Agustin Lizarraga Ruiz: el grand descubridor de Machupicchu

PODER POLÍTICO – Recuerda pueblo peruano que un 14 de julio de 1902 casi en silencio ocurrió uno de los mas grandes acontecimientos, no solo de Cusco y Perú, sino también del mundo: El Descubrimiento de la Ciudad Inca de Machupicchu, aquel glorioso día nadie imaginó la gran influencia que ejercería sobre los destinos de los cusqueños y peruanos, tampoco nadie imaginó que 9 larguísimos años después, el 24 de julio de 1911 llegaría el primer turista extranjero: un tal Hiran Bingham y que tras él llegarían millones de turistas desde todos los confines del mundo en un impresionante peregrinaje masivo a este Altar Sagrado De La Humanidad, dejando millones de dólares.
Oficiais de Justiça cumprem mandado de reintegração de posse em quilombo em área nobre do Rio
Isabela Vieira, Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Ao cumprir ação de reintegração de posse, oficiais de Justiça lacraram ontem (8) a entrada principal da Vila Sacopã – comunidade quilombola localizado no Bairro da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro. Os moradores da vila fizeram uma manifestação e convocaram autoridades e estudiosos dos direitos do negros para comprovar suas origens. Mesmo assim, não conseguiram evitar o cumprimento da decisão judicial.
Instalados em uma das regiões mais nobres da cidade, os quilombolas – também conhecidos como Família Pinto – foram citados em ação movida em 1989. Um condomínio de luxo vizinho ao quilombo reivindica a área de entrada da comunidade. A ação teve desdobramento ontem, quando os oficiais lacraram a entrada da vila. A comunidade anunciou que recorrerá da decisão por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Segundo o presidente da associação de 32 moradores, Luiz Sacopã, a decisão judicial fere o Artigo 68 da Constituição. “Eles [condomínios] estão inconformados com nossa permanência. Querem nos privar de nossos direitos. Não atrapalhamos ninguém. Fazemos nossas quentinhas e nossa feijoada. Somos queridos por artistas e outros moradores da zona sul”. Continue lendo “Oficiais de Justiça cumprem mandado de reintegração de posse em quilombo em área nobre do Rio”
TRF-4 autoriza índios a utilizarem terreno da UFRGS
A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região autorizou a comunidade indígena da etnia caingangue do Morro Santana, em Porto Alegre, a utilizar imóvel da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para extrair a matéria-prima necessária para a confecção de artesanato. A decisão é do dia 9 de junho.
O imóvel, localizado na Av. Protásio Alves, 9.339, está sendo disputado na Justiça. Os índios caingangues ocuparam a área em fevereiro de 2010, alegando terem direito, por ser o terreno tradicionalmente indígena. No local, está o observatório astronômico da UFRGS, bem como um reservatório de vida silvestre usado no ensino pela Universidade.
A UFRGS obteve uma liminar de reintegração de posse no mesmo mês. A Justiça Federal deu um prazo de 24 horas para que os índios deixassem o local, mas a remoção acabou acontecendo somente em maio de 2010.
A comunidade recorreu ao tribunal. Os índios alegam que a área era ocupada por antepassados. Para eles, é possível o convívio dos caingangues com os alunos da universidade. Eles argumentam também que extraem seu sustento do local, retirando cipós e ervas medicinais. Continue lendo “TRF-4 autoriza índios a utilizarem terreno da UFRGS”
Para que os alimentos matem a fome

Como lembra novo diretor da FAO, especulação e desperdício abrem, por enquanto, enorme distância entre aumentar a produção agrícola e construir um mundo sem pobreza
Washington Novaes, em O Mundo Certo
Na reunião em que foi eleito diretor-geral da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), da Organização das Nações Unidas (ONU), há poucos dias, o ex-ministro brasileiro José Graziano da Silva assegurou – com sua experiência de gestor do programa de combate à fome entre nós – que esta será a sua prioridade: enfrentar esse problema no mundo, para que até 2015 o número de carentes de alimentos no planeta, hoje em torno de um bilhão, se reduza à metade. “É o desafio do nosso tempo”, disse na ocasião o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, lembrando que um dos complicadores dessa questão, “o protecionismo dos ricos” à sua produção de alimentos, só tem aumentado. E isso quando a própria FAO alerta que os preços desses produtos continuarão a subir nos próximos dez anos. E que a produção precisará crescer 70% até 2050, para alimentar os 9,2 bilhões de pessoas que estarão no mundo nessa época.
Não é a única preocupação de Annan. Ele alertou também para as crescentes compras e arrendamentos de terras em outros países, por especuladores e fundos de alto risco de países industrializados. Só em 2009 foi comprada na África uma área equivalente ao território da França (FAO, 27/6). Continue lendo “Para que os alimentos matem a fome”
Imperdível: “Elas não usam 4X4”

No Vale do Ribeira, patrimônio natural da humanidade, comunidades tradicionais afirmam: defender natureza pode ser modo (não moda) de vida
Reportagem de Luís Nagao
Eles vivem entre duas das metrópoles brasileiras mais ricas e modernas – São Paulo e Curitiba – mas convivem com realidades típicas das regiões mais pobres do país. O IDH de seus municípios só é comparável aos de Estados muito mais pobres, como Maranhão e Piauí. O acesso a escolas, internet, equipamentos culturais ou mesmo telefones é, em muitos casos, inexistente ou muito irregular. Parte deles tem como único meio de transporte garantido a água dos rios e embarcações precárias. Como se estas agruras fossem poucas, vieram, nos últimos anos, as ameaças de despejo. Primeiro, pelo governo paulista, que se ampara num falso discurso ambiental. Agora, em consequência da possível construção de quatro hidrelétricas – a mais importante das quais atenderá, exclusivamente aos interesses do Grupo Votorantim.
Eles compõem dezenas de comunidades tradicionais: índios, quilombolas, caiçaras, pescadores e ribeirinhos. Vivem em municípios esquecidos, pequenas cidades ou na zona rural. Sofrem ameaças e, em casos não raros, estranhos desaparecimentos de lideranças. Estão no Vale do Ribeira – um Patrimônio Natural da Humanidade (ONU, 1999) que abrange o extremo sul de São Paulo e extremo leste do Paraná, estende-se do litoral à serra do Mar e abriga tesouros ambientais: entre eles, 61% da Mata Atlântica remanescente no país e a maior concentração brasileira de cavernas em rochas carbonárias. Continue lendo “Imperdível: “Elas não usam 4X4””
Homens brancos são maioria dos transplantados. Negros e mulheres têm menos acesso a cirurgias, segundo Ipea
Gilberto Costa, Repórter da Agência Brasil
Brasília – Estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os efeitos das desigualdades sociais brasileiras se estendem às cirurgias de transplantes de órgãos como coração, fígado, rim, pâncreas e pulmão. A maioria dos transplantados são homens da cor branca.
De acordo com o estudo, de quatro receptores de coração, três são homens; e 56% dos transplantados tem a cor de pele branca. No transplante de fígado; 63% dos receptores são homens e 37% mulheres. De cada dez transplantes de fígado, oito são para pessoas brancas.
Segundo a análise do Ipea, homens e mulheres são igualmente atendidos nos transplantes de pâncreas; mas 93% dos atendidos são brancos. A maioria absoluta de receptores de pulmão também são homens (65%) e pessoas brancas (77%). O mesmo fenômeno ocorre com o transplante de rim: 61% dos receptores são homens; 69% das pessoas atendidas têm pele clara. Continue lendo “Homens brancos são maioria dos transplantados. Negros e mulheres têm menos acesso a cirurgias, segundo Ipea”
Pacientes indígenas na rua no município de Nhamundá (AM)
Local: Manaus – AM
Fonte: A Crítica
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Presidente do Condisi acusa prefeito e secretário de saúde de não cumprirem acordo para operação da Casai
Jonas Santos
O presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), da Região do Baixo Amazonas, Nilton Makaxi, disse ontem que irá denunciar ao Ministério Público Federal o prefeito de Nhamundá, Mário Paulain e o secretário de saúde do município, Eneás Cardoso Gonçalves, por se recusarem a assumir com um acordo de cooperação técnica celebrado com a Secretaria Nacional de Saúde Indígena ( Sesai), para o aluguel de um prédio onde deveria funcionar a Casa de Saúde Indígena( Casai), no município.
A locação, no valor de R$ 2 mil, seria paga com o recurso federal, proveniente do Programa de Saúde da Família Indígena (PSF), depositada mensalmente na conta da Prefeitura. De janeiro até junho, deste ano a Prefeitura de Nhamundá já recebeu do programa o equivalente a mais de R$ 100 mil. Continue lendo “Pacientes indígenas na rua no município de Nhamundá (AM)”
Plano do Ministério dos Transportes pode acabar com a Amazônia (parte 1)

O governo brasileiro planejou a construção de complexos hidrelétricos com seis usinas na bacia do rio Tapajós e outras cinco na sub-bacia do rio Teles Pires, nos estados do Pará e Mato Grosso. Junto a esses complexos hidrelétricos estão em andamento os projetos de hidrovias que só poderiam ser viabilizadas com a criação de grandes reservatórios nos trechos naturalmente intransponíveis, de pedrais ou encachoeirados, característicos dos rios da Amazônia.
Um grande processo de ocupação industrial por empresas de fomento, processamento e distribuição de grãos está ocorrendo na bacia hidrográfica do rio Tapajós – incluindo os seus principais formadores, os rios Teles Pires e Juruena. Investimentos estão sendo direcionados para construção de terminais de armazenamento e de embarque, e grandes empresas de mineração e eletrointensivas se interessam por portos fluviais e hidrovias para ampliar a capacidade de transporte de carga. Em paralelo às atividades de extração madeireira estão sendo abertas novas rodovias que cortam unidades de conservação e terras indígenas, para escoamento de produtos extraídos da exploração dos recursos naturais. Continue lendo “Plano do Ministério dos Transportes pode acabar com a Amazônia (parte 1)”
“Erguendo Barricadas! Basta de Assassinatos! Nenhum Militante a Menos!”
Hoje, dia 08 de Agosto temos, todos e todas que lutamos contra o capitalismo, um compromisso marcado com a denúncia das atrocidades sofridas pelos militantes Brasil afora. Nosso compromisso é também de proteger e se solidarizar com tantos “Josés e Marias” que, ainda vivem sob a ameaça constante de ver suas vidas ceifadas em nome das causas que defendem.
Nas últimas semanas os assassinatos dos companheiros José Cláudio Ribeiro da Silva, Maria do Espírito Santo, ativistas do Assentamento Praia Alta Piranheira, no sudeste do Pará, de Adelino Ramos, o Dinho, líder do movimento camponês de Corumbiara, e outros que continuam acontecendo, escancararam aquilo que ocorre de maneira cotidiana: a perseguição, humilhação, ameaça e repressão aos ativistas sociais em todo o país.
No campo, trabalhadores sem terras, assalariados rural e camponeses que vivem da extração dos recursos da floresta (como o casal de castanheiros assassinados) sofrem o peso de defender nosso patrimônio natural, nossos recursos, nossa Amazônia, rapinadas pela sangria desatada do capitalismo. Continue lendo ““Erguendo Barricadas! Basta de Assassinatos! Nenhum Militante a Menos!””
