Desempenho de cotistas na UFMG é igual ou superior aos demais alunos

No curso de história, a média das notas dos cotistas é 89% maior do que quem entrou pela ampla concorrência. Em ciências da computação, a nota deles é 58,14% maior. Na engenharia de controle e automação, 52,94% e, em medicina, a nota dos cotistas é 50% melhor.

Por Junia Oliveira, no EM

Números apresentados nessa quinta-feira pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) jogam por terra os argumentos de quem acreditou que a entrada de cotistas comprometeria a qualidade de ensino na maior instituição de ensino superior do estado. Os beneficiários da Lei das Cotas mostram, desde 2013, desempenho acadêmico igual ou superior aos demais alunos. No quesito evasão, eles também são destaque: desistem muito menos dos cursos. Em alguns casos, a cada dois estudantes da ampla concorrência que abandonam a faculdade, o mesmo ocorre com um é cotista. Continue lendo “Desempenho de cotistas na UFMG é igual ou superior aos demais alunos”

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Há 36 anos, professores se reuniram em protesto na Praça da Liberdade, MG

Educadores foram expulsos pela polícia e atingidos por jatos d’água, bombas e gás lacrimogêneo

Por Marcelo de Souza, no EM

Episódios de violência entre autoridades e professores no Brasil, como o que ocorreu esta semana em Curitiba, deixam claro que a valorização dos profissionais da educação nunca saíram das promessas de campanha de governantes. Há mais de três décadas, em maio de 1979, professores primários e secundários mineiros – a maioria mulheres – foram expulsos da Praça da Liberdade e atingidos por jatos d’água, bombas e gás lacrimogêneo durante manifestação por aumento salarial e melhorias nas condições de trabalho nas escolas públicas. A atuação truculenta da polícia contra os professores, no dia 29 de maio, em um dos pontos símbolos do estado de Minas Gerais, gerou grande desgaste político para o então governador de Minas, Francelino Pereira. Continue lendo “Há 36 anos, professores se reuniram em protesto na Praça da Liberdade, MG”

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Declaración de La Vía campesina sobre la migración y los trabajadores rurales

La Via Campesina

(1 de Mayo de 2015) – La migración de los pueblos a través de barreras arbitrarias forma parte integral de la historia de la humanidad. Motivados por la búsqueda de unas mejores condiciones de vida, estos movimientos de población de un lugar a otro se han transformado más tarde en procesos sociales, económicos y políticos que han beneficiado ampliamente a las élites dirigentes – desde los vendedores de esclavos a las multinacionales actuales. Hoy en día, el capital exige unas libertades excepcionales para sí mismo, que se combinan con grandes restricciones para los pobres y que suponen el origen de guerras, exclusión social, injusticias económicas, crisis climática mundial y que fuerzan a miles de seres humanos a buscar refugio más allá de las fronteras internacionales impuestas. Continue lendo “Declaración de La Vía campesina sobre la migración y los trabajadores rurales”

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Fuerte terremoto en Nepal ha causado gran destrucción y sufrimiento. Solidaridad de Via Campesina

La Vía Campesina mensaje de solidaridad y llamado de apoyo

Via Campesina

(Harare, 1 de Mayo de 2015) La Vía Campesina expresa su solidaridad  al campesinado nepalés y a todo el pueblo de Nepal  frente al terrible terremoto que enfrentaron en días pasados. Las autoridades nepalesas estiman que más de 10,000 personas han perdido sus vidas, y muchos más han sufrido heridas. Estamos sumamente entristecidos por esta tragedia y  por todo el desconsuelo que enfrentan los que han perdido a sus  familiares y hogares. Lamentablemente,  este  sufrimiento se ha hecho aún peor para el campesinado y comunidades rurales de difícil acceso, donde la situación es más crítica. Según informes no se puede acceder a estas zonas con transporte regular, lo que hace  más difícil la coordinación e implementación de apoyo.  Continue lendo “Fuerte terremoto en Nepal ha causado gran destrucción y sufrimiento. Solidaridad de Via Campesina”

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A educação libertadora, por Elaine Tavares

Em Palavras Insurgentes

Corria o ano de 1794. Um jovem professor, debruçado sob a luz da vela, escrevia sem parar. Redatava o documento que ficou conhecido como as “reflexões sobre o estado atual da escola”. Com esse texto ele acreditava poder mudar toda a política de educação pública da sua cidade, Caracas. Era um desses educadores que amava demais o ofício de ensinar e, por isso, queria melhorar a escola pública que nascia, finalmente, atendendo aos filhos de camponeses e comerciantes pobres. Naqueles dias, só os pobres iam para a escola pública. Os filhos da elite tinham preceptores. Já os negros, índios e pardos nem à escola podiam ir, a eles o que estava reservado era a instrução fortuita, nas barbearias, quando alguma boa alma se prestava a ensinar as primeiras letras. E as escolas públicas eram poucas e ruins. Continue lendo “A educação libertadora, por Elaine Tavares”

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Índios mantêm 20 servidores da Sesai reféns na Reserva Yanomami em RR

Piloto que deixou a área diz que índios pedem saída de gestora da Sesai. Gestora do Dsei Yanomami diz ter informado a Polícia Federal sobre o caso.

Por Emily Costa, do G1 RR

Mais de 150 índios da etnia Yanomami mantêm cerca de 20 funcionários da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) reféns na região de Surucucus, Noroeste de Roraima, na Terra Indígena Yanomami (TIY), desde a manhã desta sexta-feira (1º). Conforme o piloto Liés Carvalho, que conseguiu deixar a região no início desta tarde, os indígenas cobram a exoneração da gestora do Distrito Especial de Saúde Indígena Yanomami (Dsei-Y) e de um outro servidor da Sesai. Continue lendo “Índios mantêm 20 servidores da Sesai reféns na Reserva Yanomami em RR”

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Primeiro de Maio: da Chicago de 1886 à Curitiba de 2015, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Trabalhadores entraram em greve para reivindicar direitos que consideravam justos. E, em uma das manifestações, a polícia abriu fogo contra a multidão.

Curitiba, 2015? Poderia ser. Mas estou falando da Chicago de 1886. Continue lendo “Primeiro de Maio: da Chicago de 1886 à Curitiba de 2015, por Leonardo Sakamoto”

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Hidronegócio: Para onde vai a água numa crise construída? Seminário na USP, 18-23 de maio

O Seminário Hidronegócio: Pra onde vai a água numa crise construída? ocorrerá entre os dias 18 a 23 de Maio, nos Anfiteatros da Geografia/História – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, da Universidade de São Paulo.

Este evento visa problematizar as formas de apropriação das águas na sociedade, em meio ao processo de privatização de recursos naturais que se intensifica. Como forma de ampliar a visão da atual crise hídrica da região Sudeste do Brasil, o seminário pretende promover articulação e debate entre atores que constroem o enfrentamento da crise, trazendo reflexões e perspetivas ausentes nos discursos da mídia e dos governantes. Continue lendo “Hidronegócio: Para onde vai a água numa crise construída? Seminário na USP, 18-23 de maio”

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Sonia Guajajara faz um [excelente] balanço da situação dos índios no Brasil, da PEC 215 à questão dos Jogos Indígenas

Por Beth Begonha, na EBC

O Amazônia Brasileira do dia 29 de abril conversou com a coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sonia Guajajara. Ela acaba de retornar do Fórum Permanente para Questões Indígenas da Organização das Nações Unidas (ONU), onde apresentou as preocupações e insatisfações dos povos indígenas do Brasil. Continue lendo “Sonia Guajajara faz um [excelente] balanço da situação dos índios no Brasil, da PEC 215 à questão dos Jogos Indígenas”

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Movimento Munduruku manda recado ao governo e à sociedade sobre demarcação de Terra Indígena

No Xingu Vivo

Após a publicação, nesta quarta, 29, de uma decisão do Tribunal Regional Federal ordenando à Funai que dê prosseguimento ao processo demarcatório da Terra Indígena (TI) Munduruku Sawre Muybu, no Pará, as organizações indígenas do Tapajós divulgaram um comunicado ao governo federal e à opinião pública. No documento, antecipando a repetição de anulação da decisão por manobras do governo –o que tem ocorrido em todos os processos contra a construção de hidrelétricas na Amazônia com decisão favorável às populações atingidas e ameaçadas-, os Munduruku reafirmam a intenção de prosseguir com a autodemarcação da TI. A iniciativa começou em novembro do ano passado e tem como objetivo assegurar o território independente da boa vontade do governo. Continue lendo “Movimento Munduruku manda recado ao governo e à sociedade sobre demarcação de Terra Indígena”

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