Colombia: Comunidades del río Yurumangui exigen cese de violencia y respeto a sus derechos

Servindi, 14 de julio, 2011.- El Consejo Comunitario de la Cuenca del río Yurumangui y la Asociación Popular de Negros Unidos del río Yurumangui (Aponury) demandaron el cese de la violencia, la protección de sus derechos y que no se desarrollen cultivos ilícitos ni actividades mineras en sus territorios. Los pedidos se efectuaron en el marco de su VI Asamblea General, realizado del 1 al 4 de julio.A través de un pronunciamiento, exigieron además al estado colombiano que garantice la protección de los líderes y lideresas que defienden los derechos humanos, étnicos y colectivos.

Pidieron un alto a los hostigamientos y agresiones contras las comunidades de los ríos Calima y Cajambre, donde se produjeron desapariciones forzadas, atentados contra la vida y amenazas.

Instaron a la Corte Constitucional a declarar inexequible –que no se puede llevar cabo– el Plan Nacional de Desarrollo porque no fue consultado a las autoridades indígenas; y atenta contra los derechos de las comunidades negras y el principio legales. Demandan se cumpla la consulta previa y el consentimiento libre e informado tal como lo indica el Convenio 169 de la OIT. Continue lendo “Colombia: Comunidades del río Yurumangui exigen cese de violencia y respeto a sus derechos”

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Dívida “impagável” e água imprópria marcam resgates

Em Acrelândia (AC), oito pessoas que tinham de consumir água armazenada em embalagem de agrotóxico foram libertadas. Empregador cobrava mais do que prometeu pagar a outras seis vítimas encontradas em Ariquemes (RO)

Por Bianca Pyl

Consumo de água que estava armazenada em embalagem de agrotóxicos, em um ponto, e cobrança ilegal de “dívidas” de até R$ 13 mil, em outro. Em duas operações realizadas na Região Norte do país, 14 pessoas foram libertadas de condições de trabalho escravo contemporâneo.

Uma inpeção foi realizada em Acrelândia (AC), que fica a 160 km da capital Rio Branco (AC), na área de fronteira com o Amazonas. Oito empregados estavam sendo submetidos a condições degradantes na Fazenda Três Barras. Eles bebiam água armazenada em embalagens de agrotóxicos e estavam sem receber salários há um mês. Para completar, os mantiimentos disponíveis para a alimentação dos trabalhadores estava acabando. Continue lendo “Dívida “impagável” e água imprópria marcam resgates”

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MAB realiza seminário internacional sobre a água na próxima semana

O processo de privatização da água é uma realidade nas cidades brasileiras de grande e médio porte. Atento a esta situação, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) organiza o Seminário Internacional: Panorama político sobre estratégias de privatização da água na América Latina. O evento será realizado na Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nos dias 20 e 21 de julho.

Durante o evento, os participantes irão debater sobre os atuais projetos que visam a mercantilização e privatização da água em diferentes países, como Itália, Chile, Bolívia e Peru, além do Brasil, e diversos setores, como na mineração, agricultura, saneamento, entre outros. Outro objetivo do seminário é proporcionar um espaço de troca de experiências acerca das lutas contra a privatização da água, fortalecendo assim articulação entre as organizações participantes para a mobilização em defesa da água como um bem público.

Participarão do seminário cerca de 120 pessoas de movimentos sociais, redes de articulação, representantes de universidades e convidados do Brasil e de outros países da América Latina, Europa e África. Está confirmada a presença de representantes da Suíça, Chile, México, El Salvador, Colômbia, Argentina, Paraguai, Moçambique, Espanha, Venezuela, Panamá, Bolívia, Perú e Canadá. Continue lendo “MAB realiza seminário internacional sobre a água na próxima semana”

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Usina de Belo Monte faz suas primeiras vítimas

Sem ter para onde ir, famílias dos baixões vivem primeiros desesperos causados pela Usina

Ruy Marques Sposati*, de Altamira (PA)

Vão subindo para um dos pontos mais altos da cidade. Trazem no ombro foices, enxadas e facões. E crianças no colo. O sol corta o rio Xingu, ainda gelado.

Vinte de maio, era o princípio de uma ocupação urbana de famílias sem-teto em Altamira, no Pará. Eu estava lá; chegara algumas horas antes e podia ver se aproximarem, de cima, as pessoas, os cachorros, as conversações. Um pouco de barulho matinal.

Esta era a segunda ocupação na cidade nos últimos dias. As duas estão na conta da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Trinta mil famílias alagadas – e nem sinal de indenização. Dizem que em Tucuruí, no processo da construção, ocorreram 37 ocupações – o que significa que, aqui, estamos apenas no começo.

As mulheres iam roçando e dividindo os lotes: 20 por 10 metros. Os homens iam roçando e dividindo os lotes: 20 por 10 metros. As crianças não se divertiam. Fogueiras queimavam cobras e alguma juquira. No cadastro improvisado, 135 famílias. No terreno cabem mais ou menos 200 famílias, guardando o devido espaço para ruas, escola, posto de saúde e centro comunitário. Continue lendo “Usina de Belo Monte faz suas primeiras vítimas”

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A cruel honestidade do Presidente do IBAMA

Roberto Malvezzi (Gogó)

Finalmente alguém no poder é honesto em suas declarações. Quando Curt Trennepohl, presidente do IBAMA, disse a jornalista australiana que seu trabalho “não é cuidar do meio ambiente, mas minimizar os impactos” e que o Brasil vai fazer “com os índios o que os australianos fizeram com os aborígenes” (F.S.P 15/07/11), foi de uma honestidade rara e cruel. A declaração é um horror, uma proclamação de genocídio.

Porém, é o que está diante de nossos olhos todos os dias. A tarefa do IBAMA é tentar pôr remendo novo em pano velho, isto é, amenizar os estragos feitos pelas grandes obras, seja de iniciativa particular ou oficial. A prevenção e a precaução não fazem parte do roteiro governamental.

A CPT, juntamente com o CIMI, sabe que anda muito só ultimamente nas suas lutas pelo campo. As populações mais vitimadas pelo modelo atual, e pelo governo atual, são exatamente os indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. Os Movimentos da Via Campesina se defendem melhor, até por sua proximidade com o governo. Porém, na hora da luta concreta, as comunidades tradicionais estão enfrentando uma solidão cósmica. Continue lendo “A cruel honestidade do Presidente do IBAMA”

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Memória: Morte e vida desaparecida

Em 1971, Rubens Paiva saiu de casa para prestar esclarecimentos no Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica, no Rio de Janeiro. Nunca mais voltou. Um livro e uma exposição resgatam sua memória e a história da repressão 40 anos depois do desaparecimento que simboliza como nenhum outro os abusos da ditadura militar brasileira

POR TADEU BREDA | foto: arquivo pessoal

No início da madrugada do dia 22 de janeiro de 1971, o telefone tocou na cabeceira da cama do médico Amílcar Lobo. Do outro lado da linha, um oficial do Destacamento de Operações e Informações (DOI) do Primeiro Exército, no Rio de Janeiro, exigia sua presença imediatamente. A missão era bem simples: verificar as condições de saúde de um prisioneiro e dizer se o interrogatório poderia continuar sem que o procedimento acabasse em tragédia.

“Ele era uma equimose só, estava roxo da ponta dos cabelos à ponta dos pés”, afirmaria o dr. Lobo à revista Veja dezessete anos mais tarde. “Ele havia sido torturado e, quando fui examiná-lo, verifiquei que seu abdômen estava endurecido. Suspeitei que teria havido uma ruptura do fígado ou do baço, pois elas provocam uma brutal hemorragia interna.” Continue lendo “Memória: Morte e vida desaparecida”

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Quatro em cada 10 espanhóis expulsariam imigrantes sem emprego

Quatro em cada dez espanhóis são a favor de expulsar os imigrantes desempregados e quase 80% acham que há um número “excessivo” de estrangeiros na Espanha. Estes números foram expostos em um relatório elaborado pelo Observatório Espanhol do Racismo e a Xenofobia, que faz parte do Ministério do Trabalho e Imigração. O documento analisa os dados divulgados pelo Centro de Pesquisas Sociológicas (CIS, na sigla em espanhol) do final de 2009 sobre as atitudes dos cidadãos em relação à imigração na Espanha.

Segundo o relatório, que reitera a tendência registrada durante 2008, os espanhóis consideram que os imigrantes são o coletivo “mais protegido”, que recebe mais do que contribui e que monopoliza os benefícios governamentais, sobretudo os relacionados à educação. Além disso, são responsabilizados pela deterioração da qualidade da saúde pública.

Não houve variações na valorização da diversidade que a imigração oferece, embora tenha subido a aprovação da expulsão de uma estudante por usar véu islâmico e a tolerância à manutenção da cultura e costumes estrangeiros tenha caído. Continue lendo “Quatro em cada 10 espanhóis expulsariam imigrantes sem emprego”

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A realidade de Santo Amaro da Purificação em dois vídeos

“MOVIMENTO POPULAR DE SAÚDE AMBIENTAL DE ST° AMARO é um espaço coletivo organizado, participativo e democrático. Apartidário, que se destina a empreender uma política de conscientização popular dos direitos dos usuários da saúde pública e ambiental, que são deveres da administração nos seus 3 niveis de governamentais diante do horror provocados pela contaminação em Stº Amaro. Pela Defesa da Saúde Ambiental, Pela Liberdade de Expressão! Continue lendo “A realidade de Santo Amaro da Purificação em dois vídeos”

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Segundo pesquisa, sociedade argentina é machista, racista e xenófoba

A sociedade argentina é machista, racista e xenófoba, segundo a opinião de oito em cada dez jovens de 13 a 18 anos revelada em uma pesquisa feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cujos resultados foram publicados nesta sexta-feira pela imprensa de Buenos Aires.

A pesquisa mostra que sete em cada dez adolescentes foram testemunhas de casos de discriminação nas escolas, enquanto 40% se declararam vítimas de assédio ou segregação por seu aspecto físico ou razões raciais, entre outros motivos.

Para 65% dos entrevistados, os imigrantes bolivianos são os mais discriminados pela sociedade argentina, e 20% justificaram o preconceito afirmando que ocorre “porque nem todos são iguais”. Já 39% apontaram a discriminação de imigrantes paraguaios como a mais pronunciada e 34%, a de peruanos.

O machismo, a xenofobia e o racismo foram denunciados por mais de 80% dos 900 jovens consultados em sete províncias, entre elas as mais povoadas da Argentina, segundo o Unicef, que realiza atualmente uma campanha para combater a discriminação na Copa América, que começou no país no dia 1º de julho. Continue lendo “Segundo pesquisa, sociedade argentina é machista, racista e xenófoba”

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Dia 25: “O veneno está na mesa”, de Sílvio Tendler, no Teatro Casa Grande, RJ

Dia 25/7, segunda-feira, às 20h, lançamento do último documentário de Silvio Tendler, “O veneno está na mesa”, sobre o perigo a que se está exposto por conta do emprego excessivo de agrotóxicos na agricultura.

Depois da exibição do filme (50 min.) haverá debate com a participação do autor, da agrônoma Nívia Regina, do MST-Via Campesina, e de Letícia Rodrigues da Silva, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Esse evento faz parte das comemorações dos 45 anos do histórico Teatro Casa Grande que terá, a cada mês, sempre às 20h, uma palestra sobre temas do Brasil e de nossa inserção no mundo. Também faz parte da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida:

“O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas. Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos. A idéia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio”. Continue lendo “Dia 25: “O veneno está na mesa”, de Sílvio Tendler, no Teatro Casa Grande, RJ”

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