Agentes pastorais e trabalhadores rurais são alvos de ameaças e perseguições em Tocantins

Adital – A Comissão Pastoral da Terra (CPT) denunciou mais uma vez a situação de ameaças e perseguições contra agentes pastorais e trabalhadores rurais em Tocantins. A nota, divulgada pela Coordenação Regional Araguaia-Tocantins da CPT na última sexta-feira (8), refere-se ao conflito envolvendo trabalhadores rurais e grileiros na área do Assentamento Santo Antonio Bom Sossego, localizado no município de Palmeirante.

As ações se intensificaram a partir de março deste ano, com ameaças de morte e perseguições contra os trabalhadores rurais e os agentes pastorais. De acordo com Silvano Rezende, agente pastoral da CPT, as ameaças têm concretizado-se nos últimos dias. Segundo ele, no mês de setembro e no dia 3 deste mês – “aproveitando o dia das eleições” – barracos de duas famílias que ocupam a área foram destruídos por obras de pistoleiros.
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Cimi receberá prêmio de Direitos Humanos

Adital – O Conselho Indigenista Missionário, Cimi, foi um dos ganhadores do prêmio “João Canuto/2010”, voltado para a área de Direitos Humanos. A entrega da premiação acontecerá no próximo dia 21, durante o Fórum Anual do Movimento Humanos Direitos, a ser realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A premiação tem por objetivo dar visibilidade aos empreendedores sociais, organizações rurais e urbanas, que se dedicam à defesa dos direitos humanos. Além do Cimi, o Comitê Popular pela Erradicação do Trabalho Escravo no Norte Fluminense do RJ e Leonardo Sakamoto, da ONG Repórter Brasil, também serão premiados.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&lang=PT&cod=51597

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Rio…nós amamos você!

Apesar dos esforços de nossos governantes em reduzir a violência no nosso Estado ao combate às milícias, tráfico de drogas e investimentos nas UPPs, nos últimos dias uma onda de ARRASTÕES deixou a cidade refém dos criminosos e de uma política de segurança “ousada” e frágil.

Dados divulgados pela Secretária de Segurança (ISP) apresentaram redução da criminalidade e um patrulhamento ostensivo nas ruas, indo na contramão da nossa realidade que deixam a todos nesse fogo cruzado.
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CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais

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Tecnologias e Processos de Difusão do Conhecimento

Vimos convidá-lo a participar no tríptico de eventos: IV Colóquio Internacional Saberes, Práticas, I Conferência Internacional de Africanidade e I Simpósio Internacional de Multirreferencialidade e Etnicidade que se realizará na Cidade do Salvador, Bahia, entre os dias 25 e 29 de outubro de 2010.

Em oportunidades anteriores (dezembro de 2002, outubro de 2005 e de 2009) se realizaram os três primeiros Colóquios Internacionais Saberes, Práticas que abordaram as temáticas: construção de saberes e de práticas de (in)formação profissional na sociedade do conhecimento no I Colóquio; difusão do conhecimento científico e tecnológico na sociedade da aprendizagem no II Colóquio e tecnologias e processos de difusão do conhecimento no III Colóquio. Neste novo encontro consideramos pertinente dedicar espaços específicos à gestão do conhecimento em relação com tecnologias e processos de difusão, à africanidade e à relação entre a perspectiva multirreferencial e a etnicidade. Este triplo evento permitirá o intercâmbio entre especialistas de diferentes continentes e a difusão da informação atual desenvolvida nos diferentes campos de conhecimentos, saberes e práticas.

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Escola indígena e movimento indígena: imbricações necessárias

Resumo: O movimento indígena se constitui como uma qualificação de forças de modo a promover os anseios das comunidades indígenas e superação dos problemas que lhes afetam, valorizando as ações interculturais em face de numa sociedade desigual e com projetos uniformizados. Deste modo, a escola indígena possui sua relevância em protagonizar as lutas indígenas no seio das comunidades e fora delas, seja na produção de conhecimento bem como em ações efetivas para conquista de direitos. Assim, a escola indígena deve estar imbricada ao movimento indígena ampliando seu papel e direcionando ações concretas nas lutas e reivindicações das comunidades.

Palavras chaves: Escola. Movimento. Interculturalidade. Amplitude. Autonomia. As dificuldades cotidianamente enfrentadas pelos povos indígenas do Brasil na luta pela sobrevivência e pelo respeito aos seus direitos fundamentais trazem muitas questões relacionadas à necessidade de um fortalecimento do movimento indígena, sob aspectos de uma “unificação” de forças, visando o enfrentamento, em condições menos assimétricas, de um amplo e insistente aparato estatal e econômico anti-indígena. Neste contexto, a escola indígena exerce extrema relevância.
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América Latina: III Minga Global por la Madre Tierra y los derechos de los pueblos

Servindi – Una serie de actividades en defensa de los derechos de los pueblos indígenas y por la Madre Tierra se realizarán este mes de octubre en diversas partes del continente americano, a propósito de conmemorarse el día de la resistencia indígena.
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Operação Fazenda Brasil mais uma ação para por fim à exploração ilegal de madeira em Terra Indígena Cinta Larga

No contexto da operação Arco de Fogo/Custódia, acontece em Aripuanã-MT, mais uma ação interinstitucional na busca pela erradicação e responsabilização dos envolvidos na exploração ilegal de madeira em Terra Indígena Cinta Larga (TI Cinta Larga), no noroeste de Mato Grosso.  A operação Fazenda Brasil teve início ontem (07/10), e consiste em incursão por terra na TI Aripuanã e cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão em Aripuanã e Conselvam.

A primeira etapa foi desencadeada ontem às 6h com uma equipe composta de agentes do Ibama, Polícia Federal, Funai e Força Nacional adentrando no interior da TI Aripuanã.  Esta etapa durou 26h, terminando com a prisão de três envolvidos, além de equipamentos e veículos apreendidos.  Na incursão dentro da TI houve resistência por uma parte da etnia, ligada à aldeia Flor da Selva, onde estavam cerca de 50 índios pintados, portando arco e flecha, bloqueando o acesso das equipes.
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Manifesto de reitores das universidades federais à nação brasileira

Da pré-escola ao pós-doutoramento – ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional – consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.
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Os povos indígenas e as eleições 2010. Entrevista especial com Egon Heck

Desde o período colonial até os dias de hoje, o discurso em relação aos povos indígenas, no Brasil, ganha roupagens diferentes, muda de acordo com o momento histórico, mas trás uma carga de rejeição e preconceito. Ao comentar a declaração do atual Ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, sobre a dependência que as demarcações de terras geram aos índios, o coordenador do Conselho Indigenista Missionário – Cimi do Mato Grosso do Sul, Egon Heck, percebe a retomada do discurso proferido na ditadura militar pelo ex-Ministro do Interior do governo Médici, Rangel Reis: “Os povos indígenas não podem ser obstáculo ao desenvolvimento; têm de ser emancipados”. Por trás desse pensamento, explica, está a “possibilidade de os índios deixarem de serem índios (…) porque, como tal, se tornam dependentes, não se integram no sistema produtivo do país e, portanto, estão ameaçados”.

Em entrevista concedida, pessoalmente, à IHU On-Line, quando esteve no Instituto Humanitas Unisinos – IHU apresentando uma palestra sobre a luta dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul, Heck chamou atenção para a demarcação das terras indígenas, que parece estar praticamente resolvida no país. Ele contestou os números divulgados pelo governo de que 95% das terras estariam demarcadas. “100% das terras do Mato Grosso do Sul precisam ser resolvidas”. E dispara: “As terras que estão com o processo concluído e que não têm invasões registradas, não chegam à metade, ou seja, são menos de 50%”.
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Honduras: Indigenous Organizations declare themselves on Alert and ready to Mobilize

Servindi – Indigenous organizations of the Tulupanes, Pech, Miskitos, Maya-Chortis, Lencas and Garífunas peoples signed a declaration indicating that they are on alert and ready to mobilize to defend their land, rejecting the river concessions and reaffirming their world view.

“Given the persistent opinion that we, the indigenous peoples, are opposed to development, we would like to state that this is totally false and that the environmental crisis, which our planet is facing, requires immediate discussions to be held regarding the development model imposed and the consequences of the excessive use of hydrocarbons,” as per the representatives of the seven indigenous organizations.

The meeting held on October 2 and 3 in the community of Sambo Creek brought together members of the Honduran Black Fraternal Organization, the Maya Chorti Indigenous Council of Honduras, the Civic Council of Popular and Indigenous Organizations of Honduras, among others.
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