
Uma observação: esta matéria diz respeito ao grupo que aceitou o acordo com o governo do estado do Rio de Janeiro, e foi transferido para Jacarepaguá, onde esperou a solução atual do Minha Casa, Minha Vida. Um outro continua resistindo e lutando pela manutenção da Aldeia Maracanã, inclusive na Justiça. (Combate Racismo Ambiental)
Hanrrikson de Andrade
Do UOL, no Rio
Para 22 índios que faziam parte da Aldeia Maracanã –como ficou conhecida a ocupação do prédio do antigo Museu do Índio, no Maracanã, ao lado do estádio que será palco da final da Copa do Mundo–, os rituais, danças, tradições e vida ao ar livre estarão mais distantes a partir desta segunda-feira (30).
Às 17h30, eles receberão, provavelmente das mãos da presidente Dilma Rousseff, as chaves de apartamentos erguidos no Estácio, bairro da na zona norte do Rio de Janeiro, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida.
O líder do grupo, cacique Tukano, disse ao UOL que as novas moradias são mais confortáveis e melhor localizadas em comparação com o terreno da antiga colônia Curupaiti, em Jacarepaguá, na zona oeste da capital fluminense, onde os indígenas moraram por um ano e três meses após serem retirados à força da Aldeia Maracanã, em março do ano passado. Continue lendo “No RJ, índios temem virar caricatura em prédio do Minha Casa, Minha Vida”






