Loja da BMW acusada de racismo é condenada no Rio de Janeiro

Indignados, Ronald e Priscilla processaram a BMW Autokraft que foi condenada. Foto: Divulgação
Indignados, Ronald e Priscilla processaram a BMW Autokraft que foi condenada. Foto: Divulgação

G1/Correio do Estado

Quase dois anos depois, chegou ao fim o processo contra a concessionária da BMW Autokraft, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que foi condenada por danos morais após um casal denunciar que o filho adotivo foi vítima de racismo dentro do estabelecimento. A história foi revelada pelo G1 em janeiro de 2013.

No dia 12 de janeiro de 2013, Ronald Munk e Priscilla Celeste – pais de cinco filhos – foram à loja acompanhados do caçula, de 7 anos, que é negro e adotado, em busca de um automóvel novo para família. Enquanto conversavam com o gerente de vendas sobre os carros, eles  foram surpreendidos com uma atitude preconceituosa de um funcionário quando a criança se aproximou dos três.

De acordo com Priscilla, o gerente, sem se dar conta de que o menino era filho do casal, disse para a criança: “Você não pode ficar aqui dentro. Aqui não é lugar para você. Saia da loja. Eles pedem dinheiro e incomodam os clientes”. Imediatamente, Ronald e Priscilla foram embora da loja levando o menino.

O caso teve repercussão na imprensa internacional. Na época, o BMW Group enviou uma nota ao G1 em que pedia desculpas ao casal. A concessionária, na ocasião, também enviou um email também se desculpando pelo ocorrido nas dependências da loja, mas tratou o caso como um “mal-entendido”. O termo levou o casal a criar uma página no Facebook:“Preconceito racial não é mal-entendido”, que, atualmente, tem mais de 113 mil seguidores. Continue lendo “Loja da BMW acusada de racismo é condenada no Rio de Janeiro”

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Histórias de Admirar: Os Kinikinau, por Giovani José da Silva* 

Desenho Kinikinau, de autoria de João Moreira Anastácio
Desenho Kinikinau, de autoria de João Moreira Anastácio

Em O Pantaneiro

Era julho de 1997 e eu estava indo pela primeira vez visitar a Reserva Indígena Kadiwéu, a pedido da então prefeita de Porto Murtinho, Myrian dos Santos, acompanhado pela Secretária de Saúde, Estela Márcia Rondina Escandola (na época tinha no sobrenome “Reis”, se bem me lembro) e por um rapaz cujo nome militar era De Pinho. Juntos, os três em uma velha Toyota, cruzamos as estradas de terra que interligavam fazendas e aldeias daquele extenso município, enfrentando muita chuva e certo desconforto.

A primeira aldeia a ser visitada foi a São João, distante uns oitenta quilômetros da cidade Bonito e habitada por índios de distintas etnias. Enquanto Estela Márcia tratava dos assuntos da Saúde, eu deveria realizar reuniões com cada comunidade (na época eram cinco aldeias no interior da Reserva: Barro Preto, Bodoquena, Campina, São João e Tomázia) sobre a Educação Escolar que desejavam para as crianças e os jovens indígenas.

Lembro-me que na primeira reunião, em que eu estava diante de cerca de duzentas pessoas, iniciei minha fala referindo-me à importância de se ter uma educação específica e que no caso daquela aldeia deveria ser uma escola voltada para os interesses dos Kadiwéu. Foi quando vi um ar de reprovação nos rostos daqueles homens e mulheres indígenas e percebi que estava diante de uma maioria que não se reconhecia Kadiwéu, embora vivessem dentro da Reserva Kadiwéu. Retomei minha fala, depois de certa hesitação, e perguntei, então, se por acaso eles seriam Terena ou de outra etnia. Um silêncio tomou conta da plateia e, timidamente, um senhor levantou a mão pedindo a palavra. Com a voz embargada, este senhor ficou de pé e disse que todos ali tinham medo de dizer quem eram realmente, pois tinham passado por muitas provações na vida, tinham sofrido perseguições e perdido suas aldeias, ao longo de uma história de dor e extermínio. Continue lendo “Histórias de Admirar: Os Kinikinau, por Giovani José da Silva* “

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Rosaldo de Albuquerque Souza: Por imposição do nosso ‘órgão tutor’, não tínhamos o direito de nos autodeclarar Kinikinau

Rosaldo Kinikinau em foto de Emilia Silberstein, do final de 2012, quando terminava o mestrado na UnB com trabalho sobre a reconstrução identitária de seu Povo
Rosaldo Kinikinau em foto de Emilia Silberstein, do final de 2012, quando terminava o mestrado na UnB com trabalho sobre a reconstrução identitária de seu Povo

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

Antes que algum juiz descubra isso na hora de anunciar alguma decisão definitiva, vamos concordar: o Povo Kinikinau – ou Koinukunoen – com certeza não estava no seu território tradicional em 1988, quando a chamada Constituição Cidadã foi promulgada. Aliás, ainda pior: oficialmente ele estava simplesmente extinto, na ocasião! Graças à ação de diferentes instâncias governamentais, os Kinikinau não foram apenas expulsos de sua terras. Foram destituídos de sua própria identidade, com tudo o que isso significa, e obrigados a se transformarem em Terena pelo órgão que deveria protegê-los: a Funai.

Mas eles não aceitaram essa morte por decreto. Mantiveram viva a força da resistência e, entre os dias 6 e 9 de novembro, realizaram sua 1ª Assembleia. No final dela, instituíram o Ipuxowoku Hou Koinkunoe (Conselho do Povo Kinikinau) e lançaram a sua Carta, como primeiro passo para a reconquista de sua identidade e de seu território.

Professor de biologia concursado, Rosaldo de Albuquerque Souza nunca se perdeu de suas origens e é agora um dos 12 integrantes do Conselho Kinikinau. Na entrevista a seguir, feita por e-mail, ele fala sobre seu Povo e sua luta.

***

Combate – Fiquei comovida lendo sobre a 1ª Assembleia e, depois, a Carta do Povo Kinikinau. Sei que você está desde o início na luta pelo reconhecimento do seu Povo e pela demarcação de suas terras. Quando e como foi que ela se iniciou?

Rosaldo – Iniciou-se na década de 1990, com o interesse próprio dos anciãos da Aldeia São João, do chefe de posto da Funai, Olivar Brasil, e do antropólogo indigenista Giovani José da Silva. Saliento que nascemos sabendo que não éramos Terena, mas, por imposição do nosso ‘órgão tutor’ [a Funai], não tínhamos o direito de nos auto declarar Kinikinau. Por isso ficamos tanto tempo na invisibilidade. O nosso grande líder in memoriam Leôncio Anastácio disse que muitas famílias esconderam-se nas aldeias que estavam se formando após a guerra do Paraguai e nas fazendas, para trabalhar a troco de comida. Assim, foram ‘desaparecendo’. Continue lendo “Rosaldo de Albuquerque Souza: Por imposição do nosso ‘órgão tutor’, não tínhamos o direito de nos autodeclarar Kinikinau”

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MS – Indígenas e fazendeiro entram em acordo sobre retomada de Pyelito Kue

Pyelito Kue. Foto: Amanda Cury
Pyelito Kue. Foto: Amanda Cury

 

Guarany-kaiwás concordam em ocupar área externa à sede da propriedade. Processo pela invasão indígena será suspenso até demarcação.

G1 MS

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) promoveu acordo entre guarany-kaiwás da comunidade Pyelito Kue e proprietários da fazenda Cambará, atualmente ocupada pelo grupo. Conforme o órgão, os indígenas ficarão na área, mas concordaram em deixar a sede administrativa da propriedade. A reunião foi na quinta-feira (13), mas o resultado só foi divulgado nesta sexta-feira (14).

Ainda segundo a Justiça Federal, o pacto também prevê a suspensão do processo devido à disputa das terras até que se faça o processo de demarcação. O encontro teve a participação de representantes da comunidade indígena, do proprietário da fazenda, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério Público Federal (MPF). Ele foi realizado entre as 10h (de Brasília) de quinta-feira (13) e 0h33 desta sexta-feira (14) em Naviraí, distante 350 quilômetros de Campo Grande.

Foi fixado prazo de 20 dias para que os guarany-kaiwás deixem a sede. As partes envolvidas concordaram com a instalação de duas cercas, que será feita pelo proprietário rural, separando os territórios, havendo um espaço de cinco metros em elas. A área localiza-se entre a margem da Rodovia MS-38, o Rio Ipané e o Rio Yjogui. Continue lendo “MS – Indígenas e fazendeiro entram em acordo sobre retomada de Pyelito Kue”

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Cultura e Negritude: Interculturalidade e formação – 21 e 22/11. em Santo Amaro

cultura e negritude

O evento realizado em sua segunda edição, se inscreve no contexto das ações institucionais realizadas pela UFRB, a partir da Portaria 181/07,com vistas à promoção da igualdade racial e inclusão social no Recôncavo. Associa neste evento as ações em prol da Estatuinte na UFRB. Está integrado às ações do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros – NEAB-Recôncavo na linha Raça e Educação, além de integrar as ações de formação dos estudantes do Programa de Educação Tutorial – Acesso, permanência e pós-permanência na UFRB, e UFRB e Recôncavo em Conexão e Área de Conhecimento Políticas de Formação, Interdisciplinaridade e Interculturalidade do BICULT/CECULT.

Objetivos:

  • Ampliar o debate sobre universidade, interculturalidade e formação.
  • Promover ambientes de promoção de promoção da igualdade racial e inclusão social no Recôncavo.
  • Promover a integração das comunidades locais e acadêmicas me torno do debate de equidade.
  • Integrar pesquisadores, estudantes, agentes culturais, representantes de movimentos sociais e demais interessados nas questões relativas à equidade racial.

Mais informações AQUI.

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Intoxicação por agrotóxicos ainda faz vítimas no campo

"O médico me disse que ou eu parava com a atividade ou morria de intoxicação", lembra o ex-produtor rural Expedito de Souza
“O médico me disse que ou eu parava com a atividade ou morria de intoxicação”, lembra o ex-produtor rural Expedito de Souza

Solução para o problema pode ser a criação de políticas públicas para retirar de circulação produtos mais perigosos

Folha Rural

Expedito Pereira de Souza é ex-produtor rural. Durante anos se dedicou à produção de tomate, pepino e uva no distrito de Guaravera, zona sul de Londrina. Mas há 18 anos foi forçado a deixar a propriedade aos cuidados de familiares para tratar da saúde. Souza foi uma das vítimas de intoxicação por agroquímicos, produtos que eram aplicados para livrar a lavoura de pragas e doenças.

O último levantamento realizado em 2011 pelo Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas (Sinitox), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta que 5.075 pessoas foram intoxicadas com defensivos agrícolas naquele ano, representando 4,79% do total de casos de intoxicação registrados no Brasil. O número é ligeiramente menor se comparado ao levantamento de 2001, quando o volume de casos por intoxicação com agrotóxicos no País chegou a 5.384. Ainda que menor, preocupa as autoridades de saúde.

O número de intoxicações por agroquímicos nas lavouras brasileiras pode ser bem maior, já que os dados da Fiocruz só computam casos de pessoas que recebem atendimento médico imediato, ou seja, quando a intoxicação é aguda. Casos crônicos não são computados. “É difícil conseguir ver os efeitos crônicos de exposição ao agrotóxico durante 20, 30 anos”, revela Luiz Claudio Meirelles, pesquisador da área de saúde pública do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Fiocruz. Segundo ele, as pessoas não têm consciência de que uma doença pode aparecer ocasionada pela exposição a esses produtos. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que de cada 100 casos de intoxicação por agroquímicos ocorridos nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, apenas em torno de 5% são notificados. Continue lendo “Intoxicação por agrotóxicos ainda faz vítimas no campo”

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Dissertação de mestrado derruba mito do uso seguro de agrotóxicos

morte e agrotóxico

Entre os aspectos levantados em dissertação de mestrado, estão o descarte inadequado e a aquisição do veneno sem qualquer instrução

Por Any Cometti, em Século Diário

A Campanha Contra os Agrotóxicos divulgou uma pesquisa que comprova a inviabilidade do uso seguro de agrotóxicos. A dissertação de mestrado do pesquisador Pedro Henrique de Abreu conclui claramente que  “[não existe] viabilidade de cumprimento das inúmeras e complexas medidas de “uso seguro” de agrotóxicos no contexto socioeconômico destes trabalhadores rurais”.  O trabalho foi aprovado no Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A pesquisa foi feita no município de Lavras (MG), onde foram visitadas 81 unidades de produção familiar em 19 comunidades. O pesquisador tentou verificar a viabilidade do cumprimento dos manuais de segurança da indústria química e do Estado na agricultura familiar. Durante a pesquisa, foi possível constatar que a aquisição dos agrotóxicos é feita sem perícia técnica e a receita é fornecida por funcionários das lojas, sem que os agricultores recebam instruções na hora da compra.Além disso, o transporte dos produtos tóxicos é feito nos veículos convencionais, que não atendem aos requerimentos de segurança. Os agricultores também não recebem os documentos de segurança necessários para a operação.

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Inédito: hospital chileno respetó la cultura mapuche y entregó la placenta a la familia de un recién nacido

Cecilia Henríquez y Ramón Llanquileo (Imagen Gentileza)
Cecilia Henríquez y Ramón Llanquileo (Imagen Gentileza)

De esta manera se honró la cultura de los nativos, que creen que la placenta debe ser enterrada bajo un árbol para darle protección al bebé

Los Andes

En un hecho histórico tras nacer un bebé, un hospital chileno entregó la placenta a una familia Mapuche proveniente de la Comuna de Tirúa.

El Hospital de Curanilahue, de la provincia de Arauco, entregó ayer a Cecilia Henríquez y Ramón Llanquileo la placenta de su hijo recién nacido, permitiendo así que los padres pudieran llevar a cabo la tradición mapuche que consistente en enterrarla bajo un árbol nativo con el objeto de fortalecer la salud del pequeño.

El Servicio de Salud dio así un gran paso hacia lo establecido en el Convenio 169 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT), ratificado por Chile en 2009 y que señala que los Servicios de Salud deberán ofrecer a la comunidad de pueblos originarios los métodos de prevención, prácticas curativas y medicamentos tradicionales propios de las comunidades originarias, manteniendo al mismo tiempo vínculos con el resto de niveles de asistencia sanitaria. Continue lendo “Inédito: hospital chileno respetó la cultura mapuche y entregó la placenta a la familia de un recién nacido”

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Com indenizações baixas, Belo Monte ameaça criar geração de sem-teto no Pará

Moradores de Altamira (PA) protestam durante audiência pública para discutir a desapropriação de imóveis. Foto: MPF
Moradores de Altamira (PA) protestam durante audiência pública para discutir a desapropriação de imóveis. Foto: MPF

Por Carlos Madeiro, do UOL, em Maceió

Moradores de Altamira, no Pará, resistem em deixar suas casas para dar lugar ao avanço das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. O problema é o valor das indenizações propostas pelo consórcio responsável pela construção, insuficientes, segundo eles, para compra de novas moradias. O impasse pode gerar uma geração de sem-teto.

Belo Monte é a maior obra do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com gastos previstos de R$ 28,9 bilhões. O governo federal diz que a usina, quando pronta, vai beneficiar 18 milhões de pessoas.

Segundo o cadastro feito pela Norte Energia S.A., responsável pela obra –e informado pelo MPF (Ministério Público Federal)–, 8.000 famílias terão de deixar suas casas durante o cronograma das obras. Dessas, 600 são indígenas. Continue lendo “Com indenizações baixas, Belo Monte ameaça criar geração de sem-teto no Pará”

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“Não somos uma experimento”, diz líder do partido novato Podemos

Encerramento da assembleia cidadã de Podemos, dia 15 de Novembro. Foto de Uly Martin
Encerramento da assembleia cidadã de Podemos, dia 15 de Novembro. Foto de Uly Martin

Por Francesco Maneto, em El País

Pablo Iglesias pronunciou neste sábado seu primeiro discurso como secretário-geral do partido Podemos, destacando suas prioridades estratégicas e institucionais. Em primeiro lugar, vencer as eleições gerais de 2015. Em segundo, iniciar “um processo constituinte para abrir o cadeado de 78 e discutir tudo”. Essa declaração de intenções está no DNA do partido, que hoje se firmou oficialmente como força política organizada depois de um avanço de dez meses nos quais, segundo todas as pesquisas, foi-se afirmando como nova opção ao bipartidarismo. Nas palavras de Iglesias, o Podemos é uma “alternativa diante de um regime que está caindo”, em referência a PP, PSOE e ao pacto constitucional.

O líder do partido, que ainda não tem um programa definido, quis deixar claro aos seus que agora começa o trecho mais tortuoso de sua trajetória política. “As verdadeiras dificuldades começam agora, e quando ganharmos as eleições em dezembro do próximo ano começarão as dificuldades de verdade”, alertou do palco do Teatro Nuevo Apolo, em Madri, durante o ato de proclamação da direção do partido. Na sala cheia foi feita a entrega do poder interno do partido ao grupo de fundadores, encabeçado por Iglesias, Íñigo Errejón, Carolina Bescansa, Juan Carlos Monedero e Luis Alegre.

A equipe encarregada de organizar a assembleia do partido apresentou os resultados da votação da nova cúpula do Podemos, um órgão chamado Conselho Cidadão, formado atualmente por 62 cargos (além de Iglesias), com número igual de homens e mulheres. A eles se somarão nas próximas semanas os 17 representantes das comunidades autônomas. Continue lendo ““Não somos uma experimento”, diz líder do partido novato Podemos”

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