
Ecuador: Alrededor de 150 indígenas, afros y montubios iniciarán carrera en la Cancillería

Alrededor de 150 indígenas, afros y montubios iniciarán carrera diplomática en la Cancillería en los próximos meses, en el marco de una reforma interna de ingreso de personal al Ministerio de Relaciones Exteriores. El Gobierno impulsa la medida como un mecanismo de inclusión de estas nacionalidades al servicio exterior ecuatoriano.
“Va a ingresar nuevo personal a la carrera diplomática, también a lo administrativo, y serán ciudadanos que expresen la plurinacionalidad que hay en nuestro país”, indicó el canciller Ricardo Patiño.
Explicó que gobiernos anteriores convirtieron la diplomacia en exclusividad de “blancos y mestizos” que utilizaron a los indígenas, afroecuatorianos y montubios únicamente para manifestaciones folclóricas del Ecuador en el exterior. Continue lendo “Ecuador: Alrededor de 150 indígenas, afros y montubios iniciarán carrera en la Cancillería”
Acampados reabrem escola municipal que servia de depósito de adubo em SC

Na contramão da tendência de fechamento de escolas públicas no Brasil, principalmente no campo, o acampamento do Terra Nova, organizado em conjunto por MAB e MST, no município de Serro Negro (SC), reabriram a escola municipal na comunidade rural do Umbu.
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Munidos de material de limpeza, enxadas, foices e facões, os acampados limparam e reabriram nesta última segunda-feira a escolinha que era usada pelo município como depósito de adubo orgânico.
A prefeitura de Serro Negro, no Planalto Sul catarinense, se dispôs a fornecer as carteiras de aula e o transporte para as crianças. O setor de educação do MST de Santa Catarina ficou responsável pelos educadores e pelo material pedagógico. Continue lendo “Acampados reabrem escola municipal que servia de depósito de adubo em SC”
Campanha contra os agrotóxicos promove primeiro debate no Rio

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida organizou o primeiro debate no Rio de Janeiro.
O evento aconteceu na UERJ e teve como expositores Nivia Regina, do MST, Marcelo Firpo, da Fiocruz, e Gabriel Fernandes, da AS-PTA, na semana passada.
Apesar da campanha já ter participado de outros eventos no estado do Rio, este foi o primeiro organizado pelo comitê fluminense.
O tom do debate foi de formação da militância. Reconhecendo a complexidade do debate, os integrantes da mesa se esforçaram em fornecer dados e argumentos concretos que mostrassem o avanço do agronegócio sobre a agricultura familiar, o lucro estratosférico das empresas produtoras de agrotóxicos e a viabilidade da produção agroecológica como alternativa no fornecimento de alimentos. Continue lendo “Campanha contra os agrotóxicos promove primeiro debate no Rio”
Ética na Ciência: Agroecologia com paradigma para o desenvolvimento rural
A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) vem realizando desde 2003 o Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), ganhando cada vez mais importância em nível nacional e internacional. A sétima edição do Congresso Brasileiro de Agroecologia (VII CBA) será realizada na cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, numa parceria entre a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), o Governo do Estado do Ceará, através da Secretária de Desenvolvimento Agrário (SDA), a Universidade Federal do Ceará, através do Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências, Centro das Humanidades e Centro de Saúde, a Universidade Estadual do Estado do Ceará (UECE), a Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Ceará (EMATER – CE), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) – com suas Unidades no Nordeste – Agroindústria Tropical, Tabuleiros Costeiros, Semiárido, Algodão e Ovino Caprinos – a Federação dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais no Estado do Ceará (FETRAECE), a Fundação Konrad Adenauer, o Núcleo de Trabalho Permanente em Agroecologia da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), o Fórum Cearense pela Vida no Semiárido, a Rede Cearense de ATER, a Associação da Rede Cearense de Agroecologia – ARCA e outras entidades. Continue lendo “Ética na Ciência: Agroecologia com paradigma para o desenvolvimento rural”
Acadêmicos indígenas de MS emitem nota de repúdio ao atentado contra estudantes Terena
Ataque ao ônibus que transportava os estudantes aconteceu na noite de 3 de junho, no município de Miranda
Acadêmicos indígenas de Mato Grosso do Sul, reunidos entre 11 e 12 de junho, emitiram nota de repúdio ao atentado contra estudantes Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, no município de Miranda, na noite do último dia 3. O ônibus que transporta os estudantes entre a escola e a aldeia foi atacado com pedras, que estouraram os vidros do veículo, e diversos objetos pegando fogo, numa clara tentativa de incendiá-lo.
No documento os estudantes prestam solidariedade aos parentes vítimas do atentado, além de cobrar que os culpados sejam prontamente responsabilizados pelo ataque. Eles lamentam ainda a posição de muitas figuras públicas e políticos, que em época de campanha eleitoral se dizem amigos dos indígenas, mas que sequer se pronunciam a favor destes quando destes acontecimentos. Leia abaixo manifesto:
Cimi Regional Rondônia discute alternativas para o Bem Viver em Seminário Macro Regional
Reunidos desde segunda-feira, dia 13, cerca de 40 pessoas, entre indígenas, membros de movimentos sociais e missionários do Cimi, discutem sobre as alternativas para o Bem Viver frente ao atual modelo de desenvolvimento brasileiro. Os participantes do encontro vêm de diversas localidades, alguns do Acre, Amazonas, Roraima e Mato Grosso, Bolívia e do próprio estado de Rondônia, onde o evento acontece.

O encontro, que chegará ao fim na tarde de hoje, acontece na Casa de Formação das Irmãs Catequistas Franciscanas,em Porto Velho. Na assessoria do seminário estão o antropólogo e padre jesuíta Xavier Albó e Armengol Caballero, diretor da Oficina Regional do Centro de Investigación e Promoción del Campesinado (Cipca) Norte, da Bolívia. O evento conta ainda com participação de Iremar Antônio Ferreira, do Instituto Madeira Vivo.
O que motivou a vinda de participantes dessas diferentes regiões, pode alguém se perguntar. A resposta é simples: o desejo de se realizar um grande mutirão de reflexão sobre o Bem Viver, seus princípios, linhas de ação. Para iniciar os trabalhos com alegria e animados pela esperança de um outro mundo possível, os participantes tiveram um forte momento de mística, que ficou a cargo dos indígenas presentes.
Domingo, 19, Rio em Bloco contra o Código Florestal

No próximo domingo, 19, os blocos de carnaval do Rio de Janeiro organizam uma manifestação contra as mudanças no Código Florestal aprovadas na Câmara dos Deputados. O protesto promete animação máxima: serão 38 blocos batucando, cantando e sambando em favor das nossas florestas. A concentração será às 10h, no posto 6, Praia de Copacabana. O Instituto Terra de Preservação Ambiental não vai ficar de fora dessa: vamos cair no samba, na luta para barrar o desmonte da legislação ambiental brasileira.
Para dar um tempinho: “Recife Frio” (ficção?)
Filme de Kleber Mendonça Filho, com a participação de Lia de Itamaracá (2a. parte)
Dilma adia votação da PEC do Trabalho Escravo
Pressionado pelos ruralistas, com receio de perder um novo embate após o Código Florestal, governo, apesar do PT, não estabelece como prioridade votação do projeto que expropria as terras de quem é acusado de escravidão
Edson Sardinha
O receio de um novo embate com a bancada ruralista, menos de um mês após a derrota na aprovação do novo Código Florestal na Câmara, faz o governo resistir aos apelos de deputados do partido da presidenta Dilma Rousseff (PT) para retomar a votação da PEC do Trabalho Escravo. Há quase sete anos no plenário da Casa, a proposta de emenda constitucional que prevê a expropriação de terra onde for constatado trabalho escravo deve seguir engavetada. Além da preocupação do governo, a proposição esbarra na resistência dos líderes partidários e do próprio presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), de incluí-la novamente na pauta.
Marco Maia decidiu que só vai submeter a votação em plenário propostas de emenda constitucional que tenham consenso entre os partidos, o que está longe de ocorrer com a PEC do Trabalho Escravo, bombardeada por deputados ligados ao agronegócio. Há dois meses, a presidência da Câmara também segura a instalação da CPI do Trabalho Escravo, requerida por um colega de partido, o também petista Cláudio Puty (PA). O início dos trabalhos da comissão parlamentar de inquérito ainda depende do aval de Maia. Continue lendo “Dilma adia votação da PEC do Trabalho Escravo”
