ALUMEIA: CPT Bahia lança revista sobre mineração

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A revista Alumeia é uma publicação da CPT Bahia e em seu primeiro número traz o  tema “Mineração: progresso ou destruição? Numa proposta de refletir sobre o “progresso” tão alardeado pelo atual modelo de desenvolvimento, a partir do ponto de vista de suas vítimas no campo e dos que com elas se solidarizam.

São relatos do sofrimento de pessoas e comunidades diante da devastação imposta por essa atividade. São histórias que desmistificam o tão propagado “progresso” gerado pela exploração minerária e revelam as dores, angústias, conflitos e impactos de quem está do lado das minas e das empresas em operação no Estado. A publicação traz ainda artigos que aprofundam a reflexão sobre o assunto.

Acesse a  Revista Alumeia WEB e boa leitura !

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MST comemora 28 anos da primeira ocupação realizada pelo Movimento

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Por Iana Reis, da Página do MST

A data tem motivos de sobra para ser celebrada. Afinal, foram 28 anos da primeira ocupação realizada por famílias já organizadas no MST: a antiga Fazenda Annoni, em Pontão, no norte do estado do Rio Grande do Sul.

Mais de 2 mil pessoas, entre personagens importantes dessa história , movimentos sociais, lutadores que acompanharam desde o início a criação do Movimento, além do próprio governador do estado, Tarso Genro, estiveram presente no ato festivo, realizado no ginásio do assentamento 16 de Março, em Pontão, na última terça-feira (29/10).   Continue lendo “MST comemora 28 anos da primeira ocupação realizada pelo Movimento”

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Fiocruz Amazônia realiza seminário para discutir as interfaces entre a saúde mental e a saúde indígena

logo Fiocruz amazõnia

O Instituto Leônidas e Maria Deane – ILMD/Fiocruz Amazônia realizará no dia 21 de novembro de 2013, o Seminário Interfaces entre Saúde Mental e Saúde Indígena. Na oportunidade, ocorrerá o lançamento dos livros “Processos de Alcoolização Indígena no Brasil: perspectivas plurais”, coletânea organizada pelo médico psiquiatra e sanitarista e pesquisador da Fiocruz Amazônia, Dr. Maximiliano Loiola Ponte de Souza;  e “Medicinas Indígenas e as políticas da tradição:  entre discursos oficiais e vozes indígenas”, da Dr.ª Luciane Ouriques Ferreira. O evento acontece no auditório Salão Canoas – sede do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz), situada à rua Teresina, n. 476 – Adrianópolis.

Programação

14h30 a 15h – Abertura
15h a 16h –  Interfaces entre saúde mental e saúde indígena – Por Luciane Ouriques (ENSP/Fiocruz)
16h a 17h – Discussões sobre o processos de alcoolização indígena no Brasil – Maximiliano Ponte
18h – Lançamento dos livros “Processos de Alcoolização Indígena no Brasil: perspectivas plurais” e  “Medicinas Indígenas e as políticas da tradição:  entre discursos oficiais e vozes indígenas”
18h – Coquetel Continue lendo “Fiocruz Amazônia realiza seminário para discutir as interfaces entre a saúde mental e a saúde indígena”

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MS – “Nossa reserva é uma bomba relógio”, alerta vereador indígena

Aguilera de Souza foi eleito vereador em Dourados (Foto: Nicanor Coelho / Arquivo Capital News)
Aguilera de Souza foi eleito vereador em Dourados (Foto: Nicanor Coelho / Arquivo Capital News)

Renan Nucci,  Dourados Agora

Baseado na situação de fragilidade que se encontram os indígenas da região, o vereador Aguilera de Souza, afirma: “Dourados é uma bomba relógio que está prestes a explodir”. Durante entrevista ao Dourados Agora nesta quinta-feira, o parlamentar que vive na reserva indígena destacou que a área, além de ser carente de uma boa estrutura, também é pequena para abrigar todos os seus moradores.

“A reserva indígena de Dourados tem cerca de 3.500 hectares e uma população de aproximadamente 15 mil moradores. O espaço está ficando pequeno, principalmente por causa do índice de natalidade, já que por ano, pelo menos 500 nascimentos são registrados. Desse modo, dentro de pouco tempo, viver naquele local ficará insustentável se não houver mudanças urgentes”, comentou.

Ele explica que a ampliação das aldeias, bem como o fornecimento de recursos para que a comunidade possa se tornar independente para produzir e tirar o próprio sustento, por exemplo, são soluções viáveis, mas que esbarram na morosidade das autoridades políticas que levam anos para tomar alguma atitude. “Não adianta a realização de vários estudos, se nenhum deles é posto em prática”, destacou. Continue lendo “MS – “Nossa reserva é uma bomba relógio”, alerta vereador indígena”

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Eucalipto: comunidades quilombolas entram com ação civil no MP

eucliptoCEAS

Comunidades quilombolas Lagoa de Melquiades e Amâncio, Velame, Baixa Seca e Lamarão, do município de Vitória da Conquista-BA, entraram com uma Ação Civil Pública no Ministério Público da Bahia contra a G5 Agropecuária, empresa que atua na área de produção de carvão vegetal para a indústria de ferro-gusa, com fornos em várias fazendas espalhadas pelo Maranhão, Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo.

A ação –  resultado do Seminário Monocultura de Eucalipto, realizado em novembro de 2012, pelo Fórum de Entidades e Movimentos Sociais do Sudoeste da Bahia – visa defender as comunidades atingidas pelo uso indiscriminado de agrotóxico nas plantações de eucalipto, bem como conter a contaminação do solo e água da região e o desmatamento provocados pelo avanço dessa plantação.

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Sementes nativas recebem nomes que reforçam as identidades do semiárido brasileiro

Agricultores observam os cuidados com o banco de sementes durante visita à experiência na Paraíba. | Foto: Fernanda Cruz/Arquivo Asacom
Agricultores observam os cuidados com o banco de sementes durante visita à experiência na Paraíba. | Foto: Fernanda Cruz/Arquivo Asacom

Por Helen Santa Rosa, do Caa-Caanm, em Asa Brasil

Do Maranhão a Minas Gerais, de uma ponta a outra do semiárido, agricultoras e agricultores guardam sementes herdadas de seus avós e pais. Sementes da Paixão, da Fartura, da Resistência, da Vida, da Liberdade, Crioulas, da Gente. Sãos nomes que recebem as sementes nativas, conservadas pelas guardiãs e guardiões da biodiversidade. Elas e eles se encontram no 3º Encontro Nacional de Agricultores e Agricultoras que termina hoje (31) em Campina Grande, Paraíba.

As sementes são batizadas com nomes que expressam o sentido delas para a vida dos povos do semiárido. No estado do Sergipe recebe o nome de Semente da Liberdade. Seu Carlos Soares, conhecido por Carlinhos, guardião de sementes  diz que ela recebeu este nome por ser sinal de libertação. “ Antes eu era escravo e não sabia. Eu só plantava quando as pessoas doavam,  quando chegava a semente do governo. Hoje eu planto porque eu tenho”, relata.  Também no Piauí, agricultores e agricultoras conservam sementes resistentes e dão a elas o nome de Semente da Fartura. “O pouco que a gente planta desbanda sempre mais e dá com fartura ”, relata a guardiã Maria Alves Pereira.  Continue lendo “Sementes nativas recebem nomes que reforçam as identidades do semiárido brasileiro”

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Agricultores do Semiárido usam o teatro para criticar impacto do agronegócio

3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores. Apresentação da peça de teatro "Margarida e Biu - Os caminhos da agricultura na Borborema (wilson Dias / Agência Brasil)
3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores. Apresentação da peça de teatro “Margarida e Biu – Os caminhos da agricultura na Borborema” (Fotos: Wilson Dias / Agência Brasil)

Luciano Nascimento, Enviado Especial da Agência Brasil/EBC*

Campina Grande (PB) – Enxadas, facões e foices estão saindo da roça e ocupando os palcos para contar a história de pessoas que vivem na zona rural do Semiárido brasileiro. As ferramentas agora também fazem parte da cenografia de um grupo de teatro formado por trabalhadores rurais da região da Borborema, no agreste paraibano.

Situações vividas no cotidiano das famílias do sertão são o ponto de partida para uma reflexão sobre a agroecologia e os impactos do agronegócio na vida da plateia. Ontem (30), o grupo formado por 12 pessoas representou para os cerca de 300 participantes do 3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores do Semiárido. Continue lendo “Agricultores do Semiárido usam o teatro para criticar impacto do agronegócio”

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Nem tão limpa, nem tão barata

A Pública – Reportagem cinematográfica produzida nas hidrelétricas do Uruguai questiona custos reais da energia hidrelétrica

Por Coletivo Catarse

“A população brasileira precisa estar informada de que a energia limpa e barata de hidrelétricas não existe”, alerta o professor da USP Célio Bermann. Percorremos os caminhos do rio Uruguai, divisa dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, para apurar a questão. O resultado desse trabalho é a reportagem cinematográfica “Barragem”. Continue lendo “Nem tão limpa, nem tão barata”

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Procuradores debatem racismo, democracia participativa e cultura indígena

Fotos: ANPR
Fotos: ANPR

Em Associação Nacional dos Procuradores da República

Na manhã desta quarta-feira, 30, os participantes do 30º Encontro Nacional dos Procuradores da República discutiram a cidadania com foco em temas como racismo, cultura indígena e fortalecimento da democracia participativa.

A primeira palestra do dia “Projeto do Instituto Nossa Ilhéus – a cidade é movida pela cultura” surpreendeu os procuradores. A diretora da instituição, Maria do Socorro Mendonça, mostrou como uma iniciativa popular pode mudar a realidade política de uma cidade. Continue lendo “Procuradores debatem racismo, democracia participativa e cultura indígena”

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Felício Pontes, Procurador da República, diz que ações contra Belo Monte vão continuar

felicio pontes jrMinistério Público já apresentou 20 ações contra hidrelétrica no Pará. Nesta semana, juiz mandou parar obra, mas tribunal reverteu decisão.

Mariana Oliveira, do G1, em Brasília

O procurador da República Felício Pontes, que atua em processos sobre a hidrelétrica de Belo Monte há mais de dez anos, afirmou em entrevista ao G1 que continuará questionando a atuação do governo federal em relação à obra realizada no Rio Xingu, no Pará.

Nesta semana, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Souza Prudente atendeu um pedido do MP e decidiu suspender as obras do empreendimento, iniciadas em 2011.

Depois, o presidente do TRF-1, desembargador Mário Cesar Ribeiro, reverteu a decisão por entender que o caso não poderia ser analisado por Souza Prudente em razão de outros processos que aguardam decisão em instâncias superiores. Continue lendo “Felício Pontes, Procurador da República, diz que ações contra Belo Monte vão continuar”

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