A Antropologia dos Museus Indígenas e das Coleções Etnográficas: Desafios Teóricos e Caminhos Metodológicos, 28/11, em Recife

Sessões

1º- Sessão: Novas perspectivas analíticas para o estudo de coleções etnográficas

14:10 às 14:30hs: UM MUSEU DESEJADO E OUTRAS NARRATIVAS DO GRUPO INDÍGENA XUCURU-KARIRI SOBRE MUSEUS, Julio Cézar Chaves (Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore/UFAL)

14:30 ÀS 14:50hs: IMAGENS E RELATOS DE UM SERTÃO DESCONHECIDO: O ACERVO ACARY DE PASSOS OLIVEIRA, Gustavo de Oliveira Araújo (Museu Antropológico/UFG), Michelle Nogueira de Resende (Museu Antropológico e PPGDH/UFG), Rosani Moreira Leitão (Museu Antropológico e PPGDH/UFG)

14:50 às 15:10hs: MUSEU XUCURUS DE HISTÓRIA, ARTE E COSTUMES: UM “MUSEU DE SI” E “DOS OUTROS”, Iuri Rocio Franco Rizzi (Biblioteconomia e especialização em Antropologia/UFAL)

15:10 às 15:30hs: TUDO ISSO É BONITO! O RANKOKAMEKRÁ E AS FOTOGRAFIAS DA COLEÇÃO CARLOS ESTEVÃO DE OLIVEIRA, Nilvânia Barros (PPGA/UFPE) Continue lendo “A Antropologia dos Museus Indígenas e das Coleções Etnográficas: Desafios Teóricos e Caminhos Metodológicos, 28/11, em Recife”

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A magia do crachá, por Antonio Claret Fernandes [Imperdível!]

Sitio Pimental visto do km 52 da Rodovia Transamazônica. Os buracos gigantes nas rochas vão abrigar as turbinas da casa de força principal de Belo Monte. Foto: Leticia Leite (ISA)
Belo Monte. Foto: Leticia Leite (ISA)

Por Antônio Claret Fernandes*, para Combate Racismo Ambiental

O Camponês se tornara operário da noite para o dia. Essa metamorfose aparentemente repentina se deu num processo mais longo, pela conjunção de dois elementos. O primeiro é o abandono histórico dos colonos na transamazônica e, o segundo, a propaganda das benesses nos canteiros de obra de Belo Monte.

O camponês, agora operário, trabalhara em toda a sua vida no cacau. Sua família viera do Paraná e se fixara na Transamazônica. Conquistara um lote de 100 hectares, o que daria para tocar a sua sobrevivência, mas fora pego de surpresa pela doença da mãe, e venderam a terra, o gadinho, tudo.

Nos tempos áureos do cacau, a meia foi um bom negócio. O colono tirava até 15 mil reais por ano. É claro que um proprietário de cacau, que tinha 400 mil pés e várias famílias de colonos, em situação quase análoga à escravidão, tirava muito mais.

O trabalho de meia tem um fator psicológico que interfere diretamente na produtividade. O meeiro se sente, via de regra, dono dos serviço; ele suga o próprio sangue, trabalha desde madrugada até a noite, envolvendo toda a família. A produtividade maior se dá à custa de uma jornada excessiva de trabalho, em condições precárias. A meia camufla a relação empregado/patrão. Continue lendo “A magia do crachá, por Antonio Claret Fernandes [Imperdível!]”

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25 de noviembre: Basta de violencia contra las Mujeres!

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Comunicado La Vía Campesina

A lo largo de estos 20 años como La Vía Campesina hemos reconocido el rol de las mujeres en todos los aspectos de la vida, en ese sentido hemos denunciado al capitalismo y al patriarcado como los principales generadores de todo tipo de violencia: física, ética, psicológica, política y económica que  aumentan las condiciones de discriminación y las situaciones de violencia hacia las  mujeres y niñas.

Las campesinas en todo el mundo sufren la violencia de clase heredada del latifundio, la falta de acceso a la tierra, a los bienes de producción, la falta de condiciones para permanecer en el campo causadas por el poder destructor del agronegocio, que hoy por hoy, es la  expresión del capital en el campo. Este modelo de agricultura no solo acapara la tierra y expulsa, sino que además pone en riesgo la vida millones de mujeres en todo el mundo,  pues las expone a los agrotóxicos y venenos utilizados en este modelo de agricultura. Continue lendo “25 de noviembre: Basta de violencia contra las Mujeres!”

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Povos indígenas e o debate sobre politicas públicas

SEMINÁRIO de Políticas Públicas e Povos Indígenas aconteceu no Acre 5 a 7 de novembro - Foto: Nilson Tuwe Huni Ku?
SEMINÁRIO de Políticas Públicas e Povos Indígenas aconteceu no Acre 5 a 7 de novembro – Foto: Nilson Tuwe Huni Ku?

Gleyson de Araujo Teixeira – Página 20

Notáveis acontecimentos dominaram o cenário acreano e os povos indígenas este mês de novembro. Coroado com o resultado da premiação, em que a CPI/Acre levou o 1º lugar do Premio Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil, o mês começou com a realização do Seminário de Políticas Públicas, entre os dias 5 a 7 de novembro, no Centro de Formação dos Povos da Floresta. O que se assistiu no seminário e resultou em uma solicitação ao Ministério Público Federal, foram depoimentos que mostraram desencontros entre as políticas públicas e sua realização. Se avanços significativos foram alcançados nas políticas propostas a partir de 1999 incorporando demandas indígenas, a execução das mesmas, hoje, exigem consertações imediatas. Para mostrar isso, as lideranças destacaram os casos da educação e do apoio produtivo no âmbito da gestão territorial e ambiental das Terras Indígenas. Continue lendo “Povos indígenas e o debate sobre politicas públicas”

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Tumba de Mapuche Rodrigo Melinao nuevamente es profanada

rodrigo-melinao-elewunDestruyeron los símbolos que acompañaban el descanso del Weichafe en cementerio de Chekenko. La comunidad consideró este hecho “como un amedrentamiento a la familia”, pero que ellos continuarán con la busqueda de verdad y justicia por el asesinato del joven mapuche

Mapuexpress – Por segunda vez en lo que va desde su entierro, en agosto de este año, este domingo fue profanada la tumba del Weichafe Rodrigo Melinao, perteneciente a la Comunidad Rayen Mapu, del Lof Lolocos, Ercilla.

Según relato German Melinao, hermano del mapuche asesinado, este domingo (24) sus padres Francisca Likan y Hernan Melinao descubrieron la profanación de la sepultura al advertir que los arreglos florales estaban destruidos y había sido sutraida la bandera simbolo de la lucha del joven mapuche.

German afirmó también que esta situación es considerada “como un amedrentamiento a la familia”, pero que ellos continuarán con la busqueda de verdad y justicia por el asesinato de su hermano. Continue lendo “Tumba de Mapuche Rodrigo Melinao nuevamente es profanada”

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Yaquis, la consulta que no cuaja

En la consulta a la tribu yaqui sobre las afectaciones que les causará el Acueducto Independencia, los procedimientos no funcionan como lo esperaba la tribu, denuncia Mario Luna. Dos folletos y un disco sin información clave es todo lo que las dependencias federales aportaron para cumplir con la información previa

Alba Herrera Rivas – Desinformémonos

Vícam, Sonora. La consulta es llevada a cabo por la Secretaría de Medio Ambiente y Recursos Naturales (Semarnat) en respuesta a la orden de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN), emitida en mayo del año 2013. En ella se invalida el Manifiesto de Impacto Ambiental del Acueducto Independencia y se obliga a Semarnat a realizar la consulta para averiguar si existen afectaciones irreversibles a la tribu yaqui derivadas de la operación de la obra, en cuyo caso deberá suspenderse inmediatamente su operación.  Continue lendo “Yaquis, la consulta que no cuaja”

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México – Una presa amenaza la vida de los guarijíos en Sonora

guarijios1-391x295El empeño del gobierno sonorense en imponer la presa Los Pilares trae como consecuencia violencia en las comunidades y amenazas a las autoridades tradicionales que resisten contra la mega obra

Adazahira Chávez – Desinformémonos

México.  El pueblo guarijío está en riesgo de sufrir un desplazamiento por la violencia interna, desatada a raíz de la intervención del gobierno sonorense, que busca arrancar el consentimiento necesario para edificar la presa Bicentenario Los Pilares. El caso se repite “en todas las esquinas de este país”, afirma Ramón Martínez Haro, asesor de los indígenas.

La presa, denuncia el académico –uno de los que se vio obligados, en agosto del años 2013, a abandonar la zona por amenazas- alimentará a las mineras, que ya tienen concesiones en la zona. Autoridades tradicionales y asesores interpusieron recursos judiciales para detener la obra, que no fue consultada con los afectados. Continue lendo “México – Una presa amenaza la vida de los guarijíos en Sonora”

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Audiência Pública na Câmara avalia Plano Nacional de Contingência para grandes vazamentos de petróleo: 26/11, às 14 horas

Amanhã, 26 de novembro, às 14h, acontece Audiência Pública que discutirá o Plano Nacional de Contingência para grandes vazamentos de petróleo, lançado pelo governo brasileiro no dia 22 de outubro deste ano. O encontro, aberto ao público, será no Plenário 8, Anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A audiência foi solicitada pela Fundação SOS Mata Atlântica, que avalia que o Plano, no formato apresentado, deixa em aberto questões primordiais, como a operacionalização e os recursos disponíveis para enfrentar eventuais acidentes e vazamentos. Segundo a ONG, o documento não esclarece como se dará a operacionalização do Plano, não determina orçamento e não especifica as estruturas disponíveis e os tipos de embarcações para operar em áreas profundas e distantes da costa, como as zonas do pré-sal, entre outros detalhes.

Além de representantes da organização, o encontro contará também com a participação de lideranças de setores do turismo e da pesca – atividades mais afetadas caso as ações emergenciais não funcionem – como Alexandre Anderson, Presidente da Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara (AHOMAR).

Foram também convidados para o encontro os Ministério do Desenvolvimento, da Casa Civil, do Meio Ambiente, de Minas e Energias, do Planejamento, e do Orçamento e Gestão.
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“Cimi é um braço fascista da Igreja Católica”, acusa governador de Mato Grosso do Sul – [Intervenção Já!]

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por Roldão Arruda –  Estadão

Na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, a audiência pública realizada na quinta-feira, 21, para discutir a questão da demarcação de terras indígenas, foi marcada por manifestações exaltadas. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que, em duas ocasiões anteriores havia recusado convites para comparecer perante a comissão, ouviu reclamações e acusações dos senadores da bancada ruralista. Foi chamado de omisso e irresponsável, entre outras coisas.

Presente à audiência, o governador de Mato Grosso do Sul, o peemedebista André Puccinelli, também pediu a palavra. Em sua fala, de aproximadamente quinze minutos, pôs em dúvida a política de concessão de terras para os índios; mencionou a iminência de conflitos armados em seu Estado; e atacou o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

“Não podemos aceitar ONGs nem Cimi incitando”, disse. “Não ouvi aqui ninguém falar do Cimi. Sou católico. Mas o Cimi é um braço fascista da Igreja Católica, que no meu Estado incita invasões – e já são mais de 80.” Continue lendo ““Cimi é um braço fascista da Igreja Católica”, acusa governador de Mato Grosso do Sul – [Intervenção Já!]”

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Acusados de “guerrilheiros” pela Justiça, indígenas Guarani afirmam que irão resistir contra nova reintegração de posse em Yvy Katu

Foto: Ruy Sposati / Cimi
Foto: Ruy Sposati / Cimi

Por Ruy Sposati, de Japorã (MS), em Cimi

Há 45 dias acampados em seu próprio território, os Guarani Ñandeva não dão sinal de que irão ceder às pressões de fazendeiros e às reintegrações de posse contra as ocupações de 14 propriedades que incidem sobre a Terra Indígena Yvy Katu. Localizada entre municípios de Japorã e Iguatemi, fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, a área foi declarada como terra indígena em 2005 pelo governo federal.

Segundo a comunidade, 100% dos 7,5 mil hectares antes ocupados por fazendas está sob o controle dos Guarani. Os fazendeiros utilizavam a terra para criação de gado, que já foi retirado das fazendas pelos proprietários. Estradas e vicinais estão sob o controle dos indígenas. Ao menos duas vezes por semana, famílias e lideranças de todas as áreas retomada se reúnem em assembleias para discutir o dia-a-dia dos acampamentos, compartilhar informações e notícias de jornais locais, e decidir os rumos da luta pela demarcação de Yvy Katu. Continue lendo “Acusados de “guerrilheiros” pela Justiça, indígenas Guarani afirmam que irão resistir contra nova reintegração de posse em Yvy Katu”

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