MULHERES OCUPAM NUFARM NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DO AGRONEGÓCIO: POR REFORMA AGRÁRIA E SOBERANIA ALIMENTAR

Amigos (as),
Na manhã de hoje, mulheres da Via Campesina e outros movimentos sociais ocuparam a fábrica da Nufarm, em Maracanaú. Em anexo, segue a nota das (os) manifestantes sobre a ação.
Vocês podem ter mais informações com Cristiane Faustino, do Fórum Cearense de Mulheres: 9969.1269. Maria de Jesus, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra: 9641.1336. Patrícia Oliveira, advogada do MST e integrante da Rede Nacional de Advogados (as) Populares (Renap Ceará): 8603.2208.
Abaixo, as reivindicações. Mais detalhes no panfleto que segue em anexo.
– Que os órgãos governamentais e jurídicos (como a SEMACE, IBAMA, ANVISA, etc.) cumpram de fato o seu papel de monitorar e de punir as empresas que cometem irregularidades;
– Suspensão de todos os incentivos fiscais e créditos subsidiados para as empresas que cometem crimes ambientais e sociais;
– Divulgação e ampliação dos estudos e pesquisas existentes nas Universidades, como forma de medir os impactos sociais e ambientais e esclarecer a população sobre os riscos;
– Retirada imediata da empresa NUFARM do Conjunto Novo Maracanaú, do Estado do Ceará e do Brasil;
– Suspensão da produção, comercialização e utilização de agrotóxicos;
– Recuperação ambiental das áreas afetadas pelos agrotóxicos;
– Proibição imediata da produção e comercialização de produtos transgênicos;
Desapropriação das terras com crime ambiental e destinação imediata para a Reforma Agrária;
– Créditos de apoio a produção agroecológica de alimentos produzidas pela agricultura camponesa.
Atenciosamente,
Daniel Fonsêca
jornalista | fortaleza, ceará

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Amigos (as),

Na manhã de hoje, mulheres da Via Campesina e outros movimentos sociais ocuparam a fábrica da Nufarm, em Maracanaú. Em anexo, segue a nota das (os) manifestantes sobre a ação.

Vocês podem ter mais informações com Cristiane Faustino, do Fórum Cearense de Mulheres: 9969.1269. Maria de Jesus, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra: 9641.1336. Patrícia Oliveira, advogada do MST e integrante da Rede Nacional de Advogados (as) Populares (Renap Ceará): 8603.2208.

Abaixo, as reivindicações. Mais detalhes no panfleto que segue em anexo.

– Que os órgãos governamentais e jurídicos (como a SEMACE, IBAMA, ANVISA, etc.) cumpram de fato o seu papel de monitorar e de punir as empresas que cometem irregularidades;

– Suspensão de todos os incentivos fiscais e créditos subsidiados para as empresas que cometem crimes ambientais e sociais;

– Divulgação e ampliação dos estudos e pesquisas existentes nas Universidades, como forma de medir os impactos sociais e ambientais e esclarecer a população sobre os riscos;

– Retirada imediata da empresa NUFARM do Conjunto Novo Maracanaú, do Estado do Ceará e do Brasil;

– Suspensão da produção, comercialização e utilização de agrotóxicos;

– Recuperação ambiental das áreas afetadas pelos agrotóxicos;

– Proibição imediata da produção e comercialização de produtos transgênicos;

Desapropriação das terras com crime ambiental e destinação imediata para a Reforma Agrária;

– Créditos de apoio a produção agroecológica de alimentos produzidas pela agricultura camponesa.

Atenciosamente,

Daniel Fonsêca

jornalista | fortaleza, cearáNós mulheres, campesinas, ribeirinhas, extrativistas, indígenas, quilombolas e Sem Terra,  neste 08 de Março comemoramos os 100 anos da criação do DIA DE LUTA  DAS MULHERES TRABALHADORAS.

Por isso nos mobilizamos para enfrentar a crise política, econômica, social e ambiental, criada pelas elites que controlam o Estado brasileiro: o capital produtivo, o capital financeiro internacional, ambos representados por empresas transnacionais em particular as empresas do AGRONEGÓCIO e o LATIFÚNDIO.

O agronegócio é a combinação entre latifúndio, ciência e tecnologia, capital financeiro, indústria química e metalúrgica, financiamento público e mídia. Baseado na produção em forma de monocultura, o agronegócio é o que chamamos de NOVO ROSTO DO LATIFÚNDIO. Mantém a mesma lógica de produção em grandes extensões de terras – para isso, concentrando cada vez mais; péssimas condições de trabalho, devastação dos recursos naturais, trabalho escravo e produzir para exportar. Essa lógica produtiva provoca a expulsão do campesinato e de populações tradicionais das suas terras, a contaminação dos trabalhadores e trabalhadoras e o aprofundamento da crise ambiental e das mudanças climáticas. Esse atual modelo de desenvolvimento para o campo visa manter um padrão de produção e de consumo ambientalmente insustentável e socialmente injusto.

A vida no campo e a produção de alimentos estão ameaçadas com o desaparecimento de sementes crioulas, a perda de biodiversidade e a ameaça a segurança alimentar em virtude da liberação comercial de cultivos transgênicos e da expansão das monoculturas de exportação. Além disso, o controle da cadeia produtiva alimentar pelas grandes transnacionais ameaça a soberania alimentar e a saúde da população Esse modelo de desenvolvimento é devastador e causa sérios problemas sócio-ambientais.

E O QUE NÓS MULHERES TEMOS COM ISSO?

A pobreza tem cara de mulher. No Brasil são as mulheres e as crianças pobres que mais sofrem as conseqüências desse modelo devastador do meio ambiente e dos direitos sociais. A vida está ameaçada! Por isso estamos em luta contra o Agronegócio para defender nossa cultura, nossa terra, o meio ambiente e a nossa saúde! As gerações futuras dependem da nossa ação!

A luta das mulheres da Via Campesina aqui no Ceará é contra as empresas do setor de produção e utilização de venenos e agrotóxicos. Por que?

Porque o Brasil é o maior CONSUMIDOR de agrotóxicos em todo o mundo e movimenta um lucro de 7, 1 bilhões de dólares. Em 2008 o país consumiu 733,9 milhões de toneladas de venenos.

Se dividirmos essa quantia por habitante, teremos 3,7 quilos de veneno consumido por habitante por ano.

As importações de agrotóxicos proibidos na União Européia, China e Estados Unidos, como o Estron produzido pela Nufarm, duplicaram em nosso país. Trata-se de agrotóxicos extremamente tóxicos, e causadores de muitas doenças para a saúde dos trabalhadores e das trabalhadoras das comunidades do entorno das fábricas, das áreas de cultivo, e também dos consumidores de alimentos tratados com esses venenos; além da contaminação do ar, água e do solo.

O agronegócio chama de praga as ervas e os insetos que dão nas plantas. Mas quem é a PRAGA mesmo?

A ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) iniciou no ano de 2008 a reavaliação de 14 ingredientes ativos em agrotóxicos no Brasil, 12 já proibidos em outros países. Algumas Empresas de Agrotóxicos, e o Sindicato Nacional da Indústria de Agrotóxicos recorreram ao Judiciário para impedir a ANVISA de continuar fazendo fiscalização.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que ocorra no mundo, cerca de 3 milhões de intoxicações agudas por agrotóxicos. Dessas, 70% ocorrem nos países do chamado Terceiro Mundo, (no qual o Brasil está incluído); ocorrendo sobre trabalhadores e trabalhadoras que tem contato direto ou indireto com esses produtos. Segundo a OIT ocorrem 70 mil mortes por ano em conseqüência do uso e manipulação dos agrotóxicos. Isso só nos países de terceiro mundo!

No Ceará, a Secretaria de Saúde mostrou que em 2005 foram internados 1.106 trabalhadores e trabalhadoras intoxicados por agrotóxicos, e casos de morte estão aparecendo entre os trabalhadores do agronegócio.

OS EFEITOS DOS VENENOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E NA VIDA DAS MULHERES

Os venenos causam sérios riscos a nossa saúde e ao meio ambiente.

No Brasil, a segunda causa de intoxicação depois de medicamentos, se dá pelos agrotóxicos. Muitas doenças estão surgindo ou aumentando como conseqüência do uso de veneno: câncer, alergias, doenças do sistema nervoso, da reprodução, do sistema imunológico. São as mulheres e homens trabalhadores de baixa renda, os desempregados, as comunidades tradicionais, os grupos étnicos os que são condenados a viver nas áreas mais contaminadas e ingerir os alimentos cheios de agrotóxicos. O uso inadequado de agrotóxicos, segundo dados da Rede Mulher e Educação, ocasiona em mulheres abortos, fetos com má formação.

Cuidado com o que você come! Pode ser puro veneno!

E para piorar, as mesmas empresas que produzem veneno são as que fabricam os remédios. Eles não estão nem ai pra nossa SAUDE! Porque o mais importante é VENDER! É O LUCRO! Cuidado com essa combinação: VENENO = MEDICAMENTOS. São as mesmas empresas!

CEARÁ NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA: UM CELEIRO PARA OS AGROTÓXICOS

O Estado do Ceará é hoje um dos grandes celeiros de produção e industrialização de agrotóxicos, inclusive de agentes contaminantes totalmente nocivos a saúde humana, animal e vegetal, os quais já foram proibidos em outras regiões do Brasil e de outros países do mundo.

Por isso, estamos nas ruas de Fortaleza para denunciarmos os CRIMES AMBIENTAIS E SOCIAIS das empresas de agrotóxicos e também a extrema gravidade que vivemos na agricultura com o modelo do agronegócio.

Nossa saúde e nossa soberania alimentar estão ameaçadas pelo uso de venenos. Aqui no Estado existem varias empresas que atuam no setor de produção, de manipulação e utilização de agrotóxicos. Tais como a Del Monte, Fyffes, Syngenta e a NUFARM, antiga AGRIPEC.

QUEM É A EMPRESA NUFARM ?

A NUFARM é uma empresa transnacional, com sede na Austrália, instalada no Brasil, com fábrica no Estado do Ceará, e lidera atualmente o ranking da 8ª maior empresa no volume de vendas de agrotóxico no mundo. A empresa atua em mais de 100 países, com 14 fábricas. A entrada no mercado brasileiro ocorreu com a compra da empresa AGRIPEC e Farmacêutica. Seus produtos químicos destinam-se as culturas de citrus, cana, café, milho, tomate, feijão, soja, algodão, batata e pastagens. Desses, 60 % está destinado ao cultivo de soja.

A Nufarm produz 18 tipos de venenos, sendo que o mais vendido deles é o Glifosato (veneno usado na agricultura para fazer capina química). Estudos comprovam que os efeitos desse produto no organismo humano alteram o feto e o embrião, e contaminam o leite materno.

Além do Glifosato, a empresa manipula contaminantes secundários como o Dimetil disulfeto e o Dimetil Sulfato, este último comprovado como cancerígenos em animais (e ainda em estudo sobre os fatores cancerígenos em humanos). Alem disso provocam efeitos no ar e contaminação das águas, inclusive do subsolo.

Em Novembro de 2009, a ANVISA apreendeu 2,3 milhões de litros de agrotóxicos adulterados da NUFARM Indústria Química e Farmacêutica de Maracanaú, CE. Só as multas da empresa podem chegar a 1 milhão e meio de reais.

Além disso, foram encontradas inúmeras irregularidades na importação, produção e comércio de produtos agrotóxicos, como por exemplo, substancias para reduzir o odor e até mesmo “perfumar” os produtos, como forma de adulterar a fórmula na intenção de disfarçar o mau cheiro. Quatro toneladas do agrotóxico Endossulfan também foram apreendidas porque a embalagem não continha identificações obrigatórias sobre o produto.

DENÚNCIAS DOS MORADORES DE MARACANAÚ SOBRE A NUFARM

Os moradores do bairro Novo Maracanaú, vem sofrendo com a poluição ambiental causada pela manipulação de produtos da empresa bem como o descaso aos direitos humanos e a perseguição jurídica à entidades e pessoas que fazem estudos sobre a atuação da empresa.

A poluição ambiental causada pelos agentes químicos da Empresa Nufarm, causa gravíssimos problemas à população vizinha, principalmente aos moradores do Conjunto Novo Maracanaú, Coqueiral, Piratininga, Jereissati, DI 2000, Santo Sátiro e Acaracuzinho. Essas comunidades sofrem constantemente com o odor insuportável e os problemas de saúde como: dor de cabeça, enjôo, alergia na pele, queimação dos olhos e narinas, problemas respiratórios, bronquites, pneumonias, anemias, câncer e leucemia mielóide aguda decorrentes das atividades nocivas da empresa.

A luta das comunidades do entorno aonde está instalada a fabrica A partir de solicitação do Ministério Público, a UFC (Universidade Federal do Ceará) realizou um estudo dos impactos da Empresa sobre a saúde dos moradores locais e constatou irregularidades cometidas pela empresa, especialmente no uso de contaminantes como o Glifosato e Dimetil. O resultado foi alarmante e impedido por pressão da empresa de ser divulgado.

O PAPEL DO ESTADO E DO GOVERNO PARA INSTALAÇÃO DA NUFARM NO CEARÁ

Vários fatores contribuem para a instalação da Empresa Nufarm no Estado do Ceará e o Governo tem se tornado um forte aliado desse setor no Brasil e no Ceará. Alguns desses fatores:

a) A falta de rigoroso cumprimento da legislação ambiental e sanitária, incluindo a fiscalização e das ações das empresas de agrotóxicos e seu uso.

b) a mão- de- obra barata dos trabalhadores das trabalhadoras

c) o financiamento público estadual e federal com incentivos fiscais para a instalação e desenvolvimento das atividades da empresa no nosso Estado.

O governo está usando o dinheiro público para bancar o envenenamento da população pobre.

DIANTE DISSO, O MÍNIMO QUE PODEMOS FAZER É NOS PERGUNTAR qual é o real custo social, ambiental e de saúde desta grande produção ‘aditivada’ com agroquímicos. Quem arca com as conseqüências e quem realmente paga por isto? Os agrotóxicos e os transgênicos não servem para matar a fome do povo, e sim para matar a fome de lucro das empresas do agronegócio. Esses produtos envenenam as terras, as águas e principalmente as pessoas.

Ao mesmo tempo, são desconsiderados os caminhos alternativos e modos de desenvolvimento voltados para a igualdade social e a justiça ambiental que nossos movimentos têm proposto a partir de suas práticas concretas nos territórios que se pautam pela construção de Soberania Alimentar.

A luta contra as empresas de agrotóxicos é uma luta de toda a população cearense e brasileira em defesa de nossa soberania alimentar e de uma vida saudável. A vida e a saúde da população estão ameaçadas! E temos o dever de protegê-las contra essa ameaça! O que está em jogo é a disputa entre dois projetos de agricultura. De um lado, o AGRONEGÓCIO e de outro a AGROECOLOGIA.

Por isso, nos mobilizamos para defender a agroecologia, a biodiversidade, a agricultura camponesa cooperada, a produção de alimentos saudáveis, a Reforma Agrária, os direitos previdenciários, a saúde e educação gratuita e de qualidade para todos. Assim como para defender a terra, a água e as sementes como bens da natureza a serviço dos seres humanos e da classe trabalhadora.

Exigimos:

Que os órgãos governamentais e jurídicos (como a SEMACE, IBAMA, ANVISA, etc.) cumpram de fato o seu papel de monitorar e de punir as empresas que cometem irregularidades;

Suspensão de todos os incentivos fiscais e créditos subsidiados para as empresas que cometem crimes ambientais e sociais;

Divulgação e ampliação dos estudos e pesquisas existentes nas Universidades, como forma de medir os impactos sociais e ambientais e esclarecer a população sobre os riscos;

Retirada imediata da empresa NUFARM do Conjunto Novo Maracanaú, do Estado do Ceará e do Brasil;

Suspensão da produção, comercialização e utilização de agrotóxicos;

Recuperação ambiental das áreas afetadas pelos agrotóxicos;

Proibição imediata da produção e comercialização de produtos transgênicos;

Desapropriação das terras com crime ambiental e destinação imediata para a Reforma Agrária;

Créditos de apoio a produção agroecológica de alimentos produzidas pela agricultura camponesa;

Nos comprometemos:

– A lutar por justiça ambiental, pela reforma agrária, e em defesa da agricultura camponesa.

– A desenvolver formas de uso sustentável dos recursos naturais e experiências que contribuam para a construção de um novo projeto para o campo brasileiro baseado na AGROECOLOGIA.

– A lutar pela recuperação, preservação e multiplicação das plantas medicinais e sementes crioulas, em defesa da biodiversidade, da água e pelo direito de decidir sobre nossa vida, nossos alimentos, e nossa saúde.

– A denunciar e combater permanentemente todas as formas de violação dos direitos sociais  e os crimes ambientais cometidos  pelas empresas transnacionais.

FORA A NUFARM DO CEARÁ E DO BRASIL!

VIVA OS 100 ANOS DO 8 DE MARÇO:

DIA INTERNACIONAL DE LUTA DA MULHERES TRABALHADORAS

MULHERES DA VIA CAMPESINA CEARÁ – MARÇO 2010

Comments (2)

  1. Colega com certeza vc não mora em bairros adjacentes a fábrica. Agora mesmo enquanto escrevo estou sentido o mauuu cheiro de veneno e não acredito que isso está fazendo bem a minha familia.
    – Acredito realmente que a empresa está fazendo algo para resolver isso, com também estamos vendo que não está adiantando.

    A noite quando todos dormem:

    A Agripec/Nufarm usa da artimanha de mudar de horario, as atividades nas quais libera quantidade maior de veneno. Na calada da noite o numero de reclamação e menor, – claro. Porém o perigo, acretito ser maior para a populaçâo, devido a pessoa está enclausuradas em um ambientes fechados sem circulação de ar.

    Testimunho ; Eu passei 2 anos fora de minha casa devido ficar muito doente com uma peneumunia que quase me matou. Agora estou de volta devido uma mudança de emprego e dificuldade de transporte.

    Acordo de manhã com dor de cabeça e as narinas ardendo. Foi quando uma noite acordei sufocado com o gosto do veneno na minha boca.

    Não se deixe iludir com sorrisos de vendedores.

    ery_braga
    Conjunto Novo Maracanau

  2. A Nufarm é um empresa séria, com profissionais sérios, que sempre estão abertos a ouvir.
    Eles não produzem mau morbido dentro de seus muros, pelo contrário, eles buscam por meio da ciência e tecnologia suprir as necessidades humanas. Todos deveriam no mínimo conhecer a empresa e ver qual sua visão a respeito da segurança do meio ambiente e seres humanos – Quem quizer ir, a empresa tem um programa chamado Portas Abertas, conheci e mudei de opinião.

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