Sembrar vida, ahí donde mero está la muerte

Pueblos en Camino

Sembrar vida, ahí donde mero está la muerte, ha sido y es el camino/horizonte de millones de personas, organizaciones, colectivos, comunidades, pueblos, en campos y ciudades del Planeta Tierra para no desaparecer. Y también se ha vuelto nuestro camino/horizonte.

Los nuestros, son tiempos de Horror, donde morir es cotidiano: morimos sin techo, sin tierra, sin trabajo, sin salud, sin educación, sin libertad, sin democracia, impunemente. Nos matan políticos profesionales y empresarios para ganar dinero y poder, hacen que nos matemos a nosotrxs mismas o que reaccionemos con su misma violencia. Y por eso, los nuestros, son tiempos para Resistir sembrando vida: defendiendo la tierra y el territorio donde la vida se re-produce, donde germinan sin venenos los alimentos que comemos, se levantan colectivamente las casas donde vivimos, aprovechamos los elementos de nuestro entorno para sanarnos, ocurren las relaciones de aprendizaje conjunto, la toma de decisiones en colectivo, la justicia y la dignidad.

Resistimos a malos gobiernos intentando crear los propios; Resistimos al afán de lucro capitalista con economías desde los pueblos; Resistimos al patriarcado creando comunidad entre mujeres y hombres; Resistimos a la colonialidad desclasificándonos; Resistimos a la muerte sembrando vida. Y por eso llamamos al encuentro entre lxs de abajo.

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Debate e lançamento do livro “Tutela e Resistência Indígena”, de Andrey Cordeiro Ferreira, em 29/9, às 17h30

O Prof. Andrey Cordeiro Ferreira convida para o lançamento do seu novo livro “Tutela e Resistência Indígena“, seguido por debate sobre as relações entre Estado, movimentos e povos indígenas, além de um pequeno coquetel.

Data: 29/9 – segunda-feira

Hora: 17:30h

Local: 6º Andar – CPDA/UFRRJ

Resumo do livro:

Neste estudo, Andrey Cordeiro Ferreira analisa as relações de dominação e resistência política estabelecidas entre os índios Terena e o Estado, através de um modelo crítico de etnografia. O enfoque principal é o estudo da mudança social nos processos e relações de poder no início do século XXI na terra indígena Cachoeirinha, localizada no Mato Grosso do Sul. O estudo etnográfico e das fontes históricas acerca da sociedade Terena levou o autor a perceber uma política de resistência dos indígenas ao regime tutelar, talvez a principal forma de dominação operante em relação aos índios. Segundo o autor, as formas de luta política e de resistência indígena remetem sempre, em termos simbólicos e práticos, a essa estrutura de dominação. O livro fornece também elementos para uma interpretação de processos políticos e socioculturais que afetam a grande maioria da população indígena brasileira.

Enviada para Combate Racismo Ambiental por Juliana Latini.

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O dia em que Marcuse encarou a PM

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Retrato da selvageria policial no centro de São Paulo, com um lembrete: não seremos derrotados, enquanto “conseguirmos ficar juntos”

Por Deni Rubbo | Fotos Ponte – Outras Palavras

Nas explosões do ano de 1968, o filósofo Hebert Marcuse foi perguntado em uma palestra se se poderia combater o medo com a violência. O autor de O homem unidimensionalrespondeu que a violência é algo muito perigoso aos mais frágeis. E acrescentou que existem diferentes aspectos de violência com funções igualmente diferentes. Assim, existiriam dois modus operandi que regulam a violência: a violência da agressão e a violência da defesa. Ou seja, existe a violência da polícia, do Exército, da Ku Klux Klan e uma violência de oposição que responde a essas manifestações agressivas de violência.

Hoje em São Paulo, mais de 45 anos depois das palavras de Marcuse o cruzamento da violência da agressão com a violência de oposição cruzaram-se no cruzamento da Ipiranga com a avenida São João. Trabalhadores, moradores do centro, negros, mulheres, grávidas, crianças e sem teto enfrentaram a violência da sociedade, a violência legal, a violência institucional. Sua violência, a violência dos moradores (sem moradia) foi defensiva. Eles têm razão. Continue lendo “O dia em que Marcuse encarou a PM”

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Cresce participação de candidatos e eleitores indígenas no Brasil

Laycer Tomaz
Laycer Tomaz

Numa tentativa de incentivar o voto entre os índios, a Justiça Eleitoral tem buscado, cada vez mais, instalar urnas nas aldeias

Câmara Notícias*

A jovem liderança indígena Bemoro Metuktire, Kaiapó da aldeia Capoto, em Mato Grosso, vê com expectativa a chegada das eleições. Na região, ele e outros índios incorporaram o voto às suas práticas. Mas nem sempre foi assim, e as distâncias que envolvem muitas terras indígenas explicam parte da ausência nas urnas, como destaca Bemoro:

“Antes, a gente tinha dificuldade de sair da aldeia, sair para cidade para votar. Agora tem estrada. Alguns que têm título na cidade têm que ir na cidade. Aqueles que transferiram para cá na aldeia têm que esperar urna na aldeia. A urna vem diretamente na aldeia Capoto, que está distante 360 km. Então, urna tem que vir de avião.” Continue lendo “Cresce participação de candidatos e eleitores indígenas no Brasil”

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Diálogo Amazonas

IEB – O vídeo conta a experiência do fórum Diálogo Amazonas, um espaço para debate e negociação sobre a regularização fundiária de Unidades de Conservação federais no Estado do Amazonas. O fórum é uma iniciativa do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT).

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Semana do Cerrado: Mutirão alcançou mais de 1100 moradores da região

Avaliação-MutirãoArticulação Popular São Francisco Vivo

Resistência, esperança, realidade, luta, organização, pertencimento, sofrimento, religiosidade, vida e morte. Essas foram algumas das palavras utilizadas pelas equipes que participaram do Mutirão do Cerrado para descrever as comunidades visitadas no período de 9 a 11 de setembro no Oeste da Bahia e Norte de Minas Gerais.

As seis equipes que participaram do mutirão se reuniram nesta sexta-feira, 12 de setembro, para relatar as experiências vividas em 38 comunidades de 12 municípios: Côcos, Coribe, Correntina, Jaborandi e Santa Maria da Vitória, na Bahia, e Arinos, Chapada Gaúcha, Itacarambi, Jaíba, Januária, Matias Cardoso e São João das Missões, em Minas Gerais. Continue lendo “Semana do Cerrado: Mutirão alcançou mais de 1100 moradores da região”

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E São Paulo fez, novamente, o que faz de melhor: expulsar pobre, por Leonardo Sakamoto

Policiais disparam balas de borracha durante confronto com moradores em ação de reintegração de posse no centro (Foto: Alan Morici/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)
Policiais disparam balas de borracha durante confronto com moradores em ação de reintegração de posse no centro (Foto: Alan Morici/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

por Leonardo Sakamoto

Foram bizarras as cenas de violência policial contra os sem-teto na desocupação de um prédio, na região central de São Paulo, nesta terça (16).

Daí, dou uma fuçada na rede e vejo que há muita gente defendendo o que houve. Dizendo que a pancadaria foi justa (pancadaria, sim, porque não existe confronto possível entre bombas e balas e paus, pedras e móveis usados). Ou que os sem-teto estavam “pedindo” para apanhar ao ocuparem um edifício.

Quando vejo pessoas ocuparem um prédio ocioso, não consigo deixar de ficar feliz porque aquele imóvel, finalmente, poderá ter uma função social. Com exceção do dono do prédio, de outros donos de edifícios ociosos e de seus representantes políticos, legais e econômicos, ou das pessoas que pertençam às mesmas classes sociais desse pessoal já citado ou que é por eles pagos para defender seus interesses, é difícil entender a razão de ter gente que sai atacando uma ocupação de sem-teto como essa, fazendo o papel de soldadinho não-remunerado. Continue lendo “E São Paulo fez, novamente, o que faz de melhor: expulsar pobre, por Leonardo Sakamoto”

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Primeiros títulos a quilombolas catarinenses serão entregues durante encontro

Foto: Incra
Foto: Incra

Serão os primeiros títulos entregues a comunidade quilombola em Santa Catarina pelo Incra

Diário Caçadorense

As famílias quilombolas dos municípios de Campos Novos e Abdon Batista receberão nesta semana os títulos definitivos de três áreas que compõem parte do território quilombola Invernada dos Negros. Serão os primeiros títulos entregues a comunidade quilombola em Santa Catarina pelo Incra, autarquia federal responsável pela regularização fundiária dos territórios remanescentes de quilombos.

A entrega dos títulos será realizada durante o Encontro Estadual dos Territórios Quilombolas Catarinenses, evento que acontecerá nos dias 17 e 18, no Hotel Itaguaçu, em Florianópolis, e reunirá representantes das 12 comunidades quilombolas catarinenses já reconhecidas, movimentos sociais e instituições públicas, para a troca de informações, experiências e fortalecimento das causas e interesses quilombolas.

Compondo também a programação, será instalada a Mesa de Acompanhamento da Política de Regularização dos Territórios Quilombolas Catarinenses, um importante fórum permanente de diálogo, acompanhamento e consolidação da política de regularização de áreas quilombolas. A mesa, que fará a sua primeira reunião durante o evento, é formada por órgãos governamentais ligados à questão e representantes da sociedade civil, e se reunirá semestralmente com o objetivo de oferecer maior transparência nos processos de regularização dos territórios quilombolas e receber as sugestões e pleitos dessas comunidades. Continue lendo “Primeiros títulos a quilombolas catarinenses serão entregues durante encontro”

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