Força na terra e refinamento na teoria

Palestra de Leonardo Boff. Foto: Emater/RS
Palestra de Leonardo Boff. Foto: Emater/RS

Congresso Brasileiro de Agroecologia revela: pesquisa científica volta-se para produção alternativa e começa a se livrar das pressões da monocultura

Por Elenita Malta Pereira – Outras Palavras


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As sementes robustas da agroecologia brasileira
Num país pressionado pelo agronegócio, produtores que respeitam natureza mostram força, conquistam políticas públicas e se dizem preparados para transformar produção de alimentos.
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Los pueblos indígenas y la libre determinación

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Por Gil Inoach Shawit*

Servindi – Las personas por naturaleza llevamos adentro tres elementos motores que nos personifican y nos distinguen de otros animales: la libertad, el razonamiento y el instinto de sobrevivencia. Los seres humanos en general tenemos que aprender muchas habilidades y desarrollar nuestro conocimiento si queremos ser útil en la sociedad. Continue lendo “Los pueblos indígenas y la libre determinación”

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La floreciente industria del turismo sobre las cenizas del milenario pueblo quechua

Cargadores, a la espera. Ollantaytambo
Cargadores, a la espera. Ollantaytambo

Por Ollantay Itzamná*

Servindi – Los mercaderes folclóricos del Perú “moderno” venden con orgullo y algarabía las maravillas e inefables grandezas incas a propios y extraños, argumentado que son la herencia de “sus” milenarios ancestros. Pero, la industria del turismo en el Perú andino genera dólares para pocos y dolor y humillación para aborígenes quechuas, descendientes directos de arquitectos y constructores de las maravillas turísticas del Perú. La humillación, la sobreexplotación y el desprecio aniquilador que padecen indígenas quechuas en el Cusco es igual o peor que en la época colonial. Veamos dos casos observados en el apoteósico “Santuario Histórico” del Machupicchu, declarado nada menos que por la UNESCO, hace 30 años atrás, como parte del Patrimonio Cultural de la Humanidad. Continue lendo “La floreciente industria del turismo sobre las cenizas del milenario pueblo quechua”

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Bolivia: Indígenas en huelga piden al gobierno devolverles su sede

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Sede de la CONAMAQ sigue resguardada por la Policía

Erbol – Entre el 2005 y 2011, el Consejo Nacional de Ayllus y Markas del Qullasuyu (CONAMAQ) y el partido del Presidente indígena eran aliados naturales. Junto a otras organizaciones originarias empujaron el llamado “proceso de cambio”. Los originarios de las tierras altas consideraban a Evo Morales como su líder espiritual. Continue lendo “Bolivia: Indígenas en huelga piden al gobierno devolverles su sede”

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Deputado ruralista defende “cacete” em indígenas

Alceu Luís Castilho – Outro Brasil

A fala do deputado Giovanni Queiroz (PDT-BA) na quarta-feira não pode passar despercebida. Em audiência pública promovida pelos ruralistas, ele ensinou a “dar um cacete” em indígenas. Conforme relato de Luisa Molina no Diário Liberdade: “O Gatilho da ofensiva ruralista“.

Segue trecho:

– Aplausos e expressões de satisfação rondaram o auditório quando o deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA), ao falar de como “lidaram” com “o problema indígena” no seu estado com violência. “Ninguém mais contrata advogado. Entrou hoje [indígena na terra], sai na madrugada do dia seguinte. Sai debaixo de cacete”. Ele prossegue, aconselhando outros a contratarem empresas de segurança: “4 horas da manhã você aborda o pessoal [que entrou na terra], chega o cravo no primeiro que reclamar, dá-lhe um cacete, bota em cima de um caminhão e manda devolver”.  Continue lendo “Deputado ruralista defende “cacete” em indígenas”

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Martírio: um filme que precisa ser viabilizado. Vídeo nas Aldeias: conhecimento para documentar a luta

O Vídeo nas Aldeias integra a rede de apoio e solidariedade aos Guarani Kaiowá propondo ações de formação audiovisual nos acampamentos indígenas e a finalização do longa-metragem Martírio. 

Os Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul vivem um cotidiano de guerra civil. São o lado frágil de um conflito que vem se arrastando por décadas, e que tem no início do processo de construção da política indigenista brasileira sua origem. Nos últimos dez anos, as degradantes condições de vida e o confronto entre índios e grandes proprietários de terra se acentuaram de tal forma que a taxa de assassinatos dos Kaiowá, somente na reserva indígena de Dourados, ultrapassa a de países em guerra e é 495% maior que a média brasileira. Associado a essa paisagem de violência, está o massacrante lobby ruralista, em defesa da manutenção dos grandes latifúndios, incorporado pela mídia e promovido por seus representantes no Congresso Nacional e por autoridades do governo. Tentando minar os direitos garantidos aos índios pela Constituição Federal, disseminam um discurso racista, anti-indígena, e fazem deste um embate de forças cada vez mais desiguais.

Diante deste cenário de genocídio, o Vídeo nas Aldeias resolveu propor duas ações, de curto e médio prazo, em parceria com a Aty Guasu, grande assembléia dos povos Kaiowá e Guarani: Continue lendo “Martírio: um filme que precisa ser viabilizado. Vídeo nas Aldeias: conhecimento para documentar a luta”

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Apoio das Mulheres Camponesas aos povos indígenas do Brasil

mulheres assassinadas

Nós, mulheres representantes de 20 estados da Federação, em reunião da Coordenação Nacional do Movimento de Mulheres CamponesasMMC em Luziânia – Goiás, entre os dias 10 a 12 de dezembro de 2013, acompanhamos com enorme preocupação e indignação mais um ato genocida e de violência contra os povos indígenas, quilombolas e demais populações tradicionais. Trata-se da instalação da Comissão de analise e aprovação da PEC 215, que transfere a regularização dos territórios e terras coletivas, bem como a decisão sobre unidades de conservação do poder executivo para o Congresso Nacional, no qual objetiva a concentração das terras e o saque dos territórios.

A partir do nosso compromisso com a vida, a justiça e a pluralidade do nosso país, consideramos essa decisão não apenas um retrocesso absurdo, mas um atentado criminoso contra a vida e direitos das populações indígenas e tradicionais, a natureza e a Mãe Terra. Continue lendo “Apoio das Mulheres Camponesas aos povos indígenas do Brasil”

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No Taqui Pra Ti, “A xaropada do Adoniel”; aqui, a solidariedade a Jose Bessa e a reiterada homenagem a Dom Waldyr

José BessaTania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

Pois é! Atrasada (sempre faço isso na noite de sábado ou, no máximo, no domingo de manhã), fui há pouco lá na TaquiPraTi  fazer meu costumeiro assalto ao José Ribamar Bessa Freire, mais conhecido como José Bessa, e… cáspite! Dei de cara com um texto que já havia recebido inteirinho aqui nos comentários do blog, no início da semana, acho, em resposta ao meu roubo da semana passada: “Dom Waldyr, o nosso Bispo”.

No meu caso, que havia me limitado a ingenuamente republicar o texto  “tendencioso” do “infeliz articulista“, portador de “miopia histórica e ideológica” e autor de “inverdades devido a ódios não resolvidos“, tive só que ler a “xaropada” e, democraticamente, liberá-la para publicação enquanto comentário. Já o “tendencioso e infeliz articulista” permitiu que ficássemos sem sua crônica, explicando:

“Por respeito à liberdade de opinião, cedo este espaço ao assessor de imprensa da Arquidiocese do Rio, Adionel Carlos da Cunha, ex-coroinha do Colégio São Bento. Ele não gostou da comparação feita aqui, domingo passado, entre dois bispos e contestou matéria que aborda uma questão da história recente do Brasil: um bispo lutou contra a ditadura, o outro foi cúmplice dela ou, no mínimo, omisso”.

Quem perdeu a crônica em questão ou quiser relê-la, é só clicar no título mencionado acima, que, em solidariedade, linquei ao TaquiPraTi, em lugar de remeter ao Combate. Quem for masoquista e preferir o Adoniel, é só clicar aqui. Fora isso, como diz a turma do face, “Tamu juntu, Bessa!”

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O gatilho da ofensiva ruralista, por Luísa Molina

Ruralistas na Câmara

Por Luísa Molina, no Diário Liberdade

“Depois que nós finalizarmos a questão indígena, eu quero saber qual é o outro tema que eles vão inventar para poder atrapalhar a agropecuária brasileira”. Foi exatamente assim – sem meias-palavras e sem pudor algum – que a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) concluiu a sua fala na audiência pública da Comissão de Agricultura na última quarta-feira, 11 de dezembro, no principal auditório da Câmara dos Deputados.

Nada mais representativo do espírito do evento e do tom de seus participantes. Convictos de uma superioridade inabalável, parlamentares e latifundiários partem do princípio de que o seu setor detém autoridade moral absoluta sobre a República. Prova disso foi a instalação à força, na noite de terça, 10 de dezembro, da comissão especial para analisar a PEC 215. Ou mesmo a realização, a todo custo e a partir de ameaças, do que foi chamado de “Leilão da Resistência”, que em 7 de dezembro arrecadou mais de meio milhão de reais para ações contra indígenas em Mato Grosso do Sul, incluindo a formação de milícias. Continue lendo “O gatilho da ofensiva ruralista, por Luísa Molina”

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