“Fui demitido porque saí da senzala”

Garis do Rio perseguidos após alcançar conquistas históricas. Prefeitura demite lideranças e avança em projeto de terceirização, em vingança contra categoria

Por Célio Gari, no Círculo de Cidadania

Trabalho há 15 anos na Comlurb no final de abril fui demitido. Não fui o único. 77 colegas foram dispensados nos últimos dias. Todos garis que cometeram o “pecado” de exercer o direito de greve, que se organizaram e resolveram se fazer visíveis. O amigo Bruno da Rosa, por exemplo, foi demitido porque ousou responder a um dos gerentes que se portava como um verdadeiro capataz de escravos. Continue lendo ““Fui demitido porque saí da senzala””

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Índios são acusados de tentativa de homicídio por flechada em bota de PM

Segundo a PM, a flecha foi disparada na direção do pé do capitão da PM Edson Gondim Silvestre, 38, no momento em que a polícia impedia um grupo de índios de entrar no Anexo II da Câmara

Folhapress/O Tempo

Uma flechada na sola do coturno de um policial militar durante confronto entre a PM e índios que protestavam em um anexo da Câmara em dezembro do ano passado rendeu a três indígenas uma acusação, feita pelo Ministério Público do Distrito Federal, de tentativa de homicídio. Se condenados, poderão cumprir penas que variam de dois a 14 anos de prisão em regime fechado. Continue lendo “Índios são acusados de tentativa de homicídio por flechada em bota de PM”

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Um genocídio planejado pelo Estado brasileiro? Entrevista com Cleber Buzzato

Há uma conjugação político-econômica, envolvendo os três poderes, numa mesma direção, que pode vir a exterminar os povos indígenas do Brasil.

Luciana Gaffrée, Rel-UITA

Presente no Fórum Permanente para Questões Indígenas da Organização das Nações Unidas, que teve sua abertura no dia 20 de abril, em Nova York (EUA), Cleber Buzatto, secretário executivo do Cimi, em entrevista para A Rel, nos fala das graves decisões políticas tomadas pelo Supremo Tribunal Federal; do perigo do extermínio de vários povos indígenas; e da importância de internacionalizar essas denúncias, onde a Rel-UITA entra como um importante agente e parceiro. Continue lendo “Um genocídio planejado pelo Estado brasileiro? Entrevista com Cleber Buzzato”

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Internet, banalidade e infância mercantilizada

Quebra de privacidade em escola famosa e avanço da propaganda infantil na rede alertam: obcecados pela conectividade, estaremos cegos ao vazio que ela pode causar?

Por Lais Fontenelle Pereira, Outras Palavras

“Internet, pais infantis e banalidades”. Esse é o título do artigo em que falei sobre minhas inquietações a respeito da relação que adultos e crianças têm mantido com as redes sociais e, principalmente, sobre os tênues limites entre o público e o privado. Passados pouco mais de seis meses, minha inquietação só aumentou. Ao ler sobre o caso do vazamento de anotações dos professores sobre alunos no Colégio Bandeirantes, notei como é urgente o debate sobre o tema – com o qual nenhum de nós, a começar pela família e a escola, está preparado para lidar. Continue lendo “Internet, banalidade e infância mercantilizada”

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Essa é a razão da nossa luta por território, por Jairo Saw Munduruku

Carta de Jairo Saw Munduruku comentando a decisão da justiça Federal em obrigar a FUNAI a dar prosseguimento ao reconhecimento da Terra Indígena Sawre Muybu e sobre a importância do território para os Munduruku. Avance, lute e não desista!!!

No Autodemarcação no Tapajos

É dever do governo proteger os povos indígenas em todos os aspectos culturais circunstanciais. Garantida o direito à terra tradicionalmente ocupada, com usufruto exclusivamente do povo para a sobrevivência da sua espécie. O governo não deve nos proteger usando a força de opressão, intimidando-nos com uso da violência, sem ambição e sem interesse econômico da nossa terra. Nós não negociamos a terra, trata-se de preservar o que ela nos oferece. Sendo ela bem cuidada ela também nos cuidará. Continue lendo “Essa é a razão da nossa luta por território, por Jairo Saw Munduruku”

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Guarani do Jaraguá: reunião sobre reintegração de posse acontece nesta terça-feira

Adriana Carvalho

Os líderes da aldeia Itakupe, situada no bairro do Jaraguá, foram convocados para reunião no Batalhão da Polícia Militar de Vila Clarice a partir das 15h. Estarão presentes o ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Antônio Tito Costa e representantes da Funai. Apoiadores farão mobilização pacífica no local. Continue lendo “Guarani do Jaraguá: reunião sobre reintegração de posse acontece nesta terça-feira”

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Em jornal do Pará, anúncio pede criança de 12 a 18 anos para adoção e trabalho de babá

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

Enquanto diferentes instâncias públicas se voltam para a investigação do caso das crianças de quilombos Kalunga, entregues a famílias de Cavalcante, Goiás, e submetidas a condições de semiescravidão e, em alguns casos, até mesmo a abusos, duas novas histórias apareceram ontem, agora no Pará.

No Diário do Pará, um anúncio classificado publicado anteontem (02/05) pedia menina de 12 a 18 anos para uma “adoção”, a partir da qual trabalharia como babá. Denunciado, o pedido provocou indignação e, felizmente, a ação imediata de uma juíza, que telefonou e confirmou sua veracidade. Das redes sociais, a história ganhou espaço também no universo blogueiro. Continue lendo “Em jornal do Pará, anúncio pede criança de 12 a 18 anos para adoção e trabalho de babá”

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Apremavi: “Nota de esclarecimento e repúdio”

Observação: a Nota que segue, enviada pela Apremavi, diz respeito à notícia “Hidrelétrica vai destruir uma imensa área de Mata Atlântica primária que protege as nascentes do rio Itajaí, em SC“, recebida e publicada por este blog no dia 27 de abril de 2015. (Tania Pacheco) 

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A Apremavi – Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida, fundada em 1987, com sede no município de Atalanta (SC), reconhecida como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça, vem a público prestar esclarecimentos e repudiar as mentiras e calúnias constantes em email publicado e distribuído para diferentes interlocutores da internet no dia 25 de abril de 2015 às 22:38hs por Germano Woehl Junior <[email protected]> com o seguinte título: Assunto: Apremavi está ajudando a construirem hidrelétricas no rio Itajaí em SC. Continue lendo “Apremavi: “Nota de esclarecimento e repúdio””

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Após despejo, Incra se compromete em assentar Sem Terra no RS

Em reunião neste domingo com a presidente do Incra, Maria Lúcia Falcón, o órgão federal se comprometeu a assentar todas as famílias acampadas no estado

Da Página do MST

Durante audiência realizada na manhã deste domingo (03) com trabalhadores do MST, a presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra),  Maria Lúcia Falcón, afirmou que a autarquia irá liberar recursos para a compra de novas áreas para assentar cerca de 250 famílias no Rio Grande do Sul ainda este ano. Continue lendo “Após despejo, Incra se compromete em assentar Sem Terra no RS”

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La evolución del Cóndor

Director del prestigioso Proyecto Documentación Cono Sur del Archivo de Seguridad Nacional en Washington, habló en el juicio en Buenos Aires. Trajo decenas de documentos que muestran el rol de EE.UU. y la CIA en la coordinación entre países de la represión, que arrancó mucho antes de lo pensado

Por Alejandra Dandan – Página 12

Carlos Osorio es el director del Proyecto Documentación Cono Sur del Archivo de Seguridad Nacional de la Universidad de Washington. Este archivo es uno de los lugares que guarda los documentos desclasificados del Departamento de Estado de los Estados Unidos sobre las dictaduras de la región. Osorio declaró diez horas en el juicio oral por el Cóndor que se hace en Buenos Aires y que la semana próxima entra en la etapa de alegatos. El investigador presentó un Excel de 900 documentos, 40 por ciento de los cuales provienen del acervo norteamericano y otro tanto del Archivo del Terror paraguayo. De los 900, seleccionó 100 para la audiencia. Su serie no empieza en 1975 con la sabida conferencia de Inteligencia en Chile, en la que se instituyó formalmente la coordinación de las fuerzas represivas bajo el nombre de Cóndor. Empieza en 1972, algo que es su clave de lectura sobre ese proceso. Cuando los defensores vieron en la pantalla de la sala la primera pieza, uno levantó la mano alarmado y objetó lo que le parecía fuera del objeto de juicio. El presidente del Tribunal Oral Federal N° 1 Oscar Amirante lo interrumpió: “Usted tiene conocimiento de cuándo empezó el Plan Cóndor –le dijo el juez–, el tribunal todavía no”. Continue lendo “La evolución del Cóndor”

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