Neste momento um grupo de manifestantes ocupa o prédio da Defensoria Pública em protesto contra o defensor público-geral Nilson Bruno Filho (foto). Os manifestantes repudiam a conduta do defensor público-geral nas remoções promovidas pela Prefeitura. Estamos ao vivo dentro do prédio da Defensoria Pública onde ocorre a ocupação.
O Movimento Sem-Teto removido da Favela da Telerj de forma ilegal, arbitrária, truculenta e assassina pela PM está se reorganizando em frente à prefeitura para cobrar uma solução, e pedem a todas as midiativistas, defensores de direitos humanos que puderem chegar…
Eles temem ser novamente agredidos pelas forças da repressão… Quem puder levar ou articular tendas, colchonetes, água e alimentos não perecíveis são importantes neste momento, para a saúde das crianças entre outras pessoas mais vulneráveis à situação que estão enfretando.
O grupo tem um como principais referências de organização um grupo de mulheres, que coordenam e orientam a luta! As mulheres, idosos e crianças são as mais vulneráveis às situações de violação sistêmica e institucionalizado do direito à moradia e à convivência comunitária.
O MST realiza entre os dias 10 a 17 de abril, o Acampamento Pedagógico da Juventude Camponesa “Oziel Alves Pereira”, na curva do “S”, em Eldorado dos Carajás (PA).
O evento inclui uma série de atividades culturais, como filmes, oficinas de dança, agitação e propaganda, teatro e percussão.
Ademais, todas as tardes, exatamente às 17h, horário do genocídio contra os trabalhadores rurais Sem Terra, será realizado um ato na BR 155, palco do massacre.
Os jovens também percorrerão até os túmulos dos camponeses assassinados pela Polícia Militar, no cemitério de Eldorado dos Carajás.
Para Ládio Verón, liderança Guarani Kaiowá, a repressão que os indígenas vem sofrendo no MS é o reflexo do projeto desenvolvimentista vigente hoje no Brasil
Em debate realizado na USP na última segunda feira (7), Ládio Verón, liderança Guarani Kaiowá, tentou elucidar a questão dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul. Para ele, a repressão que os indígenas vem sofrendo é o reflexo do projeto desenvolvimentista vigente hoje no Brasil, sendo levado à toque de caixa por políticas públicas nacionais e aplaudido pelas elites econômicas brasileiras.
O famigerado “integrar para não entregar” não ficou restrito à região amazônica, o processo de ocupação territorial se estendeu por todo o país. As estradas, hidrelétricas, fazendas e usinas passaram por cima de quem estivesse no caminho do “desenvolvimento”. Estima-se que no século XVI haviam mil povos indígenas, número que caiu para 242 em 2014. Continue lendo “Ládio Verón: “Não estamos pedindo o Mato Grosso do Sul inteiro, só a terra que é nossa””
O Ministério Público Federal (MPF) em Petrolina/Juazeiro expediu duas recomendações para garantir à comunidade remanescente do Quilombo do Serrote, no município pernambucano de Santa Maria da Boa Vista, atendimento por agente de saúde e participação da comunidade na decisão sobre encerramento de turmas do ensino médio na localidade. A responsável é a procuradora da República Ana Fabíola de Azevedo Ferreira.
De acordo com apurações do MPF, mapeamento realizado pela própria Secretaria de Saúde do município indicou a necessidade de mais um agente comunitário de saúde para atendimento da comunidade. Como não existem candidatos aprovados aguardando nomeação para a vaga, o MPF recomendou à prefeitura a realização, em até 60 dias a contar da notificação, de seleção pública para preenchimento da vaga existente na Unidade de Saúde Paulo Guerra, que já atende a comunidade. O aprovado em primeiro lugar deverá ser nomeado em seguida.
O MPF apurou também que as atividades de ensino fundamental de 5ª a 8ª séries na Escola Araújo Jorge, que fica no remanescente do Quilombo do Serrote, foram encerradas. Os alunos foram transferidos para escola situada em outra comunidade quilombola, sem consulta prévia à comunidade. Continue lendo “PE – MPF quer garantir saúde e educação à comunidade do Quilombo do Serrote”
Projeto itinerante que promove o fortalecimento e multiplicação das sementes crioulas valorizando a sabedoria ancestral, através de ações para a troca de conhecimentos e registro de iniciativas, integrando comunidades tradicionais e ecovilas.
Cada dia somos mais os que percebemos a necessidade de uma mudança em nossa maneira de viver como sociedade. As cidades já não se sustentam… Talvez por isso cada vez mais surgem novas ecovilas no Brasil. Um êxodo urbano se iniciou, e com isso, muitas iniciativas interessantes. Porém, precisamos nos informar para que estas não interfiram de maneira negativa na biodiversidade local.
Dezesseis jovens indígenas de oito comunidades do Nordeste se reunirão para aprender a criar e gerir seus próprios negócios criativos, entre os dias 11 a 15 de abril na sede da ONG Thydêwá, em Olivença, Ilhéus (BA).
O primeiro empreendimento escolhido pelo grupo é a realização de uma coleção de livros digitais feito pelos próprios indígenas. Serão lançados dois e-books em quatro línguas – português, francês, inglês e espanhol – e estarão disponíveis à venda nas principais lojas do comercio eletrônico editorial.
Pasan los meses y todavía no se sabe quiénes fueron los culpables de la masacre en Marina Kue (Curuguaty), el 15 de junio de 2012, en la que murieron 17 personas. Lo que sí se sabe es que benefició a los sojeros y a una parte de la dirigencia política de Paraguay.
La matanza tiene tres aspectos:
El primero es el social, porque se produjo tras la ocupación por campesinos de tierras fiscales, que los herederos del estanciero Blas Riquelme reclaman como privadas, sin poder demostrarlo con documento alguno.
El segundo es el judicial. Hubo muchas muertes y muchos heridos y detenidos y la justicia sigue callando, por miedo a publicitar su tesis, que la enfrentaría a una mayoría de ciudadanos en todo Paraguay. Continue lendo “Curuguaty: ¿A quién benefició la masacre?”
“Para deixar bem claro sobre o que acontece agora no Rio de Janeiro: O prédio que fora ocupado por sem-tetos e que hoje é alvo de uma ação violenta da polícia NÃO é de propriedade da Oi.
Ele pertence à União. A Oi é uma concessionária de um serviço público e os bens envolvidos no processo de privatização continuam a pertencer à União e deverão ser devolvidos à União em 2025. Esse prédio é público!!!!”, Gustavo Gindre, professor, pesquisador e ativista pelo Direito e Democratização das Comunicações. Continue lendo “RJ – Remoção da favela da Telerj é ilegal!”