Las nefastas consecuencias del contacto “controlado” en Brasil

Servindi – La política de contacto controlado o planificado significó el inicio de un “largo camino hacia la miseria, el hambre y la prostitución”, advirtió la experta Apoena Meirelles al comentar la política que aplicó Brasil con los pueblos indígenas en aislamiento antes de 1980. Continue lendo “Las nefastas consecuencias del contacto “controlado” en Brasil”

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Jornada de Agroecologia reúne milhares de camponeses no Paraná

A Jornada busca a construção de um Projeto Popular e Soberano para a agricultura, em contrapartida às empresas transnacionais do agronegócio

Por Maura Silva
Da Página do MST

A 14ª edição da Jornada de Agroecologia começou nessa quarta-feira (22), no município de Irati, Paraná. Cerca de sete mil pessoas são esperadas para o encontro, que acontece até sábado (25), no Centro de Tradições Gaúchas Willy Lars. Continue lendo “Jornada de Agroecologia reúne milhares de camponeses no Paraná”

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Prefeitos de todo o mundo se unem contra a escravidão moderna e as mudanças climáticas

O ar que se torna irrespirável por causa da poluição e o verde que dá lugar à desertificação; o calor se torna insuportável e é seguido por temporais que parecem tempestades. Esses são alguns sinais de uma evidente e progressiva deterioração ambiental

Nicola Gori – L’Osservatore Romano* / IHU On-Line

Mas nem sempre se coloca suficientemente em evidência como as transformações climáticas estão conectadas com fenômenos como as migrações, que expõem milhões de pessoas ao risco de cair nas redes dos traficantes de seres humanos. Justamente a conexão entre mudanças climáticas e as modernas formas de escravidão está no centro do encontro que, a partir dessa terça-feira, 21, vê reunidos no Vaticano, na Aula Nova do Sínodo, prefeitos provenientes de todos os continentes. Continue lendo “Prefeitos de todo o mundo se unem contra a escravidão moderna e as mudanças climáticas”

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Propina ou doação, tanto faz… artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)*

EcoDebate

O PT tem bloqueio para fazer autocrítica e admitir seus próprios erros. O problema fundamental não é se o dinheiro das campanhas foi doação ou propina, mas o fato de mergulhar em fábulas de dinheiro privado para ganhar eleições. Antes que legal, é um problema ético e político. Continue lendo “Propina ou doação, tanto faz… artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)*”

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No Amazonas, povos Mura e Maraguá realizam eventos culturais

J. Rosha, do Cimi regional Norte I

Divulgar os costumes e recuperar algumas tradições sufocadas pela imposição de valores da população predominante são as principais motivações de dois eventos que acontecerão no final deste mês, promovidos por organizações indígenas. No Careiro da Várzea os Mura realizam o II Festival Indígena Mura (Festim) e, em Nova Olinda do Norte, os Maraguá promovem a sua Primeira Mostra Cultural. Continue lendo “No Amazonas, povos Mura e Maraguá realizam eventos culturais”

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Aborto de “bandidos” no útero: Ou como o poço não tem fundo no Brasil, por Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

“Um dia, nós chegaremos a um estágio no qual seremos capazes de determinar se a criança no útero da mãe tem tendências criminais e, se sim, a mãe não será autorizada a dar à luz.”

A declaração teria sido por Laerte Bessa (PR-DF), relator do projeto de redução da maioridade penal, ao jornal inglês The Guardian e resgatada pela revista Fórum, no melhor estilo Minority Report – aquele filme em que Tom Cruise prende os bandidos antes deles cometerem os crimes. Uma outra declaração dada por ao jornal afirma que, em duas décadas, reduziremos a maioridade para 12 anos. Continue lendo “Aborto de “bandidos” no útero: Ou como o poço não tem fundo no Brasil, por Leonardo Sakamoto”

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Percebi o racismo com porta batendo na minha cara, conta Elza Soares

Juliana Cézar Nunes e Mara Régia – Repórteres da EBC

My name is now. Meu nome é agora, na tradução livre, é, ao mesmo tempo, um documentário e o sentido da vida para a cantora e compositora Elza Soares. A artista é uma das homenageadas da edição deste ano do Latinidades – Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. A exibição do documentário sobre sua trajetória de superações e o seu novo show A Voz da Máquina abriram ontem (22) a primeira noite do festival. O evento vai até o próximo domingo (26), em Brasília. Continue lendo “Percebi o racismo com porta batendo na minha cara, conta Elza Soares”

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A destruição em Belo Monte virou atração: o sítio-escola, por Felipe Milanez

Arqueólogos questionam projeto de consultoria que pretende levar estudantes para ex-sítio arqueológico e acusam desrespeito com população local

por Felipe Milanez, Carta Capital

O Brasil está ampliando cada vez mais o seu portfólio para se tornar uma Disneylândia de conflitos. Quer ver sangue? Temos para espremer à vontade na favela mais próxima! Quer ver uma ex-floresta? Há um vasto pacote. E um ex-rio ainda habitado por ex-ribeirinhos em um ex-sítio arqueológico? No cardápio vem tudo concretado, difícil de ler, mas nesse safari a avistagem (assim se fala na gíria de agencias de ecoturismo) é garantida – ainda que a população local não esteja “habituada” (como algumas agências tentam treinar onças). Continue lendo “A destruição em Belo Monte virou atração: o sítio-escola, por Felipe Milanez”

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MT – Após despejo, Kanela do Araguaia lutam pelo reconhecimento de seu território

Reintegração de posse foi realizada de forma violenta no último dia 7, e a partir daí, 100 pessoas seguem acampadas em Canabrava do Norte (MT)

Isabel Harari, ISA

Cerca de 100 índios Kanela do Araguaia que haviam retomado recentemente uma área, batizada como aldeia Pukanu, no município de Luciara (MT), foram expulsos depois de um processo de reintegração de posse. Relatos dão conta de uma série de negociações realizadas entre as autoridades responsáveis pela execução da ordem de despejo e as lideranças indígenas. Mas a comunidade acabou removida para a cidade de Canabrava do Norte. Continue lendo “MT – Após despejo, Kanela do Araguaia lutam pelo reconhecimento de seu território”

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Amazônia: verdades que não se curam

O povo brasileiro adotou o método químico para cuidar de seus males, ajudando a indústria farmacêutica que contrabandeiam nossa medicina natural.

Najar Tubino, Carta Maior

O povo Huni Kuin, do rio Jordão no Acre lançou o Livro da Cura, reunindo 109 plantas medicinais da Amazônia e seus usos – uma parceria com o Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a Editora Dantes. A tradução de Huni Kuin é o povo verdadeiro e eles formam 33 aldeias no rio Jordão com mais de sete mil habitantes e também vivem no Peru. Mas a verdade é que das 30 mil plantas catalogadas da Amazônia, sendo duas mil espécies medicinais e outras 1.250 aromáticas apenas 2% foram analisadas. O Brasil importa 85% da matéria-prima usada na produção de medicamentos, um setor que no ano passado faturou R$67,5 bilhões no país. O professor aposentado da UNICAMP, Lauro Barata, especialista em botânica, ressalta que apenas as madeiras fazem parte da pauta de exportação da região Norte. As madeireiras já detonaram 3,5 milhões de árvores, sendo que 72% da madeira serrada são de baixo valor agregado. Continue lendo “Amazônia: verdades que não se curam”

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