Eduardo Cardozo pediu aos secretários de Segurança Pública dos estados que contribuam com o texto do projeto de lei, que será encaminhado aos parlamentares em regime de urgência. “A maior parte dos secretários opinou pela necessidade de uma nova lei”, disse o ministro, após se reunir com eles. De acordo com Cardozo, aqueles que atuam no campo policial serão ouvidos nos próximos dias a fim de aprimorar o texto. Continue lendo “Governo vai propor projeto para regulamentar manifestações e inibir violência”

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SEPPIR discute casos recentes de racismo com MP e Defensoria do Rio de Janeiro

Foto: MPRJ
Foto: MPRJ

A ideia é prevenir os crimes de tortura a partir de uma agenda de ações que envolvam órgãos como Ministério Público e Defensoria Pública

SEPPIR* – Discutir o combate ao racismo e construir uma agenda para prevenir os crimes de tortura. Com esse objetivo, gestores da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR) articularam reuniões com o Ministério Público e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, nesta quarta e quinta-feira (12 e 13/02). Na pauta, casos recentes de racismo e violência que ganharam grande repercussão na mídia eletrônica.

Destaque para o episódio do adolescente negro preso pelo pescoço a um poste com uma tranca de bicicleta. O fato, ocorrido no Flamengo, Zona Sul do Rio, chamou a atenção pela crueldade dos chamados ‘justiceiros’, que acorrentaram o rapaz após acusá-lo de furto.

Durante a atividade no Ministério Público do Rio de Janeiro, estiveram presentes o ouvidor Nacional da Igualdade Racial, Carlos Alberto Júnior, e o coordenador do Juventude Viva (Plano de Prevenção à Violência contra Jovens Negros), Felipe Freitas, ambos da SEPPIR. O evento também teve a participação do subprocurador-geral de Justiça de Direitos Humanos, Ertulei Laureano Matos, e o representante da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados no Brasil – OAB/RJ, Rogério Gomes. Continue lendo “SEPPIR discute casos recentes de racismo com MP e Defensoria do Rio de Janeiro”

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O veneno do agronegócio

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Na cidade onde agrotóxicos contaminam até o leite materno, Dilma apresentou modelo agrícola como “exemplo para o país”

Por Inês Castilho I Imagem Alana Gandra – Agência Brasil – Outras Palavras

Ao abrir nesta terça-feira (11/2), numa cerimônia em Lucas do Rio Verde (MT), a safra de grãos 2013-14, a presidente Dilma Roussef não se conteve. Entusiasmada com a perspectiva de uma colheita recorde, de 193,6 milhões de toneladas, lembrou o crescimento de 221% em vinte anos e afirmou que “o agronegócio brasileiro é exemplo de produtividade para o país”. Continue lendo “O veneno do agronegócio”

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Em Belo Monte, 85% das ações de proteção aos índios ainda não foram cumpridas, diz estudo

14belomonteBlog Roldão Arruda – O governo federal e a empresa responsável pela construção da usina hidrelétrica de Belo Monte não estão cumprindo os compromissos que assumiram com os índios para a proteção dos territórios em que eles vivem, segundo levantamento que acaba de ser divulgado. A consequência disso é que os nove povos afetados pelas obras já se deparam com o aumento de invasões de grupos não indígenas e destruição ambiental.

De acordo com o levantamento, feito por pesquisadores do Instituto Socioambiental (ISA), de um total de 19 condicionantes definidas desde o leilão da usina em 2010 até agora, só 3 foram integralmente cumpridas. Isso equivale a 15% do total.

O ISA, que é uma organização não governamental, analisou durante um ano todas condicionantes envolvendo medidas de prevenção, mitigação e compensação de impactos relativos nas 12 terras indígenas afetadas, na região do Xingu, no Pará. Ontem, ao divulgar uma nota técnica com o resultado de sua pesquisa, observou que elas não estão sendo cumpridas e que isso, como se previa, potencializa efeitos negativos. Continue lendo “Em Belo Monte, 85% das ações de proteção aos índios ainda não foram cumpridas, diz estudo”

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A cada 60 horas, uma ocorrência de racismo é registrada em Minas Gerais

Frans Galvão, estudante de letras e pesquisador na UFMG, diz que símbolos da cultura negra, como o cabelo black power, dread ou trançado é visto como pejorativo, como sinônimo de sujeira
Frans Galvão, estudante de letras e pesquisador na UFMG, diz que símbolos da cultura negra, como o cabelo black power, dread ou trançado é visto como pejorativo, como sinônimo de sujeira

Foram 147 ocorrências de racismo em 2013, mas números são subnotificados

Valquiria Lopes – Estado de Minas

A cada 60 horas uma ocorrência de racismo foi registrada pela polícia em Minas Gerais no ano passado. As 147 denúncias mostram que a intolerância à diversidade ainda persiste em um país mestiço e já signatário de convenções que tratam da eliminação de todas as formas de discriminação racial, como é o Brasil. Os dados dos anos anteriores mostram que houve melhoria na situação, já que em 2012 e 2011 foram 208 e 242 ocorrências, respectivamente. Mas, negros, autoridades policiais e funcionários ligados a órgãos de promoção da igualdade afirmam que o crime de racismo ainda é recorrente. Pior ainda é saber que muitas vítimas não denunciam casos de preconceito e permanecem alvo de piadinhas e brincadeiras pejorativas. O caso do jogador do Cruzeiro Tinga, alvo de preconceito durante uma partida no Peru reacende a discussão sobre discriminação criminosa. Continue lendo “A cada 60 horas, uma ocorrência de racismo é registrada em Minas Gerais”

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