Ecuador: otra vez sin luces en el túnel

Excelente definição: “el movimiento Alianza País, no tomo el poder, el poder tomo el partido”. Qualquer semelhança… (TP)

Por Patricio Carpio Benalcázar, em Alainet

El Ecuador, hoy, se encuentra social y políticamente convulsionado, esta es una constatación cuyas evidencias se expresan en la generalidad del territorio ecuatoriano, y cuyo inicio fue detonado por la CONAIE y las organizaciones de los pueblos y nacionalidades a partir de su marcha por la dignidad, iniciada a principios de agosto, y que ha desencadenado una movilización de diversos sectores a nivel nacional, con cierre de vías, toma de gobernaciones, iglesias, paro nacional del frente Unitario de Trabajadores y marchas masivas en casi todas las ciudades, principalmente en Quito, la capital, ya por quince días. Continue lendo “Ecuador: otra vez sin luces en el túnel”

Ler maisEcuador: otra vez sin luces en el túnel

11 de setembro, a última missão de Salvador Allende

Frederico Füllgraf, especial para o Brasil 247

Eleito com apenas 36,6% dos votos e menos de 1,5% à frente do segundo colocado, Jorge Alessandri Rodríguez (35,275), após uma campanha extremamente polarizada e renhida, mas ratificado com 81,38% dos votos pelo Congresso chileno, em novembro de 1973, o médico Salvador Allende Gossens assumia o poder no Chile à frente de uma coligação de centro-esquerda, formada pelos partidos Socialista, Comunista e o social-democrático Radical, conhecida como Unidade Popular.

Durante três anos, Allende tentou implementar seu programa de campanha, cujo foco era a nacionalização de setores-chave da Economia – sobretudo o cobre, controlado por multinacionais dos grupos Rockefeller e Rothschild –, a aceleração da reforma agrária – legada por seu antecessor democrata-cristão, Eduardo Frey Montalva, e baseada no modelo da pequena propriedade de agricultura familiar -, o congelamento dos preços dos alimentos; o aumento continuado dos salários dos trabalhadores – pagos com a emissão de dinheiro novo – e a reforma da Constituição, com vistas a um sistema parlamentar unicameral. Continue lendo “11 de setembro, a última missão de Salvador Allende”

Ler mais11 de setembro, a última missão de Salvador Allende

Após atitude racista em Londrina, uma senhora dá exemplo de civilidade

Um senegalês foi vítima desse ato hediondo, mas acabou sendo ‘consolado’ por uma transeunte, que numa atitude exemplar, pediu desculpas pelo crime cometido por outra pessoa

João Paulo Martins,  Encontro Digital

Quem nunca ouviu dizer que o racismo não existe no Brasil? Claro que isso não procede. São inúmeros os casos desse crime registrados no Brasil. O mais recente aconteceu na cidade de Londrina, no Paraná, no dia 9 de setembro. O senegalês Ngale Ndiaye, que trabalha vendendo bijuterias em frente a um shopping no centro da cidade, foi chamado de “macaco” e agredido por uma mulher, que chegou até a jogar bananas contra ele. Segundo familiares e atendentes do Samu, a paranaense sofre com esquizofrenia. Mas, o que chamou a atenção não foi apenas o crime hediondo registrado em Londrina, e sim, a atitude de uma senhora que passava pelo local. Continue lendo “Após atitude racista em Londrina, uma senhora dá exemplo de civilidade”

Ler maisApós atitude racista em Londrina, uma senhora dá exemplo de civilidade

França: Monsanto é condenada por sequelas em agricultor contaminado por agrotóxico

Tribunal de Lyon manteve decisão de 2012 contra empresa; advogado da multinacional irá apelar e diz que alegações de danos são inconsistentes

Por Opera Mundi

Um tribunal francês manteve, nesta quinta-feira (10/09), uma decisão de 2012 na qual a empresa de biotecnologia Monsanto é declarada culpada pela intoxicação química do agricultor Paul François. Ele diz ter sofrido problemas neurológicos por inalar o herbicida Lasso em 2004.

A sentença final foi ditada pelo Tribunal de Grande Instância de Lyon. Assim, a empresa terá que indenizar o trabalhador rural por danos e prejuízos por ele sofridos. Não foram divulgados valores. Continue lendo “França: Monsanto é condenada por sequelas em agricultor contaminado por agrotóxico”

Ler maisFrança: Monsanto é condenada por sequelas em agricultor contaminado por agrotóxico

Belo Horizonte recebe I Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais

Agência Minas

Estão abertas as inscrições para o I Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais. O evento será realizado nos dias 13, 14 e 15 de outubro de 2015, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte. O encontro promoverá a criação da Comissão Estadual para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais do estado. O grupo de trabalho atuará na formulação de políticas públicas para esse segmentos da população. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de setembro, pela internet, no link: Inscreva-se. Continue lendo “Belo Horizonte recebe I Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais”

Ler maisBelo Horizonte recebe I Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais

Em busca das cidades perdidas da Amazônia

Antes da chegada dos europeus, grupos indígenas construíram cidades, no meio da mata, que rivalizavam com as da Europa. Uma nova pesquisa diz que a floresta, longe de ser uma ocorrência natural, foi construída pelo trabalho desses povos

Rafael Ciscati, Época

Você e eu aprendemos que a Amazônia é uma vastidão verde criada pela natureza. Uma floresta que nasceu em solo pobre, inadequado para a agricultura. Aprendemos também que, em pontos remotos – que correspondem à maior parte da floresta – a mata permaneceu imperturbada por séculos, a salvo das investidas humanas. Quando o professor Charles Clement chegou à Amazônia, em 1976, era essa a ideia em voga nos círculos acadêmicos. Clement é um etnobotânico que trabalha no Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas (Inpa). Passou a maior parte da vida na floresta, observando as alterações que populações indígenas fizeram em espécies de árvores frutíferas: “A mudança na pupunha é gigantesca”, diz Clement, um senhor de fala calma e carregado sotaque americano, apesar dos quase 40 anos de Brasil. Essas mudanças foram feitas de maneira prosaica. No passado, ao caminhar por trilhas na floresta, os índios abriam a mata ao redor das árvores frutíferas. Isso as ajudava a crescer. Séculos de colaboração causaram grandes mudanças. “A pupunha silvestre tem 2 g. Mas você encontra pupunhas na floresta com até 200g”, afirma o professor. Continue lendo “Em busca das cidades perdidas da Amazônia”

Ler maisEm busca das cidades perdidas da Amazônia

Os bancos preparam a próxima crise global, por Susan George

Como a aristocracia financeira recuperou poderes e regalias que levaram ao terremoto de 2008. Por que, ao poupar este setor, políticas como “ajuste fiscal” brasileiro abrem caminho para novo desastre

Em Outras Palavras

Sempre otimista, não acreditei que os bancos sairiam da crise de 2007 a 2008 mais fortes que antes, sobretudo em termos políticos. É verdade que alguns pagaram multas que os fizeram cambalear — um total de 178 bilhões de dólares para os bancos norte-americanos e europeus — mas consideram que tais desembolsos são “o preço de fazer negócios”. Nenhum[dos] líderes do setor que quebrou a economia mundial passou uma só noite na prisão, nem teve que pagar, pessoalmente, uma única multa. Continue lendo “Os bancos preparam a próxima crise global, por Susan George”

Ler maisOs bancos preparam a próxima crise global, por Susan George

MPF em Erechim divulga nota sobre a demarcação da Terra Indígena de Mato Preto

MPF/RS

Em nota, o procurador da República em Erechim, Carlos Eduardo Raddatz Cruz, se manifesta sobre a decisão da 1ª Vara Federal de Erechim referente a demarcação da Terra Indígena de Mato Preto. Nas ponderações, o procurador destaca que o Ministério Público Federal (MPF) em Erechim recorrerá da decisão.

Para saber mais sobre o entendimento do MPF em relação a demarcação de Mato Preto veja a íntegra do parecer emitido.

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada nesta quinta-feira, 10 de setembro: Continue lendo “MPF em Erechim divulga nota sobre a demarcação da Terra Indígena de Mato Preto”

Ler maisMPF em Erechim divulga nota sobre a demarcação da Terra Indígena de Mato Preto

Ouvidoria pede ao MP e à Corregedoria da PM apuração sobre prisão de índia Xacriabá em MG

O ouvidor de polícia do Estado, Paulo Alkmim, abriu procedimento e já solicitou aos dois órgãos que apurem o caso. Audiência em Montes Claros vai discutir a situação

João Henrique do Vale, Estado de Minas

A Ouvidoria-Geral do Estado (OGE) solicitou, nesta quinta-feira, a abertura de um procedimento de investigação sobre a conduta de policiais militares durante a prisão da índia Xacriabá Juvana Evarista dos Santos, detida durante uma manifestação do Grito dos Excluídos no desfile da Independência, em Montes Claros, na Região Norte do Estado. A apuração vai ficar à cargo do Ministério Público e da Corregedoria da Polícia Militar. Continue lendo “Ouvidoria pede ao MP e à Corregedoria da PM apuração sobre prisão de índia Xacriabá em MG”

Ler maisOuvidoria pede ao MP e à Corregedoria da PM apuração sobre prisão de índia Xacriabá em MG

Aposentado, vai curtir!, por Elaine Tavares

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Os trabalhadores das universidades estão em greve há mais de 100 dias. Querem data-base, reajuste salarial e ainda têm uma longa pauta específica que inclui arranjos na tabela de cargos, contra a EBSERH e outros tópicos mais. Um deles é bem importante. Diz respeito ao reposicionamento dos aposentados. É um tema meio árido para quem não conhece a lógica da carreira pública, mas em linhas gerais posso explicar assim: quando veio o novo plano de cargos em 2004, foi feita uma equação para colocar cada trabalhador num determinado lugar na tabela. Quem já estava aposentado acabou sendo colocado em lugares diferenciados na tabela, enquanto deveria ter ido automaticamente para o último degrau.

Como naqueles dias de mudança de plano de cargos, a coisa foi posta pelo governo praticamente como uma obrigatoriedade – afinal quem não aderisse ao plano ficaria sem representação – os aposentados não tiveram escolha e acabaram aderindo ao plano, mesmo com os prejuízos. Por conta disso, desde aí a categoria tem feito uma luta intensa para garantir o reposicionamento, sem encontrar eco no governo, que insiste em alegar que como já estavam aposentados não poderiam mais “produzir” e subir na carreira. Não leva em conta o governo que a maioria dos aposentados passou a essa condição já tendo cumprido todos os degraus do plano anterior e não pode ser penalizado por ter nascido uma nova tabela com mais degraus que a antiga.  Continue lendo “Aposentado, vai curtir!, por Elaine Tavares”

Ler maisAposentado, vai curtir!, por Elaine Tavares