MPF/PE oferece denúncia por trabalho escravo em usina de cana-de-açúcar

Quatro responsáveis por usina são acusados de submeter lavradores a condições de trabalho degradantes e a jornadas exaustivas

O Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF/PE) denunciou à Justiça Federal quatro responsáveis pela Usina União Indústria, situada na Fazenda Bonfim, no município pernambucano de Primavera. Ilvo Monteiro de Meirelles, Carlos Henrique Alves, José Alexandre de Meirelles e Jair Furtado de Meirelles Neto são acusados de submeter trabalhadores ligados às atividades de corte, carregamento e transporte da cana-de-açúcar da usina, a condições degradantes de trabalho, bem como a jornadas exaustivas.
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Educação Ambiental no Ensino Formal e Não Formal, Lei 9.795/1999, artigo de Antonio Silvio Hendges

1 – ENSINO FORMAL

Educação ambiental no ensino formal é a especificada e desenvolvida nos currículos das instituições públicas e privadas vinculadas aos sistemas federais, estaduais e municipais de ensino. Deve ser desenvolvida como prática educativa integrada, contínua, permanente, inter e transdisciplinar, em todos os níveis e modalidades educacionais. A educação básica (ensinos infantil, fundamental e médio), especial, profissional, EJA e superior devem adotar conteúdos relacionados ao meio ambiente e à formação de hábitos e atitudes pessoais e coletivas que preservem a qualidade de vida e os recursos naturais do país e do planeta. Os conteúdos formais relacionados aos ensinos fundamental e médios estão nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs – tratam dos temas transversais às disciplinas formais), onde estão especificados os objetivos e as metas que a educação ambiental deve atingir para os estudantes destes níveis. Continue lendo “Educação Ambiental no Ensino Formal e Não Formal, Lei 9.795/1999, artigo de Antonio Silvio Hendges”

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Encontro Nacional Mulheres, Agroecologia e Plantas Medicinais -16 a 18/09/2010 – Lagoa Seca/PB

Por que:

Nas práticas do plantio, as mulheres buscam uma maior diversidade de espécies como: hortaliças, frutas, flores e plantas medicinais e quase sempre são as responsáveis pelo início dos processos de transição agroecológica.

As mulheres são as principais responsáveis pela  manipulação dos remédios caseiros no âmbito familiar e comunitário, a partir do cultivo de plantas medicinais nos quintais e em hortas ou coleta de plantas em áreas de reserva.

Esse conhecimento tradicional das agricultoras guarda várias informações sobre a propriedade das plantas, sua qualidade, valor medicinal e sua função para a saúde humana e animal.

A necessidade de fortalecer essas vivências e saberes constitui-se em ações de resistência do saber tradicional e enfrentamento do poder da  indústria farmacêutica e do “mercado da doença”.

É importante analisarmos porque estes conhecimentos vêm sendo invisibilizados e marginalizados, os remédios caseiros substituídos por sintéticos… sabemos que existem interesses de empresas transnacionais na nossa biodiversidade e nas mulheres como uma possibilidade de mercado. Continue lendo “Encontro Nacional Mulheres, Agroecologia e Plantas Medicinais -16 a 18/09/2010 – Lagoa Seca/PB”

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MA – Paróquia São João responde a artigo sobre riqueza de Açailândia: “Pobre Açailândia Rica: quem quiser que Veja!”

Mais de 18 mil reais é a renda per capita de nossa cidade. Estamos entre as 23 cidades médias do Brasil que uma famosa revista nacional destacou como campeãs de crescimento econômico. Senhores e senhoras, venham a Açailândia, profundo interior do Maranhão! O futuro, dizem, passa por aqui.

É verdade, temos um histórico “predatório”, de “desmatamento e contrabando, cinza e poeirão”, como lembra a revista. Mas as empresas siderúrgicas, ressalta a reportagem, trouxeram desenvolvimento e riqueza. Se isso é verdade ou não, tudo vai depender do ponto de vista. Para todo artigo que recomenda, há sempre alguém que encomenda: o lucro, sabe-se bem, vem através da propaganda.

Vamos pelo menos tentar mostrar outros lados da mesma cidade: nesse Maranhãode migrantes, trabalho instável e mutação contínua, dominado por uma dasoligarquias mais longevas do país, não queremos que ninguém se surpreenda chegando e encontrando algo distinto daquilo que foi dito… Continue lendo “MA – Paróquia São João responde a artigo sobre riqueza de Açailândia: “Pobre Açailândia Rica: quem quiser que Veja!””

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Contracultura y revolución

Carlos Duque (Desde Caracas, Venezuela. Especial para ARGENPRESS CULTURAL)

Vivir o no vivir: saber si algún destino
vale que nos juguemos la vida toda entera!
Ludovico Silva

Si hay alguien que creyó en el poder de la palabra y en las dimensiones que ésta puede alcanzar en el alma humana fue Ludovico Silva. Este gran pensador dejó “para las nuevas generaciones” un problema planteado: la contracultura. Hoy, cuando se vaticinan momentos duros para la humanidad, se hace cada vez más urgente analizarlo a fondo.

El estudioso incansable de la obra de Marx, que supo recoger su esencia y de-velar las patrañas y falsas interpretaciones que muchos estudiosos y teóricos hicieron del autor de El capital, llegó a tener en sus manos de alquimista del pensamiento una buena aproximación de esa materia pura que aún no se ha bien empleado, el marxismo. A partir de una ardua tarea que le llevó gran parte de su vida a hurgar en lo más recóndito de este planteamiento, logró analizar el pasado y el presente del mundo que le rodeó, y dejar un sendero abierto pleno de herramientas para continuar abriendo el camino hacia un socialismo con otra mirada que lograra combatir el modo capitalista que, como él mismo decía: “tiene más muertes que un gato”. Continue lendo “Contracultura y revolución”

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Tapajós. ”Inundados 9.500 hectares de floresta do Parque Nacional da Amazônia, além de terras indígenas’

Sob o título “Energia, a riqueza que emerge do Tapajós”, o jornal Diário do Pará, publicou uma reportagem sobre o potencial hídrico do Rio Tapajós a ser explorado pelos projetos de construção de várias usinas hidrelétricas.

A reportagem foi reproduzida pelo sítio Amazonia.org.br, 10-09-2010 e pelas “Notícias do Dia” do IHU, 11-09-2010, com um amplo adendo “Para ler mais”.

Edilberto Sena, padre, membro da Frente em Defesa da Amazônia, de Santarém, em nome da articulação Tapajós Vivo, contesta a reportagem em artigo que publicamos a seguir.
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Pelos becos sombrios da escravidão

Com o livro inaugural Disposable People (algo como Pessoas Descartáveis), publicado em 1999, o sociólogo americano Kevin Bales tinha intenção de chocar o mundo. Queria abrir os olhos dos que achavam que escravidão era ranço do passado. Dez anos e seis livros mais tarde, sempre investigando o mesmo tema, Bales agora quer provar que a devastação ambiental tem íntima relação com a escravidão moderna – seu sétimo livro será sobre isso. Reconhece que a conscientização sobre o problema aumentou, mas ainda há um longo caminho para se chegar à abolição universal.

A entrevista é de Carolina Rossetti e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 12-09-2010.
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Retomada Indígena III 20 a 24 de setembro 2010 – Museu da Cultura PUC-SP Povos Indígenas frente à sociedade brasileira hoje

Retomada Indígena III

20 a 24 de setembro 2010 – Museu da Cultura PUC-SP
POVOS INDÍGENAS FRENTE À SOCIEDADE BRASILEIRA HOJE

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Entrevista de Dom Erwin Kräutler, Bispo do Xingu e Presidente do Cimi

Filipe Chicarino

Adital – 1- No dia cinco de setembro será comemorado o dia da Amazônia. Há o que comemorar?

R- Sim, há o que comemorar! A sobrevivência dos povos indígenas dos seculares massacres na Amazônia! Quando em 1965 cheguei aqui e fiz uma pergunta a respeito dos índios Kayapó alguém me respondeu: “Em vinte anos não haverá mais nenhum sobrevivente desta tribo!”. Enganou-se, e muito! Graças a Deus! De lá para cá, a população indígena quadruplicou! Os indígenas de diversos povos e troncos linguísticos ergueram suas cabeças e se orgulham hoje de pertencer a seu povo e de falar o idioma que a mãe lhes ensinou. E, louvando a Deus, afirmo que a Igreja através de seu Conselho Indigenista Missionário (CIMI) cumpriu com seu dever e continua a cumpri-lo em favor destes povos, descendentes dos primeiros habitantes da Terra de Santa Cruz.
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Rede de Saberes participa de Seminário de Direitos Humanos na UCDB

Por Caroline Maldonado

Realizado entre os dias primeiro e 3 de setembro o “VII Seminário Internacional de Direitos Humanos” contou com a participação de acadêmicos indígenas do Programa Rede de Saberes e pesquisadores do Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas da Universidade Católica Dom Bosco (Neppi/UCDB). O coordenador do Programa Kaiowá Guarani, Prof. Dr. Antônio Brand participou, no dia 2, da mesa-redonda “Direitos Humanos e as Minorias: o respeito à diversidade cultural no passado e na atualidade”, falando sobre a realidade dos povos Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul e a sistemática violação dos direitos humanos.

Brand destacou a urgência do diálogo entre governo e os povos indígenas para implementação de políticas públicas para os Guarani, que no MS, têm seus direitos violados. “Os saberes dos índios foram desvalorizados e subalternizados. Não conseguimos romper essa postura de colonizador e por isso avançamos pouco nas políticas públicas. Os casos de violência entre os índios são indicativos do profundo mal estar e tensão entre os Guarani Kaiowá. A solução está na superação dos problemas. O diálogo é condição primeira para se admitir que esse “outro” (o indígena) é um ser capaz”, disse o professor. Continue lendo “Rede de Saberes participa de Seminário de Direitos Humanos na UCDB”

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