Plataforma DhESCA denuncia violações aos direitos humanos no licenciamento de Belo Monte

Será lançado nessa quarta-feira, dia 7 de abril, o relatório da ‘Missão Xingu: Impactos socioambientais e violações de direitos humanos no licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte’, dos relatores do Direto Humano ao Meio Ambiente da Plataforma DhESCA, Marijane Lisboa e Guilherme Zagallo.  O documento recomenda, entre outras coisas, a suspensão imediata do leilão da usina, anunciado para 20 de abril de 2010, e a anulação da Licença Prévia concedida ao projeto de Belo Monte.  As violações serão discutidas na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, que convocou cinco ministros para debate.

O documento será divulgado durante a reunião da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, às 14h em Brasília (plenário 9 do anexo II da Câmara), na qual serão debatidos os impactos sociais, ambientais e econômicos da implantação das Usinas Hidrelétricas Belo Monte, no estado do Pará, e de Estreito, no estado do Maranhão.  Cinco ministros foram convidados para a reunião e já está confirmada a presença dos relatores, de representantes do MAB (Movimento de Atingidos por Barragens) e da Sub-Procuradoria Geral da República.

A reportagem é do sítio do ISA – Instituto Socioambiental, 05-04-2010. Continue lendo “Plataforma DhESCA denuncia violações aos direitos humanos no licenciamento de Belo Monte”

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NOTA da ABA: A prisão arbitrária de cacique Tupinambá e a grave situação no sul da Bahia

As ações da Polícia Federal na Bahia no que diz respeito às populações indígenas vêm causando enorme preocupação entre os antropólogos. Causa-nos indignação observar a escalada de ações arbitrárias que estão sendo levados a cabo por uma instância administrativa que atua de forma cega e truculenta contra os movimentos sociais.

A prisão de Rosivaldo Ferreira da Silva, o Babau, destacada liderança nacional e cacique da comunidade Tupinambá de Serra do Padeiro, no município de Buerarema-BA, no dia 10 de março de 2010, constituiu caso exemplar de um conjunto de medidas – inadequado e com impactos propositadamente unilaterais – que são implementadas, sob a aparência falsamente legalista, por autoridades locais e agentes policiais naquela região.

As circunstâncias de sua prisão, por ele relatadas, evidenciam uma ação violenta e o desejo de intimidação. A casa na qual reside Babau, sua esposa e seu filho de três anos, foi invadida na madrugada do dia 10 de março por agentes policiais que sequer teriam se identificado ou exibido um mandato de prisão. Julgando tratar-se de pistoleiros que pretendiam matá-lo ou seqüestrá-lo, o cacique procurou reagir, havendo luta corporal.

Em decorrência da abordagem incorreta e com finalidades exclusivamente intimidatória praticada pelos policiais, o mobiliário da casa foi destruído e Babau teve ferimentos por todo corpo. Ainda em Salvador isto era evidente através de um hematoma no olho direito, que o impossibilitava de abrir o olho, e fortes dores próximas ao rim, que o impediam de sentar-se. Outro dado desta ação da Polícia Federal merece destaque: a viatura na qual o cacique foi levado preso partiu da aldeia às 02h30min da manhã e chegou apenas às 6:30 da manhã em Ilhéus, trajeto que demora no máximo uma hora. Nada foi esclarecido até agora pelas autoridades policiais. Continue lendo “NOTA da ABA: A prisão arbitrária de cacique Tupinambá e a grave situação no sul da Bahia”

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Desigualdade entre negros e brancos cai na educação, mas com pouco impacto na renda

Fundação Palmares/Divulgação

Matrícula escolar e analfabetismo entre jovens melhoram mais para pretos e partos; diferença entre ganhos no trabalho tem leve recuo (da PrimaPagina)

As disparidades entre negros e brancos têm diminuído na educação, mas isso ainda não se refletiu em queda da desigualdade de renda na mesma proporção, indica o quarto Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), lançado pelo governo federal no fim de março, em Brasília.

Entre a população que trabalha, o rendimento de pretos ou pardos melhorou um pouco mais que o dos brancos, e a inequidade caiu. Na população como um todo a pobreza encolheu, mas a redução foi semelhante entre os dois grupos — a desigualdade, portanto, se manteve. Na avaliação do estudo, “os dados indicam a persistência de práticas de discriminação”.

A diminuição do abismo entre brancos e negros (pretos ou pardos) não é um Objetivo do Milênio específico — aliás, a ausência de um enfoque sobre as desigualdades em geral nos ODM é alvo de críticas de estudiosos. No entanto, representantes da ONU no Brasil têm destacado a importância de que as metas sejam atingidas para todos os grupos. “O gênero, a raça, a etnia e o local de nascimento de uma criança brasileira ainda determinam, em grande parte, suas oportunidades futuras. Essas desigualdades têm repercussões diretas também na saúde da mulher e na razão da mortalidade materna”, afirma a coordenadora-residente interina do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Marie Pierre Poirier, na apresentação do relatório.

O estudo mostra que a tendência de universalização do ensino fundamental — uma política mais geral, não voltada a determinadas etnias especificamente — beneficiou negros e brancos. Em 1992, o percentual de pessoas de 7 a 14 anos que frequentavam o ensino fundamental era de 75,3% para pretos ou pardos e 87,5% para brancos. Já em 2008, as porcentagens eram praticamente iguais: 94,7% no primeiro caso e 95,4% no segundo.

Um dos efeitos disso foi a queda da desigualdade no analfabetismo. Na faixa etária de 15 a 24 anos, a taxa era de 95,6% para os brancos e 86,8% para os negros, em 1992. Já em 2008 os números eram parecidos: 98,7% para os brancos, 97,3% para pretos ou pardos. Continue lendo “Desigualdade entre negros e brancos cai na educação, mas com pouco impacto na renda”
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Advogado afirma que Brasil Ecodiesel organiza Milícia Armada na Fazenda Santa Clara no Piauí

Advogado Ivaldo Fontenele(Imagem:Foto: Reprodução)
O advogado Ivaldo Fontenele procurador de 800 ações dos trabalhadores da Fazenda Santa Clara que pertence à Brasil Ecodiesel está denunciando a formação de Milícia na Fazenda. Ela diz que a organização dessa estrutura paramilitar visa constranger os trabalhadores e dificultar o andamento da ação ajuizada na Vara do Trabalho de São Raimundo Nonato-PI. O advogado fez  representação à OAB-PI e outras entidades informando da situação na fazenda.

Veja na íntegra a denúncia do advogado

EXCELENTÍSIMO SENHOR PRESIDENTE DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – PIAUÍ

Assunto: Organização de MILÍCIA na fazenda Santa Clara da Brasil Ecodiesel com o objetivo de intimidar trabalhadores e advogados e prejudicar ação trabalhista na Vara do Trabalho de São Raimundo Nonato – Piauí.

Ivaldo Carneiro Fontenele Júnior, brasileiro, advogado inscrito na OAB/PI 3160, representante judicial dos trabalhadores da fazenda Santa Clara (Buriti Agrícola LTDA e Brasil Ecodiesel S/A), vem com irrefutável respeito, perante este órgão/instituição expor os seguintes fatos e pedir providências.

A fazenda Santa Clara pertence à empresa Brasil Ecodiesel S/A e está localizada no município de Canto do Buriti. Foi implantada com o objetivo de produzir mamona para a produção de biodiesel na fábrica localizada em Floriano-PI. Para a produção da mamona foram contratadas 630 famílias que seriam responsáveis pelo cultivo da oleaginosa. Continue lendo “Advogado afirma que Brasil Ecodiesel organiza Milícia Armada na Fazenda Santa Clara no Piauí”

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Povos indígenas crescem mais que a média nacional

Local: Belém – PA
Fonte: Diário do Pará
Link: http://www.diariodopara.com.br/

Há três anos no comando da Fundação Nacional do Índio, Funai, o paraense Márcio Augusto Freitas de Meira está à frente daquele que é considerado um dos pontos nevrálgicos do Governo Lula: a condução da política indigenista brasileira mais se assemelha a um barril de pólvora sempre prestes a explodir.  Para muitos, com sua serenidade e conhecimento de causa, o antropólogo conduz uma das mais reconhecidas políticas indigenistas do mundo.

O modelo indigenista do Brasil é hoje copiado em vários países: sua população, que vive quase em sua totalidade (98%) na floresta amazônica, chama a atenção mundial.  O atual Censo Demográfico do IBGE deve apontar uma população de mais de um milhão de índios distribuídos por todo o país.  No Censo de 2000, esta população era de 750 mil índios. Segundo Meira, o crescimento entre os índios brasileiros é cinco vezes maior que na população geral do País. “Estamos em um período de queda da mortalidade e aumento da população”, revela.  Confira entrevista cedida ao DIÁRIO:

Qual é a atual população indígena brasileira?

R: Temos dificuldade de ter dados precisos no Brasil sobre a população indígena.  Este ano vamos fazer um censo, juntamente com o IBGE.  Pela primeira vez vamos fazer um censo nacional que vai fazer a contagem também nas aldeias.  Assim será possível saber precisamente a população indígena no Brasil.

Ainda existem povos isolados no Pará?

R: A diversidade no Pará é muito grande.  O Pará é um estado grande, amazônico, onde a maioria da população indígena do Brasil vive e nós temos uma diversidade de povos indígenas muito grande, inclusive de povos isolados, que não têm contato com o ocidente.  No Noroeste do Pará, por exemplo, temos referências de povos indígenas ainda sem contato. Continue lendo “Povos indígenas crescem mais que a média nacional”

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Atenção: “Ataque ao Ministério Público”

Companheir@s,

o artigo abaixo, de autoria de Cláudio Soares Lopes, procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, foi publicado no jornal O Globo, no dia 2 de abril último. Tod@s nós sabemos a importância que o MPF e o MPE têm tido (ainda que com lamentáveis exceções) na defesa de grupos e comunidades atingidas pelo Racismo Ambiental.

Segundo uma Procuradora do Ministério Público Federal que vem mostrando, na prática, sua coragem e determinação na nossa luta, “Se o projeto Maluf for efetivamente aprovado, certamente o Ministério Público será mortalmente atingido.  Restará impossível trabalhar na tutela coletiva –  principalmente no ambiental, onde ainda temos grande refratariedade às teses mais inovadoras e onde o polo passivo não raramente é ocupado por entes bastante poderosos – sem que , volta e meia, sejamos processados”. O que podemos fazer – é a pergunta fundamental?

Segue o artigo:

Tramita a passos largos na Câmara dos Deputados o projeto de lei 265/07, de autoria do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que se traduz no maior ataque desferido contra o Ministério Público nos últimos anos.

Segundo a proposta inicial, os autores de ações civis públicas, ações populares e ações de improbidade administrativa, quando essas ações forem julgadas improcedentes, correriam o risco de serem processados criminalmente, além de condenados, pessoalmente, ao pagamento de honorários advocatícios e de multa pecuniária equivalente a dez vezes o valor das custas judiciais. A decisão seria baseada numa subjetiva avaliação de que a demanda foi promovida pelo promotor por má-fé, para uma suposta promoção pessoal ou por perseguição. Continue lendo “Atenção: “Ataque ao Ministério Público””

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Construção da Usina de Belo Monte é denunciada à ONU

Imagem e reportagem: CIMI
Documento entregue na quinta (1 de abril) às Nações Unidas denuncia que há falhas no processo de licenciamento e que estes foram ignoradas por pressão política; mais de 100 movimentos sociais, associações, organizações e sindicatos assinam a denúncia; há situações de ameaças de morte a opositores do empreendimento

Movimentos e organizaçõessociais e de direitos humanos encaminharam à ONU nesta quinta-feira, 1o de abril, um documento sobre as ilegalidades e arbitrariedades no processo de licenciamento da usina hidrelétrica de Belo Monte. Assinado por mais de 100 entidades, em representação de mais de 40 comunidades em 11 municípios, o documento denuncia as iminentes violações de direitos humanos que a hidrelétrica acarretará, a pressão política exercida para que as graves falhas do projeto fossem ignoradas, bem como as ameaças e intimidações sofridas por aqueles que questionam as irregularidades do licenciamento.

Ilegalidades e pressão política

De acordo com o projeto do governo, a usina hidrelétrica de Belo Monte será construída na região amazônica, próximo ao município de Altamira, no Pará. A obra terá dimensão semelhante à construção do Canal do Panamá e formará dois reservatórios de 516 km² que vão impactar toda a região da bacia do rio Xingu, uma área que abarca 30 Terras Indígenas legalmente constituídas, além de quatro reservas extrativistas e oito unidades de conservação ambiental. Continue lendo “Construção da Usina de Belo Monte é denunciada à ONU”

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‘Se o MST fosse um movimento apenas midiático, os pés de laranja da Cutrale não seriam derrubados’. Entrevista especial com Joel Guindani

“Lanço a hipótese de que a própria elaboração político-documental do MST sobre comunicação será conduzida, cada vez mais, pelo campo da experiência comunicacional”, conclui Joel Guindani, durante a entrevista que concedeu à IHU On-Line, por e-mail. Na entrevista, ele fala sobre a dissertação que desenvolveu, intitulada Políticas Comunicacionais e a Prática Radiofônica na Sociedade em Midiatização: Um estudo sobre os documentos de comunicação do Movimento Sem Terra (MST) e Rádio Terra Livre FM.

Guindani analisou as tensões que se apresentam entre o modelo do movimento sem-terra e a Rádio Terra Livre FM, uma rádio comunitária vinculada ao MST, e também refletiu sobre os indícios de midiatização que surgem a partir dessa relação. “Se definirmos qualquer manifestação comunicacional como midiatizada, corremos o risco de simplificar a existência deste movimento social somente a partir da cultura tecnológica. O MST, muitas vezes, age midiaticamente, mas não somente sob esta perspectiva. Se o MST fosse um movimento apenas midiático, os pés de laranja da Cutrale não seriam derrubados”, explicou.

Joel Felipe Guindani é doutorando em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Confira a entrevista. Continue lendo “‘Se o MST fosse um movimento apenas midiático, os pés de laranja da Cutrale não seriam derrubados’. Entrevista especial com Joel Guindani”

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‘O Mato Grosso do Sul é o estado mais anti-indígena do Brasil’, afirma pesquisadora

“Os índios guaranis vivem situação de extermínio silencioso. Ninguém no governo federal ousa enfrentar os interesses do agronegócio no estado comandado pelo governador do PMDB André Puccinelli, enquanto que a mídia mostra sua total insensibilidade”. A opinião sobre as populações indígenas no Mato Grosso do Sul é de Marta Azevedo, professora do Núcleo de Estudos da População (NEPO) da Unicamp em entrevista a Gabriel Brito e publicado pelo Correio da Cidadania, 01-04-2010.

Qual a situação real dos índios Guarani Kaiowá em todo o estado do Mato Grosso do Sul? Em que condições psicológicas os indígenas se encontram, com suas alarmantes taxas de suicídio, que envolvem até crianças?

A situação dos guaranis no Mato Grosso do Sul é muito complicada, pois há muitos anos eles vêm lutando para demarcar novas áreas, conseguindo muito menos que o necessário para sua sobrevivência. O MS é um estado bastante agrário, com muitas fazendas, o agronegócio; portanto, são interesses muito fortes, os quais os índios e a FUNAI não têm enfrentado a contento para melhorar a qualidade de vida na região. Eles, de fato, têm registrado altas taxas de suicídio, saída praticada por conta da falta de perspectiva de vida dos últimos 15, 20 anos. Ninguém sabe ao certo, de forma muito detalhada, como andam essas taxas de suicídio. A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) diz que elas estariam baixando, mas eu não teria essa certeza. Precisaríamos checar com os dados do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), que é quem acompanha há muitos anos tais estatísticas e é a fonte mais confiável.

Outra coisa que acontece ultimamente, e que nos alarma mais ainda, é uma grave subnutrição entre as crianças, que têm extrema dependência de cestas básicas da Funasa. E a taxa de mortalidade infantil também está alta. Enfim, é toda uma situação realmente muito ruim, inclusive para o país. Mas o que nos assusta é a enorme violência que vem sendo praticada contra as comunidades que lutam pelas suas áreas tradicionais na forma de assassinatos e esquartejamentos. Após as mortes, os corpos são encontrados dentro de sacos de lixo, em geral em fundos de rio ou locais de difícil acesso – isso quando são encontrados. E foi um assassinato ocorrido dessa maneira na Argentina que mais me alarmou, na região de Misiones, fronteira com Paraguai e Brasil. Continue lendo “‘O Mato Grosso do Sul é o estado mais anti-indígena do Brasil’, afirma pesquisadora”

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Feliz Páscoa, juntos

Unidos podemos mais!

‘Standy by me’ (Jonh Lennon)

Este belíssimo vídeo foi feito para uma campanha que poderíamos traduzir como “Por um mundo novo novo” (ou ‘Por mudanças’, no sentido literal). A letra não é de autoria de nenhum Chico Buarque (aliás, não conheço nenhum, na língua inglesa), mas seu sentido é claro: não importa o que aconteça, fiquemos unidos. E essa é a mensagem passada por esses artistas populares, a maioria dos quais se apresenta nas ruas, com seu indefectível chapéu esperando as moedas. E o GT Combate ao Racismo Ambiental também gostaria de repetir isso, para seus integrantes e para aquelas pessoas que, do Brasil e dos mais variados países, nos acompanham e nos apóiam: fiquemos unidos, sempre, na luta contra a injustiça e por um mundo melhor!

Para quem tiver interesse, de qualquer forma, na tradução, aí vai ela: ‘Quando a noite chegar/ E a terra ficar escura/ E o luar for a única/ Luz que se vê/ Não, não vou ter medo/ Não, não vou ter medo/ Enquanto você ficar comigo/ E querida/ Fique comigo, fique comigo/ Fique comigo/ Se o céu que contemplamos/ Despencar e cair/ E a montanha/ Se desmoronar para o mar/ Não vou chorar, não vou chorar/ Não, não vou derramar uma lágrima/ Enquanto você ficar/ Ficar comigo’/ E quando tiveres problemas/ Não terás, se estiveres comigo/ Fique comigo, fique comigo/ Fique comigo’.

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