El sábado culmina la V Cumbre Continental de los Pueblos Indígenas

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– II Cumbre de Mujeres Indígenas culminó suscribiendo una Declaración.

Servindi, 15 de noviembre, 2013.- El 16 de noviembre culmina la V Cumbre Continental de los Pueblos Indígenas de AbyaYala que se viene realizando desde el domingo 10 en el Cauca, Colombia.

El evento gira en torno a siete ejes temáticos, entre ellos el modelo de desarrollo, salud y educación, territorio y bienes naturales, el derecho a la consulta y consentimiento previo.

Más de dos mil indígenas participan del evento que se realiza en el resguardo La María, en Piendamó, reconocido como territorio de diálogo, convivencia y negociación.

Una de los objetivos es avanzar en la construcción de un “nuevo paradigma civilizatorio sustentado en el buen vivir, los derechos de la madre tierra y la plurinacionalidad”, afirman los organizadores. Continue lendo “El sábado culmina la V Cumbre Continental de los Pueblos Indígenas”

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Maggi: Empresário fala em ‘desigualdades’ e defende doações a campanhas

Blairo Maggi repete interpretação 'distorcida' do financiamento público para justificar doações de empresas a campanhas eleitorais
Blairo Maggi repete interpretação ‘distorcida’ do financiamento público para justificar doações de empresas a campanhas eleitorais

Por Hylda Cavalcanti, em RBA

Brasília – Em meio aos parlamentares que representam segmentos importantes do empresariado e se esforçam para dar explicações de cunho mais técnico sobre suas razões para defender o financiamento privado de campanha, há discursos como o do senador e ex-governador do Mato Grosso Blairo Maggi (PR-MT). Segundo ele, maior plantador individual de soja do mundo, o financiamento público exclusivo, ao contrário do que se imagina, vai estimular a “prática ilícita de doações, além de gerar recursos de forma desigual para os estados”.

“Para Mato Grosso, por exemplo, seria prejudicial na medida em que o cálculo que se faz sobre o voto toma como base a quantidade populacional por território. Assim, nosso estado sairia no prejuízo em detrimento de São Paulo. Por exemplo, o custo por voto na última eleição ficou em R$ 7 por pessoa. Em Mato Grosso, com 2,1 milhões de habitantes, teríamos o repasse de aproximadamente R$ 14 milhões para todo o processo, enquanto outros estados mais populosos receberiam bem mais”, explicou.

O senador, porém, confunde as bolas. Seus argumentos nada têm a ver com um projeto de financiamento exclusivamente público de campanha, e sim, com as projeções orçamentárias do Tribunal Regional Eleitoral de seu estado para realizar as eleições de 2014 – e não financiar as campanhas. O TRE-MT projeta um orçamento de R$ 16.858,591 para as eleições do ao que vem – orçamento ainda pendente de OK do Tribunal Superior Eleitoral. O estado tem 2,1 milhão de eleitores espalhados num território e 1.544 locais de votação, dos quais 98 estão localizados em áreas de difícil acesso, como o Pantanal e aldeias indígenas. Tais dificuldades e que levam as estimativas do custo do voto por eleitor para R$ 7,71. Continue lendo “Maggi: Empresário fala em ‘desigualdades’ e defende doações a campanhas”

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Com apenas 6 anos [e nenhuma gota de petróleo], OGX tem direito à recuperação?

Eike Batista. Foto ABr
Eike Batista. Foto ABr

Investimentos de 52 mil trabalhadores foram perdidos

Jornal do Brasil

Criada em julho de 2007, a OGX, petrolífera de Eike Batista, nunca produziu uma gota sequer de petróleo, apesar do alarde de que seus campos, arrematados em leilão, teriam reservas de dar inveja aos árabes. A Lei 11.101, que estabelece as normas para recuperação judicial de empresas em dificuldades, determina que, para ter direito a esse benefício legal, a empresa tem que estar “exercendo suas atividades” há pelos menos dois anos.

Embora tenha seis anos de existência, há dúvidas sobre o direito da OGX à recuperação judicial, pelo fato de nunca ter produzido petróleo. Que critérios podem caracterizar a atividade da empresa? E o que essa atividade poderia ter como objetivo? Seria justamente ter como alvo a recuperação judicial? A Justiça terá que levar em consideração ainda que aproximadamente 52 mil trabalhadores, cujos fundos de pensão investiram na OGX, tiveram perda total dessas aplicações.

A empresa usou dinheiro do povo e a recuperação deveria ter como objetivo ressarcir as perdas do povo e não dar um prêmio a quem causou tantos prejuízos a investidores que, em vários casos, tinham como única poupança justamente esses investimentos feitos na OGX. Investimentos que não serão recuperados. A recuperação da petrolífera deveria ser feita pelo BNDES que enterrou mais de R$ 10 bilhões de recursos públicos nas empresas de Eike; recursos que poderiam ter sido usados em prol da população, para o desenvolvimento do país. Continue lendo “Com apenas 6 anos [e nenhuma gota de petróleo], OGX tem direito à recuperação?”

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Nos Gerais… “O caminho é este!”

Gerais - a antiga estrada

“… por aqui passava a antiga estrada catingueira”.

Por Carlos Alberto Dayrell*, em Na imensidão dos Geraes

No dia 09 de novembro de 2013, a Comunidade Geraizeira do Moreiras deu continuidade na demarcação do território tradicional seguindo a margem da antiga estrada catingueira, exatamente a partir do mourão onde, em 1983, o geraizeiro João Domingos Cantuária cravou um poste. Quando o fez, foi a forma que encontrou para dizer para a firma Embaúba Florestal que, dali para frente, ela não podia avançar. Mas a frente de desmatamento já tinha circulado as nascentes de São Camilo, Mata Cantinho, Jambreiro, Vereda da Onça, Moreiras e Brejo do Meio, locais onde viviam centenas de famílias. O desmatamento, realizado com enormes correntões, destruiu os cerrados tradicionalmente utilizado pelos geraizeiros para solta dos animais, coleta de frutas nativas, lenha e plantas medicinais. Destruiu os caminhos que ligavam as comunidades entre si e, pior, cortou a antiga estrada por eles denominada de Catingueira ou Baiana, estrada que, durante quase três séculos, era o caminho que ligava as regiões de gerais com a caatinga, intensamente utilizada pelos moradores, com suas tropas de burro. Por estas estradas os produtos dos gerais e da caatinga circulavam, levando café, feijão, arroz, farinha, goma, rapadura, cachaça, óleo de piqui, frutos nativos, ou trazendo tecidos de algodão, carne de sol, requeijão, sal e querosene. Continue lendo “Nos Gerais… “O caminho é este!””

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Dona Nair, mãe da Manoel Mattos: “Eles acabaram com a minha vida”. Federalização do caso é inédita no Brasil

Advogado e vice-presidente do PT de Pernambuco, Manoel Bezerra de Matos, defendia os direitos humanos e atuava entre Itambé (PE) e Pedras de Fogo (PB). Foi morto por pistoleiros em janeiro de 2009, em Pitimbu

Por Hermes de Luna. no Portal Correio/UOL

Quatro anos e dez meses depois, Dona Nair Ávilla não conseguiu conter suas lágrimas,  nos dez primeiros segundos de entrevista.  Mãe do advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, morto por pistoleiros, em janeiro de 2009, no município de Pitimbu, no Litoral Sul da Paraíba, ela tentou resumir a dor que sente: “Eles não acabaram com meu filho. Acabaram com minha vida”.

Dona Nair não mora mais da Paraíba e vive sob uma permanente escolta policial. Na entrevista que concedeu na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional da Paraíba, na manhã desta quinta-feira (14), recebeu a proteção de seis homens da Companhia Independente de Operações Especiais da Polícia Militar de Pernambuco. Todos armados com pistolas, metralhadoras e com coletes à prova de balas. Continue lendo “Dona Nair, mãe da Manoel Mattos: “Eles acabaram com a minha vida”. Federalização do caso é inédita no Brasil”

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AM – Indígenas fazem contagem do pirarucu no Alto Solimões

d24amProjeto recebe recursos de R$ 608 mil, oriundos do Banco Mundial (Bird), e é executado pela Associação dos Caciques Indígenas de São Paulo de Olivença (Acispo)

d24am

Manaus – Vinte indígenas dos povos Tikuna, Kokama e Kaixana foram capacitados pelo Governo do Amazonas para trabalhar com a contagem do pirarucu em comunidades indígenas do alto rio Solimões. O primeiro curso relacionado à prática sustentável foi realizado entre os dias 30 de outubro e 4 de novembro, na comunidade Vendaval, localizada no município de São Paulo de Olivença (a 988 quilômetros de Manaus), como parte do projeto Éware Tchoni (Terra Sagrada Tikuna e seus Peixes). Continue lendo “AM – Indígenas fazem contagem do pirarucu no Alto Solimões”

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BA – “Há um racismo claro no Brasil”, afirma professor de arte

Francisco: "Ser negro antes de tudo é ser lindo!"
Francisco: “Ser negro antes de tudo é ser lindo!”

Por Raul Castro e Vitor Gabriel, em Correio

O professor de arte Francisco Cruz do Nascimento, 54, desenvolve ações de valorização das tradições de comunidades quilombolas. Articulador cultural da Agir – Associação Guardiã da APA (área de preservação ambiental) do Pratigi, instrumento de integração social entre as comunidades do Baixo Sul da Bahia, e vice-diretor do Colégio Estadual Paulo César da Nova Almeida em Ibirapitanga, o educador tem sido reconhecido pelo seu trabalho. Em 2009, Nascimento conquistou o prêmio Referência Nacional em Gestão Escolar na categoria Destaque Brasil, pelo Colégio Estadual Casa Jovem II, localizado na zona rural de Igrapiúna. Três anos depois, e pelo mesmo colégio, venceu o Prêmio Escola Voluntária, com o projeto Teatro e Poesia, fortalecendo identidades em comunidades. Em entrevista a SOMOS, o educador nascido e criado no bairro de Pernanbués, em Salvador, falou sobre Comunidades quilombolas, Dia da Consciência Negra e racismo no Brasil.

História de Pernambués

Para falar sobre Pernambués é interessante dizer que o bairro, junto com Cabula, faz parte de um quilombo urbano. Eles abrigavam várias fazendas, dentre essas fazendas tinha a Santa Clara, que deu origem ao bairro. Pernambués é um quilombo urbano não reconhecido por decreto, mas, que se auto-reconhece nas pessoas no modo de viver. Na maneira de ser e nas histórias das pessoas da comunidade. Algumas histórias contam apenas da fazenda, mas esquece de dizer que lá é um quilombo urbano vivo, atuante e um foco de resistência da negritude baiana. Continue lendo “BA – “Há um racismo claro no Brasil”, afirma professor de arte”

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Suíça recria o Apartheid, desta vez com os estrangeiros

ovelhasCidades adotam regras para impedir que estrangeiros que pedem asilo circulem em parques ou entrem em piscinas públicas

Por Jamil Chade, no Estadão

GENEBRA – Prefeituras de cidades na Suíça estão adotando regras para banir a presença de certos estrangeiros em parques, piscinas públicas, bibliotecas e nas proximidades de escolas. As medidas geraram protestos da ONU e de ongs, que acusam os políticos suíços de estarem recriando o modelo do Apartheid, desta vez para separar estrangeiros e a população local. As restrições valem apenas para os refugiados que tenham chegado na Suíça pedindo asilo.

A polêmica começou há dois meses na cidade de Bremgarten, na região de Zurique. Um novo centro para receber candidatos ao status de refugiado foi aberto. Mas, junto com a iniciativa, a prefeitura estabeleceu 32 “zonas de exclusão”, entre eles igrejas, parques, campos de futebol e piscinas.

Em um comunicado, o prefeito da cidade, Raymond Tellenbach, justificou a medida: “a decisão foi tomada com base na segurança, para prevenir conflitos e impedir o uso de drogas”. Isso tudo por conta de 23 estrangeiros que até poucas semanas viviam no centro de acolhimento, entre eles duas crianças.

Na cidade de Menzingen, o prefeito Roman Staub também já anunciou que os demandantes de asilo seriam excluídos de “áreas sensíveis”, como as proximidades de colégios. “Nesses locais, os demandantes de asilo poderiam se encontrar com nossas crianças, meninos e meninas pequenos”, disse. Continue lendo “Suíça recria o Apartheid, desta vez com os estrangeiros”

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