Apaches furiosos acusam Obama de racismo

Apaches furiosos acusam Obama de racismo
O presidente da tribo apache, Jeff Houser

 

Chamar “Geronimo” à operação contra Bin Laden vem na linha de chamar “Cruzada” às invasões do Afeganistão e do Iraque, como em tempos fez George W. Bush: uma gaffe monumental. Contra esta indignaram-se a seu tempo os povos árabes. Contra a nova gaffe protestam agora os índios norte-americanos, nomeadamente em carta aberta do presidente da tribo apache.

A carta aberta foi publicada pelo líder apache, Jeff Houser, no sítio oficial da tribo, http://www.fortsillapache-nsn.gov/no. E está a dar brado nos Estados Unidos, porque o cacique índio não está com meias palavras e acusa Barack Obama de racismo. Ao baptizar com o nome de “Geronimo” a operação para liquidar Bin Laden, Obama terá lançado contra a tribo apache um verdadeiro insulto. Isto foi, diz Houser, sem medo dos superlativos, “o mais racista que já nos aconteceu”. E explica: “A identificação de Geronimo com Osama bin Laden, um genocida e um cobarde terrorista, é dolorosa e ofende a nossa tribo e todos os indígenas”.
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Advogada de segurança entrará com representações por racismo e tortura

Ela afirma que vai pedir indenização por danos morais e assistência médica e psicológica

A advogada Regina Iara Ayub Bezerra, representante do segurança Márcio Antônio de Sousa, de 33 anos – que foi agredido por um vigia das Lojas Americanas no último dia 23 – diz que vai entrar ainda hoje com representação por racismo e vai solicitar investigações pelo crime de tortura.

Regina afirma que vai pedir indenização por danos morais, assistência médica e psicológica à Márcio e sua filha, que estava presente com o pai no momento da agressão. Segundo a advogada, o segurança está surdo do ouvido direito e tem uma lesão na vista, e ainda não sabe a gravidade. “Dependendo de qual a profundidade dessa lesão, o crime pode ser considerado como lesão grave ou gravíssima”, declarou a advogada hoje ao Portal Correio do Estado.
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Direitos Humanos fará audiência sobre casos de pedofilia no Pará

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realiza hoje audiência pública para discutir os casos de pedofilia no Pará.  Os dados foram levantados em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) realizada na própria Assembleia Legislativa do estado.  A reunião está marcada para as 16 horas, no auditório João Batista da Assembleia Legislativa do Pará, em Belém.

A iniciativa do debate é do deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).  “A CPI, que atuou em 2008, apurou denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes e resultou em um relatório em fevereiro de 2010.  O levantamento apontou cerca de 26 mil casos registrados”, explicou.

Além de parlamentares da Câmara, devem participar da audiência, representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); e do Ministério Público estadual e federal.

http://amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=383436

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Ministros falarão sobre a questão nuclear? artigo de Zoraide Vilasboas

A audiência pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados para discutir a “Segurança Nuclear no Brasil”, serviu para expor, mais uma vez, a insegurança e os riscos inerentes ao uso dessa tecnologia, na produção de energia, e a falta de transparência do Programa Nuclear Brasileiro. Mas não só isto. Neste momento, em que o uso da energia atômica está “na berlinda” no mundo inteiro, após a catástrofe japonesa de Fukushima, a Comissão de Meio Ambiente tomou duas importantes atitudes:
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PF incluirá dimensão de raça nos cursos de formação de agentes de segurança privada

Proposta apresentada pela SEPPIR visa o combate ao racismo na atuação dos agentes de segurança. O assunto é ponto de pauta do I Encontro de Escolas e Academias de Formação de Vigilantes em Salvador

A Polícia Federal deverá incluir a dimensão de raça na Portaria nº 387/2006, que disciplina as atividades de segurança privada desenvolvidas pelas empresas especializadas no Brasil. A legislação será alterada ainda este ano, conforme compromisso firmado com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), visando o combate ao racismo nessa área. Porém, a inserção da temática já está sendo proposta no I Encontro Nacional de Escolas e Academias de Formação de Vigilantes no Brasil, realizado ontem e hoje (04 e 05), em Salvador.

A apresentação da PF no evento da capital baiana foi subsidiada por documento elaborado por técnicos da SEPPIR, a partir da avaliação do contexto da segurança privada no país e tendo como objetivo a adoção de ações de enfrentamento ao racismo. Na atividade, estão reunidos representantes das escolas de formação da segurança privada.

“A proposição caminha no sentido de incluir a perspectiva de raça no conteúdo programático dos cursos para evitar manifestações de racismo na abordagem da segurança privada”, declara a ministra da SEPPIR, Luiza Bairros, explicando que a articulação foi pensada em função de constantes denúncias de prática de discriminação racial por parte de vigilantes em estabelecimentos comerciais. O curso de formação para vigilantes tem carga horária de 160 horas e a grade curricular é definida pelo Ministério da Justiça, por meio da Portaria nº 387/2006. Continue lendo “PF incluirá dimensão de raça nos cursos de formação de agentes de segurança privada”

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BA – Assassinatos em comunidades de fundo de pasto serão finalmente investigados

Graças à mobilização em torno do assunto e à intervenção da Ouvidoria Agrária Nacional, parece que dois assassinatos ocorridos em comunidades de fundo de pasto serão finalmente investigados, na Bahia. O primeiro foi o do trabalhador rural Antônio de Jesus Souza, na fazenda Serra da Bahia, em 6 de janeiro de 2001; o segundo, o de Gilson André da Silva, na área da comunidade Capivara, no dia 11 de março.

O Desembargador Gercino José da Silva Filho, Ouvidor Agrário Nacional e Presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, havia enviado ofício solicitando providências das autoridades policiais baianas. Mas o delegado de Monte Santo, onde os casos ocorreram e que por isso mesmo deveria cuidar das investigações, eximiu-se, alegando falta de pessoal e de “combustível”.

Ante a insistência do Ouvidor, o  delegado-geral adjunto de Polícia Civil do Estado da Bahia, Bernardino Brito Filho, enviou finalmente ofício informando ter determinado que o Coordenador Regional em Senhor do Bonfim indique o delegado que presidirá o inquérito.

Esperamos que a indicação saia logo e que, desta vez, o delegado tenha funcionários e combustível, antes que os assassinatos caiam em “exercício findo”. TP.

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Sistema de cotas para negros

Previsão em editais é apenas paliativo para problema da desigualdade social no País

O Ministério das Relações Exteriores estabeleceu cotas para negros na prova de admissão ao curso de preparação de diplomatas do Instituto Rio Branco-Itamaraty, no concurso de 2011. O percentual será de 10% e serve apenas para a primeira fase do concurso. Apesar da notícia, a inclusão de cotas para negros em editais não é recente, uma vez que vários editais pelo país já fizeram a respectiva inserção.

Diversas entidades relacionadas aos movimentos negros, políticos e alguns concurseiros consideram a inclusão de cotas em concurso público uma vitória. Todavia o assunto é extremamente polêmico, não possuindo uma lei que regulamente a questão em âmbito nacional.

Em virtude da falta de regulamentação da matéria e levando-se em consideração que os editais são elaborados e restritos às considerações de cada órgão público, o Poder Judiciário é acionado diversas vezes para dirimir descontentamentos referentes a esta questão, existindo decisões favoráveis e desfavoráveis.
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Mãe Stella fala sobre cultura iorubá e sincretismo religioso na Bahia

Mãe Stella de Oxóssi

 

Mãe Stella de Oxóssi foi a personalidade convidada para a volta do projeto “Com a palavra o escritor”, na Fundação Casa de Jorge Amado, no Pelourinho, em Salvador.

A plateia ficou lotada de pessoas interessadas em literatura e cultura baiana. No encontro mediado pela escritora Yeda Castro, Mãe Stella respondeu a perguntas do público. O bate-papo girou em torno de temas como sincretismo religioso.

Frases de Mãe Stella foram projetadas entre fotos da escritora, que tem cinco livros publicados. Mãe Stella foi a primeira Ialorixá a escrever sobre a cultura iorubá. Doutora “honoris causa” da Universidade Federal da Bahia e com vários prêmios, Mãe Stella autografou suas obras.
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Ocupação de prédio do IPSEMG na Praça da Liberdade, em BH.


Na manhã do dia 02 de maio de 2011, militantes de diversos movimentos sociais, liderados pelas Brigadas Populares e com a participação da Comunidade Dandara e do Comitê Popular dos Atingidos Pela Copa 2014, ocuparam o prédio do IPSEMG na Praça da Liberdade. O Governo do Estado tentou repassar a preço de banana o prédio do IPSEMG para se tornar um grande hotel de luxo. Negócio fraudulento, ilegal e imoral, foi anulado por decisão do Tribunal de Contas do Estado. A rede Hoteleira de Fazano, amigo de Aécio Neves, pagaria menos de 15 mil reais por mês (o valor correto seria mais de 100 mil por mês) para usar o valorizado imóvel do IPSEMG por 35 anos, indefinidamente prorrogáveis. Um crime contra o patrimônio público e contra o povo mineiro. Não é essa a Copa do Mundo que queremos, com licitações ilícitas, remoções forçadas de mais de 3.400 famílias, despejos violentos, repressão sobre os pobres e falta de transparência. Por isso ocupamos legitimamente o prédio abandonado do IPSEMG.

Enviada por Ricardo Álvares.

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Agrotóxicos: longe dos olhos e dentro dos alimentos que consumimos

Já está estabelecido que a grande mídia não se pauta necessariamente por fatos que sejam efetivamente relevantes para os grandes problemas que ocorrem na sociedade humana.  Aliás, como qualquer empresário operando num sistema que visa o lucro, os donos de veículos de imprensa acabam ressaltando ou suprimindo agendas de acordo com seus interesses de classe social.  E apesar de eticamente questionável, visto que a ação da imprensa deveria ser voltada para apresentar fatos e não versões de uma dada realidade, isto chega a ser tolerável quando o assunto não é algo de importância estratégica para o bem estar de todos os cidadãos que compõem a sociedade em que estão inseridos.  Caso contrário, a omissão de elementos que permitam uma avaliação compreensiva de problemas que nos afetam coletivamente transpõe o campo do que pode ser tolerado.
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