Mapa da Violência 2015 tem lançamento em Brasília

De autoria do pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz, a publicação revela o número de assassinatos por armas de fogo no país, além de fazer um balanço dos homicídios. Jovens negros estão as principais vítimas

SEPPIR

O “Mapa da Violência 2015 – Mortes Matadas por Armas de Fogo” foi lançado nesta quinta-feira (14), no auditório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), em Brasília. De autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, a publicação revela o número de assassinatos por armas de fogo (AF) no país, além de fazer um balanço dos homicídios. (mais…)

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Ministra defende políticas específicas para a juventude negra

Reduzir a morte violenta de jovens negros e pobres é um desafio para o Brasil, e o Estado deve estar atento ao problema. O assunto foi abordado nesta quinta-feira (14/5) em comissão geral, na Câmara dos Deputados, que contou com a presença da ministra da Secretaria da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino Gomes. Ela veio à Casa apresentar as ações de sua pasta

Noéli Nobre – Agência Câmara / SEPPIR

A ministra disse estar atenta à discussão do problema, que é tema de comissão parlamentar de inquérito (CPI) em funcionamento na Câmara. “No que diz respeito à juventude branca, houve um decréscimo nas taxas de homicídio. Porém, em relação a nossa juventude negra, houve um aumento. Precisamos construir políticas específicas para a juventude negra no Brasil”, disse Nilma Lino. Apesar dessa garantia, diversos deputados reivindicaram mais envolvimento do governo na questão, por considerar que o Brasil padece de um racismo que se alastra pelas instituições. (mais…)

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Brasil precisa mudar conceitos para acabar com racismo, diz professor

Uma cultura baseada na valorização da pele clara e um sistema educacional que não valoriza todos os brasileiros como iguais. De acordo com o professor e jornalista Edson Cardoso, a sociedade precisa mudar esses conceitos para acabar com o racismo. Cardoso respondeu a perguntas de parlamentares da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Violência contra Jovens Negros e Pobres ontem (12), em Brasília

Marcelo Brandão – Agência Brasil

“Na escola conseguimos colocar que a escravidão aconteceu antes das Pirâmides do Egito, mas a escravidão está aí. Temos que compreender que somos envolvidos em uma ideologia que exclui essas pessoas. Então, não vamos avançar se não formos capazes de mudar, mexer no sistema educacional, na representação do humano”, disse o professor. (mais…)

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CPI cria comunidade virtual para discutir violência contra jovens negros

SEPPIR

A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) está acompanhando de perto os trabalhos da Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) que investiga casos de violência contra jovens negros e pobres. A Comissão foi instalada em março de 2015 e tem até seis meses para apresentar seu parecer final. Ao longo desse período, qualquer cidadão poderá contribuir com o debate, por meio de uma comunidade virtual, criada para estimular a participação de toda a sociedade brasileira. Para acessar e integrar o Fórum, basta acessar o endereço http://edemocracia.camara.gov.br/web/public/comunidades

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As manifestações dos dias 13 e 15 de março. Polarizações desérticas. Entrevista especial com Marcelo Castañeda

“O discurso antigolpe e anti-impeachment, junto com a defesa governista da Petrobras, serve para criar uma mobilização que acaba por escamotear as dimensões sórdidas do ajuste econômico em curso e da própria crise da empresa de petróleo”, pontua o sociólogo

Por Patricia Fachin e João Vitor Santos – IHU On-Line

“Não acredito que os principais partidos, que são responsáveis em grande parte por essas crises, consigam vencer seus interesses para compor um projeto que faça frente às diversas crises em pauta. Do jeito que se configura, esse acordo continuará sendo feito por cima e, para mim, isso é mais do mesmo”, diz Marcelo Castañeda em entrevista por e-mail à IHU On-Line. Na avaliação do sociólogo, a atual situação econômica e política, incluindo ajustes econômicos, cortes orçamentários e ameaças aos direitos trabalhistas, já era prevista durante a campanha eleitoral do ano passado, mas a escolha pelo candidato “menos pior” “fez com que muitas pessoas se assustassem com a natureza do ajuste agora em curso na medida em que esperavam uma continuidade”, pontua. E adverte: mas ela foi “rompida, em especial pela presença de Levy no Ministério da Fazenda, dando uma guinada em relação ao desenvolvimentismo”. (mais…)

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