Estados amazônicos, como o Pará, têm potencial para receber compensações pelos esforços de conservação florestal e redução de desmatamento através do mecanismo do REDD
O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), em parceria com Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), lança na terça-feira (5/7), em Belém, a publicação: REDD no Brasil: Um enfoque amazônico. O trabalho apresenta os fundamentos, critérios e estruturas institucionais para um regime nacional de REDD. Esse mecanismo está em discussão na Convenção do Clima das Nações Unidas e deverá beneficiar os países tropicais detentores de florestas nativas, como é o caso do Brasil.
O país que abriga a maior extensão de floresta amazônica entre os nove países que partilham o bioma tem no desmatamento e na degradação florestal a sua principal matriz de emissão de gases de efeito estufa (GEE). Estima-se que cerca de 60% das emissões totais de GEE no Brasil são provenientes de desmatamento e queimadas, especialmente na Amazônia. O restante provém da queima de combustíveis fósseis na indústria, nos transportes e demais setores. Continue lendo “IPAM lança em Belém publicação sobre redução de emissões de gases estufa por desmatamento e degradação florestal (REDD)”


