Organizaciones mapuche exigen al gobierno impedir la promulgación de la Ley Araucanía

Imagen tomada de Aporrea. org
Imagen tomada de Aporrea. org

Servindi – Representantes del pueblo Mapuche rechazaron el proyecto de la Ley Araucanía promovida por el gobierno de Sebastián Piñera porque los obliga a cambiar sus tierras por un bono monetario.

Dicha iniciativa legal violaría el derecho ancestral del pueblo originario a la propiedad a la tierra.

Los últimos en pronunciarse al respecto han sido las comunidades Mapuche de la zona del bajo Malleco, quienes consideran que el proyecto de ley constituye un acto de racismo y es abiertamente discriminatorio por parte del Estado chileno y los intereses privados asentados en la región.

La norma se enmarca en el Plan Araucanía, el cual intenta equiparar el desarrollo económico que tiene el país con la región mapuche.

El Gobierno justifica el plan con el argumento de que las tierras mapuches no tienen producción económica. Continue lendo “Organizaciones mapuche exigen al gobierno impedir la promulgación de la Ley Araucanía”

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Editora Fiocruz promove lançamento coletivo na Academia Brasileira de Letras, dia 8/11

Capa Mapa de ConflitosOs autores, organizadores e a Editora Fiocruz convidam para o coquetel de lançamento coletivo de sua recente produção editorial. O evento ocorre na Academia Brasileira de Letras (ABL), no dia 8 de novembro (sexta-feira), das 15h30 às 18h. Confira os títulos que serão lançados na ocasião:

Estigma e Saúde
Simone Monteiro e Wilza Vilella (orgs.)

Federalismo e Políticas Públicas no Brasil
Gilberto Hochman e Carlos Aurélio Pimenta de Faria (orgs.)

Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil: o Mapa de Conflitos
Marcelo Firpo Porto, Tania Pacheco e Jean Pierre Leroy (orgs.)

O Lagarto e a Rosa no Asfalto: odontologia dos desejos e das vaidades
Adauto Emerich e Luis David Castiel

Lepra, Medicina e Políticas de Saúde no Brasil (1894-1934)
Dilma Cabral
Coleção História e Saúde

Medicinas Indígenas e as Políticas da Tradição: entre discursos oficiais e vozes indígenas
Luciane Ouriques Ferreira
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Três informes da Aty Guasu: Em Yvy Katu, jagunços atacaram os Guarani às 23 horas de ontem, dia 4

Boiada de fazendeiro 'tocada' para destruir a tekoha
Boiada de fazendeiro é ‘tocada’ para destruir tekoha

Informação direta do tekoha Yvy Katu-Japorã em litígio: uma liderança Guarani comunica que um grupo armado das fazendas cercou e atacou as barracas da comunidade indígena, tentando assassinar os líderes indígenas.

Durante confronto, um dos integrantes do grupo armado abandonou uma motocicleta na área que está no poder dos indígenas, que será entregue à polícia federal.

O fato aconteceu ontem, dia 04/11/2013, por das 23 horas. A comunidade está tentando comunicar à polícia federal e agentes da Funai, mas até o momento a polícia federal não chegou à região de confronto. Pedimos a apuração urgente do ataque à comunidade, pela polícia. Continue lendo “Três informes da Aty Guasu: Em Yvy Katu, jagunços atacaram os Guarani às 23 horas de ontem, dia 4”

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Cerca de 2 mil Sem Terra marcham por Reforma Agrária em Alagoas

marcha mst al

Por Gustavo Marinho, da Página do MST

Antes de raiar o sol, 2000 camponeses já estavam de pé prontos para dar início à Marcha em defesa da Reforma Agrária, em Alagoas, nesta segunda-feira (4). Com destino à Maceió, os movimentos sociais do campo se concentraram no acampamento Sede, em Murici, palco de grandes conflitos agrários do estado.

A Marcha por Terra e Justiça é uma iniciativa do MST, Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL) e Comissão Pastoral da Terra (CPT), e cobra do governo federal e estadual a democratização da terra.

“Dilma parou a Reforma Agrária. E quando chega essa época do ano o presente que o governador quer nos dar é botar a polícia para expulsar as famílias das terras, passar o natal na rua”, afirmou Zé Roberto, coordenação nacional do MST. Continue lendo “Cerca de 2 mil Sem Terra marcham por Reforma Agrária em Alagoas”

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Assentados podem perder suas casas para a construção de aeroporto em AL

juncoPor Paulo Floro, do NE10, em MST

Os moradores do assentamento Junco nunca tiveram que lidar com tamanho mistério. Em um determinado dia de dezembro do ano passado todas as casas do vilarejo, localizado na zona rural de Maragogi, a 125 Km de Maceió (AL), perceberam que suas casas receberam um estranho carimbo de um avião vermelho, seguido de um número desenhado em estilo militar. As residências não possuem nenhum luxo. São de alvenaria, algumas decoradas com um pequeno jardim à frente, outras com um largo terraço. Em todas, esse símbolo rubro que traz mais perguntas que respostas. Continue lendo “Assentados podem perder suas casas para a construção de aeroporto em AL”

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Maria Rita Kehl e Michael Löwy: Walter Benjamin, intérprete do capitalismo como religião

O sociólogo franco-brasileiro Michael Löwy, um dos maiores pesquisadores da obra de Walter Benjamin, esteve no Brasil em 2013 para debater “O capitalismo como religião”, livro de ensaios inéditos de Walter Benjamin, organizado e comentado por Löwy. Continue lendo “Maria Rita Kehl e Michael Löwy: Walter Benjamin, intérprete do capitalismo como religião”

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Yvy Katu: juiz concede reintegração; acampamento é atacado por pistoleiros

Foto: Aty Guasu
Foto: Aty Guasu

Por Ruy Sposati, de Campo Grande (MS), em Cimi

Em Yvy Katu, um grupo de homens armados invadiu e atirou contra a comunidade indígena Guarani Ñandeva acampada na fazenda São Jorge, na noite de sábado, 2 de novembro. A Justiça Federal de Naviraí concedeu, em 31 de outubro, reintegração de posse a Luiz Carlos Tormena, proprietário da fazenda Chaparral, também ocupada pelos Guarani. Ambas as fazendas – de um total de 14 propriedades – incidem sobre a Terra Indígena Yvy Katu, localizada entre os municípios de Japorã e Iguatemi (MS), declarada em 2005 mas com processo de demarcação parado.

Ainda, em 24 de outubro, em decisão favorável ao proprietário da fazenda São Jorge, a Justiça Federal determinou que a Polícia Federal realizasse patrulhamento na região, a fim de “proteger os funcionários (ou aqueles que estiverem na propriedade) e o patrimônio da parte autora, bem como o direito de ir e vir dentro da propriedade” e “(re)assegurar a ordem violada e inibir posteriores invasões”. Continue lendo “Yvy Katu: juiz concede reintegração; acampamento é atacado por pistoleiros”

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No Recife, infância perdida na lama e no lixo, por Wagner Sarmento e Marina Barbosa

Paulinho nadandoA história dos meninos cujo cotidiano é catar latas na imundície do Canal do Arruda

Por Wagner Sarmento e Marina Barbosa, em jconline

Eles nadam onde nem os peixes se atrevem. De longe, suas cabeças se confundem com os entulhos. Pela falta de quase tudo na terra, mergulham no rio de lixo atrás da sobrevivência. Lá sim tem quase tudo: latinhas, garrafas, papelão, móveis velhos, restos de comida, moscas, animais mortos. Menos dignidade. Lá, no Canal do Arruda, Zona Norte do Recife, o absurdo é rotina. Anfíbios e miseráveis catam sonhos onde o pesadelo é retrato soberano. São três meninos da comunidade Saramandaia, melados até o pescoço da lama do abandono, numa área que o prefeito da capital, Geraldo Julio (PSB), elencou como prioridade de sua gestão e que, até agora, não viu resultados senão promessas.

O sol inclemente não intimida. É preciso aproveitar a maré baixa, quando os resíduos se acumulam. A cena choca, intriga, envergonha. Em pleno 2013. Em plena capital pernambucana. Aos olhos de todos. O Canal do Arruda, foz de boa parte do lixo recifense, é a mina de ouro de Paulo Henrique Félix da Silveira, 9 anos; Tauã Manoel da Silva Alves, 10; e Geivson Félix de Oliveira, 12, unidos pelo sangue, pela necessidade e pela indiferença do poder público. Continue lendo “No Recife, infância perdida na lama e no lixo, por Wagner Sarmento e Marina Barbosa”

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Dilma tenta reforçar discurso ambiental com fundo de compensação para índios

cocarEngavetada há anos, medida passou a integrar a agenda do Planalto com o objetivo de fazer frente às críticas da ex-ministra Marina Silva; plano de atenção às comunidades atingidas por hidrelétricas deve valer apenas para pacote de novas usinas

Por João Villaverde, no Estado de São Paulo

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff estuda criar um fundo de compensação para índios que vivem em áreas próximas às hidrelétricas previstas no plano de energia do governo para 2021. Também prepara a regulamentação de um artigo da Constituição que obriga o poder público a consultar as comunidades indígenas antes de operar essas usinas.

Trata-se de uma estratégia para reforçar o discurso do governo no embate com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, uma crítica da política de desenvolvimento do País, que segundo ela não é sustentável.

Ex-petista, Marina se aliou ao projeto presidencial do governador Eduardo Campos (PSB) e poderá até disputar a sucessão do ano que vem na condição de vice do pernambucano. Continue lendo “Dilma tenta reforçar discurso ambiental com fundo de compensação para índios”

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