A ocupação policial de uma área co-coordenada anteriormente por redes de quadrilha mantêm a opressão sobre os moradores e não assegura a presença dos direitos fundamentais. A charge do iserj representa esta ausência
IHU On-Line – “O Rio, como termômetro do país, vive um contraste à altura de sua injusta divisão de renda. A economia formal cresce; a especulação imobiliária tem lucros vertiginosos; o solo urbano é sobrevalorizado; mas o aparelho de Estado age como se estivéssemos no período colonial. Reprime na avenida e mata na favela”, escreve Bruno Lima Rocha, jornalista e cientista político, em artigo publicado no blog do Noblat. Eis o artigo Continue lendo “Rio: insegurança pública e crime de Estado”
Comissão Pastoral da Terra – A CPT vem a público manifestar sua indignação diante da manobra da bancada ruralista em tentar aprovar o Projeto de Lei do Senado (PLS 432/2013) que regularia a PEC 57A, que prevê o confisco das terras em que forem flagradas mão de obra escrava. O PLS, ao redefinir o conceito de trabalho escravo previsto no Código Penal, representaria um grande retrocesso na tentativa de erradicar essa prática criminosa no país, pois retiraria condições degradantes e violações à dignidade humana de suas qualificantes. Confira o manifesto e assine a Petição contra a aprovação do PLS, aqui.
Não adianta aprovar o confisco da propriedade dos escravagistas se o preço a pagar for a negação do que é trabalho escravo nas condições do Brasil de hoje
Adital – Pesquisa recente aponta que 21.6 por cento das mulheres indígenas rarámuris da província de Chihuahua, no México, admitiram ter sido vítimas de violência. Segundo dados do Instituto da Mulher Chihuahua (Ichmujer) e da Comissão Nacional para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas (CDI), 33.5 por cento das indígenas dizem que necessitam de apoio para prevenir a violência dos homens contra as mulheres, 8.9 por cento, para prevenir a violência de mulheres para homens e 16,9 por cento, para prevenir a violência contra mulheres e crianças. Dados complementares, que surgiram espontaneamente nas respostas das indígenas.
Para combater esta situação, o Ichmujer CDI está promovendo oficinas de disseminação onde as vítimas de violência reproduzem às demais o que aprenderam em suas comunidades. Com a presença de mulheres e homens das comunidades indígenas Basigorovo e San Elias, o workshop intitulado “Por que homens e mulheres são como são”, percorreu escolas e entidades comunitários. As oficineiras do Instituto da Mulher Chihuahua são treinados desde 2006 para conscientizar sobre a violência doméstica entre os indígenas, são supervisionadas pelo Departamento de Educação e Sensibilização em Gênero do Ichmujer, apoiado pelo Fundo da Comissão Nacional para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas, com ações que vão à raiz do problema para que possa ser realmente transformadoras. Continue lendo “Campanha quer diminuir violência contra mulheres indígenas rarámuris”
desinformemonos – “Donde hay indígenas en el mundo, hay organización comunal, que se fortalece para defender a la Madre Tierra”: Hugo Blanco Galdós, peruano, director del periódico Lucha Indígena, activista contra las minas y ex guerrillero. Testimonio recogido durante la Cátedra Juan Chávez Alonso, celebrada en San Cristóbal de las Casas, los días 17 y 18 de agosto.
Los nuevos paradigmas constitucionales en México pueden ser herramientas de defensa de los derechos indígenas, pero no vías exclusivas para la resolución de los conflictos con el Estado y las corporaciones
En memoria de Juan Vázquez Guzmán,
indígena tseltal del ejido San Sebastián Bachajón, Chiapas,
líder comunitario y defensor de derechos humanos
asesinado el 24 de abril de 2013
México. El marco normativo mexicano está desbordado por la realidad y los fuertes intereses económicos que merodean los territorios indígenas; es por ello que la organización de los pueblos para hacer un frente de resistencia social y político para la protección de su territorio es urgente para su supervivencia
Às vésperas do III Conapir, cuja história todos conhecem (o I deliberou mais de 2.000 demandas não encaminhada até hoje; o II Teve apenas o papel de angariar a qualquer custo apoio para a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial), tenho a satisfação de colocar-lhes à mão esse texto com temática debatida por centenas de milhares de negras e negros por todo o Brasil, em palestras, debates, seminários, conferências, encontros e congressos do MN, há mais de 50 anos. Continue lendo “Pelo júbilo de nossos filhos e netos!”
Flagrante ocorreu na cidade de Aripuanã, durante operação Onda Verde. Conforme o Ibama, 41 toras eram transportadas nos caminhões.
G1 MT
Quatro caminhões carregados com 41 toras foram apreendidos na madrugada de sexta-feira (1º) em Aripuanã, a 976 km de Cuiabá, durante a operação Onda Verde, de combate ao desmatamento. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), os cerca de 133 cúbicos foram retirados de forma ilegal da Terra Indígena Arara do Rio branco.
O Ibama afirma que a madeira era ‘esquentada’ com créditos fictícios de planos de manejos situados nas proximidades das reservas. Os veículos flagrados fazendo o transporte foram encaminhados ao pátio da Secretaria de Obras do município e os respectivos condutores levados para a delegacia da Polícia Civil. Continue lendo “Caminhões com madeira retirada de terra indígena são apreendidos em Aripuanã, MT”
Jornal A Nova Democracia – No dia 28 de outubro a equipe de reportagem de AND foi ao Instituto Carioca de Criminologia, em Santa Tereza conversar com o seu presidente e fundador, o professor de criminologia e advogado, Dr. Nilo Batista. O ex vice-governador criticou o Estado de exceção imposto pelo Estado reacionário, a violência da polícia e a suposta interferência da chefe de polícia Martha Rocha na autonomia técnica e liberdade de decisão dos delegados.
Brasília – O representante da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul, Jonatan Pereira Barbosa, alertou [ou ameaçou?] senadores sobre o risco de um “derramamento de sangue” no estado, se o governo não apresentar uma solução para a questão fundiária até 30 de novembro.
A região tem sido palco de conflitos entre índios e produtores rurais que disputam territórios considerados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) como reserva [sic] indígena. Produtores garantem ter documentos que comprovam a posse da terra e se recusam a deixar fazendas que foram invadidas [sic] pelos índios.
“Está para acontecer uma tragédia em Mato Grosso do Sul. Se no dia 30 de novembro nada for feito para dar segurança e paz à região, haverá derramamento de sangue”, alertou Barbosa.