Edital seleciona consultor(a) em ‘Políticas de saúde para comunidades quilombolas’

As inscrições podem ser feitas até 03/11, pelo endereço eletrônico selecao@unfpa.org.br. É necessário enviar currículo atualizado, carta de apresentação e documentos que comprovem experiência

SEPPIR

Interessados(as) em participar da seleção de consultoria devem enviar documentação completa, até 3 de novembro, para o e-mail selecao@unfpa.org.br, com o título “Estudo políticas de incentivo na saúde para comunidades quilombolas”. Acesse o Termo de Referência para mais informações.

O contrato tem vigência de 20 de novembro a 30 de abril de 2015 e prevê remuneração de R$ R$ 48 mil para o/a profissional selecionado/a. O edital é promovido pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República – SEPPIR/PR em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA, no âmbito do “BRA5U104 – Projeto Fortalecendo as ações da SEPPIR nas áreas de saúde, políticas para juventude e políticas para comunidades quilombolas”.

Os requisitos para se candidatar incluem graduação na área de saúde, humanidades, ciências aplicadas, estatística; mestrado ou doutorado em saúde coletiva ou correlato, economia, ou gestão de políticas públicas, epidemiologia, estatística, ciências sociais e similares, demografia ou similares; 5 anos ou mais de experiência comprovada em análise de dados qualitativos e quantitativos, incluindo realização, sistematização, categorização e análise de dados oriundos de fontes primárias (entrevistas) e fontes secundárias (documentos, sites, entre outros); experiência comprovada em pesquisa em saúde e/ou pesquisa em políticas de saúde; disponibilidade para viajar; e nacionalidade brasileira.

Solicita-se, ainda, que o(a) candidato(a) tenha conhecimento de conceitos e principais debates relacionados a atenção básica, estratégia saúde da família, financiamento em saúde, comunidades quilombolas; profissional com capacidade de análise e síntese, de comunicação oral e escrita, abertura para responder positivamente a diferentes pontos de vista e críticas em relação a sua atuação individual e coletiva, bem como realizar ajustes necessários; e ter informações e sensibilidade para acolher e trabalhar com diversidade cultural, étnica e religiosa, de orientação sexual e identidade de gênero, das diversas regiões brasileiras.

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