MA: Bispos defendem manifestação Quilombola

Diante de uma violência que assume proporções sérias e graves com o registro de assassinatos e outras tentativas de extermínios e a indignação pela impunidade aos criminosos, quilombolas de vários municípios maranhenses decidiram acampar em frente ao Tribunal de Justiça do Estado. O protesto é marcado por cartazes e ao som do tambor de crioula como o grito de um basta de violência no meio rural. Continue lendo “MA: Bispos defendem manifestação Quilombola”

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Aperfeiçoamento de politicas para a sustentabilidade do meio rural foi tema de encontro em Chapecó

Atividade foi organizada pela Coopertec e pela Confesol

Representantes de diversas entidades governamentais e da sociedade civil estiveram reunidos nesta quinta-feira e sexta-feira (2 e 3 de junho), no auditório da Cresol Central SC/RS, em Chapecó (SC), para tratar sobre aperfeiçoamento das políticas de desenvolvimento rural visando a sustentabilidade do setor na região Sul do Brasil. O encontro reuniu cerca de 80 participantes e foi organizado pela Cooperativa Central de Tecnologia, Desenvolvimento e Informação (Coopertec), em parceria com a Confederação Nacional das Cooperativas Centrais de Crédito e Economia Familiar e Solidária (Confesol), a qual representa as Centrais de Cooperativas de Crédito: Cresol Central SC/RS, Cresol Baser, Crehnor e Ascoob.

Através de painéis foram apresentadas as dificuldades vivenciadas pelas agricultura familiar, bem como experiências na aplicação do crédito para a transição agroecológica. Explanaram representantes de cooperativas de crédito, de ONG’s e associações, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e da Universidade Federal de Santa Maria (UFFSM), da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e da Agricultura Familiar e Agroecologia (ASPTA). Continue lendo “Aperfeiçoamento de politicas para a sustentabilidade do meio rural foi tema de encontro em Chapecó”

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MPP – Movimento dos pescadores e pescadoras artesanais, manifesto em defesa da vida dos pescadores e pescadoras artesanais

Nós, cerca de 1000 pescadores e pescadoras de várias regiões da Bahia, integrantes do Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais, estamos acampados no INCRA/BA – CAB (Centro Administrativo da Bahia) com o propósito de denunciar os crimes ambientais praticados por grandes empreendimentos econômicos que ameaçam a vida, os direitos humanos e socioambientais nas comunidades pesqueiras.

Denunciamos o modelo de desenvolvimento econômico defendido pelo Governo da Bahia, pois destrói os recursos naturais, desrespeita nosso modo de vida e inviabiliza a segurança alimentar dos pescadores e pescadoras artesanais. Estes grandes projetos econômicos ameaçam os territórios tradicionais dos pescadores atraves das barragens, mineração, perspectiva de implantação de usinas nucleares no Rio São Francisco, ampliação do Porto de Aratu e implementação de usinas termoelétricas na Baia de Todos os Santos (BTS), implantação de Estaleiros Navais na Reserva Extrativista do Iguape, privatização das águas públicas para os projetos empresariais de aquicultura, implantação de grandes empreendimentos turísticos nas ilhas da BTS e ao longo dos rios e do litoral baiano. Continue lendo “MPP – Movimento dos pescadores e pescadoras artesanais, manifesto em defesa da vida dos pescadores e pescadoras artesanais”

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Código Florestal: é hora de jogar duro, por Maurício Thuswohl?

Cabe ao governo federal acabar com o clima de “já ganhou” que toma conta da rede criminosa de exploração ilegal de madeira na Amazônia e que só faz aumentar sua sensação de poder e impunidade. A rede Grupo de Trabalho Amazônico já registrou um aumento considerável dos pedidos de ajuda vindos de militantes que se sentem ameaçados.

Maurício Thuswohl

É até compreensível que o alto-escalão do governo federal insista em não admitir publicamente que o recrudescimento da onda de assassinatos de lideranças ambientais no Norte do país tenha ligação com as mudanças no Código Florestal aprovadas na Câmara dos Deputados. Talvez não caiba mesmo ao governo tirar esse tipo de conclusão, mas ele tem a obrigação de estar ciente de que seus próximos passos na condução política da reforma do Código, que se encontra agora no Senado, serão determinantes para o derramamento ou não de mais sangue inocente no solo amazônico.

Até as impávidas castanheiras e samaúmas da floresta já sabem que a sinalização de “liberou geral” dada pelo rolo-compressor ruralista na Câmara à sua “base” desde o começo do ano já tem duas conseqüências práticas. A primeira delas é a que permitiu nos meses de março e abril o impressionante aumento de 473% no desmatamento em Mato Grosso na comparação com os mesmos meses do ano passado. A segunda é o claro aumento do tom e da quantidade de ameaças que lideranças ambientalistas da Amazônia vêm recebendo, sobretudo nos locais mais afastados dentro da mata. Continue lendo “Código Florestal: é hora de jogar duro, por Maurício Thuswohl?”

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Agrotóxicos em plantações de fumo prejudicam produtores

O clima na sala da casa é pesado. Não existe momento de descontração nesta tarde fria em Rio Azul, a 180 quilômetros de Curitiba. Do lado de fora, as crianças se divertem com o opaco colorido das casas de alvenaria típicas do Paraná. Dentro, os adultos têm uma tensa conversa.

Lídia Maria Bandacheski do Prado, de 35 anos, tem a tristeza estampada no rosto. Nas mãos, a fraqueza provocada pelo uso de agrotóxicos. À frente das pernas, um andador mostra que os problemas notados há uma década e agravados há quatro anos estão longe de encontrar solução. “Teve época que não conseguia sair da cama. Tem dia que fica pior, que não consigo fazer nada, me paralisa as pernas, me paralisa os braços.”

Uma visita ao hospital em 2001 deu início ao calvário de Lídia, dona de uma pequena propriedade. Passaram-se muitos anos até que uma equipe da Universidade Federal do Paraná esclarecesse que ela sofre de intoxicação crônica por agrotóxicos. “Fique quase dois anos sem dormir direito. Com dor nos braços, nas pernas. Era um fantasma dentro de casa”, lamenta. Continue lendo “Agrotóxicos em plantações de fumo prejudicam produtores”
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Mil trabalhadores fazem duas ocupações no planalto catarinense

Por Abdon Batista, Rui Fernando Neto e Pepe Pereira dos Santos

O frio não assustou os lutadores do povo e na manhã desta segunda-feira (6/6), quando o MST e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) ocuparam o canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Garibaldi, no município de Abdon Batista, e um latifúndio improdutivo em Cerro Negro, cidade vizinha.

No protesto, 700 pessoas trancam as obras da barragem e mais 300 pessoas fazem a luta pela terra no município vizinho. Continue lendo “Mil trabalhadores fazem duas ocupações no planalto catarinense”

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Rio de Janeiro adota cotas para negros e índios em concursos públicos

Ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, participa hoje (06/06), às 10h, da solenidade de assinatura do Decreto que regulamenta a decisão do governo carioca, no prédio anexo do Palácio Guanabara

Negros e índios terão reserva de 20% das vagas destinadas à ocupação de cargos efetivos nos concursos realizados pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. A determinação, que corrige desigualdades raciais no acesso a empregos públicos, será oficializada hoje, com a assinatura de Decreto do governador Sérgio Cabral, em ato com a presença da ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros.

Na opinião da ministra Luiza Bairros, “a política de reserva de vagas é uma ação afirmativa que cria condições para a superação da cultura histórica do preconceito contra a população negra”. Continue lendo “Rio de Janeiro adota cotas para negros e índios em concursos públicos”

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‘Vi pessoas pegando fogo’, diz indígena vítima de ataque em MS

Ônibus com estudantes foi incendiado na noite de sexta-feira (3) em Miranda. Terena escapou de veículo mas voltou para salvar passageira em chamas.

Indígena Lucivone, de 28 anos, uma das vítima de atentado a ônibus em Miranda (Foto: Felipe Bastos/G1 MS)
Lucivone, de 28 anos, uma das vítima de ataque a ônibus em Miranda (Foto: Felipe Bastos/G1 MS)

O índio terena Edivaldo Francisco Martins, de 29 anos, estava entre os passageiros do ônibus escolar que foi alvo de um ataque com coquetel molotov na noite dessa sexta-feira (3) em Miranda, cidade a 203 quilômetros de Campo Grande. Ao G1 MS, ele relatou que o fogo se alastrou rapidamente dentro do veículo. “Ouvi um barulho e vi a fumaça. Pensei que era uma queimada na estrada. Quando vi o fogo, percebi que era dentro do ônibus”.

Na hora do ataque, havia cerca de 30 alunos do ensino médio, supletivos e cursinhos no ônibus que fazia o trajeto diário entre o centro da cidade e as aldeias que ficam na zona rural. Adultos e adolescentes estavam no veículo.

O ônibus se aproximava do acesso à Aldeia Babaçu quando foi atingido por pedras e garrafa com líquido combustível. Edivaldo conta que os passageiros entraram em pânico. “Não consegui ver nada direito. Todos tentavam quebrar as janelas ou arranjar algum lugar para sair em meio a toda a gritaria. Vi pessoas literalmente pegando fogo”, diz o indígena. Continue lendo “‘Vi pessoas pegando fogo’, diz indígena vítima de ataque em MS”

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Busca de solução para os Pataxó em Açucena?

Uma reunião entre representantes da Funasa, da administração municipal de Açucena e dos índios da etnia Pataxó, tratou de temas relacionados à saúde dos nativos.

Os índios têm uma série de reivindicações para a melhoria sanitária da ocupação que eles promovem em terras do Parque Estadual do Rio Corrente, em Açucena.

A reunião, no gabinete do Ademir Siman (PT), contou com a presença do chefe dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas Dsei/Funasa em Governador Valadares, pastores, vereadores, além do representante dos índios Pataxós, o cacique Baiara.

Além da solução para as questões relacionadas à saúde, os índios também querem meios para acesso à educação, materiais de construção e máquinas para arar a terra. Continue lendo “Busca de solução para os Pataxó em Açucena?”

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Ônibus escolar é incendiado em Aldeia Indígena

Na noite de sexta-feira (3), por volta das 23h00, um ônibus da frota do Transporte Escolar de Miranda, MS, que faz o trajeto entre a área urbana e a Aldeia Cachoeirinha, foi vítima de ação criminosa. Indivíduos ainda não identificados atiraram um Coquetel Molotov na para-brisa dianteiro do lado direito do motorista. O atentado aconteceu na primeira entrada que leva à Aldeia Babaçu (que faz parte do complexo Cachoeirinha). Com o impacto o para-brisa quebrou e a gasolina se espalhou pela parte dianteira do ônibus. Ao mesmo tempo diversas pedras foram atiradas nas janelas do lado direito, quebrando diversos vidros, inclusive os da porta. A informação é do jornal Gazeta do Pantanal, 04-06-2011.

O motorista, Laércio Xavier Correia, assim como outras cinco pessoas que estavam nos bancos da frente foram atingidas pela gasolina em chamas, todas sofrendo queimaduras graves. Foram atingidas pelas chamas as seguintes pessoas: Nayara Francisco Vitor (18), Rosana de Oliveira Martins (29), Lurdivane Pires (28), E. F. L. (16) e E. S. (15). Os feridos foram socorridos e encaminhados para o Hospital Municipal de Miranda, transportadas por ambulâncias da Prefeitura. Diante da gravidade dos ferimentos, quatro deles foram encaminhados para a Santa Casa de Campo Grande. São eles: Laércio Xavier Correia, E. F. L., Rosana de Oliveira Martins e Lurdivane Pires, sendo que o estado dos três últimos é considerado grave. O incidente só não tomou maiores proporções porque as pessoas abriram a saída de emergência localizada na janela dos fundos e pularam para fora do ônibus. Continue lendo “Ônibus escolar é incendiado em Aldeia Indígena”

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