Condenada por empresa minera: ¡Máxima es inocente!

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En Perú, un juez acaba de sentenciar a Máxima Acuña Chaupe a dos años y ocho meses de cárcel y pago de 5.500 soles en concepto de reparación a favor de la minera Yanacocha por supuesta usurpación de tierras. Firma hoy mismo la petición para cese el acoso y violencia contra Máxima por defender la tierra

Salva La Selva – La minera Yanacocha, la más grande de América del Sur impone su proyecto Conga por encima de los derechos de pobladoras y pobladores como Máxima Chaupe Acuña, mujer peruana cajamarquina que vive con su familia en tierras codiciadas por la minera. Continue lendo “Condenada por empresa minera: ¡Máxima es inocente!”

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Amarildo, presente!

IMG_6222Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

A caminhada dos Guarani em protesto contra a campanha sistemática do grupo RBS de desinformação e fortalecimento do preconceito, além de toda  a força expressada na união de vários movimentos de luta da cidade, teve seu momento de singela emoção. Misturadas às gentes, estavam algumas famílias da Ocupação Amarildo. Essa ocupação virou a cidade de pernas para o ar, em dezembro de 2013, quando cerca de 60 famílias entraram em um terreno ocioso no caminho da praia de Canasvieiras, colocando luz sobre todo um processo de grilagem de terra, envolvendo impolutos empresários locais.

A ocupação Amarildo também desvelou uma face escondida da ilha da magia, que muitos preferem fazer de conta que não existe: a existência de milhares de famílias que não conseguem pagar os altos aluguéis e garantir a vida de seus filhos. Tanto que em poucos dias de existência a ocupação passou de 60 para 470 famílias acampadas, arriscando os parcos recursos na luta por terra, trabalho e moradia. Continue lendo “Amarildo, presente!”

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PA – Cinco crianças Assurini foram internadas em Belém. Há cerca de 90 doentes com os mesmos sintomas na aldeia, e quatro crianças morreram

Crianças indígenas chegaram a Belém na noite de sábado (23). Foto: Reprodução TV Liberal
Crianças indígenas chegaram a Belém na noite de
sábado (23). Foto: Reprodução TV Liberal

Seis crianças indígenas foram encaminhados de Tucuruí no último sábado, 23. Três morreram, e outros 90 índios da etnia Assurini estão com os sintomas

G1 Pará

As cinco crianças da etnia Assurini transferidas no último sábado (23) do Hospital Regional de Tucuruí estão internadas no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), em Belém, que é referência em pneumologia e infectologia no Pará. Outras três crianças morreram recentemente no município. De acordo com os médicos que avaliaram as crianças, elas apresentam sintomas semelhantes a gripe.

A direção do Hospital Regional de Tucurui confirmou três mortes de crianças oriundas da aldeia Assurini, um de um mês de vida, um de 2 meses, e outro de 9 meses.  Elas foram internadas no hospital com sintomas parecidos: insuficiência respiratória, febre alta e complicações nos órgãos. O corpo de um dos bebês foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Belém para investigação da causa da morte.

No total, seis crianças indígenas foram transferidas para a capital, sendo que um bebê de 4 meses não resistiu e morreu no caminho. Elas foram levadas inicialmente para o PSM da 14 de Março que encaminhou para a Unidade de Diagnóstico de Meningite (UDM) do Barros Barreto. A ambulância com as crianças e os pais chegou por volta de 23h no hospital. Elas foram atendidas por um médico pediatra que estava de plantão.

Em nota, o HUJBB informou que estava sem leitos disponíveis, mas conseguiu a internação das crianças: “Duas crianças no setor de pediatria, duas na Unidade de Diagnóstico em Meningite (UDM) e uma em um quarto de isolamento da TBMR. Ou seja, leitos direcionados para outras especialidades. Lembrando que, como as crianças estão com suspeita de H1N1, elas precisam ser isoladas”, informou a nota. Continue lendo “PA – Cinco crianças Assurini foram internadas em Belém. Há cerca de 90 doentes com os mesmos sintomas na aldeia, e quatro crianças morreram”

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MG – MST doa um caminhão de alimento para as Ocupações do Isidoro

Dia 22/08/2014, o MST do Sul de Minas Gerais entregou nas Ocupações Rosa Leão, Esperança e Vitória, na região do Isidoro, em Belo Horizonte e Santa Luzia, MG, um caminhão de alimentos dos acampamentos do Sul de MG. É solidariedade da classe trabalhadora. É aliança da classe trabalhadora do campo e da cidade. Que beleza! Obrigado, companheiros/as do MST. Viva a luta pela Reforma Agrária e pela Reforma Urbana! Sem Terra e Sem Casa unidos na luta por terra e moradia própria e digna. Frei Gilvander Moreira registrou o momento da entrega dos alimentos.

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Llaman a salvar la Amazonía de un colapso ecológico

50 mil km de carreteras en los próximos años, represas hidroeléctricas, explotación de hidrocarburos y minerales, y grandes proyectos agrícolas y ganaderos amenazan la amazonía que presenta 25 frentes progresivos de deforestación.
50 mil km de carreteras en los próximos años, represas hidroeléctricas, explotación de hidrocarburos y minerales, y grandes proyectos agrícolas y ganaderos amenazan la amazonía que presenta 25 frentes progresivos de deforestación.

La región natural más importante del mundo está bajo una presión insostenible

Servindi

“Estamos siendo testigos y cómplices de la pérdida y deterioro de los recursos naturales amazónicos (…) Todas estas intervenciones humanas nos están aproximando a un punto de no retorno y un potencial colapso ecológico”.

Así lo sostiene “El Llamado Amazónico“, la declaración suscrita por redes nacionales e internacionales, organizaciones de la sociedad civil, indígenas, movimientos sociales, representantes de gobiernos, científicos y miembros de la sociedad amazónica reunidas en Lima el 6 y 7 de agosto.

Los participantes en el evento impulsado por la Articulación Regional Amazónica (ARA) efectúan un amplio llamado para salvar la Amazonía, la región natural más importante del mundo, que  se encuentra “bajo presión”, comprometiendo la sobrevivencia de la humanidad. Continue lendo “Llaman a salvar la Amazonía de un colapso ecológico”

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Qualidade de vida da Amazônia está abaixo da média nacional

Violência contra indígenas é um dos indicadores levados em conta. Foto: Carlos Garcia Rawlins, REUTERS
Violência contra indígenas é um dos indicadores levados em conta. Foto: Carlos Garcia Rawlins, REUTERS

Relatório revela indicadores do maior território brasileiro

por Flávia Milhorance, em O Globo

RIO – A riqueza natural da Amazônia contrasta com sua população empobrecida e sem acesso a vários direitos básicos, como saneamento, moradia, saúde e bem-estar, entre outros. E, se comparada com o resto do Brasil, a situação da região amazônica é ainda mais preocupante. A conclusão é de um novo relatório publicado ontem pela ONG Imazon.

O documento se baseia num índice relativamente novo e que dá um passo além do popular Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O chamado Índice de Progresso Social (IPS) mede de maneira mais clara a qualidade de vida dos moradores de cada localidade. Foi criado para avaliar o desenvolvimento social global, incluindo mais 50 indicadores, como por exemplo saúde, moradia, segurança pessoal, acesso à informação, saneamento básico e sustentabilidade. Continue lendo “Qualidade de vida da Amazônia está abaixo da média nacional”

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O pó de fadas da Amazônia: entrevista com Antônio Nobre

O cientista brasileiro Antonio Nobre.  Foto de Pablo Correa
O cientista brasileiro Antonio Nobre. Foto de Pablo Correa

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Antonio Nobre, revela os cinco segredos da floresta amazônica e alerta sobre o perigo de seu desmatamento

Ramiro Escobar, en El País

Ele foi o primeiro a falar no III Encontro Panamazônico realizado em Lima, nos dias 6 e 7 de agosto. Tem um discurso apaixonado e uma qualidade um tanto rara para um cientista: sabe combinar dados com histórias, explicação com emoção. Antonio Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), conta nesta conversa qual é a mágica da Amazônia, em que consistem seus segredos e por que as mudanças climáticas e o desmatamento a ameaçam seriamente…

– Já estamos no ‘Dia depois de amanhã’ das mudanças climáticas?

Estamos em uma situação bastante grave. A ponto de a comunidade científica, que não costuma concordar entre si, ter formado um bloco com uma convicção homogênea sobre o assunto. As mudanças climáticas não são mais só uma projeção.

– E como essa situação de gravidade se manifesta na Amazônia?

No desmatamento, que remove a capacidade de a floresta se manter. Ela conseguiu se manter por milhões de anos, em condições adversas. Mas hoje sua capacidade está reduzida. Antes havia duas estações na Amazônia, a úmida e a mais úmida. Continue lendo “O pó de fadas da Amazônia: entrevista com Antônio Nobre”

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Los medios de comunicación ya no son el “cuarto poder”

mídia+canalha¿Cómo llegamos a los conceptos de los “buenos” y los “malos”? (los primeros, siempre blancos; los segundos: negros, indios, musulmanes). Es necesario insistir en esto: la televisión influye más sobre la humanidad que todo el arsenal nuclear. La televisión crea la realidad cultural en la que nos desenvolvemos, hoy día con más fuerza que la familia, las iglesias o la escuela formal.

Marcelo Colussi – especial para ARGENPRESS.info

Los medios de comunicación y su influencia en la vida cotidiana.

De acuerdo a nuestra tradición occidental la realidad es una, dada desde siempre, puesta ahí en forma indubitable a la espera que el ser humano se contacte con ella. La realidad, en definitiva, existe independientemente del sujeto que se relaciona con ella. En ese marco, la verdad, siguiendo las enseñanzas aristotélicas y los teólogos medievales, es la “adecuación del sujeto que conoce con la cosa conocida”. La cosa, la realidad, está siempre ahí a la espera que el sujeto se dirija a ella para aprehenderla, para conocerla a través de sus sentidos y la razón. Esa fue la idea dominante por dos milenios en nuestra tradición cultural, y es la concepción que sigue prevaleciendo en el sentido común. El peso está puesto en la realidad objetiva.

En el Renacimiento, con el cambio de paradigmas que comienza a tener lugar en ese momento histórico de la humanidad, la noción de la realidad va variando. Con el mundo moderno que se empieza a construir a partir del nuevo ideal de ciencia copernicana, la realidad va a pasar ser “construcción”, es decir: producto de la forma en que el sujeto se relaciona con la cosa. La realidad deja de ser una, única, inobjetable. Llegados a nuestros días con un pensamiento cada vez más centrado en el sujeto, interesa fundamentalmente el proceso de “construcción” de esa realidad. Los datos de las distintas ciencias sociales y de una epistemología que rompe vínculos con la tradición aristotélica ponen el énfasis en la relatividad de la realidad: la misma pasa a ser entendida como construcción histórica, por tanto cambiante, variada, siempre relativa. El peso, ahora, está puesto en el sujeto y en las relaciones que establece con la cosa. Así como una botella está medio vacía o medio llena, según el punto de vista, así comienza a entenderse esta nueva visión de la realidad. La verdad deja de ser un absoluto.

Todo esto nos sirve para entender que la realidad de la que queremos hablar en términos político-sociales es una realidad “construida”, no absoluta, no terminada. Lo político, en tanto la esfera donde se juegan las relaciones de poder entre grupos humanos, no es una realidad dada de antemano, única e indubitable. Esa realidad política es producto de una historia, y por tanto, es cambiante, dinámica, en perpetuo movimiento. En esa construcción, más allá de la bienintencionada idea de paz y rechazo de la violencia, el conflicto juega un papel determinante. La historia, la realidad política en definitiva, es producto de una conflictividad estructural. La realidad política tiene que ver con el juego de los poderes que se van estableciendo, los cuales están en continuo cambio. La forma en que percibimos esa realidad no es nunca ni ingenua ni neutra. Lo que sabemos de esa realidad política -que es una realidad social, por tanto determinada por factores sociales, económicos en principio, así como culturales en sentido amplio- es siempre una construcción hecha desde el ejercicio de poderes. Lo que pensamos, sabemos, decimos de esa realidad, es lo que quien detenta la mayor cuota de poder social piensa. Continue lendo “Los medios de comunicación ya no son el “cuarto poder””

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Cidadãos uruguaios já podem plantar maconha para uso recreativo com autorização do governo

 

Previsão era de que venda fosse regularizada ainda este ano. Imagem: Carlos Latuff
Previsão era de que venda fosse regularizada ainda este ano. Imagem: Carlos Latuff

Estado inicia controle do consumo de cannabis no trânsito; começo da operação coincide com realização da maior festa do país “La Noche de Nostalgia”

Opera Mundi

No Uruguai, “pessoas físicas capazes, maiores de idade, cidadãos do país naturais ou legais ou detentores de residência permanente” estão aptos a plantar maconha para consumo de forma recreativa, de maneira legal. O Instituto de Regulação e Controle do Cannabis (Ircca) do país afirmou que o registro para as pessoas interessadas em iniciar o cultivo poderá ser feito a partir da quarta-feira (27/08).

Cada pessoa poderá cultivar até seis plantas, de acordo com a lei 19.172 que regulamenta o mercado de maconha. A licença é gratuita e terá validade de três anos.
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Para renovar marxismo, é preciso recuperar herança revolucionária de autores do século XX, diz pesquisador

Álvaro Bianchi, professor de Ciência Política da Unicamp, faz reflexão contemporânea do socialismo no livro Arqueomarxismo

Dodô Calixto, em Ópera Mundi

No livro Arqueomarxismo, o professor de ciência política da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Álvaro Bianchi defende um recorte contemporâneo para analisar a obra de Karl Marx e o socialismo. “Se quisermos renovar o marxismo, precisamos recuperar a herança revolucionária e o pensamento criativo destes pensadores do início do século XX”, diz Bianchi.

Segundo o autor, a ideia é conduzir o leitor a pensar as questões sociais e políticas “para fora do reformismo e direto para o debate estratégico do socialismo”, diz Bianchi.  Continue lendo “Para renovar marxismo, é preciso recuperar herança revolucionária de autores do século XX, diz pesquisador”

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