É o Líbano. Mas, por um momento, lendo os discurso de patrões que não querem perder seus privilégios diante de uma situação reconhecida mundialmente como de negação aos direitos, pensei que fosse o Brasil. Com a diferença que, no Brasil, devemos avançar um pouco com a nova lei das trabalhadores empregadas domésticas. E a maior parte dos explorados ainda é local, no que pese estar aumentando a contratação de estrangeiras – que recebem menos e reclamam menos… Continue lendo “No Líbano, ONG é criada para defender os patrões de empregadas domésticas, por Leonardo Sakamoto”








