Conjuntura da Política Indigenista: O Presidente Lula e os “entraves” de seus dois mandatos!

Roberto Antonio Liebgott – Vice-Presidente do Cimi

Ao findar o segundo mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se pode deixar de avaliá-lo quanto a sua política para os povos indígenas, bem como, em certa medida, compará-lo com outros governos que também desenvolveram ações indigenistas. Esta tentativa de análise e avaliação tem como objetivo apontar avanços e retrocessos da política realizada, ao longo de oito anos.

É bom salientar, até para estabelecer um parâmetro entre os diferentes governantes, que alguns dos que presidiram o Brasil nas últimas décadas foram concebidos no seio da ditadura militar, outros forjados no neoliberalismo ou, ainda, na social democracia. Nos últimos oito anos vivemos tempos de governo Lula que teve sua história de militância construída no movimento sindical, onde se refletia, na época, os ideais de esquerda. Continue lendo “Conjuntura da Política Indigenista: O Presidente Lula e os “entraves” de seus dois mandatos!”

Ler maisConjuntura da Política Indigenista: O Presidente Lula e os “entraves” de seus dois mandatos!

A ocupação da Seppir por Luíza Bairros significa um novo tempo?

Fátima Oliveira

Leio a indicação da socióloga Luíza Bairros como a carta de alforria da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

Luíza Bairros não precisou do meu apoio para ser indicada ministra do governo Dilma Rousseff. Nem eu esperava que precisasse. Entendo como prerrogativa presidencial escolher livremente quem ocupa qualquer cadeira de seu ministério, pois ser ministra (o) é cargo de confiança da chefia do Executivo.

Aliás, eu não me dou nenhum milímetro a mais de importância, além da condição de cidadã. E está de bom tamanho. Logo, não me arvoro de querer ser a régua de qualquer escolha do primeiro ou do último escalão da Presidência da República. Continue lendo “A ocupação da Seppir por Luíza Bairros significa um novo tempo?”

Ler maisA ocupação da Seppir por Luíza Bairros significa um novo tempo?

Secretário-geral da ONU cobra empenho contra o racismo, no lançamento do Ano Internacional dos Afrodescendentes – 2011

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, fez um apelo para que a comunidade internacional  se empenhe em garantir aos afro-descententes direitos fundamentais como a saúde e a educação, no lançamento oficial do Ano Internacional dos Afrodescendentes – 2011.

“Vamos todos intensificar os nossos esforços para assegurar que os povos afrodescendentes possam gozar de todos os seus direitos”, afirmou Ban Ki-moon na sexta-feira, em Nova York. Homenagear os povos de origem africana foi uma iniciativa da Assembleia-Geral da ONU, em reconhecimento da necessidade de se combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais.

Os afrodescendentes estão entre as comunidades “mais afetadas pelo racismo” e “enfrentam demasiadas vezes restrição de acesso a serviços básicos, como saúde e educação de qualidade “, afirmou o secretário-geral da ONU.  “A comunidade internacional não pode aceitar que comunidades inteiras sejam marginalizadas por causa da sua cor de pele”, afirmou. Continue lendo “Secretário-geral da ONU cobra empenho contra o racismo, no lançamento do Ano Internacional dos Afrodescendentes – 2011”

Ler maisSecretário-geral da ONU cobra empenho contra o racismo, no lançamento do Ano Internacional dos Afrodescendentes – 2011

Assédio Moral: o Fantasma no Ambiente de Trabalho

Diesat *

Adital – Nesta entrevista a Dra. Margarida Barreto, médica ginecologista e do Trabalho, pesquisadora do Núcleo de Estudos Psicossociais de Exclusão e Inclusão Social (Nexin PUC/São Paulo), explica o que é assédio moral e como o trabalhador deve procurar ajuda e alerta: ” Quem é humilhado sistematicamente, pode sair das ideações suicidas e agir, rumo a morte, tirando a própria vida, por não suportar o sofrimento”.

Diesat: O que é assédio moral?

Dra. Margarida Barreto: Assediar alguém significa estabelecer um cerco e não dá trégua ao outro, humilhando, inferiorizando e desqualificando-o de forma sistemática e repetitiva. São ataques verbais e gestuais, perseguições e ameaças veladas ou explicitas; fofocas e maledicências que ao longo do tempo, vão desestabilizando emocionalmente e devastando a vida do outro. Continue lendo “Assédio Moral: o Fantasma no Ambiente de Trabalho”

Ler maisAssédio Moral: o Fantasma no Ambiente de Trabalho

Campesinos en círculo vicioso de pobreza

Olivier de Schutter, relator especial de la ONU sobre el derecho a la alimentación. / Crédito:Jean-Marc Ferré/UN Photo
Olivier de Schutter, relator especial de la ONU sobre el derecho a la alimentación. Crédito: Jean-Marc Ferré/UN Photo.
Cléo Fatoorehchi

NUEVA YORK, dic (IPS) – En todo el mundo, campesinos se ven atrapados en un círculo vicioso: los gobiernos no invierten lo suficiente en la agricultura y los productores locales se ven expulsados de sus tierras para ir a parar a tugurios urbanos donde se hunden más en la pobreza. Esto sólo dificulta los esfuerzos para aliviar el problema de la desnutrición: en todo el mundo, 925 millones de personas siguen sufriendo hambre crónica, según las cifras divulgadas en septiembre por la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO).

Olivier de Schutter, reportero especial de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) sobre el derecho a la alimentación, señaló que la solución más sostenible es incrementar las inversiones agrícolas en los países del Sur en desarrollo para mejorar los ingresos de los campesinos y darle una mayor estabilidad al sector.  Continue lendo “Campesinos en círculo vicioso de pobreza”

Ler maisCampesinos en círculo vicioso de pobreza

Tribunal da OEA condena Brasil por crimes na guerrilha do Araguaia

Thais Romanelli, da Redação

A Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão da OEA (Organização dos Estados Americanos), condenou a repressão e os crimes cometidos pelo regime militar brasileiro durante a guerrilha do Araguaia. A sentença divulgada ontem  (14/12) determina que o Estado brasileiro é responsável pelo desaparecimento forçado de 62 pessoas, entre os anos de 1972 e 1974. Esta é a primeira condenação internacional do Brasil em um caso envolvendo a ditadura militar (1964-1985).

No entanto, a aceitação da sentença pelo Brasil não é automática, pois depende de decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). No julgamento que confirmou a Lei de Anistia, este ano, os ministros do Supremo chegaram a discutir a submissão do Brasil à jurisdição da OEA, mas não chegaram a uma conclusão sobre esse ponto. Continue lendo “Tribunal da OEA condena Brasil por crimes na guerrilha do Araguaia”

Ler maisTribunal da OEA condena Brasil por crimes na guerrilha do Araguaia

CE – Preconceito: Igreja que aceita homossexuais é alvo de vandalismo

Fachada da igreja, no Jardim América, é alvo de pichações e pedradas  (SARA MAIA)
Fachada da igreja, no Jardim América, é alvo de pichações e pedradas (SARA MAIA)
Igreja sofreu pichações e pedradas. As ações começaram em agosto porque a maioria dos membros é formada por homossexuais

Viviane Gonçalves

Primeiro foi uma pedrada na porta, depois vieram as pichações com graves ameaças, os cadeados entupidos e, em seguida, os xingamentos. Desde agosto, não tem sido fácil frequentar a Comunidade Cristã Nova Esperança, no Jardim América. A igreja prega a teologia inclusiva e tem sido alvo de constantes manifestações homofóbicas.

São aproximadamente 60 membros, muitos deles homossexuais, que se sentem constrangidos e amedrontados com a situação. “Escutamos os xingamentos vindos lá de fora e vemos o prédio ser danificado, mas não temos ideia de quem seja. Termina a reunião e sai todo mundo junto para se proteger. Temos receio pela nossa integridade física. Não sabemos do que eles são capazes”, comenta um dos membros, que não quis se identificar. Continue lendo “CE – Preconceito: Igreja que aceita homossexuais é alvo de vandalismo”

Ler maisCE – Preconceito: Igreja que aceita homossexuais é alvo de vandalismo

Colombia: OIT alerta de acecho a niños indígenas para explotación sexual

Servindi, 14 de diciembre, 2010.- En América Latina la difícil situación por la que atraviesan los niños indígenas trabajadores, empeora cada día e incluso su integridad física es amenazada por el flagelo de la explotación sexual, según un estudio de la OIT.

El informe señala que el desplazamiento de indígenas a las capitales  ha ocasionado el trabajo infantil urbano, con el agravante de que las ocupaciones se dirigen al trabajo “informal”, doméstico o la mendicidad.

Pero lo más grave es que ante la necesidad de obtener recursos básicos como alimentos para poder sobrevivir, muchas de las niñas terminan siendo captadas y explotadas sexualmente por mafias cuyas conexiones se multiplican en América Latina.

Ya no sólo son los indígenas adultos los que sufren con el desplazamiento forzado, la presión de las guerrillas, los paramilitares o narcotraficantes; sino que sus niños se ven abocados a las peores formas de trabajo infantil, como la explotación sexual.“En las carreteras y en vías interurbanas de mayor tránsito, en las esquinas de los semáforos y en los mercados públicos de las ciudades, desde los 9 años de edad, o incluso menos, niños y niñas participan en la venta de productos alimenticios de preparación casera y artesanías “, reseña el estudio de la Organización Internacional del Trabajo. Continue lendo “Colombia: OIT alerta de acecho a niños indígenas para explotación sexual”

Ler maisColombia: OIT alerta de acecho a niños indígenas para explotación sexual

Mundo: El clima en manos del capitalismo salvaje: Una lectura de los resultados de Cancún

Por Elizabeth Peredo Beltrán

14 de diciembre, 2010.- Para muchos el Acuerdo de Cancún es positivo, probablemente porque es mas fuerte la necesidad de mantener la idea de que “hubo algún resultado” que analizar verdaderamente el contenido y las consecuencias del mismo.

Para nosotros y nosotras, quienes nos identificamos con los postulados de la justicia climática y los contenidos del Acuerdo de los Pueblos, es un texto que en sencillas palabras mantiene la esencia del Entendimiento de Copenhagen dejando en la ambigüedad los aspectos más vitales de un acuerdo climático basado en la ciencia y la equidad que esté a la altura de las necesidades actuales que plantea la crisis del planeta. Continue lendo “Mundo: El clima en manos del capitalismo salvaje: Una lectura de los resultados de Cancún”

Ler maisMundo: El clima en manos del capitalismo salvaje: Una lectura de los resultados de Cancún