Diabetes asola a indígenas del mundo

Por razones genéticas y de cambios en el hábito tradicional de consumo esta epidemia mundial tiene una enorme carga sobre las poblaciones indígenas del planeta.

Servindi, 15 de noviembre, 2015

Cada 14 de noviembre se celebra el Día Mundial de la Diabetes, una enfermedad que, se estima, padecerán 370 millones de personas en 2030 y que representa una de las diez principales causas de muerte en el mundo.

Desde el año 2000 la diabetes se convirtió en la principal causa de muerte en México; país donde el 7.2 por ciento de los decesos se deben a padecimientos asociados con este mal. Continue lendo “Diabetes asola a indígenas del mundo”

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Jessé Souza: ‘A desigualdade é mais grave que a corrupção’

Em novo livro, sociólogo e presidente do Ipea critica cientistas e classe média tradicional

Por Nice de Paulo, em O Globo

RIO – Depois de dizer que os 40 milhões de brasileiros que ingressaram no mercado de consumo nos últimos anos não formavam uma classe média – como então alardeava o governo -, Jessé Souza, que assumiu a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em abril, promete mais polêmica com o livro “A tolice da inteligência brasileira”, que chega às lojas nos próximos dias. Nele, o sociólogo afirma que o Brasil não tem uma classe alta, mas sim uma “classe de endinheirados”. Continue lendo “Jessé Souza: ‘A desigualdade é mais grave que a corrupção’”

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Na maloca, uma câmara na mão, por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

Não sei se o Wewito Piyâko ainda se lembra. Já faz tempo, numa aula do curso de formação de professores indígenas no Acre, contei a história do funcionário que no ano 3.000 é transferido compulsoriamente para outra galáxia. “O exílio é de-fi-ni-ti-vo” – lhe advertiram. Desesperado com a viagem que não tinha volta, arruma na mala tudo aquilo que pode matar as saudades do planeta terra: objetos, cheiros, sabores, sons, imagens. No final, por sugestão da autora, a museóloga Blanca Dian, indaguei:

– Se os desterrados fossem vocês, o que levariam na bagagem para não esquecer a maloca?
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Sociedade civil realiza novo protesto em frente à Vale nesta segunda-feira

No Século Diário

A população capixaba vai às ruas nesta segunda-feira (16) para responsabilizar mais uma vez a Vale pela tragédia humana e ambiental do rompimento das duas barragens da Samarco Mineração em Mariana (MG). O novo ato, agora com ampla convocação popular, se concentra às 17 horas na Universidade Federal do Estado (Ufes). O destino será a portaria da mineradora no final da Praia de Camburi, em Vitória.

Assim como a intervenção artística dessa sexta-feira (13), “Manchada de Lama, realizada na portaria da Vale em Carapina, na Serra, o segundo ato é uma iniciativa do Frente Capixaba de Lutas, que reúne diversas organizações do Estado. No evento criado no Facebook, com o título “Não foi acidente, a Vale deve pagar”, já estão confirmadas a participação de 2.600 pessoas. A mesma mobilização será realizada no Rio de Janeiro. Continue lendo “Sociedade civil realiza novo protesto em frente à Vale nesta segunda-feira”

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Moradores da extinta Bento Rodrigues exigem das mineradoras novo local rural, com espaço e liberdade

“A nova Bento tem de ser bem parecida com a antiga. As pessoas tinham hortas, quintais e, agora, estão em hotéis. O povo não está acostumado a viver assim”

Por João Henrique do Vale, Daniel Camargos, Pedro Rocha Franco (enviados especiais), no EM

Mariana – Um novo Bento Rodrigues, o povoado mais devastado pelo estouro das duas barragens da Samarco, será reconstruído em outro lugar na área rural de Mariana, a 110 quilômetros de Belo Horizonte. Pelo menos essa foi a decisão dos desabrigados pelo tsunami de lama numa reunião, na manhã de ontem, com a participação de representantes do poder público. O prefeito da cidade histórica, Duarte Júnior, concordou com o desejo das vítimas: “A população decidiu que não quer a reconstrução naquele local. Então, hoje está definido que Bento deixou de existir”. Continue lendo “Moradores da extinta Bento Rodrigues exigem das mineradoras novo local rural, com espaço e liberdade”

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Plano de emergência das barragens de Fundão e Santarém tem falhas e lacunas

Por  Sandra Kiefer, no Estado de Minas

Os Planos de Ação Emergenciais (Paes) das barragens de Fundão e Santarém, que romperam há 10 dias em Mariana, na Região Central do estado, apresentados oficialmente na sexta-feira pela Samarco (controlada pela Vale e pela BHP Billinton) ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), estavam sem data e desatualizados, a ponto de conter números antigos de telefones na lista de moradores a serem avisados em caso de acidente.

Ao contrário do que prevê a Lei Nacional de Segurança de Barragens, de número 12.334, de 2010, os povoados atingidos pelo tsunami de lama, que já chegou ao Espírito Santo, nunca receberam treinamento contra catástrofes nem tiveram papel definido a cumprir em casos de tragédia, procedimento que já deveria ser comum em Minas, que centraliza perto de 800 barragens. Continue lendo “Plano de emergência das barragens de Fundão e Santarém tem falhas e lacunas”

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Saúde e racismo: como fica a população?

Por Carla Akotirene, em A Tarde/População Negra e Saúde

A baixa capacitação dos servidores do SUS no tocante às demandas raciais e de gênero produz ferida nos direitos constitucionais do público usuário, em suma, negros e pobres. Essa ação antinegros disposta na inobservância às vulnerabilidades dos usuários cumpre o papel político de controle populacional, conforme Hamilton e Carmichael abordaram no movimento Black Power (EUA) quanto à missão das instituições.

Validamente, o enfrentamento do racismo institucionalizado demanda capacitações e releitura ético-profissional, com enfoque em contextos estruturantes na vida de homens e mulheres, forjados historicamente à base da negação da própria humanidade. Continue lendo “Saúde e racismo: como fica a população?”

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Minas D’Águas: na hora certa, para mostrar que mesmo sem ruptura de barreira mineração é um desastre

Minas D’Águas não fala da tragédia de Bento Rodrigues, Mariana. Nem da desgraça de pessoas, animais, flora e fauna, de uma região ou de um rio, com sua bacia hidrográfica. Quando estava sendo produzido, este desastre anunciado ainda não havia acontecido. Mas o que ele diz e mostra sobre água e mineração, sobre vida e mineração, sobre direitos humanos versus ganância, precisa ser compartilhado e refletido.

A direção é de Danilo Siqueira, e o texto abaixo é o disponibilizado pela equipe no TouTube. Continue lendo “Minas D’Águas: na hora certa, para mostrar que mesmo sem ruptura de barreira mineração é um desastre”

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Cortes de rota de ônibus e o legado de investimentos no transporte do Rio são questionados

Por RioOnWatch

Com a tarefa definida de sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 em um intervalo de dois anos, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, tem investido bilhões de reais em uma ampla gama de projetos na área de transporte. Ao mesmo tempo, no entanto, os ônibus, a mais importante forma básica e tradicional de transporte urbano da cidade, estão sofrendo cortes maciços que deixaram muitos passageiros confusos.

Em 3 de outubro, a prefeitura cortou 11 linhas de ônibus entre a Zona Oeste e o Centro da cidade, substituindo-as por cinco novas linhas, que exigem uma transferência em Botafogo na Zona Sul. Em 24 de outubro, mais oito linhas que partiam da Zona Norte e do Centro da cidade à Zona Sul foram eliminadas, e oito linhas adicionais foram encurtadas; duas novas linhas foram adicionadas no seu lugar. Em última análise, a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) vai reduzir sua frota em 35%, ou 700 ônibus, com 70 linhas substituídas por 16 novas rotas em março de 2016. O cronograma de mudanças planejadas para 2015 já foi ajustado ao longo do caminho. Continue lendo “Cortes de rota de ônibus e o legado de investimentos no transporte do Rio são questionados”

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HUMAN: O que nos torna humanos? As histórias de 2 mil mulheres e homens em 60 países

“Eu sonhei com um filme em que a força das palavras ampliasse a beleza do mundo. As pessoas me falaram de tudo; das dificuldades de crescer, do amor e da felicidade. Toda essa riqueza é o centro do filme HUMAN. Esse filme representa todos os homens e mulheres que me confiaram suas historias. O filme se tornou um mensageiro de todos eles.” (Yann Arthus-Bertrand)

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O que nos torna humanos? Será por que amamos, por que brigamos? Por que rimos? Choramos? Nossa curiosidade? A busca pela descoberta? Continue lendo “HUMAN: O que nos torna humanos? As histórias de 2 mil mulheres e homens em 60 países”

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