O Programa Mundial de Alimentos, PMA, lançou uma lista com os 10 fatos mais importantes sobre a fome no mundo. A agência da ONU aponta para a importância desta informação ser do conhecimento de todos em 2014.
Quantas pessoas no mundo têm fome? Será que este número está a decrescer? Que consequências a fome terá para as crianças? O que podemos fazer para ajudá-las? Estas são algumas das questões a que o PMA procura responder, com uma lista que contribui para a reflexão de final de ano.
Servindi – El Defensor del Pueblo, Eduardo Vega Luna, exhortó a la Ministra de Salud (MINSA), Midori de Habich destinar mayores recursos económicos e incrementar el número de personal para atender de manera urgente las profundas brechas sanitarias de la población indígena de Perú.
El pedido se efectuó tras una supervisión realizada a 47 establecimientos de salud de distintas comunidades indígenas amazónicas, la que detectó que dichas poblacione no pueden ejercer adecuadamente su derecho a la salud.
Rio de Janeiro – Policiais militares do Batalhão de Choque acompanham hoje (9) o trabalho de demolição de casas na Favela do Metrô, na zona norte do Rio. Desde terça-feira (7), moradores protestam contra a derrubada das residências para a construção de um polo automotivo e de um centro comunitário multimídia, chamado pela prefeitura de Nave do Conhecimento.
Os policiais chegaram à comunidade na noite de ontem (8), por volta das 21h, após uma tentativa dos moradores de fechar a Radial Oeste em protesto. A avenida passa em frente à comunidade e é um dos principais acessos da zona norte ao centro da cidade.
De acordo com a Polícia Militar, chegou a ocorrer um princípio de confusão, mas ela foi contida. Os policiais permaneceram durante a madrugada na comunidade e agora acompanham o trabalho da subprefeitura da zona norte em conjunto com as secretarias municipais de Conservação e de Obras. Continue lendo “Após protestos, policiais acompanham demolições na Favela do Metrô”
Reunião das lideranças indígenas com o Exército (Foto: Larissa Matarésio/G1 AM)
“Nós somos pacíficos, queremos diálogo com o governo. General, essas crianças que estão aí, como é que vamos garantir a vida delas? O governo não oferece nenhum projeto. O indigenismo está defasado, combatido pelo ruralista. Espero que Deus mande a cada um de vocês inteligência e sabedoria para dialogar com a gente. Somos um povo indígena que ninguém olha por nós. A sociedade está olhando para nós como bandidos e assassinos. Vocês sentiram algum clima ruim aqui no nosso meio? É isso que nós somos. Obrigado, que Deus abençoe”.
HUMAITÁ (AM) – O debate do general Eduardo Villas Bôas, comandante militar da Amazônia, com o cacique Aurélio Tenharim surpreendeu a comitiva de militares e autoridades que viajou até a reserva indígena Tenharim Marmelos, segunda-feira (7), em Humaitá, sul do Amazonas.
O grupo, integrado também pelo general Ubiratan Poty, da 17ª Brigada de Porto Velho, viajou para negociar com os índios a pacificação – e pedir o fim do pedágio na Transamazônica, uma das causas do conflito, além do desaparecimento de três homens na rodovia, ainda não esclarecido. O embate mostrou, de um lado, a capacidade de negociador do general e, do outro, a riqueza de argumentos do índio na defesa de uma atividade, até agora, ilegal.
GENERAL VILLAS BÔAS – Conheço a história do povo tenharim. O povo de vocês vive numa área em que sofreram com a construção de rodovias, muito rica em minério, tem garimpo de ouro, diamante e cassiterita, e não há duvida do sofrimento que esse processo trouxe para o povo tenharim. Mas a questão é a seguinte: a cobrança do pedágio não vai resgatar isso, nem trazer de volta as crianças que morreram. Continue lendo ““Confira o impressionante diálogo do Cacique Aurélio Tenharim com o Comandante Militar da Amazônia””
O “3º Congresso Nacional da Juventude Camponesa – Terra, Pão e Dignidade” ocorrerá entre os dias 14 e 15 deste mês, no Parque de Exposições do Cordeiro, em Recife, no Pernambuco. Confira a Carta de convocação da Pastoral da Juventude Rural (PJR) aos jovens do campo:
Carta à Juventude Camponesa
Da: Coordenação Nacional da Pastoral Da Juventude Rural
Para: Toda Juventude Camponesa do Brasil
Olá querida Juventude camponesa!
Gostaríamos de convidar vocês pra um “dedinho” de prosa, de nos fazer presente ao lado de cada um e cada uma de vocês pra gente conversar umas coisas.
Ultimamente temos ouvido falar muito sobre a juventude, seja nas discussões e ações da igreja, seja no debate da redução da maioridade penal no legislativo brasileiro, seja no marketing dos cursos profissionalizantes que preparam a juventude para o mercado de trabalho, e em outras inúmeras formas e dispositivos de comunicação, até mesmo na nossa comunidade. O assunto está na boca do povo, é ou não é? Continue lendo “Convocatória para o III Congresso Nacional da Juventude Camponesa”
Com o tema “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”, a Década será celebrada de 2015 a 2024 com o objetivo de reforçar o combate ao preconceito, à intolerância, à xenofobia e ao racismo
SEPPIR – Aumentar a conscientização das sociedades no mundo quanto ao combate do preconceito, da intolerância, da xenofobia e do racismo. Este é o objetivo da Década Internacional dos Afrodescendentes, criada por resolução da Assembleia Geral da ONU no dia 23 de dezembro último. Com o tema “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”, a Década será celebrada de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2024.
A abertura oficial do decênio ocorrerá entre setembro e dezembro deste ano, logo após o debate geral da sexagésima nona sessão da Assembleia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas. Instituída, a Década dos Afrodescendentes deverá impulsionar a Declaração e o Programa de Ação da Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Intolerância Correlata, ocorrida em Durban, África do Sul, em 2001. Continue lendo “Década Internacional de Afrodescendentes é aprovada na Assembleia Geral da ONU”
Manifestantes pedem apoio dos governos federal, estadual e municipal para não serem despejados do quilombo Rio dos Macacos
ONG vai relatar a organismos internacionais agressão a dois quilombolas na entrada da Base Naval de Aratu, que dá acesso ao quilombo Rio dos Macacos, na Bahia. Ministério Público Federal apura o caso
A ONG Justiça Global vai denunciar à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Organização dos Estados Americanos (OEA) a agressão a dois quilombolas, na última segunda-feira (6), na Base Naval de Aratu (BA), onde a presidenta Dilma Rousseff passou as férias de fim de ano. Os irmãos Ednei e Rosi Meire da Silva denunciaram à polícia que foram agredidos, humilhados e detidos por oficiais da Marinha quando tentavam retornar ao quilombo Rio dos Macacos, onde moram.
Alvo de uma disputa judicial, o quilombo fica em uma área controlada pela Marinha, que obriga os moradores a passarem por um portão controlado pelos militares para chegarem às suas casas.
Ednei contou ter sido agredido após ser abordado por quatro sargentos da Marinha ao retornar ao quilombo, localizado entre os municípios de Salvador e Simões Filho. Ele apresentava vários hematomas nos braços e no olho. Segundo Ednei, dois sargentos agrediram sua irmã Rosi Meire com chutes e murros na frente de duas filhas dela. Os irmãos alegam que os militares apontaram arma em suas bocas e os detiveram por algumas horas.
O Ministério Público Federal abriu ontem (7) inquérito para investigar o caso e pediu ao comando da base naval cópias da fita de segurança da portaria de acesso, onde ocorreram as agressões. O procurador Regional dos Direitos do Cidadão substituto, Edson Abdon, também quer saber por quanto tempo os irmãos ficaram detidos. Continue lendo “Agressão a quilombolas em base onde Dilma passou férias será levada à ONU”
O inquérito que apurou a morte do índio terena Oziel Gabriel, 36 anos, durante reintegração de posse [sic] da fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS), foi inconclusivo, conforme afirmou ao G1, nesta quarta-feira (8), o superintendente da Polícia Federal (PF) no estado, Edgar Marcon. Gabriel morreu no dia 30 de maio de 2013 em confronto entre indígenas e policiais.
Por Ciro Barros / Infografia de Bruno Fonseca, da Agência Pública
“Copa do Mundo, eu abro mão. Quero dinheiro pra saúde e educação”. Este foi um dos gritos mais ouvidos durante as manifestações de junho em diversas capitais brasileiras. De fato, ao comparar os investimentos do governo federal com as bandeiras da população, as prioridades parecem não ser as mesmas.
A Públicalevantou pelo Portal da Transparência da CGU (Controladoria-Geral da União) os repasses federais para a saúde e educação entre 2010 e 2013. Foi em 2010 que foi firmada a Matriz de Responsabilidades, documento que reúne os investimentos previstos para a Copa. Em 9 das 12 cidades-sede (as três exceções são Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro) o financiamento federal para a construção e reforma dos estádios para a Copa é maior do que os repasses da União para a educação nos últimos quatro anos. Em Recife, por exemplo, a construção da Arena Pernambuco recebeu um financiamento três vezes maior do que o que o Governo Federal repassou para a educação na capital pernambucana. Continue lendo “O não-legado da Copa do Mundo”