Oficina de capacitação estimula o desenvolvimento sustentável em comunidades costeiras

Acontece nesta quinta-feira (12), e vai até sábado (14), em Aracaju, a Oficina de Capacitação da Metodologia do Projeto Estrelas-do-Mar. O curso tem o intuito de estimular e promover o desenvolvimento sustentável em comunidades costeiras através do protagonismo juvenil e da valorização da cultura local.

A oficina terá como foco o turismo sustentável de base comunitária, a metodologia utilizada pelo projeto Estrelas-do-Mar e suas experiências bem sucedidas de turismo de base comunitária em comunidades costeiras. Na ocasião, serão trabalhadas conceituações sobre turismo geral e turismo sustentável em áreas naturais, além de desenvolver juntamente com os participantes uma proposta de intervenção com foco no turismo sustentável de base comunitária aplicável na comunidade envolvida.

Os interessados devem fazer as inscrições até amanhã (11), através do preenchimento de formulário a ser solicitado pelo e-mail: [email protected] ou pelos telefones: (79) 3246-5242 e 3246-5211.

 

http://www.adital.com.br/hotsite_economia/noticia.asp?lang=PT&cod=56329

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Poluição do ar leva governo fluminense a embargar obras da unidade de produção de aço da CSA

Carolina Gonçalves, Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – As obras de construção da unidade de Santa Cruz, da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), estão embargadas, a partir de hoje (11), pela Secretaria do Ambiente fluminense. A construção da unidade é para aumentar em mais um terço a produção de aço da usina.

Ao anunciar o embargo, o secretário Carlos Minc disse ontem (10) que as obras só serão retomadas depois que a CSA resolver os problemas que causaram a poluição do ar, entre eles o da falta de cobertura e exaustão no local onde é depositada parte do material da produção de aço. Essa falha, segundo Minc, é apontada como uma das principais causas das emissões de nuvens de prata que foram registradas em agosto e dezembro de 2010 na região de Santa Cruz, bairro da zona oeste da cidade.

O secretário do Ambiente disse ainda que, além do embargo de obras, a CSA tem agora um mês para começar a construir uma área emergencial para evitar que novas emissões de poeira de grafite cheguem às comunidades vizinhas. Carlos Minc afirmou que, caso a companhia não cumpra esse prazo de início das obras, a licença ambiental que permite as operações da usina será suspensa. Continue lendo “Poluição do ar leva governo fluminense a embargar obras da unidade de produção de aço da CSA”

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Desenvolvimento a Ferro e Fogo

A Companhia Siderúrgica do Atlântico é o primeiro bloco de megaempreendimentos industriais previstos para o entorno da Baía de Sepetiba. A empresa ainda não recebeu licença de operação definitiva e já acumula diversas multas por danos ambientais e sociais. A população pede socorro. A narração do vídeo é de Wagner Moura. Uma realização Ibase com apoio da Revenue Watch.

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Movimentos pela paz exigem fechamento da Base de Guantânamo

O Conselho Mundial da Paz (CMP), o Movimento Cubano pela Paz (Movpaz), o Instituto Cubano para Amizade com os Povos (Icap) e mais de 30 outras organizações de luta pela paz no mundo divulgaram neste fim de semana (7 e 8 de maio) documento em que exigem a imediata retirada de tropas estrangeiras de territórios ocupados ao redor do mundo e a suspensão de programas nucleares com fins militares.

O documento é resultado do 2º Seminário Internacional contra as Bases Militares, realizado Guantânamo, em Cuba, com a participação de 36 países, e presidido pela dirigente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes.

Em seu discurso de abertura do evento, Socorro lembrou que a reunião estava se realizando ao lado da base que os Estados Unidos mantêm em território cubano. “Não há no mundo inteiro lugar mais emblemático para se falar de bases militares estrangeiras, de enclaves político-militares do imperialismo do que aqui nesta cidade”, afirmou ela. Continue lendo “Movimentos pela paz exigem fechamento da Base de Guantânamo”

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Comunicado de la Organización Peruana “ORKIWAN”

Ponemos en conocimiento a todas las Instituciones y  personas que defienden el medio ambiente, lo siguiente:

– Que la Organización “ORKIWAN” conformada por 30 Comunidades Indígenas: Suma Allá, San Fernando, Monteverde, San Carlos, Bandeja Isla, Puja Yacu, Puerto Aurora, Nueva Holanda, Rumi Tumi, Sunu Llacta, Campo Serio, Nueva Cajamarca, Loro Yaku, Puerto Elvira, Ingano Llacta, Aushiri, Paula Cocha, Samuna Bula, Monterrico – Angoteros, Humandi, Santa María, Guajoya, Chingana, Túpac Amaru, Yarina Llacta, Tempestad, Cedro Isla, Urpi Isla, Torres Causana, Vencedores, y San Juan de Miraflores; anualmente se reúnen en una gran Asamblea para tomar acuerdos que fortalezcan la defensa de nuestro medio ambiente que es la vida para los pobladores de las comunidades en mención.

– Nuestra XIV Asamblea extraordinaria de ORKIWAN, realizada los días 4, 5 y 6 de Junio del 2010 en la Comunidad de Aushiri, entre otras cosas, tratamos el punto referente a la TALA ILEGAL DE MADERA, en nuestras comunidades afiliadas al ORKIWAN.

– Todas las directivas precididas por sus APUS, presentaron su más enérgico rechazo a esta situación y quedamos todos comprometidos en “NO MÁS VENTA DE MADERA A LOS MADEREROS ILEGALES”, porque depredan el bosque sin ningún compromiso de reforestación, los precios que pagan son ínfimos, muchas veces no cumplen con los pagos y sorprenden a las comunidades con ofertas engañosas. Continue lendo “Comunicado de la Organización Peruana “ORKIWAN””

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RJ – Caminhada planta Memorial da Diáspora Africana, no Porto Maravilha

Mauro Viana*

No dia 13 maio, representantes de várias Ongs, sindicatos, CUT, Movimento Negro e de órgãos públicos promovem uma caminhada seguida de feijoada, na Zona Portuária, a fim de convocar a população para o debate, em torno do Memorial da Diáspora Africana, na região. A concentração está marcada para ás 17 horas, na Praça Jornal do Comercio, na rua Barão de Tefé, próximo ao Hospital dos Servidores. Na Ala de Frente virá o Afoxé Filhos de Gandhi.

A caminhada sairá 18 horas da Rua Barão de Tefé em direção à Rua Pedro Ernesto.  Instituto Pretos Novos e Centro Cultural Jose Bonifácio estão no  roteiro por abrigarem patrimônio imaterial afrobrasileiro.

A Fundação Cultural Palmares (órgão do Ministério da Cultura) através de sua representação, no Rio de Janeiro se uniu aos movimentos sociais cariocas, para garantir construção do Memorial, em meio às obras do projeto Porto Maravilha. Continue lendo “RJ – Caminhada planta Memorial da Diáspora Africana, no Porto Maravilha”

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Envergonhe-se

Fábio S. Gonçalves

No dia 13 de maio completar-se-ão 123 anos da sanção da Lei Imperial nº 3.353, que extinguiu a escravidão no Brasil. Cem anos depois da Lei Áurea, a Constituição Federal, com o princípio da dignidade da pessoa humana e com o objetivo de promover o bem de todos, sem preconceitos ou quaisquer outras formas de discriminação, expressou o repúdio ao racismo, hoje crime inafiançável e imprescritível.

Dos tempos de criança, em comemoração à data cívica, lembro-me dos desenhos para colorir que as professoras entregavam em sala de aula. Costumava decorar estrofes como “Ontem plena liberdade, A vontade por poder… Hoje… cúmulo de maldade, Nem são livres pra morrer…”

Mas, também em sala de aula, existiam as piadas que traziam a ofensa e a discriminação. Embora pequenos, sabíamos o significado daquelas “brincadeiras”. Era o racismo cordial já na infância. Continue lendo “Envergonhe-se”

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Amazônia Legal apresenta alto índice de trabalho infantil

A taxa de trabalho infantil tem diminuído no Brasil nos últimos anos, contudo mais de 267 mil meninos e meninas entre 5 e 14 anos ainda trabalham na Amazônia Legal.

Por Denise de Quadros – Andi

Embora a exploração do trabalho infantil venha sendo combatida pelas instituições governamentais, organizações não governamentais e agências internacionais, essa prática ainda está presente em todo território nacional e na America Latina. Segundo o relatório global Acelerar a luta contra o trabalho infantil, divulgado em 2010 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de 10 milhões de crianças entre 5 e 14 anos trabalham na América Latina e no Caribe. Especialistas consideram a pobreza, a má distribuição de renda, a falta de um sistema de educação mais abrangente e a ausência de instrumentos legais e de programas integrados para o combate do trabalho como grandes empecilhos para a erradicação da utilização da mão-de-obra de meninos e meninas no Brasil.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2009), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, na Amazônia Legal – que representa 61% do território brasileiro – mais de 267 mil crianças e adolescentes entre 5 e 14 anos trabalham em alguma atividade, muitas delas, irregulares, insalubres e perigosas. Dos meninos e meninas dessa faixa etária que trabalham no Brasil, 19,36% estão na Amazônia Legal. Isto representa que 5% das crianças e adolescentes que moram nessa região têm mão de obra explorada. Continue lendo “Amazônia Legal apresenta alto índice de trabalho infantil”

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O racismo de Lobato está provado. E agora?

No ano passado, ocorreu um desses episódios que ilustram com clareza e didatismo a pobreza de nossa vida cultural, o caráter superficial do debate de idéias no país e as facilidades oferecidas a determinadas fatias do mundo intelectual para defender seus pontos de vista nos meios de comunicação.

Atendendo a solicitação de um professor, o Conselho Federal de Educação fez uma leitura de Caçadas de Pedrinho, uma das obras mais conhecidas de Monteiro Lobato, e concluiu que ela exprimia uma visão racista de Tia Anastacia, a   cozinheira do Sítio do Pica Pau Amarelo. Ao longo da obra, como os leitores mais antigos devem recordar, Lobato chega a referir-se a Anastácia como “macaca”, prefere usar a expressão “beiço” para falar de lábios e assim por diante.

Em parecer divulgado pelos jornais, o Conselho sugeriu que as edições futuras de Caçadas de Pedrinho viessem acompanhadas de um texto explicativo, capaz de situar a discussão sobre racismo em seu contexto histórico. Seria uma forma de permitir que toda pessoa que fosse ler Lobato daqui para a frente pudesse fazer uma reflexão sobre aquelas passagens agressivas em relação aos brasileiros e brasileiras negros. Continue lendo “O racismo de Lobato está provado. E agora?”

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Vote CONTRA a votação do Código Florestal esta semana!?

A votação do Projeto de Lei que altera o Código Florestal Brasileiro está marcada para hoje (10/05) em Brasília. O texto do relator Aldo Rebelo flexibiliza perigosamente uma das mais importantes legislações ambientais do planeta. Caso as propostas recebam a aprovação da maioria dos deputados no Congresso, as conseqüências serão graves e conhecidas, tais como: aumento nas emissões de gases causadores do efeito estufa (o que inviabiliza o cumprimento da promessa de redução feita pelo presidente Lula durante discurso na COP-15, em Copenhague, em 2009); perda de biodiversidade; escassez de água; e maior incidência de tragédias naturais, como enchentes e deslizamentos de terras.

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