Padre Tedesco, parta feliz, sua missão foi cumprida

padre tedescoDa Página do MST

O MST de Santa Catarina e de todo Brasil comunica a todos seus amigos e amigas, com o coração partido, a perda de um dos nossos melhores militantes.

O nosso querido Padre Tedesco, da diocese de Chapecó (SC), faleceu na manhã desta terça-feira (17) aos 79 anos.

Militante não só do MST e da causa da Reforma Agrária, mas da causa indígena, dos  camponeses e de todo povo trabalhador brasileiro.

Padre Tedesco foi um exemplo de dedicação à causa dos camponeses e dos mais pobres.

Foi um grande formador e incansável no trabalho de base. Continue lendo “Padre Tedesco, parta feliz, sua missão foi cumprida”

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Clínicas do Testemunho atendem aos ex-prisioneiros da ditadura

00860096555F7D823DB68EC9887D093D44D527B5E217A0C279918A9AFA5F66A7As Clínicas consistem no atendimento psicológico, psiquiátrico e psicanalítico a vítimas de torturas e outros tratamentos cruéis nos presídios ditatoriais

Dermi Azevedo – Carta Maior

Dezenas de ex-presos políticos da ditadura civil-militar de 1964-1968 estão sendo atendidos há seis meses pelas Clinicas do Testemunho, mantidas pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, em parceria com o Instituto Projetos Terapêuticos de São Paulo.

As Clinicas do Testemunho consistem no atendimento psicológico, psiquiátrico e psicanalítico a homens e mulheres que foram vitimas de torturas e de outros tratamentos cruéis, desumanos e degradantes nos presídios ditatoriais.

Esses pacientes são atendidos de forma gratuita pelos profissionais de saúde mental. As atividades das clínicas incluem conversas públicas para a apresentação da metodologia de trabalho. Em um primeiro momento, essas clinicas estão em funcionamento em São Paulo (com o apoio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) e também no Rio de Janeiro, em Porto Alegre e em Recife. Continue lendo “Clínicas do Testemunho atendem aos ex-prisioneiros da ditadura”

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Reitor da UERJ antecipa recesso após encontro com indígenas

O Globo

RIO – O reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo Vieiralves de Castro, antecipou o recesso de final de ano após se reunir com representantes da Aldeia Maracanã na reitoria da universidade. O grupo reivindicava a participação de representantes da Aldeia Maracanã no seminário Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas, nesta quarta-feira. O encontro de indígenas iria ser realizado na universidade.

A Secretaria estadual de Cultura informa que com a atencipação do recesso, o evento não será mais feito na UERJ. Ele continuará sendo nesta quarta-feira, mas irá para o Teatro Gláucio Gil, em Copacabana.

A UERJ retoma as atividades no dia 5 de janeiro de 2014.

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As empresas contra a sociedade civil

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Dossiê revela: para neutralizar ativismo, grandes corporações contratam militares, espionam e sabotam grupos que lutam por direitos humanos e meio-ambiente

Por Taís Gonzalez – Outras Palavras

Em março deste ano, quando ativistas brasileiros desmascararam um funcionário da Vale que se infiltrara em um encontro de mobilização, para espionar e registrar imagens, alguns pensaram tratar-se de ato raro, praticado por iniciantes atabalhoados. Acaba de sair nos Estados Unidos um relatório que revela, com riqueza de dados, o contrário. Nos últimos anos, vigiar, ameaçar e trapacear os movimentos sociais tornou-se prática comum entre as grandes empresas transnacionais. Elas passaram a adotar táticas idênticas às de agências como a CIA e a NSA – mas talvez provoquem ainda mais danos, pois têm um número muito maior de alvos. Perseguem ativistas ligados a um amplo leque de causas: entre outras, o ambientalismo, a oposição às guerras, defesa dos serviços públicos, segurança alimentar, agroecologia, reforma urbana e direitos dos animais. Entre as envolvidas, são citadas nominalmente Walmart, Bank of America, McDonalds, Monsanto, Shell, Chevron, Burger King, Kraft, Dow Química e Câmera Americana do Comércio. Continue lendo “As empresas contra a sociedade civil”

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Subcomissão do Senado ouve denúncias da Comissão da Verdade sobre tortura com indígenas e camponeses no Araguaia e quer explicações da Abin sobre ausência na reunião e sobre ossadas em Belém

Fontelles, Capiberibe e Maria Rita Kehl, durante o debate de hoje da subcomissão
Fontelles, Capiberibe e Maria Rita Kehl, durante o debate de ontem, 17/12, na subcomissão

Por Marilia Coêlho, da Agência Senado

A Subcomissão Permanente de Memória, Verdade e Justiça deve enviar à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) um pedido de informações sobre a localização de ossadas que podem pertencer a desaparecidos políticos. A decisão foi tomada nesta terça-feira (17) pelo senador João Capiberibe (PSB-PA), que preside a subcomissão, vinculada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Capiberibe reclamou da ausência injustificada da Abin, que havia sido convidada para a audiência pública. Segundo Paulo Fontelles Filho, do Comitê Paraense pela Memória, Verdade e Justiça, a agência comandou o recolhimento das ossadas encontradas em 2001, no Forte do Castelo, uma região histórica de Belém do Pará, e não divulgou nenhuma informação a respeito. Continue lendo “Subcomissão do Senado ouve denúncias da Comissão da Verdade sobre tortura com indígenas e camponeses no Araguaia e quer explicações da Abin sobre ausência na reunião e sobre ossadas em Belém”

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BA – Carta do Seminário Estadual Terra, Território, Soberania Alimentar: semeando unidade, colhendo liberdade!

Carta BA

Nós, povos do campo, das florestas, das águas e cidades da Bahia, reunidos em Feira de Santana, entre os dias 13 e 15 de dezembro de 2013, no Seminário Estadual Terra, Território, Soberania Alimentar: semeando unidade, colhendo liberdade, após uma profunda reflexão sobre a conjuntura agrária baiana e brasileira, manifestamos a nossa indignação frente ao modelo de desenvolvimento capitalista em curso, intensificado nos últimos dez anos, que tem inviabilizado a política de reforma agrária e de reconhecimento dos territórios tradicionais, face aos interesses de grandes corporações públicas e privadas, nacionais e internacionais, comprometidas com a degradação da vida em todas as suas dimensões.

Denunciamos a expansão do agronegócio, através das monocultoras do eucalipto, fruticultura irrigada, cana-de-açúcar etc, e hidronegócio, através da carcinicultura, e da atividade mineral, bem como a transformação da água, bem essencial e direito humano fundamental, em recurso econômico e privado. Esses empreendimentos são fomentados por investimentos públicos, que têm intensificado a concentração fundiária, a superexploração dos(as) trabalhadores(as) e dos recursos naturais (água, terra, ar, minérios, florestas etc), bem como a sua degradação, a violência física e simbólica promovida contra camponeses e camponesas, e, sobretudo, o comprometimento da soberania alimentar da população brasileira.

Denunciamos, no Brasil e na Bahia, a corrida desenfreada pelas fontes de energia fóssil e pelas fontes renováveis, para expansão capitalista, predatória e insustentável, voltada para o mercado global, que usurpa territórios de povos tradicionais, expulsa comunidades camponesas, reduz e substitui cultivos, devasta a natureza e põe em risco nosso futuro. Continue lendo “BA – Carta do Seminário Estadual Terra, Território, Soberania Alimentar: semeando unidade, colhendo liberdade!”

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BA – Incêndio atingiu navio que estava sendo carregado com gás propeno para exportação. Mídia e Marinha não mencionam, entretanto, efeitos sobre as comunidades

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

A primeira informação que recebemos a respeito do incêndio em Aratu estava centrada exatamente nos efeitos que a fumaça e os gases estavam provocando em comunidades vizinhas, em particular crianças quilombolas da Ilha da Maré. A nota do MPP foi enviada via CPT quando o fato ainda estava acontecendo e publicada em Urgente: Explosão no Porto de Aratu ameaça comunidades quilombolas da Ilha de Maré.

Numa rápida busca feita esta manhã, a chamada grande mídia não menciona, entretanto, qualquer ser humano atingido, exceto os tripulantes do navio que estaria sendo carregado com o gás, o que absolutamente não é motivo para espanto. Aí vão, pois, a notícia do G1 BA e a Nota da Marinha. E esperamos notícias dos movimentos sociais e das entidades parceiras, esperando que de fato não não tenham havido maiores danos para as comunidades.

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Incêndio atingiu navio carregado de gás propeno no Porto de Aratu, em Candeias. Foto: TV Bahia
Incêndio atingiu navio carregado de gás propeno no Porto de Aratu, em Candeias. Foto: TV Bahia

Porto fica localizado em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador. Segundo Comando do 2º Distrito Naval, dois tripulantes ficaram feridos. Continue lendo “BA – Incêndio atingiu navio que estava sendo carregado com gás propeno para exportação. Mídia e Marinha não mencionam, entretanto, efeitos sobre as comunidades”

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Urgente: Explosão no Porto de Aratu ameaça comunidades quilombolas da Ilha de Maré

No final da tarde de hoje, dia 17/12, ocorreu uma explosão no Porto de Aratu, deixando em pânico as comunidades remanescentes de quilombo em Ilha de Maré e adjacências.

Foi ouvida uma forte explosão, chegando a estremecer as habitações dos quilombolas. Em seguida, espalhou-se uma fumaça densa. Devido ao vento nordeste, esta fumaça logo atingiu as comunidades de Botelho e Neves. Pouco a pouco, esta fumaça aproxima-se das outras comunidades, espalhando um odor insuportável. As crianças estão passando mal e as comunidades estão em desespero com esta situação. Até o momento os órgãos ambientais estão omissos.

Algumas informações não oficiais – originadas de trabalhadores do Porto – revelam que houve um grave acidente quando um navio descarregava Benzeno e Propeno para indústrias químicas que estão sediadas no Porto de Aratú.

Faz bastante tempo que as comunidades remanescentes de quilombo de Ilha de Maré denunciam a situação de racismo ambiental imposta por empresas que desrespeitam a lei e os direitos humanos das comunidades, sem que providências efetivas sejam tomadas.

Pedimos a todos os/as companheiros/as e a sociedade em geral que divulguem esta nota e acionem todos os meios de imprensa.

Coordenação Estadual do MPP

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MPF/AM faz recomendação para evitar invasão em terra indígena em Manicoré

cocarRelatos de índios da etnia munduruku apontaram conflitos ocorridos na área, relacionados a atividades de extração de recursos naturais

 Procuradoria da República no Amazonas

O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) recomendou que não seja realizada nenhuma atividade que implique em invasão da terra indígena Aldeia Patakuá, onde vivem índios da etnia munduruku, no município de Manicoré (a 390 quilômetros ao sul de Manaus).

A medida foi tomada após relatos de conflitos envolvendo indígenas, relacionados a atividades de extração de recursos naturais, realizadas no município de Manicoré por Pedro Ortiz Carreiro Mén, conhecido como ‘peruano’, a quem foi dirigida a recomendação.

O processo de demarcação da terra indígena Aldeia Patakuá, de ocupação tradicional do povo munduruku, já foi iniciado e está atualmente em estágio de qualificação na Fundação Nacional do Índio (Funai). Continue lendo “MPF/AM faz recomendação para evitar invasão em terra indígena em Manicoré”

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