Moradores do asfalto têm visão preconceituosa em relação a favelas

Por Alana Gandra, da Agência Brasil / Ecodebate

Pesquisa do Instituto Data Popular mostra que ainda é preconceituosa a visão dos moradores do asfalto em relação aos de favelas. A pesquisa consultou 3.050 pessoas em 150 cidades de todo o país entre os dias 15 e 19 de janeiro. De acordo com o levantamento, 47% dos cidadãos do asfalto nunca contratariam, para trabalhar em sua casa, uma pessoa que morasse em  favela. Continue lendo “Moradores do asfalto têm visão preconceituosa em relação a favelas”

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Juventude se organiza para fortalecer a luta pela Reforma Agrária Popular

Jovens de diversas regiões de Alagoas estiveram reunidos na articulação e consolidação do Coletivo da Juventude Sem Terra do estado

Por Gustavo Marinho
Da Página do MST

Para discutir o papel e os desafios da juventude na luta pela terra e na construção da Reforma Agrária Popular, jovens de diversas regiões de Alagoas estiveram reunidos na articulação e consolidação do Coletivo da Juventude Sem Terra do estado. Continue lendo “Juventude se organiza para fortalecer a luta pela Reforma Agrária Popular”

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Os Tupinambá e eu

“Tudo me foi narrado com força e uma espécie de beleza dolorosa”. Antropóloga descreve seu encontro com os Tupinambá, povo cuja história ela quer transformar em filme

Daniela Alarcon – Repórter Brasil

Conheci os Tupinambá em 2010, quando eles viviam um intenso período de criminalização. O pior desde que iniciaram, em 2004, ações diretas para retomar seu território. Eu morava em Brasília, trabalhava com mulheres indígenas e, de quando em quando, encontrava Glicéria Jesus da Silva, importante liderança tupinambá. Glicéria viajava com frequência à capital para representar seu povo, participar de atividades do movimento indígena e denunciar o que ocorria em sua aldeia. Em junho de 2010, ela foi recebida pelo então presidente Lula e relatou os ataques que a Polícia Federal vinha perpetrando contra os indígenas. Ela levava nos braços seu bebê de dois meses de idade. No dia seguinte, foi encarcerada ao desembarcar na pista de pouso do aeroporto de Ilhéus. Continue lendo “Os Tupinambá e eu”

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Polícia cai na folia e usa bombas para animar foliões em São Paulo, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Quem disse que a polícia não gosta de uma boa farra? A PM resolveu cair na folia, na madrugada desta terça (17), em São Paulo.

Cansados de terem que trabalhar enquanto boa parte da população está comemorando o Carnaval, a corporação colocou a Vila Madalena – tradicional reduto boêmio paulistano – para dançar. Continue lendo “Polícia cai na folia e usa bombas para animar foliões em São Paulo, por Leonardo Sakamoto”

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Jarid Arraes: Racismo a gente vê na Globo

No Brasil, impera a ilusão de uma convivência racial harmoniosa, segundo a qual pessoas de diferentes cores e miscigenações conviveriam na mais perfeita paz, sem que suas características físicas jamais se tornassem alvo de discriminação.

Por Jarid Arraes*, na Carta Capital/Vermelho

No entanto, esse discurso cai por terra facilmente: o racismo brasileiro está vivo e, de fato, é tão bem aceito na sociedade que questioná-lo soa como um ultraje. Um exemplo dessa realidade é a existência do Globeleza, quadro da Rede Globo que exibe mulheres negras – chamadas por eles de “mulatas” – no período do carnaval. Continue lendo “Jarid Arraes: Racismo a gente vê na Globo”

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Los artilugios de Pluspetrol para quitarse de encima millones de soles en multas

Servindi

El portal web de investigación Ojo Público difundió el domingo un informe completo sobre el modo de obrar que caracteriza a la empresa argentina Pluspetrol en los últimos años. Se trata de una de las transnacionales más cuestionadas en el Perú por sus graves faltas al ambiente.

El informe escrito por Nelly Luna parte de lo que viene ocurriendo hace tres semanas en la comunidad achuar de Pampa Hermosa, en la cuenca del río Corrientes, donde la población exige a la empresa Pluspetrol, entre otras cosas, el pago justo por el uso de su territorio ancestral. Continue lendo “Los artilugios de Pluspetrol para quitarse de encima millones de soles en multas”

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Dois dias, uma noite: A solidão do trabalhador no século 21

O filme ‘Dois dias, uma noite’ mostra que a saída para a classe trabalhadora da Europa e do mundo ainda é esta: continuar lutando.

Por Léa Maria Aarão Reis, da Bélgica, para Diário Liberdade

Sandra é operária de uma fábrica, na Bélgica, é casada e tem dois filhos. Vem de uma licença médica por causa de uma depressão, obtida meses antes de começar a sua história neste belo filme dos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne, o Dois dias, uma noite. Nele, a cultuada francesa Marion Cotillard é indicada para ganhar um segundo Oscar de Melhor Atriz. Embora sua atuação seja tocante e empolgue, é o roteiro original de Deux jours, une nuit, dos Dardenne, inspirado em um fait divers como eles declararam em entrevista, que chama a atenção. É um roteiro excelente.

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Sobre a Bahia, seus linxamentos e confinamento racial

Nossa Gente não tá Nem Ai Para seu Carguinho, Seu Tutorial de Versinho, Seu Classificado de Editais e Sua Arrogância Acadêmica

Por Hamilton Borgesdos Santos (Walê), em Reaja nas Ruas

Escrevi dias atrás sobre a truculência das Rondas Especiais (Rondesp), seu caráter genocida, a forma com que zomba da vida e da dignidade humana. A Rondesp é uma polícia produtora e coletora de corpos pretos, agindo como uma ave de rapina que tem endereço certo. Sua forma de agir: nossos locais de moradia, nossas comunidades que nem sentem o cheiro das políticas públicas que essa gente perfumada tanto fala nas intermináveis conferências que se faz nos intervalos do circo eleitoral. Nossa gente vive sem a presença do Estado, com exceção do “ESTADO DE EXCEÇÃO” que a polícia incrementa. Continue lendo “Sobre a Bahia, seus linxamentos e confinamento racial”

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CIR: “O bode no circo da Saúde Indígena”

O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena completa em  2015 seus vinte e dois anos de existência. Podemos identificar claramente o seu nascimento na segunda Conferência Nacional de Saúde Indígena, realizada em todo o país ao longo do ano de 1993. O movimento indígena acumulou forças durante as etapas locais e regionais, e irrompeu com uma energia insuspeitada em outubro na etapa nacional em Luziânia, quebrando todos os paradigmas da burocracia, tecnicismo e dominação política construídos pelo estado brasileiro na área da saúde através dos séculos de colonialismo. Continue lendo “CIR: “O bode no circo da Saúde Indígena””

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