O morador de rua amarrou a estátua para que o cajado e a mão da entidade não caíssem no chão

Grupo de vândalos destrói estátua de Orixá na Prainha do Lago Paranoá

Um morador de rua impediu que o estrago fosse maior. Mão de representação de Oxalá foi cerrada e dois homens e uma mulher tentaram arrancar o cajado da figura

Por  Luiz Calcagno, no Correio Braziliense

Representantes de religiões de matrizes africanas do Distrito Federal denunciaram mais um ataque de intolerância contra símbolos sagrados. Um grupo de três pessoas tentou arrancar o cajado da estátua de Oxalá na Praça dos Orixás, na Prainha do Lago Paranoá. O ato de vandalismo aconteceu dias antes de uma das mais importantes comemorações dos praticantes. Um morador de rua impediu que a peça fosse completamente destruída. (mais…)

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Vista aérea de Modi'in Illit. Com cerca de 60 mil habitantes, a cidade é a maior colônia israelense no território ocupado da Cisjordânia. Fonte: Wikimedia. Autor: Dvirraz

Netanyahu não pressionou Brasil o suficiente para que eu virasse embaixador, diz Dani Dayan

Até o momento, Brasil não disse se aceita ou não a indicação de Netanyahu, em movimento visto por Israel como de recusa de Brasília ao nome de Dayan

Por Opera Mundi

Dani Dayan, o indicado por Israel para ocupar a cadeira de embaixador do país em Brasília, criticou o premiê Benjamin Netanyahu, em entrevista na noite de sábado (26/12) ao jornal Haaretz, por não ter conseguido, até o momento, assumir o posto no Brasil. (mais…)

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mapa violencia manguinhos caju

Mulheres de Manguinhos e do Caju mapeiam a violência em suas comunidades

Por David Robertson, no Rio On Watch

O dia 16 de dezembro marcou o lançamento da publicação de um mapa urbano produzido por mais de 30 mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos, favelas da Zona Norte do Rio, sob a orientação da FASE. O lançamento da publicação, intitulada “Cartografia Social Urbana: Impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos”, marcou a conclusão de um processo de dois anos.

O objetivo do programa foi fornecer às mulheres a oportunidade de falarem sobre como enfrentam a violência diária, e também de mapear suas comunidades como forma de resistência. (mais…)

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nino dios menino jesus

Por qué me niego a celebrar Navidad, por Ollantay Itzamná*

Si en el siglo III, Aureliano estableció el 25 de diciembre como fiesta de Natalis Solis Invicti; en la segunda mitad del siglo XX, el señor Mercado (con la complicidad de las iglesias) instauró el 25 de diciembre como la celebración demencial de la consumopatia global, en nombre de Dios.

Em Servindi

Por varios años creí ciegamente que cada 25 de diciembre nacía Dios-con-nosotros (Emanuel) para salvar a la humanidad de su perdición.

De un tiempo a esta parte, las contrastantes realidades me inquietaron a sospechar de las verdades/creencias aprehendidas como doctrinas. Puse en “riesgo” mis seguridades existenciales, y comencé a ensayar preguntas sobre mis “verdades constitutivas”, y fue así que la duda me abrió los horizontes. (mais…)

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Marcel Arte

Advogado relata racismo após criança negra pedir sorvete no Leblon

É por isso que esta gente não vai embora daqui mesmo”, disse senhora a advogado que pagou sorvete a menino negro

IG

O advogado e professor da PUC-Rio Breno Melaragno Costa relatou, em um post no Facebook, o racismo que uma criança negra sofreu depois de ganhar um sorvete. Segundo o post na rede social, o advogado estava com a família em uma sorveteria no Leblon, no Rio de Janeiro, quando uma criança negra chegou tentando vender balas. Depois de não conseguir, a criança pediu a Costa que pagasse um sorvete, pedido que foi atendido prontamente pelo advogado. (mais…)

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Indígenas mostram os artesanatos que fazem para vender. Foto: Claudia Weinman e Paulo Fortes (PJMP\PJR-SC)

Indígenas foram ‘convidados’ a se retirar do centro de São Miguel do Oeste

Nota: em consequência desta matéria, Claudia Weinman está sendo ameaçada. Denúncia do Portal Desacato pode ser lida no final. Nossa solidariedade a ela. (TP)

Por Claudia Weinman, para Desacato.info.

A cena remete a um conflito histórico sem fim. Barracos de lona foram erguidos em um terreno retirado do centro da cidade de São Miguel do Oeste, no interior do estado de Santa Catarina. Indígenas Kaingang, de Tenente Portela (RS), foram ‘convidados’ a se retirar do espaço da rodoviária onde todos os anos, nesta época, costumavam comercializar seus artesanatos, o trabalho que lhes garante um pouco de dinheiro para circular por outras regiões e comprar alguns agrados para suas crianças.

O motivo, segundo a indígena Juliana Cristão, 23 anos, é de que o dono da rodoviária não estava satisfeito com a presença das ‘gentes’ por ali. “A gente sempre vinha aqui só que eles não falavam nada, e agora falaram que a gente não podia ficar lá. O dono daquele terreno não queria que a gente ficasse lá”, disse ela. (mais…)

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elza soares 2

‘Poderia ter sido eu’, diz Elza Soares sobre chacina no Rio

Por BBC Brasil. em Notícias Terra

“A carne mais barata do mercado é a carne negra”. Foi cantando o refrão da canção A Carne a plenos pulmões que a cantora Elza Soares desabafou, há cerca de três semanas, sobre o caso dos cinco jovens assassinados por policiais militares em Costa Barros, no Rio de Janeiro. O vídeo da apresentação se espalhou nas redes sociais.

“Até quanto negros serão mortos nesse país?”, pergunta ela, em entrevista, à BBC Brasil. “Negro é gente. Precisamos de uma vacina contra essa doença incurável chamada racismo”, vaticina. (mais…)

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Foto de Claudia Andujar, reproduzida da internet

Recorrente nas campanhas de ódio contra indígenas, “infanticídio” volta a ser tema da ‘grande imprensa’

Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental

A Folha de São Paulo de hoje, 21/12, publica mais uma matéria – “Infanticídio de índios ainda é comum em aldeias do Amazonas” – que com certeza será usada como munição para o preconceito contra os povos indígenas. Mas não só: a reportagem ‘dá uma mãozinha’ também no que toca à criminalização e ao projeto do deputado Henrique Afonso (PV AC) sobre a questão, já aprovado na Câmara e aguardando votação no Senado. Entre os entrevistados na matéria está ainda uma representante da organização Atini, uma das responsáveis pelo falso documentário “Hakani – A história de uma sobrevivente“, tirado e mantido fora do ar por decisão da Justiça.

Não vou discutir o assunto, que aliás já foi objeto de diversas postagens neste blog. Prefiro republicar matéria do Ministério Público Federal, de 12 de maio deste ano. noticiando o pedido para a retirada do vídeo da internet. Vale ler a fundamentação da Ação Civil Pública, linkada ao final, através da qual o MPF pede providências contra as duas organizações religiosas envolvidas na questão (a Atini e a Jocum), “por incitar o ódio e aumentar o preconceito em relação às comunidades indígenas”. E acrescenta, já na abertura: (mais…)

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Dossiê Temático Racismo, sociedade, cultura e política: diálogos Brasil-Portugal

Revista de Ciências Sociais Política & Trabalho

A Revista de Ciências Sociais Política & Trabalho está abrindo chamada de artigos para o Dossiê Temático Racismo, sociedade, cultura e política: diálogos Brasil-Portugal, organizado por Cristina Matos (UFPB\Brasil) e Marta Araújo (CES\Portugal). O dossiê integrará o número 44 da P&T – Edição Jan-Jun de 2016.

Sobre o Dossiê Racismo, sociedade, cultura e política: diálogos Brasil-Portugal:

O dossiê temático Racismo, sociedade, cultura e política: diálogos Brasil-Portugal tem como objetivo publicar resultados de pesquisas que reflitam sobre as dinâmicas sociais que ocorrem em torno do racismo e das lutas anti-racistas nos dois países, articuladas em torno do eixo racismo-sociedade-cultura-política. O diálogo entre Brasil e Portugal, aqui proposto, buscará esboçar um quadro dos debates teóricos, metodológicos sobre o racismo\antirracismo, bem como sobre suas consequências sociais e políticas. (mais…)

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Reprodução do site www.permanenteafro.com

Se não pode ajudar, deixe o meu cabelo em paz!

Ailton Ferreira, A Tarde

Se um cantor negro deixasse a barba crescer, vestisse um shortinho, amarrasse um lencinho na cabeça e subisse num trio elétrico durante o carnaval de Salvador nos anos 80, certamente seria chamado de ridículo e idiota.

Se esse mesmo cantor, negro de barba e lencinho, arrastasse uma multidão com o seu potente som e deixasse um rastro de pancadaria, murros, socos e ponta-pés e uma multidão sem as suas carteiras e bolsas durante a passagem do seu trio, vixe! (mais…)

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