O fim do jornalismo?

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Vez ou outra me debruço sobre alguns textos que decidem o fim do jornalismo nesse nosso maravilhoso século tecnológico. O sítio “observatório da imprensa”, o qual recomendo, é um bom espaço para garimpar as novidades.  Muitos estudiosos apontam que as novas tecnologias agora propiciam que, pelo menos, três bilhões de pessoas em potencial digam algo sobre o que acontece no mundo ou na vila. São os que chamam de “conectados”, ou seja, os que de alguma maneira conseguem se ligar a rede mundial de computadores. Com base nessa premissa, como num silogismo simples, concluem então, alguns, que não há mais a necessidade do jornalista. Ou, numa conclusão às avessas: se todos podem falar, todos são jornalistas.  Seja lá como for, é o fim do jornalismo, dizem. Rumino isso com muita paciência e, aqui, teço três singelas considerações. Continue lendo “O fim do jornalismo?”

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Etapa local da Conferência Nacional de Política Indigenista reuniu 500 participantes em Iauaretê, rio Uaupés

FOIRN – Comunicação

A etapa local realizada em Iauaretê, Rio Uaupés, reuniu representantes dos povos Tariana, Tukano, Dessana, Arapasso, Piratapuia, Hupdàh, Tuyuka, Kubeo e Wanano, que vivem na região do Médio, Alto Uaupés e Rio Papuri. Continue lendo “Etapa local da Conferência Nacional de Política Indigenista reuniu 500 participantes em Iauaretê, rio Uaupés”

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Povos Indígenas do Acre: fortalecimento da soberania alimentar através do intercâmbio de sementes tradicionais

Por Paula Lima e Marcos Catelli1

[EcoDebate] Com intuito de cada vez mais fortalecer uma articulação entre os povos indígenas na região do Alto Juruá, valorizar os conhecimentos tradicionais e apoiar, de fato, suas estratégias de gestão territorial e ambiental, é que foi realizado o seminário “A gestão territorial e ambiental das Terras Indígenas na faixa de fronteira e I Intercâmbio de Sementes Tradicionais do Alto Juruá”, na Terra Indígena Kaxinawá/Ashaninka do Rio Breu, realizados e coordenados pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI/AC) e pela Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC), em parceria com a Associação Kaxinawá do Rio Breu (AKARIB) e Ashaninka do Rio Breu (AARIB). Este trabalho contou com o apoio da FUNAI e faz parte do projeto “Gestão Indígena no Acre”, que conta com o patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental. Continue lendo “Povos Indígenas do Acre: fortalecimento da soberania alimentar através do intercâmbio de sementes tradicionais”

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Vila Autódromo: desapropriações ocorrem ao largo de processos judiciais. Entrevista especial com Clarissa Pires Naback

“A Vila Autódromo desfruta de uma relativa segurança jurídica da posse”, afirma a advogada

Patricia Fachin – IHU On-Line

Há um “nó” na situação jurídica da Vila Autódromo, diz Clarissa Pires Naback, ao analisar as remoções que estão sendo feitas na região desde a década de 1990. De acordo com ela, a área onde está situada a Vila é, segundo a Lei Complementar nº 74 de 2005, uma área “destinada para moradia social”. Continue lendo “Vila Autódromo: desapropriações ocorrem ao largo de processos judiciais. Entrevista especial com Clarissa Pires Naback”

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O Congresso Nacional tem dono. E, definitivamente, não é o povo, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

A polícia legislativa usou gás de pimenta em estudantes que protestavam contra o projeto que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, nesta quarta (10),  em uma comissão especial criada para analisar o tema na Câmara dos Deputados. A sessão foi retomada em outra sala e com as portas fechadas. Continue lendo “O Congresso Nacional tem dono. E, definitivamente, não é o povo, por Leonardo Sakamoto”

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Nota pública da ONU Mulheres sobre estupro coletivo e feminicídio em Castelo do Piauí

População Negra e Saúde

A ONU Mulheres Brasil se solidariza com as quatro vítimas de estupro coletivo, ocorrido na cidade de Castelo do Piauí (PI). Este é um crime que choca a todo o Brasil e a América Latina pela crueldade com que as adolescentes, entre 15 e 17 anos, foram alvo da violência sexista, tendo seus corpos violados, torturados e mutilados. À memória da vítima fatal do feminicídio, Danielly Rodrigues Feitosa, e a seus familiares, condolências e justiça. Continue lendo “Nota pública da ONU Mulheres sobre estupro coletivo e feminicídio em Castelo do Piauí”

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Como lutar por Direitos Humanos num mundo globalizado?

Cândido Grzybowski*, Ibase

A globalização tornou o mundo muito mais interdependente nas últimas décadas. O que se passa em qualquer parte do mundo nos afeta de algum modo, assim como o que fazemos localmente pode ter impacto em lugares e povos muito distantes. Pelo bem e pelo mal, tomamos consciência de sermos, em nossa grande diversidade, uma mesma comunidade humana. O próprio conceito filosófico de humanidade adquire sentido político hoje. As novas tecnologias de informação e comunicação nos dão a sensação de estarmos lá e seremos parte no momento mesmo em que algo acontece. Mas é um sentido e uma visão de humanidade negada que prevalece, apesar de toda a publicidade que coloniza as nossas próprias cabeças. Continue lendo “Como lutar por Direitos Humanos num mundo globalizado?”

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Pedido de vista coletivo adia votação da redução da maioridade penal

José Carlos Oliveira, Agência Câmara

A sessão da comissão especial que analisa a redução da maioridade penal (PEC 171/93) foi reaberta, mas um pedido de vista coletivo adiou a votação da proposta para a próxima quarta-feira (17), que deverá ocorrer em reunião fechada, devido aos protestos verificados hoje. Continue lendo “Pedido de vista coletivo adia votação da redução da maioridade penal”

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Papa Francisco cria tribunal para julgar bispos por abuso sexual

Aline Leal – Repórter da Agência Brasil* 

O papa Francisco aprovou hoje (10) a criação de um tribunal para julgar bispos por abuso de poder. O novo órgão vai tratar especificamente de casos em que o bispo acobertar padres acusados de abusar de menores de idade ou de maiores vulneráveis. Continue lendo “Papa Francisco cria tribunal para julgar bispos por abuso sexual”

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O arcabouço jurídico dos índios, o direito de consulta e participação no mundo jurídico

Por Adelar Cupsinski, Alessandra Farias Pereira e Rafael Modesto dos Santos, Cimi

Ações na Justiça que contestam a demarcação de uma terra indígena, pedindo a anulação dos efeitos de uma portaria declaratória, por exemplo, têm como réus a União e a Fundação Nacional do Índio (Funai). Todavia, conforme determina o Processo Civil, indivíduos ou grupos afetados diretamente ou por reflexo em tais ações devem ser ouvidos. No caso em questão, as comunidades indígenas. Caso isso não ocorra, ou seja, os afetados não sejam chamados aos altos, a pena é a nulidade de todos os atos do processo. É o chamado Litisconsórcio Passivo Necessário. Continue lendo “O arcabouço jurídico dos índios, o direito de consulta e participação no mundo jurídico”

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