Comunidades criam Movimento para repudiar construção de projeto hidrelétrico

panamaAdital – Representantes das comunidades na luta contra o projeto hidreléctrico de Tabasará II: Viguí, Tabasará, La Corosita, Cañazal, El Tigre e Trinidad, no Panamá, se reuniram na capela La Medalla Milagrosa de Viguí, para formar o Movimento de Resistência pelo Tabasará (MRT). Este surge para denunciar os danos da construção do projeto hidrelétrico Tabasará II contra os moradores, prejudicando seu modo de subsistência campesina e a cultura dos grupos indígenas. “O poder empresarial, por meio de seus cúmplices no governo, tenta nos tirar o pouco que temos para vender nossas terras às transnacionais e sua voracidade por lucrar”, afirma a entidade recém-criada.

Os organizadores afirmam que repudiam o projeto “sem consulta” por não ter aceitação nas comunidades. Em troca, propõem um desenvolvimento integral das populações sem ter que entregar seu modo de vida. O Movimento denuncia ainda as ameaças por parte da Transnacional contra os campesinos e indígenas, tentando obrigá-los a vender suas terras; assim como as avaliações “fraudulentas e sem consulta” que têm sido feitas arbitrariamente nos terrenos afetados. “Denunciamos a Polícia Nacional por sua atitude pro empresarial e contra as populações afetadas”, salientam. Continue lendo “Comunidades criam Movimento para repudiar construção de projeto hidrelétrico”

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Indígenas peruanos contaminados por exploração de petroleiras

peru_maoAdital – Há 43 anos, as comunidades indígenas que moram nas proximidades das bacias dos rios Pastaza, Corrientes, Tigre e Marañón, no distrito de Andoas, Loreto, no Peru, enfrentam uma realidade de total descaso, pois são obrigadas a conviver com os efeitos devastadores da exploração petrolífera praticada pela Occidental Petroleum Corporation of Perú (Oxy) e pela argentina Pluspetrol. Apesar dos apelos feitos a diversas instâncias governamentais e da contínua luta por reparação, os indígenas Achuar, Quechua, Kichwa e Urarina estão vendo seus filhos adoecerem e a região em que vivem ser totalmente contaminada sem que nada seja feito.

Três (Pastaza, Corrientes e Tigre) das quatro bacias já foram declaradas em estado de emergência ambiental. É visível a quantidade de petróleo cru nas águas, que também estão contaminadas por metais pesados e hidrocarburetos totais de petróleo (TPH). Essa situação já foi confirmada por organismos estatais, como a Autoridade Nacional da Água (ANA), o Organismo de Avaliação e Fiscalização Ambiental (Oefa) e a Direção Geral de Saúde Ambiental (Digesa). Além disso, informes foram publicados confirmando a elevada situação de risco a que os indígenas estão expostos, pois eles se banham com a água contaminada e consomem os poucos peixes que conseguem pescar. Os danos à saúde provocados são de pele, no sangue, nos rins e fígado. Os compostos também podem provocar câncer e levar à morte. Continue lendo “Indígenas peruanos contaminados por exploração de petroleiras”

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Estado chileno no reconoce a indígenas en la Constitución ni respeta sus derechos

Imagen: Cristian Cerna (RBB)
Imagen: Cristian Cerna (RBB)

Servindi – Organizaciones de derechos humanos de Chile afirmaron en un reciente informe que los pueblos indígenas de su país todavía no han sido reconocidos en la Constitución Política y que no se ha implementado adecuadamente el Convenio sobre Pueblos Indígenas núm. 169 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT).

Por cuarto año consecutivo las entidades de la sociedad civil articuladas en el Observatorio Ciudadano presentaron un informe sobre la situación de los derechos humanos en Chile y los avances y carencias del Estado en lo concerniente al cumplimiento de sus compromisos con el sistema internacional. Continue lendo “Estado chileno no reconoce a indígenas en la Constitución ni respeta sus derechos”

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Policía Nacional de Colombia atemoriza y agrede a campesinos de vereda Jagua

Imagen referencial. Foto: Prensarural.org
Imagen referencial. Foto: Prensarural.org

Servindi – La Asociación de Campesinos del Sur del departamento de Córdoba, en el norte de Colombia, denunció que el 3 de febrero miembros de la Policía Nacional atacaron con ametralladoras a los habitantes de la vereda Jagua, en el municipio de Puerto Libertador.

Los policías se instalaron días antes y a solo unos cientos de metros de las casas de los campesinos y campesinas con el fin de brindar protección al equipo de erradicación manual de cultivos ilícitos. Continue lendo “Policía Nacional de Colombia atemoriza y agrede a campesinos de vereda Jagua”

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Mais do que um beijo gay

Créditos da foto: Divulgação
Créditos da foto: Divulgação

O beijo gay mais comentado apareceu na Globo, mas, se cabe um elogio pelo feito, não é para a emissora, nem para o autor ou os intérpretes

Vitor Necchi* – Carta Maior

A Rede Globo finalmente liberou o beijo gay. A afirmação soa estranha, pois pode sugerir que uma emissora de televisão tenha poder para arbitrar a subjetividade, os afetos, o desejo, o que é circunscrito à esfera do particular, do pessoal. Óbvio que não. Cada um sabe de si. Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é, escreveu Caetano. Diria mais: muitos sabem das agruras para se enfrentar a sordidez da vida, o preconceito, a intolerância, o olhar censor, o não acolhimento, a chacota, o desprezo, a agressão – seja simbólica, seja na carne golpeada, na pele rasgada, no hematoma contabilizado como violência urbana pelo discurso de recusa à concretude da homofobia. Mas a Globo exibiu dois homens se beijando no dia 31 de janeiro, e isso não é pouca coisa, pois cada um sabe das dores de se constituir e viver nestes tempos em que persiste a intolerância. Portanto, cada vez mais, segue o debate.

Enfim: veio o beijo no epílogo da novela Amor à vida, de Walcyr Carrasco. Na discussão momentaneamente sem fim das redes sociais, alguns tentaram esvaziar a importância do feito, pois se trataria de oportunismo da Globo, de estratégia para conquistar audiência polpuda. A desqualificação sustentava-se ainda no fato de que o gesto provém de emissora cuja programação costuma expor gays estigmatizados, caricatos ou atormentados – ressalvando-se que traços afeminados não devem ser tratados como negativos, pois não existe problema nisso. Havia mais críticas, muitas procedentes, mas arrisco propor que, neste momento, isso tudo não se impõe. Continue lendo “Mais do que um beijo gay”

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O pelourinho carioca e a transmissão do ódio via concessão pública de TV, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

Depois que algum braço da Ku Klux Klan composto por cariocas desmiolados prendeu um rapaz negro pelo pescoço em um poste no Rio de Janeiro, imaginei que o caso iria atiçar o debate sobre a dignidade da molecada pobre nas grandes cidades – que, mais de 20 anos depois da Chacina da Candelária, continua uma peça de ficção científica.

Contudo, a discussão ficou concentrada nas declarações de cunho suíno de uma apresentadora de telejornal do SBT, fazendo apologia ao que aconteceu e conclamando ao justiciamento. Quem já assistiu dois dedos de seu programa percebe que a moça montou um personagem em busca de audiência e testa, periodicamente, os limites do tolerável para executá-lo.

A verborragia dela é tão frágil que contribui mais com a reafirmação de bravatas do que na construção e reconstrução de preconceitos. Outros apresentadores semelhantes usam discursos mais elaborados e, não raro, através de formas mais refinadas, fazem com que o telespectador pense que foi ele mesmo quem chegou sozinho a uma ideia. Quando, em verdade, a ideia foi devidamente implantada. O mérito da apresentadora, contudo, é se expressar muito bem. Portanto, ela vai longe. Continue lendo “O pelourinho carioca e a transmissão do ódio via concessão pública de TV, por Leonardo Sakamoto”

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Líder do MST considera ‘erro político’ fazer mobilização durante a Copa

"Aqueles problemas estruturais estão latentes, e a juventude vai voltar a se manifestar", diz líder
“Aqueles problemas estruturais estão latentes, e a juventude vai voltar a se manifestar”, diz líder

Para Stédile, protestos são justos e vão continuar, mas a competição faz parte da cultura brasileira e é ‘bobeira politizar certos períodos’

por Vitor Nuzzi, da RBA

São Paulo – Um dos coordenadores nacionais do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile afirma não ser contra a Copa do Mundo no Brasil, por mais razão que tenham os protestos contra os gastos para a organização do torneio e pela presença da Federação Internacional de Futebol (Fifa). “Acho que é um erro político colocar todos os erros (do país) na reforma dos estádios. Oito bilhões (de reais) representam duas semanas de juros que o país paga para os bancos.” A estimativa oficial mais recente dá conta que o valor com obras em estádio chegará a R$ 8,9 bilhões.

Para ele, é importante fazer mobilizações o quanto antes. O pior momento seria justamente durante a competição, que vai de 12 de junho a 13 de julho. “O povo quer ver a Copa do Mundo. A Copa faz parte da nossa cultura, e acho que seria um erro da moçada achar que isso (protestos) vai granjear apoio popular.” Continue lendo “Líder do MST considera ‘erro político’ fazer mobilização durante a Copa”

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Professores universitários postam no Facebook crítica contra pobre em avião

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Do UOL, em São Paulo

A professora universitária Rosa Marina Meyer postou uma foto de um homem de bermuda e regata no seu perfil no Facebook na noite desta quarta (5) com o comentário: “aeroporto ou rodoviária?”. O conteúdo dos comentários que seguem a publicação da docente da PUC-Rio também critica a presença de passageiros pobres nos voos. Continue lendo “Professores universitários postam no Facebook crítica contra pobre em avião”

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“Los jueces deben tener ideología”

Julian Assange junto a Garzón. / CORDON PRESS
Julian Assange junto a Garzón. / CORDON PRESS

Jesús Ruiz Mantilla – El País

  • ¿Héroe o villano? ¿Impulsor del concepto de justicia universal o profesional en busca de fama internacional a cualquier precio?
  • El exjuez de la Audiencia Nacional, condenado a 11 años de inhabilitación por las escuchas del ‘caso Gürtel’, reflexiona sobre su carrera, sus partidarios y enemigos, sus aspiraciones políticas y su posible regreso a la judicatura.
  • “Soy juez. Fue mi profesión, mi vocación, pero se puede hacer mucho por la justicia y las víctimas desde otros sitios”

Tres horas de sueño al día dan para mucho cuando uno está despierto. “A veces te viene la pájara, como a los ciclistas, pero bueno…”. Con ese tiempo se basta Baltasar Garzón para recobrar energías y encarar todos sus compromisos por España –donde lidera una fundación con programas en nueve países y sede en cuatro o ha impulsado un bufete de abogados que defiende, entre otros, a Julian Assange–; Argentina, donde preside el Centro Internacional para la Promoción de los Derechos Humanos; Colombia, Ecuador o Seattle (Estados Unidos), donde desarrolla en la universidad trabajos de investigación sobre El Salvador. En todos esos sitios y algunos más se ha involucrado con las puertas abiertas de par en par dentro de diferentes asuntos que tienen que ver con comisiones de la verdad y defensa de los derechos fundamentales. Continue lendo ““Los jueces deben tener ideología””

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