México: Denuncian cambios en políticas del gobierno que atentan contra población indígena

Foto: Francisco Cañedo, SinEmbargo
Foto: Francisco Cañedo, SinEmbargo

Servindi – Organizaciones defensoras de los derechos humanos de los pueblos indígenas reunidas el pasado 29 de julio en la región de la Huasteca denunciaron una serie de abusos que viene cometiendo el gobierno y las empresas contra esta población. 

Según sus representantes, las poblaciones indígenas afectadas se ubican en estados como Veracruz, Hidalgo, Puebla, de la región de la Huasteca, y la Sierra Oriental.

Información recogida por el portal de noticias SinEmbargo.mx, da cuenta de todo lo expuesto por las organizaciones. Continue lendo “México: Denuncian cambios en políticas del gobierno que atentan contra población indígena”

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Lei contra desmatamento é descumprida em província argentina

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Adital – Mais de 60 organizações de toda a Argentina apresentaram um documento, no último mês de julho, alertando sobre a violação da Lei Nacional nº 26.331, de Orçamentos Mínimos de Proteção Ambiental dos Bosques Nativos, na província de Salta, situada no noroeste do país. O grupo reclama ações urgentes por parte da Secretaria de Ambiente do país e do Conselho Federal de Meio Ambiente da Argentina para barrar o avanço da derrubada da mata na área.

Segundo os últimos levantamentos, desde a sanção da Lei Nacional de Bosques, no final de 2007, na província de Salta já foram desmatados 400 mil hectares, dos quais 120 mil eram zonas legalmente protegidas. Diante disso, as organizações solicitam que a Secretaria intervenha, assim como os governos de outras províncias, para evitar o avanço da destruição dos bosques nativos. “Além de gerar importantes impactos ambientais, [desmatamento] afeta, seriamente, comunidades camponesas e indígenas”, alerta o comunicado da Campanha de Bosques, do Greenpeace da Argentina. Continue lendo “Lei contra desmatamento é descumprida em província argentina”

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Guatemala: Mineradora canadense causa danos sociais e ambientais a povos originários

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Adital – Ao contrário do que afirma a própria empresa canadense Goldcorp, que explora minérios no município Sipakapa, na Guatemala, a atividade mineradora segue causando danos sociais e ambientais na região. Uma visita recente das organizações Solidariedade Suécia – América Latina (SAL) e Alba Sud na área — que trabalham com os movimentos populares latino-americanos, em investigação e comunicação para o desenvolvimento do continente — constatou que o impacto da mina de ouro Marlin prossegue rodeado de violações aos direitos humanos da população local.

“A Goldcorp diz às pessoas em outros países que eles tratam de melhorar nossa situação, mas isso não é o que os povos originários experimentam aqui nesse lugar. Eles, simplesmente, nos fizeram mais pobres. Contaminam a própria vida, a água e o meio ambiente. Isso significa a morte para as pessoas que vivem aqui. É isso o que eles chamam de melhorar?”, afirma Timoteo Vásquez, líder comunitário e membro do Conselho Maia Sipakapense. Continue lendo “Guatemala: Mineradora canadense causa danos sociais e ambientais a povos originários”

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Sem Terra mantém acampamento ao lado da Justiça Federal no ES

Es ocupaDa Página do MST

Nesta sexta feira (01/08) foi realizado um ato em defesa da Reforma Agrária. Famílias acampadas e assentadas da região, lideranças da Via Campesina e outras organizações marcharam pela cidade de São Mateus, exigindo que diversas áreas que estão paradas na justiça sejam desapropriadas para Reforma Agrária.

São 11 fazendas, totalizando 9.395,86 hectares de terra demandadas pelo MST, todas improdutivas, aguardando por decisão judicial. Enquanto isso, mais de 600 famílias permanecem acampadas em diversos municípios do estado.

Montar acampamento na cidade é uma das formas de manter próximo dos órgãos responsáveis pela liberação dessas áreas, nesse caso, a justiça federal.

Não só isso, como nos centros urbanos se encontra a maioria da população, e o diálogo do Movimento sobre o tema da Reforma Agrária Popular é essencial. Continue lendo “Sem Terra mantém acampamento ao lado da Justiça Federal no ES”

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Produtos da Reforma Agrária ocupam a Universidade Federal da Bahia

feira BAPor Wesley Lima
Da Página do MST

Tapioca, salsinha, mandioca, cebolinha e uma grande diversidade de frutas e temperos estão sendo expostos e vendidos para estudantes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no campus de Ondina, todas as quartas-feiras em semanas alternadas.

Com o objetivo de dialogar com o corpo acadêmico e propor fortalecer o debate em torno da agricultura familiar e da Reforma Agrária Popular, a feira com os produtos já está a três meses em curso.

Produzidos em assentamentos e acampamentos da região do recôncavo baiano, a produção possui como diferencial o método de cultivo, tendo como base a agroecologia, respeitando o meio ambiente e a saúde humana por não utilizar agrotóxicos.

Construída coletivamente, a feira é uma realização do MST e do Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias (NEPPA), contando com o apoio da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida. Continue lendo “Produtos da Reforma Agrária ocupam a Universidade Federal da Bahia”

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Alexandre Anderson, presidente da AHOMAR, faz palestra em Berlin denunciando o abandono da pesca artesanal pelo governo brasileiro

Alexandre Anderson (Associac?a?o dos Homens e Mulheres do Mar), Annette von Scho?nfeld (Heinrich-Bo?ll-Stiftung, Mexico), Ana Di Pangracio, (Fundacio?n Ambiente y Recursos Naturales - FARN), Mari?a Luisa Aguilar (Centro de DDHH de la Montan?a Tlachinollan), Dawid Bartelt (Heinrich-Bo?ll-Stiftung, Brasil). Foto: www.stephan-roehl.de
Alexandre Anderson (Associação Homens e Mulheres do Mar), Annette von Schonfeld (Heinrich-Boll-Stiftung, Mexico), Ana Di Pangracio, (Fundación Ambiente y Recursos Naturales – FARN), Maria Luisa Aguilar (Centro de DDHH de la Montaña Tlachinollan), Dawid Bartelt (HBS Brasil). Foto: www.stephan-roehl.de

Alexandre Anderson* (Associação Homens e Mulheres do Mar – AHOMAR) participou da Conferência Internacional (Neo-)Extractivismo y el Futuro de la Democracia en América Latina, de 13 a 14 de Maio de 2014, em Berlim, Alemanha, promovido pelo Departamento de América Latina da Fundação Heinrich Böll (HBS).

Anderson participou do painel Casos ejemplares: “Territorios“ y conflictos sobre participación y democracia en el contexto del (Neo-)Extractivismo, juntamente com Ana Di Pangracio, da Fundación Ambiente y Recursos Naturales (FARN), da Argentina; e María Luisa Aguilar, do Centro de DDHH de la Montaña Tlachinollán, do México. A moderação foi de Annette von Schönfeld, da Fundação Heinrich-Böll do México, e Dawid Bartelt, da HBS Brasil. Continue lendo “Alexandre Anderson, presidente da AHOMAR, faz palestra em Berlin denunciando o abandono da pesca artesanal pelo governo brasileiro”

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“O caso Amarildo é o caso Rubens Paiva”, diz comissão

Sem novidade. Comissão ouviu ontem mais três pessoas, que não acrescentaram nada às apurações
Sem novidade. Comissão ouviu ontem mais três pessoas, que não acrescentaram nada às apurações

Em duas semanas, CNV ouviu 21 agentes que atuaram na ditadura

O Tempo

Brasília. Um balanço da Comissão Nacional da Verdade (CNV) divulgado nesta sexta apontou que o colegiado ouviu 21 agentes que atuaram na ditadura militar em duas semanas de sessões no Rio e em Brasília. O advogado Pedro Dallari, coordenador da CNV, traçou um paralelo entre o Brasil atual e do período do regime militar, que durou 21 anos. “A tortura persiste como uma política sistemática na segurança do país. Ela ainda é vista como algo comum e corriqueiro”, disse Dallari.

O coordenador também afirmou que o caso do pedreiro Amarildo de Souza – detido por policiais militares em 14 de julho de 2013, levado à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), torturado e morto, cujo corpo foi desaparecido – remete ao caso Rubens Paiva, dado como desaparecido durante o regime militar.

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Extirpar a tortura

Wadih Damous* – Brasil 247

É comum que a ditadura militar seja responsabilizada pelo surgimento da prática de torturas a presos em nosso país. Como as novas gerações não viveram o período anterior a 1964, muitas vezes imaginam que a tortura tenha começado aí. Mas a tortura não começou com a ditadura. Vem de muito antes.

Não seria exagero afirmar-se que ela está na origem da própria constituição do Brasil como país, que foi associada à escravidão.

Antes do regime ditatorial, o espancamento de presos comuns – em geral pobres e negros – era rotina em delegacias policiais. Constituía-se, mesmo, na principal forma de “investigação” e apuração de crimes por parte dos agentes policiais.

É verdade que a tortura dos presos comuns se intensificou no regime militar. A censura à imprensa (mesmo que não tivesse vigorado durante todo o período ditatorial), a desvalorização dos direitos humanos, o fortalecimento do autoritarismo na sociedade e o aumento da impunidade dos policiais contribuíram para a criação de um terreno propício para tal. Mas não começou aí.

Aliás, embora haja quem ponha na conta da CIA e de agentes norte-americanos, como Dan Mitrione, os ensinamentos de tortura aos militares brasileiros, a verdade é outra. Foram policiais civis, escolados na prática de anos e anos de torturas em presos comuns, os professores dos oficiais e suboficiais brasileiros que torturaram presos políticos nos porões do regime.

Outro fator contribuiu para a maior identificação da tortura com a ditadura: ela começou a ser praticada também contra os presos políticos, de forma generalizada e numa dimensão nunca antes vista no país. A violência superou até mesmo a barbárie praticada contra os opositores do Estado Novo. E aí, já não só eram ladrões, pobres e pretos as vítimas. Mas estudantes, professores, intelectuais, operários chefes de família. Gente que “não merecia” ser tratada daquela forma. Continue lendo “Extirpar a tortura”

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Fazenda do aeroporto de Cláudio (MG) foi flagrada com trabalho escravo, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

A construção de um aeroporto em Cláudio (MG) não é o único estorvo envolvendo a propriedade rural da família do senador Aécio Neves, candidato à Presidência. Em outubro de 2009, uma inspeção de auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego, com a presença do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal, encontrou 80 trabalhadores que cortavam cana para uma destilaria da região, sob responsabilidade da família Tolentino (a mesma da avó materna de Aécio), trabalhando em regime análogo ao da escravidão. Destes, 39 estavam na fazenda Santa Izabel, pertencente a mesma família e localizada, hoje, ao lado da área desapropriada para o aeroporto.

Por conta dessa fiscalização, que também encontrou trabalhadores em outra fazenda, a Santo Antônio, a Destilaria Alpha Ltda, foi responsabilizada pela situação e inserida no cadastro de empregadores flagrados com mão de obra análoga à de escravo em junho do ano passado – a chamada “lista suja”. A relação, mantida pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, é utilizada por bancos públicos e privados e empresas nacionais e estrangeiras para evitar negócios.

O blog tentou contato com advogado da Destilaria Alpha, mas ainda não obteve sucesso. Assim que conseguir uma posição da empresa, publicará neste espaço.

Aécio Neves evidentemente não pode ser responsabilizado pela forma com a qual seus parentes tratam os trabalhadores.

Mas o caso é uma amostra de algo que muitos ainda fingem não enxergar: como grupos próximos do centro do poder político são capazes de subverter a lei para garantir a perpetuação da exploração dos trabalhadores. E como damos pouca importância a isso. Continue lendo “Fazenda do aeroporto de Cláudio (MG) foi flagrada com trabalho escravo, por Leonardo Sakamoto”

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Amigos, por Aldo Luis Novelli*

menino atirando pedra tanque - palestina
afuera hace frío
hace muerte absurda
hace hambre injusta/
allá lejos hace guerra
hace genocidio en Palestina
hace dolor y esclavitud.
amigos debemos reunirnos
y encender un fueguito
para hablar de nosotros
de nuestras historias
más entrañables
cara a cara/ corazón a corazón
es necesario y urgente
hay que salvar al niño
que está muriendo en la calle.

*Desde Buenos Aires, Argentina. Especial para Argenpress Cultural

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