Grilagem de Terras Indigenas em Porto Alegre – RS

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Frente Nacional Quilombola – A Frente Nacional em Defesa dos Territórios Quilombolas-RS denuncia a grilagem de terras tradicionais guaranis na zona sul da cidade de Porto Alegre, na Tekóa Pindó Poty, na Avenida Edgar Pires de Castro, no bairro Lami.

A Federação dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação do Estado do RS forjou um BO em 2006 acusando os guaranis de invasão e após pediu Ação de Reintegração de Posse na Justiça Federal do RS. Denunciamos que uma federação de trabalhadores esteja sendo usada para oprimir uma comunidade originária que desde antes da década de 60 reside no local. A aldeia guarani do Lami é conhecida de toda população portoalegrense que a mais de quarenta anos adquire artesanato no local. Hoje o cacique Roberto Ramirez denunciou a JF-RS a grilagem das terras guaranis por um terceiro, chamado Arnaldo Rizardo, alheio até mesmo ao processo que corre na JF-RS. Ele tem soltado os bois nas roças tradicionais, derrubado a mata para construir casas, impedido a coleta a caça e a pesca que são direitos constitucionais dos indigenas. Apresenta-se como dono do local dizendo ter adquirido da Federação. Continue lendo “Grilagem de Terras Indigenas em Porto Alegre – RS”

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Rejeitado acordo para cessar impasse em terra indígena entre MT e Pará

Juiz Wilson Witzel e cocarÁrea demarcada é destinada à posse dos índios Kayabi, Munduruku e Apiaká. Ação sobre impasse da ampliação corre no Supremo Tribunal Federal

Por Leandro J. Nascimento, do G1 MT

O impasse sobre a ampliação da Terra Indígena Kayabi, na região norte de Mato Grosso, não deve ser resolvido mediante acordo entre a União e o governo do estado. As negociações e uma sugestão de primeira proposta a ser avaliada pelas partes, para encerrar o conflito, seriam intermediadas pela Câmara Geral de Conciliação da AGU (Advocacia Geral da União) mas a possibilidade de acordo foi rejeitada.

Em parecer da AGU ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado-geral Luís Inácio Adams diz haver “ausência de interesse em submeter o feito à Câmara”. Com a negativa, a ação prossegue na Suprema Corte. Continue lendo “Rejeitado acordo para cessar impasse em terra indígena entre MT e Pará”

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Aty Guasu: Guarani e Kaiowá estão sendo ameaçados por jagunços no rio Iguatemi, em Japorã, MS

Yvy Katy

Aty Guasu comunica e envia fotos dos guarani e kaiowá para a toda sociedade nacional e internacional que as vidas dos indígenas GUARANI e KAIOWÁ sobreviventes (FOTOS) que foram e são atacados pelos pistoleiros das fazendas, a mando dos fazendeiros.

Contra as vidas dessas pessoas que os fazendeiros e políticos modernos/doutores estão se manifestando na ponte do Rio IGUATEMI e JAPORÃ-MS. O sangue dessas vidas sobreviventes GUARANI e KAIOWÁ que são lembrados pelos doutores e pós-doutores hoje no congresso nacional.

Contra essas vidas indígenas que são contratados os armamentos pesados e pistoleiros cruéis pelos fazendeiros. Continue lendo “Aty Guasu: Guarani e Kaiowá estão sendo ameaçados por jagunços no rio Iguatemi, em Japorã, MS”

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“Escola de Gente”, Repórter Brasil e Teia Social: procuradores debatem diferentes formas de inclusão social

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A inclusão social permeou as discussões do primeiro debate de hoje, dia 31, no 30º Encontro Nacional dos Procuradores da República (ENPR). O assunto foi o tema da palestra “Sociedade inclusiva – Quem cabe no seu todos?” promovida por Cláudia Werneck. Continue lendo ““Escola de Gente”, Repórter Brasil e Teia Social: procuradores debatem diferentes formas de inclusão social”

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Desvendando a espuma: o enigma da classe média brasileira

Meninos-4Por Renato Santos de Souza (UFSM/RS)

A primeira vez que ouvi a Marilena Chauí bradar contra a classe média, chamá-la de fascista, violenta e ignorante, tive a reação que provavelmente a maioria teve: fiquei perplexo e tendi a rejeitar a tese quase impulsivamente. Afinal, além de pertencer a ela, aprendi a saudar a classe média. Não dá para pensar em um país menos desigual sem uma classe média forte: igualdade na miséria seria retrocesso, na riqueza seria impossível. Então, o engrossamento da classe média tem sido visto como sinal de desenvolvimento do país, de redução das desigualdades, de equilíbrio da pirâmide social, ou mais, de uma positiva mobilidade social, em que muitos têm ascendido na vida a partir da base. A classe média seria como que um ponto de convergência conveniente para uma sociedade mais igualitária. Para a esquerda, sobretudo, ela indicaria uma espécie de relação capital-trabalho com menos exploração.

Então, eu, que bebi da racionalidade desde as primeiras gotas de leite materno, como afirmou certa vez um filósofo, não comprei a tese assim, facilmente. Não sem uma razão. E a Marilena não me ofereceu esta razão. Ela identificou algo, um fenômeno, o reacionarismo da classe média brasileira, mas não desvendou o sentido do fenômeno. Descreveu “O QUE” estava acontecendo, mas não nos ofereceu o “PORQUÊ”. Por que logo a classe média? Não seria mais razoável afirmar que as elites é que são o “atraso de vida” do Brasil, como sempre foi dito? E mais, ela fala da classe média brasileira, não da classe média de maneira geral, não como categoria social. Então, para ela, a identificação deste fenômeno não tem uma fundamentação eminentemente filosófica ou sociológica, e sim empírica: é fruto da sua observação, sobretudo da classe média paulistana. E por que a classe média brasileira e não a classe média em geral? Estas indagações me perturbavam, e eu ficava reticente com as afirmações de dona Marilena. Continue lendo “Desvendando a espuma: o enigma da classe média brasileira”

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Odebrecht, uma transnacional alimentada pelo Estado

le monde odebrecht 2Em junho de 2013, o descontentamento social levou os brasileiros a se manifestar em massa nas ruas do país. No alvo, as desigualdades, as condições indignas de transporte, a corrupção e… a transnacional Odebrecht: aos olhos de muitos, a empresa encarna os excessos de um capitalismo de compadrio

Por Anne Vigna, em Le Monde Diplomatique

Você conhece alguma transnacional brasileira?”, perguntava em 2000 a The Economist. “Difícil, não? Mais do que lembrar o nome de um belga famoso.”1 Estaria a revista britânica querendo fazer graça ou não suspeitava de que os grandes grupos brasileiros entrariam de maneira rápida e espetacular na dança do grande capital? Como a Odebrecht, que é hoje no Brasil o que a Tata é na Índia e a Samsung é na Coreia do Sul.2 Em São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires ou Assunção, é difícil passar um dia sem usar a eletricidade que a empresa produz, as estradas que ela constrói ou o plástico que fabrica.

Geralmente descrita como uma empresa de engenharia de construção, na verdade a Odebrecht foi se diversificando ao longo do tempo até se tornar o maior grupo industrial do Brasil. Energia (gás, petróleo, nuclear), água, agronegócio, setor imobiliário, defesa, transportes, finanças, seguros, serviços ambientais e setor petroquímico: sua lista de atividades constitui um inventário interminável. Mas, embora a brasileira seja a maior construtora de barragens do mundo, com onze projetos tocados simultaneamente em 2012, é o setor petroquímico que gera mais de 60% de suas receitas. A Braskem, “joia” compartilhada com a Petrobras, produz e exporta resinas plásticas para sessenta países. Continue lendo “Odebrecht, uma transnacional alimentada pelo Estado”

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Ações sobre Belo Monte causam divergências no TRF

Caminhões trabalham em obra da barragem principal de Belo Monte: o BNDES afirmou que R$ 3,2 bilhões irão para investimentos socioambientais do projeto
Caminhões trabalham em obra da barragem principal de Belo Monte

Por André Borges, em Valor/FGV

Brasília – As ações contra o processo de licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte podem não ter surtido efeito prático sobre o andamento das obras da usina, em construção no rio Xingu, no Pará, mas serviram para causar um embate jurídico dentro do Tribunal Regional Federal (TRF) de Brasília.

As divergências surgiram a partir da decisão do presidente do TRF de Brasília, desembargador Mário Cesar Ribeiro, que ontem acatou o pleito da Advocacia-Geral da União (AGU), derrubando a liminar que impedia a continuidade d as obras da usina. Continue lendo “Ações sobre Belo Monte causam divergências no TRF”

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Protesto no Centro do Rio reivindica direito a manifestação

Manifestantes ocupavam a Rua Primeiro de Março em torno de 17h15. (Foto: Isabela Marinho / G1)
Manifestantes ocupavam a Rua Primeiro de Março em torno de 17h15. (Foto: Isabela Marinho / G1)

Ato é contra aplicação de leis de Segurança Nacional em manifestantes. Empresário Jacob Barata também é alvo de críticas em ato.

Isabela Marinho, do G1 Rio

Cerca de mil manifestantes caminhavam na Avenida Rio Branco, sentido Cinelândia, no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (31). O movimento chamado “Grito da Liberdade” é contra a aplicação das leis de Segurança Nacional e de Crime Organizado contra manifestantes. Por causa do ato, a via, a partir da Avenida Presidente Vargas, estava interditada em torno de 17h50. O trânsito era lento no local, informou a CET-Rio. Continue lendo “Protesto no Centro do Rio reivindica direito a manifestação”

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